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domingo, 5 de abril de 2026

Nervosa - Slave Machine - 2026 - Download

 

Gênero: Thrash Metal

4. Beast Of Burden
5. You Are Not A Hero
6. Hate
7. The New Empire
8. 30 Seconds
9. Crawling For Your Pride
10. Learn Or Repeat
11. The Call
12. Speak In Fire

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A Nervosa lançou nesta sexta-feira, 3, “Slave Machine“, o sexto álbum da banda capitaneada pela guitarrista/ vocalista Prika Amaral, que está tocando sua carreira na Europa, deixando alguns de nos brasileiros, bastante orgulhosos.  A bolacha saiu pela Napalm Records, e o melhor, vai ganhar uma versão brasileira através da Shinigami, selo que está sempre lançando o que tem de melhor na música pesada. A Nervosa apresenta sua nova formação, com duas baixistas, marcando a estreia de uma delas, a neerlandesa Emmelie Herwegh. 


Gravado durante o ano de 2025 no Persephonic Studios, mais uma vez produzido por Martin Furia, que também é guitarrista do Destruction, e desta vez teve colaboração das guitarristas Prika Amaral e Helena Kotina. A mixagem e masterização ficaram também por conta de Martin Furia e aconteceram no Jurassic Recordings.  A arte da capa, belíssima, por sinal, foi mais uma vez assinada pelo brasileiro Alcides Burn, sendo o seu terceiro trabalho em sequência para a Nervosa. Ele que já havia feito capas para bandas como Claustrofobia, Eskrota, Funeratus, Headhunter D.C., Imago Mortis, NervoChaos, entre tantos outros nomes relevantes da cena brasileira. 


Se em “Jailbreak“, havia uma incerteza sobre a capacidade de Prika Amaral, que se aventurava pela primeira vez no vocal, aqui em “Slave Machine“, a certeza é de que ela fez o certo em acumular as funções. Seus riffs continuam certeiros e o vocal melhorou muito em relação ao álbum anterior, não que fosse ruim, ao contrário, mas ela parece mais à vontade.  Dando play na bolacha, “Slave Machine” traz a Nervosa ainda mais pesada e brutal, mas abrindo espaço para influências modernas, não deixando a sonoridade ficar datada. Em alguns momentos, as guitarras trazem elementos melódicos, fazendo a banda lembrar o Arch Enemy, como na faixa “30 Seconds“, mas sem deixar de soar natural e pesada como a banda sempre foi, apesar das constantes mudanças na formação, principalmente depois que Fernanda Lira e Luana Dametto saíram para formar a Crypta. 


O álbum tem doze petardos e duração de 43 minutos. O início pode causar um pouco de estranheza com a faixa “Impending Doom“, que é bem atmosférica e densa, mas logo a faixa-título coloca as coisas de volta em seu devido lugar. Outros bons momentos do álbum merecem destaques, como as músicas “The Call“, “Beast of Burden“, “Hate” e “The New Empire“, que são impiedosas, bem como o álbum de maneira geral. 


Prika Amaral fez o certo em deixar o Brasil e apostar suas fichas em uma carreira baseada na Europa. Apesar de nosso país ser um celeiro de bandas de Metal, está sempre revelando nomes relevantes na cena, se ficasse no Brasil, a banda provavelmente seria condenada a permanecer no underground. E aqui, a música pesada não é valorizada como deveria, o grande público prefere ritmos nos quais a sonoridade da Nervosa não combina, para a nossa felicidade. “Slave Machine” é sem sombra de dúvidas, o melhor álbum da carreira da banda. E com o selo de Made in Brazil. Altamente recomendado a quem não curte som pesado.

segunda-feira, 2 de outubro de 2023

Nervosa - Jailbreak - 2023 - Download

 

Gênero: Thrash Metal

02. Suffocare
03. Ungrateful
06. Sacrifice
07. Behind The Wall
08. Kill Or Die
09. When The Truth Is A Lie (feat. Gary Holt)
10. Superstition Failed (feat. Lena Scissorhands)
11. Gates To The Fall
13. Nail The Coffin

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Link 02 (FLAC)

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Salve Headbangers! Deixando de lado toda e qualquer especulação que a Nervosa sofreu aos longo dos anos, pelo motivo de estar na batalha há muito tempo e sofrendo baixas na formação (algo comum de acontecer em várias bandas), a Nervosa soube a cada trabalho pegar o espírito do seu interior e o expor da forma que esperamos, com agressividade e técnica, e esses elementos estão aqui nesse, que já me arrisco em dizer, um dos melhores álbuns da banda.


Formada em 2010, vale relembrar a discografia até aqui para entender onde "Jailbreak" se encaixa, "Victim Of Yourself" (2014) foi a estreia que já foi responsável pela banda somar um bom número de seguidores, aqui as fronteiras do thrash e death já eram bagunçadas, elementos esses que só se desenvolveram mais em "Agony" (2016) e um dos melhores momentos da discografia da banda, o poderoso "Downfall Of Mankind", de 2018.


A separação veio e como sempre é bom reforçar, não perdemos uma banda e sim ganhamos duas já que a Crypta se formou e já lançou dois ótimos discos, ambos com resenha aqui no site. Nesse interim, a Nervosa se reformula e lança em 2021 "Perpetual Chaos", um trabalho que mostrava o lado mais thrash visceral da banda com uma formação muito boa, porém tivemos outra alteração e o resultado dessa nova era encontramos em "Jailbreak".


Nesse trabalho fica mais evidente a proposta da Nervosa como banda, o thrash metal se confunde com velocidade, mas não é apenas isso, ele tem uma faceta de poder e de agressividade, basta olhar bandas como Demolition Hammer que nem sempre são tão velozes, mas sempre trazem um massacre com grande demonstração de poder, isso se comprova já na faixa que abre o trabalho e foi responsável por revelar que Prika iria assumir dupla função na banda, Endless Ambition é uma das minhas favoritas do álbum, agressiva com ótimo trabalho de todas as musicistas e como eu gosto de álbum que não tem intro sem frescuras só porrada na cara, essa faixa é perfeita, e quando vi Nervosa ao vivo, pensei, acredito que Prika achou uma grande parceria musical, na época no baixo com Helena Kotina já chamava atenção e nas guitarras agora temos gêmeas e rápidas isso e ótimo!


Suffocare é thrash/death muito bem feito, com as guitarras indo para o thrash e os vocais de Prika mais ligados ao death e aqui ela confirma que sua escolha nos vocais foi assertiva e aí que me pergunto, porque não antes? Ungrateful poderia ter sido um dos singles a serem lançados antes, o refrão dela é pegado e ao vivo deve ser uma daquelas que a plateia vai cantar com o pulso erguido.


Seed of Death foi um segundo single, confesso que de primeira não gostei da música achei ela muito Arch Enemy, mas essa impressão se dissolve quando você ouve ela no álbum, pois ela está entre dois petardos e por isso que a sua base melódica faz sentido e a parte leve dura pouco e logo temos uma tempestade de riffs e um belo solo. A faixa título tem uma pegada de heavy metal tradicional e achei a voz da Prika bem marcante e claro, um destaque para a máquina que atende pelo nome de Michaela Naydenova.


A trinca de sons que vem a seguir são uma declaração onde a Nervosa diz, "somos a Nervosa death/thrash metal e nada pode nos parar!" E por mais que você nunca tenha dado uma chance para banda, não tem como não curtir Sacrifice, Behind the Wall e Kill or Die, outra faixa rápida e bruta.


When the Truth is a Lie tem a presença do mestre Gary Holt, acredito que só isso já é possível para dizer a importância desse trabalho. Percebi uma veia meio punk, principalmente nos vocais mais rasgados, falando em vocais temos Lena Scissorhands na faixa Superstition Failed, eu particularmente gosto desses feats, pois trazem uma personalidade para o som. O trabalho finaliza com dois sons, Elements of Sin e Nail the Coffin e que prazeroso dizer que temos um trabalho extremo que demonstra maturidade e perseverança e acima de tudo, talento e garra, mais um capítulo na vitoriosa saga da Nervosa.

Nervosa - Elements Of Sin - 2023 (EP) - Download

 

Gênero: Thrash Metal

terça-feira, 10 de agosto de 2021

Nervosa - Louder Fest II - 2021 (Bootleg) - Download

 

Gênero: Thrash Metal

01 Godless Prisoner
02 People Of The Abyss
03 Venomous
04 Kings of Domination
05 Masked Betrayer
06 Genocidal Command
07 Time to Fight
08 Kill the Silence
09 Perpetual Chaos
10 Blood Eagle
11 Into Moshpit
12 Death
13 Guided By Evil
14 The Band + Drum Solo
15 Rebel Soul
16 Under Ruins

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sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Nervosa - Perpetual Chaos - 2021 - Download


Gênero: Thrash Metal

01. Venomous
03. People of the Abyss
05. Until the Very End (feat. Guilherme Miranda)
06. Genocidal Command (feat. Schmier)
07. Kings of Domination
08. Time to Fight
09. Godless Prisoner
10. Blood Eagle
11. Rebel Soul (feat. Erik Ak)
12. Pursued by Judgement
Bonus Track
14. Exija

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Link 02 (FLAC)

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terça-feira, 17 de novembro de 2020

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Nervosa - Live At Rock In Rio - 2019 (Bootleg) - Download


Gênero: Thrash Metal

1) Horrordome
2) Intolerance Means War
3) Hostages
4) Enslave
5) Time Of Death
6) Guerra Santa
7) Kill The Silence
8) Raise Your Fist
9) Fear, Violence And Massacre
10) Masked Betrayer
11) Death
12) Never Forget, Never Repeat
13) Into Mosh Pit

Link 01 (CD)
Link 02 (DVD)
Link 03 (DVD)

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Nervosa - Freakshow - 2019 (Single) - Listen


Gênero: Thrash Metal

1. Freakshow

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quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Nervosa - Dawnfall Of Mankind Tour - Live In Paris - 2018 (Bootleg) - Download


Gênero: Thrash Metal

01 Hypocrisy
02 Arrogance
03 Death
04 Intolerance means War
05 Masked Betrayer
06 Hostages
07 Into Moshpit

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terça-feira, 8 de outubro de 2019

Nervosa - Downfall Of Mankind - 2018 - Download


Gênero: Thrash Metal

01. Intro
02. Horrordome
03. Never Forget, Never Repeat
04. Enslave
05. Bleeding
06. ...And Justice for Whom?
07. Vultures
09. No Mercy
11. Fear, Violence, and Massacre
12. Conflict
13. Cultura do Estupro
14. Selfish Battle (Bonus Track)

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Link 02 (FLAC)

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A Nervosa é uma banda de Death/Thrash Metal brasileira que tem ganhado cada vez mais atenção na cena, saindo do underground paulista para a cena internacional em pouco menos de uma década. Chutaram a porta de entrada em 2010 lançando um clipe para a excelente música “Masked Betrayer”. Dois anos depois lançaram a também excelente demo intitulada simplesmente “2012”, com duas faixas inéditas matadoras, além da já conhecida “Masked Betrayer”.


A banda seguiu se apresentando ao vivo ativamente pelo país, passando inclusive pelo prestigiado evento Roça’n Roll em Varginha-MG. Mesmo acompanhadas do desnecessário jargão “All Female Thrash Metal Band”, a banda mostrava a cada apresentação que transbordavam talento e que mereciam cada minuto de atenção que recebiam. Não recebiam atenção apenas por serem uma banda de Metal formada exclusivamente por mulheres, recebiam por entregar um Thrash Metal de altíssima qualidade.


Após o lançamento do primeiro full-length, a banda passou por várias mudanças de bateristas, e a partir do segundo álbum, começaram a apostar em um som ainda mais pesado e agressivo, beirando o Death Metal.


Esse ano lançaram seu terceiro álbum, intitulado “Downfall of Mankind”. Vamos ver como esse álbum se sai.


O play abre com uma faixa introdutória. Faixas de introdução são complicadas, porque muitas vezes elas acabam sendo apenas encheção de linguiça desnecessária, mas muitas vezes também são icônicas e funcionam maravilhosamente ao vivo. No caso deste álbum, eu diria que é uma introdução competente. É lenta, tenebrosa e pesada, lembrando um pouco do que o Arch Enemy costumava fazer em suas introduções. E logo em seguida, começa a pancadaria. E que pancadaria! A faixa de abertura, intitulada “Horrordome” é provavelmente uma das músicas mais extremas que o trio já compôs! Blast beats insanos, guitarras pesadíssimas e vocais caóticos, com um refrão poderoso e raivoso.


Nisso já fica clara a abordagem musical do Nervosa neste terceiro álbum. Continuam caminhando rumo a horizontes mais extremos, dessa vez alinhadas de vez no Death/Thrash. Há agressividade e peso transbordando em todas as músicas do álbum.


Mas com isso também surge uma preocupação: A repetitividade. É importante que uma banda saiba equilibrar pancadaria desenfreada com momentos cadenciados e arranjos criativos para manter o álbum interessante do começo ao fim. E isso não é totalmente implementado aqui.


Não que a banda passe o álbum inteiro batendo na mesma tecla. Há vários momentos variados. O refrão da faixa “Enslave” por exemplo, tem um groove marcante e diferenciado. A faixa “Bleeding” também começa cadenciada e absurdamente pesada, antes de cair matando com pontes e refrões mais agressivos. O problema é que mesmo que o álbum esteja repleto de ótimas idéias, estas são repetidas diversas vezes, tirando a personalidade de algumas faixas. Na segunda metade, por mais que ainda tenham músicas boas, alguns riffs começam a soar parecidos, e uma sensação de “já ouvi isso” começa a ficar cada vez mais prevalente. Escutadas separademente, qualquer uma das faixas deste álbum são um festival de head-banging de primeiríssima qualidade, mas no contexto do trabalho inteiro, é evidente como algumas ideias foram recicladas uma ou mais vezes ao decorrer do play, eliminando a eficiência das mesmas.


A produção também contribui para essa sensação. Longe de ser ruim, porém a influência de trabalhos modernos, que focam bastante no peso e no grave, afoga os riffs de notas mais altas. Isso é uma faca de dois gumes, pois os momentos de peso ficam ainda mais volumosos e impactantes, enquanto que mesmo quando as escalas sobem, a variação não é tão perceptível, dando a impressão de que os riffs nunca saem das casas mais graves da guitarra.


Inegável porém é o fato deste álbum ter uma bela coleção de refrões. “Never Forget, Never Repeat”, “No Mercy” e “Fear, Violence and Massacre” são todas ótimos exemplos de refrões poderosos, marcantes e provavelmente ótimos para serem gritados em união com a platéia quando tocados ao vivo.


O álbum fecha com a pedrada “Cultura do Estupro”, cantada em português e com a participação especial de João Gordo do lendário Ratos de Porão. Aqui o Crossover e o Death/Thrash se chocam, criando a pancadaria cheia de ódio que era de se esperar de uma mistura assim. A escolha dos riffs aqui é perfeita: rápidos, cortantes e tão gloriosamente agressivos, vendendo a raiva da música de forma extremamente eficiente, e assim concluindo o álbum num tom positivo.


Antes de concluir minhas considerações, quero falar da performance da banda como um todo. Primeiramente, Luanna Dametto, a nova baterista, simplesmente destrói nas baquetas. É quase ignorância. Na velocidade, na técnica, no groove, tudo…Suas linhas de percussão energéticos contribuem tanto quanto a guitarra para transmitir um som raivoso, o que é raro. As linhas de guitarra de Prika Amaral são o que é de se esperar dela: Riffs na velocidade da luz, solos caóticos (porém não tão marcantes, o que é uma pena) e uma total falta de consideração pelo pescoço dos ouvintes. Mas o outro destaque do álbum é a Fernanda Lira, que além de entregar um trabalho competente no baixo, ela realiza aqui a melhor performance vocal da sua carreira. Seus vocais estão mais agressivos e dinâmicos do que nunca, incorporando muitas variações de estilo. Momentos em guturais mais graves, outros de gritos mais “chiados”, e até vocais mais sujos, estilo Grindcore. Além disso, na faixa bônus, a vemos cantando com um vocal mais limpo, acompanhando o estilo da faixa, que puxa mais para o Metal Tradicional. A Nervosa já havia feito algo parecido no disco anterior, na faixa-bônus Wayfarer, onde há uma mudança drástica no estilo para um blues/rock/soul groovadíssimo, e uma excelente performance vocal da Fernanda, mostrando que ela tinha muito mais do que gritos em seu repertório, e dessa vez ela reafirma esta noção, fazendo um vocal à la Halford e afins, completo com agudos e um drive matador.


Finalmente, minha conclusão: Este último álbum do Nervosa é uma evolução natural de seus trabalhos anteriores. Mais coeso e maduro que os dois primeiros álbuns, porém ainda pecando no conceito dinamismo. Um pouco mais de exploração de ideias diferentes seria bem vindo, mas ainda assim é um bom álbum, recomendável para qualquer fã de Death/Thrash Metal. Momentos para moshar e banguear é o que não faltam aqui.

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Nervosa - Live Rock Al Parque, Bogotá - 2017 (Bootleg) - Download


Gênero: Thrash Metal

01. Hipocrisy
02. Arrogance
03. Failed System
04. Surrounded By Serpents
05. Death
06. Intolerance Means War
07. Masked Betrayer
08. Hostages
09. Victim Of Yourself
10. Guerra Santa
11. Theory Of Conspiracy
12. Urânio Em Nós
13. Into Mosh Pit

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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Nervosa - Agony - 2016 - Download


Gênero: Thrash Metal

1. Arrogance
2. Theory Of Conspiracy
3. Deception
4. Intolerance Means War
5. Guerra Santa
6. Failed System
7. Hostages
8. Surrounded By Serpents
9. CyberWar
10. Hypocrisy
11. Devastation
12. Wayfarer


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domingo, 26 de agosto de 2018

Nervosa - Victim Of Yourself - 2014 - Download


Gênero: Thrash Metal

01. Intro
02. Twisted Values
03. Justice Be Done
04. Wake Up And Fight
05. Nasty Injury
06. Envious
07. Morbid Courage
08. Death
09. Into Mosh Pit
10. Deep Misery
11. Victim Of Yourself
12. Uranio Em Nos


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Nervosa - Time Of Death - 2012 (EP) - Download


Gênero: Thrash Metal

01. Time of Death
02. Invisible Oppression
03. Masked Betrayer


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Nervosa - Nervosa No Estúdio Showlivre - 2012 (Bootleg) - Download


Gênero: Thrash Metal

01 "Urânio em nós"
02 "Justice be done"
03 "Invisible Oppression"
04 "Time of death"

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sábado, 25 de agosto de 2018