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sábado, 5 de setembro de 2020

Vários Artistas - Woman From Brazil... The Brazilian Tribute To Deep Purple - 2019 - Download


Gênero: Heavy Metal

01 - Valiria feat. Andressa Lê
Smoke On The Water
02 - Revengin
Knocking At Your Back Door
03 - Sacrificed
Fireball
04 - Sleepwalker Sun
Burn
05 - Duo Arcanum
The Gypsy
06 - Semblant
Pictures Of Home
07 - The Knickers
Hush
08 - Threesome
Perfect Strangers
09 - Dixie Heaven
Ted The Mechanic
10 - Rizzi
Stormbringer
11 - The Shadows Of Silence
Picture Of Innocence
12 - Final Disaster feat. Flavia Mornietari
Black Night
13 - Pleiades
Woman From Tokyo
14 - Volkana
Highway To Star
15 - Quintessente
Sail Away

Link 01
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LISTEN



Após os excepcionais tributos ao Motörhead, Black Sabbath e AC/DC lançados nos últimos anos, a Armadillo/Secret Service Records está de volta com mais um belo lançamento, um verdadeiro desfile com o melhor do Heavy Metal nacional. Desta vez, a banda homenageada são os veteraníssimos britânicos do Deep Purple que recentemente, lançaram “Whoosh!”, seu 21º trabalho de inéditas, ultrapassando os 50 anos de carreira com toda a pompa.


Desta vez, a ideia foi a de lançar apenas bandas que possuam vocal feminino, uma tremenda sacada da gravadora. Temos aqui 15 obras que os fãs das bandas em questão poderão degustar e conhecer um lado diferente do que estamos acostumados.


O início com a icônica “Smoke on the Water” feita pela banda Valiria, deixou a faixa com aquele ar Stoner Metal com muita classe, uma das melhores do álbum.


“Knockin’ at Your Back Door” interpretada pela Revengin, ficou bem interessante e com a cara da banda, sem incluir os teclados que Jon Lord que deixou ‘na cara’ na versão original. Ficou no final das contas, aquele Symphonic Metal característico da banda.

 
“Fireball” feita pela Sacrificed, mantém o alto nível apesar de pecar na falta de peso das guitarras e o vocal estar alto demais. Outro grande destaque vai para a excelente versão de “Burn” pela Sleepwalker Sun. Admito que não conhecia a banda, mas a veia Prog Metal da faixa original com os instrumentistas de alto nível que tem, ficou soberba!


Outro destaque vem para a banda Duo Arcanum, que fez uma versão absolutamente impecável para “The Gypsy” uma das faixas mais viajantes do clássico “Stormbringer”. Aquele ar de música de cordas no melhor estilo Folk ficou de arrepiar.


Na sequência, “Pictures of Home” interpretada pelos curitibanos do Semblant, é um Gothic/Doom Metal super pomposo. Pra quem não os conhece, a voz de Mizuho Lin em dueto com os urros de Sergio Mazul são o chamariz. Já tive a oportunidade de vê-los ao vivo, e é impossível não sair de pescoço doendo com seu show.


O primeiro hit do Deep Purple, “Hush” é mais um destaque com a pesadíssima versão feita pela banda The Knickers. Com as guitarras altas e afinadas, acabou se tornando na opinião deste redator, a melhor de todas. Ouça no volume máximo!

 
E o que dizer sobre aquele que é, possivelmente, o maior hit da imensa discografia da banda: “Perfect Strangers” virou um Stoner/Doom Metal de muita categoria. Destaque para as sombrias ‘intro’ e ‘outro’ que ficaram arrepiantes. Sonzeira!


A fase “Steve Morse” foi aqui representada por “Ted the Mechanics” e “Pictures of Innocence”, respectivamente pelas bandas Dixie Heaven e The Shadows of Silence. Considero ambas as mais pesadas e brutais do disco, fugindo completamente de suas versões originais. Ponto para as bandas que fizeram sua própria versão.


Na clássica “Stormbringer” feita pela banda Rizzi, podemos ter a dimensão do quão abrangente á a obra do Deep Purple: se a original tem aquela veia progressiva e o vocal agressivo de Coverdale, aqui temos uma voz limpa e cristalina, e mesmo com uma linha de guitarras similar à de Ritchie Blackmore, a banda conseguiu dar ares Gothic Metal à faixa. Para a complicada missão de mexer em um clássico desse porte, a banda se sobressaiu.


Outra banda que já tive a oportunidade de ver ao vivo, Final Disaster adicionou peso à “Black Night”, porém mantendo-se fiel à original. Um legítimo tributo! “Woman from Tokyo” da banda Pleaides, é outro ponto alto, com destaque para o potente som do baixo que dá o tom. Um rockão daqueles que rivaliza com a “Hush” pelo título de melhor do álbum!

 
“Highway Star” com a Volkana e “Sail Away” com a Quintessente não fazem feio e encerram o tributo de forma brilhante, uma aula de Heavy Metal pra ninguém botar defeito!


Deixamos aqui nossos parabéns à Armadillo Records por mais esse tributo e que o dono da coisa toda, Luiz A. Rizzi, siga o trabalho. Que venham os tributos ao Iron Maiden, Slayer e Kiss nos próximos meses, que nós, fãs que somos, ouviremos sem a menor parcimônia! Bom para os fãs que além do tributo, podem conferir o mais recente trabalho do Purple, “Whoosh!”. Apesar da pandemia, podemos ficar alegres…

terça-feira, 14 de julho de 2020

Vários Artistas - Coletânea Roadie Metal, Vol. 10 - 2018 - Download

 

Gênero: Heavy Metal

CD 01
01 – Exorddium – Hail
02 – Spherastral – My Destiny
03 – Tupi Nambha – Invasão Alienígena
04 – Dixie Heaven – Riding the Thunder
05 – Holder of Souls – Holder of Souls
06 – Anfear – Lady of the Rivers
07 – Perpetual Legacy – Lookin for the Endless Light
08 – Rui Campos – Sobre o Tempo
09 – The Melties – Hit Me
10 – Atrorium – One More Victory
11 – Hector Ribeiro – Between Life and Death
12 – KabeSatélite – Verme
13 – Alma Negra – Verdades Controvérsias
14 – Sumerius – Tudo ou Nada
15 – Volúpia – Rebelião
16 – Peltstrok – Oceanos
17 – Em Chamas – Devil in my Mind
18 – Johnny o’River – Koctive
 
CD 02
01 – Inner Flames – Expurgo
02 – Place To Die – The Cohesion of Your Acts
03 – Lone Hunter – The Wake Up of Angry
04 – The Damned Human Flesh – Ruínas
05 – Hollow Head – Disrupted Conduct
06 – Kalonia – The Blame Will Haunt You
07 – Collapse NR – Chega!
08 – Ufrat – Confronting Death
09 – Gravekeepers – Senhor do Caos
10 – Veumor – Insula Morgue
11 – Thrashall – Recaída
12 – Lamento – Elysium
13 – Ação Libertária – Cidadão de Bem
14 – Crushing Souls – Nossos Inimigos
15 – MonsterHead – This Perfect Game
16 – Revenge Ritual – Jogado as Traças
17 – One Thousand Dead – Infernizando
18 – Sons of Rage – The Two Faces of A Man

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segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Dixie Heaven - Riding The Thunder - 2016 - Download

 
Gênero: Power Metal, Heavy Metal

1. Allohria
2. The Wicked
3. Riding The Thunder
4. Skies Will Fall
5. No Pain, No Gain
6. Under The Mirror Of Dreams
7. When The Eagle Flies
8. Running From Reality
9. Blind War
10. Waste Of Time

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Muito legal ver que bandas brasileiras estão atingindo patamares de qualidade muito grandes em suas composições. A DIXIE HEAVEN que se formou em 2011 em Duque de Caxias/RJ, é um dos grupos que possuem essa moral.


Em 2016, Villu Castelo (vocal), Anderson Lima e Fran Castelo (guitarras), Cesar Tavares (baixo) e Murilo Marinho (bateria) debutaram com este "Riding the Thunder" e o que se vê em suas dez músicas é muita técnica, peso e entrosamento.


Apesar de o grupo fazer power metal, um estilo conhecido pela melodia afiada e pela fúria dosada, a complexidade existente em alguns trechos não ofusca a simplicidade, ou seja, quando os riffs assumem uma direção mais reta como em "The Wicked", o que se tem é música pesada sem cerimônia, ou se o ouvinte prefere variações, "No Pain, No Gain" com seu ritmo cadenciado pode completar o seu interesse. E atenção para o vocal de Villu (como canta, essa menina!).


Partes em que os arranjos dão a tônica podem ser encontradas em canções como "Under the Mirror of Dreams", que divide seus mais de oito minutos em partes pesadas e progressivas, mas calma! Não é nada do tipo DREAM THEATER, quanto a isso não se preocupe que seu pâncreas está a salvo. Portanto, você também pode ouvir "When the Eagle Flies" com a mesma intensidade, porque neste CD o heavy metal com "H" maiúsculo é quem dita as regras.


Além das influências da "alegórica" banda norte-americana citada, o álbum conta com referências de nomes como IRON MAIDEN em "Running from Reality" e uma pegada "priestiana" em "Blind War" de tirar o fôlego. Vida longa ao batera que não perdoa as peles nesta canção e em outras como na faixa título e em "The Wicked".


São nove músicas que fazem ferver o sangue com tantos riffs e solos, mas o décimo tema, "Waste of Time", se resume na leveza que ninguém podia esperar. É a calmaria através da tormenta cantada em voz suave e acompanhada pelos teclados de Álvaro Santos, músico convidado.


Com produção dirigida pelo próprio Fran Castelo, "Riding the Thunder" foi gravado no Kolera Studios, sendo que a mixagem e masterização foram feitas por Celo Oliveira. A capa do álbum foi desenvolvida por Jean Michel da DSNS – Designations Artwork. Heavy metal bem tocado, bem cantado e bem produzido. É disso que o Brasil precisa.