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sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

Heretic - En Vivo En Galicia - 2024 - Download

 

Gênero: Progressive Metal

3. Gilgamesh
4. The Storm
5. The Beholder
6. Heaven & Hell
7. Rebellions
8. The Realm

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Heretic - Live At The Prince Albert (U.K.) - 2024 - Download

 

Gênero: Progressive Metal

1. Gilgamesh
3. Hybrid Fear
4. The Storm
5. Rebellions
6. The Beholder

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terça-feira, 30 de maio de 2023

Heretic - Gilgamesh - 2023 - Download

 

Gênero: Progressive Metal

1. Hybrid Fear
2. Stay
3. Gilgamesh
4. In The Eye Of The Night
5. Judgement Day
6. Tendencies over Certainties
7. Arak II
8. Fortune And Pain
9. Smoke Glass Stain
10. Freedom Or Heroes

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quarta-feira, 17 de maio de 2023

Vários Artistas - The Best Noise Ever... The Brazilian Metal Tribute To 80s - 2022 - Download

 

Gênero: Death Metal, Thrash Metal, Heavy Metal

1 Genocidio - Pictures Of  You
2 Orquídea Negra - Keyleigh
3 Tailgunners - Don't You Forget About Me
4 Brunno Mariante - Poison
5 Hellish War - Burning Heart
6 Insanity - Psycho Killer
7 Ancesttral– The Power Of Love
8 Dark Tower - We Don't Need Another Hero
9 Revengin - Let's Dance
10 Quintessente - Everybody Wants To Rule The World
11 The Anger - Unchain My Heart
12 Godhound - Easy Lover
13 Ad Inferi - (I've Had) The Time Of My Life
14 Bella Utopia - Like A Virgin
15 Child o' Flames - Never Gonna Give You Up

CD 02
1 Trend Kill Ghosts - Staying Alive
2 Pagan Throne - Take On Me
3 Mad Monkees - Rock The Casbah
4 Heretic - Stay
5 The Giant Void - Billie Jean
6 Wolfheart And The Ravens - She Drives Me Crazy
7 Chemical Disaster - More Than A Feeling
8 Sun Diamond - Every Breath You Take
9 Ego Absence - Hold The Line
10 Tandra - Owner Of Lonely Heart
11 Chaosfear - Could You Be Loved
12 Macumbazilla - Start Me Up
13 Terra Prima - The One I Love
14 Lotus Negra - Domino Dancing
15 Rádio Ruído - Eyes Without Face
16 Arcantis - Rock You Like Hurricane

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terça-feira, 6 de dezembro de 2022

Heretic - Live In U.K. - 2022 - Download

 

Gênero: Progressive Metal

01. Hybrid Fear
02. Rebellions
04. Gilgamesh
05. The Storm
06. The Realm

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sábado, 15 de outubro de 2022

Heretic - Illegally Live - 2022 - Download

 

Gênero: Progressive Metal

1.Hybrid Fear
2.Rebellions
3.Trail Of Sins
4.Gilgamesh
5.Hellfire
6.The Storm
7.Sacred Sea
8.Anno Mundi (Black Sabbath)
9.Resurrection (Halford)
10.Sudden Awakening

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sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Heretic - Feast - 2021 - Download

 

Gênero: Progressive Metal

1. Sudden Awakening 
3. Hiding Moon
4. Staring at Blazes
5. Tenderness
6. Sacred Sea
7. Whistleblower
8. Powerless
9. Reza

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terça-feira, 6 de outubro de 2020

Heretic - Entity - 2020 - Download


Gênero: Progressive Metal

01. Deceiver Ghost
02. Lurking Around
03. Golden Rule
04. Cultural Starvation
05. Rebellions
06. The Real Thing

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quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Heretic - (Dis) Covering - 2020 - Download



Gênero: Progressive Metal

1. Another Day in Paradise (Phil Collins Cover)
2. Never Tear Us Apart (INXS Cover)
3. Come Undone (Duran Duran Cover)
4. Cose della vita (Eros Ramazzotti Cover)
5. Holding Back the Years (Simply Red Cover)
6. Everybody Wants to Rule the World (Tears for Fears Cover)
7. 7 Seconds (Neneh Cherry & Youssou n'Dour Cover)
8. By My Side (INXS Cover)
9. No Ordinary Love (Sade Cover)
10. In the Air Tonight (Phil Collins Cover)

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terça-feira, 10 de março de 2020

Heretic - Code Alive - 2020 - Download


Gênero: Progressive Metal

1. Intro
2. Arak
3. The Whip of God
5. The Beholder
6. Demonicide
7. Until the Day It Comes
8. Rising Power

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sábado, 14 de setembro de 2019

Heretic - Are You​.​.​.​Comfortable? - 2019 - Download


Gênero: Progressive Metal

1. The Realm
2. Damnation
4. Disposal
5. The Beholder
6. Snapping Bones
7. Half Hearted God
8. Exit Music
9. Heresia

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O Heretic já está mais do que consolidado no Brasil em seu estilo de Heavy Metal que mescla elementos e instrumentos de música médio-oriental. Surgido como um projeto genuinamente instrumental, após alguns anos de existência o grupo passou a contar com os vocais de Erich Martins, o que abriu um leque de novas possibilidades dentro das capacidades de composição do Heretic, que, por sinal, já era vasto.


Mas esta não foi a única mudança notada nas músicas do Heretic nos últimos anos. Em seus primeiros registros o grupo, liderado pelo guitarrista Guilherme Aguiar e que também possui em sua formação o baixista Laysson Mesquita, usava como base influências de Metal Extremo em sua faceta mais progressiva, que iam do Death a elementos de Black Metal, especialmente o grego. Em seus lançamentos mais recentes nota-se uma preocupação maior em enaltecer o lado mais Heavy Metal tradicional dos músicos e também o uso de afinações baixas, aproximando o som do Heretic do Djent. Não que a mudança de sonoridade do Heretic tenha sido abismal, mas novas influências surgiram, isso é fato.


O bom é que nada disso não afetou a essência da música do Heretic. O instrumental técnico e o uso (e abuso) de instrumental típico do Oriente continuam intactos. Outra coisa que chama a atenção para o grupo é o quanto eles são workaholics: o Heretic tem lançado em média um álbum por ano. Algo a se admirar tendo em vista o quanto de tempo eles devem levar para criar uma música tão complexa, rica e bem elaborada. Acrescente a isto o agravante de que Erich Martins mora em Portugal, o que faz com que as reuniões da banda sejam por vídeo-conferência. Tudo bem, a internet aproxima povos distantes, mas seria mais confortável trabalhar e compor todo mundo junto pessoalmente, não? Ponto extra para o Heretic nesse detalhe. Pois bem; o novo lançamento do grupo atende pelo curioso e instigante título de Are You… Comfortable? e foi disponibilizado recentemente nas plataformas digitais pelo selo Roadie Metal.


Erich Martins é um baita de um cantor. Possui um timbre de voz agradável, técnica apurada e agudos penetrantes que remetem aos de Tim Owens (ex-Judas Priest). Suas qualidades são percebidas já pouco após a introdução de The Realm, faixa que abre os trabalhos. Em um momento frenético da canção ele arregaça em seus agudos enquanto as guitarras e o baixo seguram a barra com força numa base agressiva e cadenciada. Esta faixa conta com a participação do guitarrista Luís Maldonalle num excelente solo de guitarra. Os breakdowns típicos do Djent abrem a próxima música, Damnation, servindo como base para um perturbador instrumento de sopro oriental que surge aos poucos. Em sua metade, uma base em percussão serve de prenúncio para a parte cadenciada que vem depois, executada em afinações baixíssimas e com bends arrepiantes. Detalhe também para o diferencial que o baixo fretless de Laysson Mesquita traz aos arranjos.


The Day That Never Was é uma música mais lenta e introspectiva, tanto que seu refrão lembra um Doom Metal clássico. Um maravilhoso solo de violino, no melhor estilo Samvel Yervinian, encerra de forma apoteótica esta faixa. É maravilhoso o clima que se desenvolve na mente do ouvinte quando do nada as percussões e os instrumentos indianos entram em ação como águas de um tsunami que lhe submergem. Disposal e The Beholder enaltecem a faceta Heavy Metal do grupo, sendo que na primeira ainda existem resquícios de breakdowns “djentianos” e na segunda um clima Doom reforça a melancolia criada pelo solo de um instrumento de sopro, preparando tudo para mais um grande solo de guitarra no final da música. Os breakdowns e a proeminências das afinações baixas voltam com tudo em Snapping Bones e seus ritmos intrincados.


Um tempero Morbid Angel é percebido em Half Hearted God, algo que foi muito bem-vindo pois lembrou os primeiros trabalhos do Heretic. Instrumentos típicos de corda e de percussão incenseiam o ambiente em Exit Music, deixando tudo com um inebriante e etéreo odor psicodélico. Esta faixa só não é genuinamente instrumental pois alguns vocais de Erich Martins aparecem inundados de efeitos, funcionando mais como um reverb atmosférico à composição. Os trabalhos se encerram com a primeira música cantada em português da história do grupo, Heresia. Pela introdução achei que fosse começar um andamento Trap (!) na música. Mas não; um ótimo trabalho de guitarras conduz a cadenciada e variada composição que é cantada por Paulo Rocha (A Última Theoria, Paimon), que foi o responsável por criar a linha vocal da mesma. Destaque para o solo de baixo que está embebido num efeito que me pareceu um phaser, que, somado ao já diferenciado timbre do fretless, faz emergir um som curioso e envolvente.


Pegar um novo álbum do Heretic é ter certeza antes mesmo de ouvi-lo que estamos diante de um trabalho extremamente bem cuidado e bem produzido nos seus mínimos detalhes. Cada detalhe de cada música é muito bem pensado e encaixado, de modo que a audição de todo o álbum se torna um exercício empolgante e prazeroso. Dá até para praticar uma yoga ou um feng-shui ao som dos goianos. A arte de capa de Are You… Comfortable? foi elaborada pelo artista Rômulo Dias, que conseguiu expressar plasticamente e com perfeição a ideia de melancolia e de agonia perpetrada ao longo de todo o álbum.


As músicas de Are You… Comfortable? seguem a ideia de deixar o ouvinte em posição de desconforto. Não no sentido pior da palavra, mas sim na intenção de instigá-lo à concentração e a introspecção. Talvez seja estranho ou incompreensível para muita gente o porquê de uma banda goiana fazer um Heavy Metal técnico e de afinações baixas misturado com música indiana. O porquê eu não sei. Só sei que me sinto muito confortável e satisfeito ouvindo Heretic. Não foi diferente com Are You… Comfortable?. Ouça o quanto antes.

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Vários Artistas - Coletânea Roadie Metal: Blood For Metal, Vol. 1 (Goiás) - 2019 - Download


Gênero: Heavy Metal

1 Dergo Death Grind - Ressonância Mórfica
2 Elo Quebrado - Mugo
3 Lost in Time - Monday Riders
4 Utopia - Half Bridge
5 Winds of Armageddon - Krakkenspit
6 Jihad - Heretic Brazil
7 Reichsführer - Escola Alema
8 Inferno Somali - Biohate
9 Os Seis Reinos - Dark Ages
10 A Verdadeira Culpa - The Inner Face
11 Do It Yourself - Atrona
12 Guardian of the Night - Steel Soldier
13 Mente Sóbria - Primórdios
14 Zombie Society - Toten
15 Reborn - Tsavo Inc.

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sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Heretic - Barbarism - 2018 - Download


Gênero: Progressive Metal

1. Jihad
2. Mkultra
3. Desperation
4. Hellfire
5. Hollow
6. Hammer Falls Again
7. Holy Dystopia (Instrumental)
8. Demonicide
9. Oblivion
10. Vow
11. Rituals (Instrumental)
12. Careless Whisper (George Michael Cover)


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domingo, 9 de setembro de 2018

Heretic - To The False - 2017 - Download


Gênero: Progressive Metal  

1. Unobtainium
2. The Whip of God
3. Sitar Sauvage - instrumental
4. Trail of Sins
5. Until the Day It Comes
6. The End
7. Hymn to Sirius
8. Asaty
9. Truth - instrumental
10. Rising Power

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O título “to the false” como álbum para uma banda que se traduz por “herege”, soa um tanto quanto ambíguo. “Ao falso” seria uma alusão aos antigos tribunais da idade média, que buscavam ardentemente por acusações de heresia ou simplesmente reacendo o sentido combater a falsidade? Ou ainda se é uma mensagem aos falsos apoiadores que se tornaram uma sombra no meio do metal.


Independente de qual seja a real intenção, “to the false” é um marco na carreira do Heretic. Foi nesse álbum que eles deixaram uma característica que até então acompanhava a banda: ser instrumental. “ ‘to the false’ pra mim é um disco muito importante porque já quebra essa barreira.”, disse Guilherme. O que pautou essa decisão foi o contato de Erich Martins, que viu a banda no Youtube e decidiu fazer um teste de voz. Só tinha um porém, ele estava em Portugal. “O instrumental foi gravado todo em Goiânia e as vozes em Lisboa. Nosso primeiro disco com voz. E não parou.”, contou Guilherme.


Reza a lenda que para se tornar um herege de verdade, a pessoa deve ser advertida por uma autoridade eclesiástica. E autoridade não falta no “to the false”, incluindo o baterista do Gojira, que participou em uma das faixas do álbum. “O legal desse disco de 2017 é que tem uma faixa, a ‘Citar Savage’, que foi o batera do Gojira que gravou, o Mario Duplantier, rolou uma ocasião de internet e a gente conseguiu essa faixa com ele. Foi um quê a mais pro disco.”, disse Guilherme. “Além dele teve a participação do Luis Maldonalle, que é aqui de Goiânia, super virtuoso, escola do Malmsteen. Teve o Lucão, ele fez um solo de guitarra na primeira música.” A arte da capa “veio a ideia de unir um símbolo milenar que afasta justamente mal olhado e mentiras com a simbologia ocidental de mostrar o dedo do meio.”


Heretic entra de cabeça nas referências musicais ao incluir em seu projeto diferentes instrumentos. Entre eles estão: cítara, sintetizador, flauta, esraj, sarangi, tanpura, zurna, baglama, bouzouki, darbuka, que conciliam a música indiana, grega, egípcia, com heavy metal thrash, death, entre outros. Essa mistura de elementos fica clara já no início da primeira música. “Unobtainium” honra o nome quando inclui diversas qualidades distintas, assim como o super metal, ainda não descoberto pelos cientistas (ou já?). A voz do Erich Martins soa tão poderosa como a do David Coverdale em “Burn”. Lá perto dos quatro minutos, Lucas Cão brinca com a guitarra em um solo que vale a pena cada segundo. A questão é que, só a primeira música já parece um disco inteiro. Em cinco minutos, ela se torna uma psicodelia com música indiana, com uma cara de sensualidade persa, à lá Xerxes no filme “300”. A letra é um tapa na cara quando diz: “change is pretty bad/ but nothing is as painful as/ staying stuck somewhere you don´t belong.”(mudar é ruim, mas nada é mais doloroso do que ficar parado em um lugar que você não pertence).


“The Whip of God” começa em ritmo oriental e vai se mesclando com a guitarra e a bateria. A voz aqui é mas grave e sobrepujada como um eco. A banda volta às suas raízes com a instrumental “Sitar Sauvage”. A música em si é uma viagem e a sua linguagem própria funciona bem sem letras. Em tempos de que mais é mais, o menos aqui se torna o principal para compreender o sentido. A bateria de Mario Duplantier faz uma fusão harmoniosa com os outros instrumentos. Ela não se destaca, como acontece em alguns casos com músicos convidados. Não, aqui o astro é a própria música. “Trail of Sins” começa como uma trilha de filme de fantasia, a lá gato da Alice, mas se transforma com uma virada de bateria, assim como acontece com “Until the Day It Comes”. A quinta música do álbum traz elementos mais pesados e uma batida mais rápida. “warriors depart for clash/ glory and honor/ is what we are looking for.” (guerreiros partem para confronto / glória e honra / é o que estamos procurando).


Difícil achar palavras para “The End”. Ela não soa tão experimental quanto as outras, mas ainda assim tem um ritmo mais groovado, e com uma pitada de brasileirismo. A letra é uma peça a parte. “How many people who are dying to live/now the end has just begun/inside my soul it´s broken/ but in the dark/ i´m eager to be free.” (Quantas pessoas estão morrendo para viver / agora o fim apenas começou / por dentro minha alma está quebrada / mas no escuro / estou ansioso para ser livre). “Hymn to Sirius” começa com um ritmo mais marcado e logo nos primeiros quinze segundos a bateria aparece com tudo. Poderia bem ser um hino à guerra. “Thor´s helmet/leading the trail/road to nowhere/sirens calling out for war”. (Martelo do Thor/ liderando a trilha/ estrada para o nada/ sirenes chamando pela guerra).


Há uma quebra logo no começo de “Asaty”. Seria a representação do caos? A primeira estrofe diz “Hurricane sweeps the land/leaving no trace of memory/just nightmares to the end”. (Furacão varre a terra/deixando nenhum sinal de memória/só pesadelos até o fim). A guitarra vai num crescente que, combinada com os outros elementos da música, cria uma sensação de desespero. “Truth” é um oásis. Um gole de água no meio do calor do deserto. A última música é a mais diferente do álbum. Assim que ela começa, você se pergunta se ainda está ouvindo o mesmo álbum, ou é algum eletrônico que apareceu por ali na lista. “Rising Power” tem um quê otimista que vai tanto pela música quanto pela letra. “´Cause we are no longer the underdogs/we are the rising power.” (Porque não somos mais os oprimidos / somos o poder crescente).

sábado, 8 de setembro de 2018

Heretic - Heretika - 2016 (EP) - Download


Gênero: Progressive Metal

1. Whip of God
2. Sitar Sauvage - instrumental
3. Trail of Sins
4. Asaty - instrumental
5. The End

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sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Heretic - The Errorism - 2016 - Download


Gênero: Progressive Metal 

Disc 1
1. Grounds of Kalinga - instrumental
2. Amlid - instrumental
3. Sumerian Counsel - instrumental
4. Sitar Fusion - instrumental
5. Drown in Apsu - instrumental
6. The Errorism - instrumental
7. Choked in Cicuta - instrumental
8. Mirage - instrumental
9. Trampled by War Elephants - instrumental

Disc 2
1. Summoning the Greek - instrumental
2. Bite the Sand - instrumental
3. Act IV (live) - instrumental
4. Black Genius - instrumental
5. Echoes - instrumental
6. Act I (live) - instrumental
7. Birth of Ashoka - instrumental
8. Ruins (Nile Cover) - instrumental

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Inspirado pelas viagens que o Heretic nos proporciona, percebi que começam a faltar palavras elogiosas em nosso vernáculo para descrever o trabalho da banda. Esse é o seu terceiro disco, ao qual tive acesso na sequência de lançamento e, devo dizer, o contato gradual é sempre mais vantajoso para a absorção de uma proposta. Se tivesse recebido todos simultaneamente, minha ansiedade natural iria atropelar a ordem ideal das coisas e eu escutaria tudo sem pausa. O melhor é a degustação calma, assimilando aos poucos disco por disco.


A primeira percepção em “The Errorism” é a do absoluto domínio que o Heretic exerce sobre a sua arte. A musicalidade da banda alcançou o nível em que não há mais como dissociar as partes que integram a fórmula. Não existe mais a identificação de “esse é o momento metal” e “esse é o momento étnico”. É como se misturássemos, em um mesmo copo, o suco de duas frutas distintas. Você poderá perceber os traços de seus sabores, mas não conseguirá mais separá-las. É uma fusão tão perfeita quanto a que ilustra a belíssima capa, uma das melhores já feitas no Metal nacional.


A embalagem, por sinal, está à altura da obra nela contida. Um digipack de dimensões ampliadas, como se fosse um pequeno livro, apresentando dezessete músicas divididas em dois CDs. Na parte frontal, um aviso aos pais: “Sem letras”! Sim, prossegue-se aqui a diretriz em traduzir, instrumentalmente, a junção do Metal extremo com as influências musicais sauditas, mediterrâneas, do Oriente Médio… Curioso que apenas uma das faixas, “Sitar Fusion”, a única que não é de autoria exclusiva de Guilherme Aguiar Leal, tendo sido composta junto com Bob World, me soou um pouco diferenciada das demais. Seus timbres remeteram meus pensamentos para outra região do mundo, fazendo-me lembrar demasiado do ambiente criado pelas trilhas sonoras de faroestes compostas pelo maestro Enio Morricone.

 
Sim, há outras músicas com autorias distintas, mas essas não estão entre as inéditas: “Act IV” e “Act I” são versões ao vivo de composições do catálogo antigo do Heretic, e “Ruins” é um cover do Nile, retirada do álbum “In Their Darkened Shrines”, de 2002. O líder Guilherme Aguiar cuidou da produção e tocou guitarra, além de cítara, sarangi, sax, flautas e teclados, entre outros instrumentos tradicionais. Tocou também o baixo fretless, mas essa função foi dividida com seus parceiros habituais Fifas Rules e Laysson Mesquita. Os solos de guitarra ficaram por conta de Luis Maldonalle, com uma participação de Moyz Henrique na primeira faixa.


E “Grounds Of Kalinga” é essa faixa. Carregada de variações, a música alterna momentos de peso com passagens mais suaves, onde influências de Jazz Fusion, na linha Weather Report, se fazem presentes. Laysson Mesquita é o responsável pelos graves aqui, com linhas variadas e criativas, tal qual repete no seu desempenho em “Summoning The Greek”, que abre o segundo disco com o mesmo nível de vibração.


Falar de músicas como “Amlid”, “The Errorism”, “Trampled By War Elephants”, “Bite The Sand” e outras, seria tentar repetir o que já descrevemos, apenas usando palavras diferentes. No entanto, é necessário apontar, em especial, as linhas soladas de Fifas Rules em “Sumerian Consuel” e “Choked In Cicuta”; o clima de mercado árabe de “Echoes”, onde a presença do Weather Report pode ser novamente identificada; e a ambiência quase New Age de “Birth Of Ashoka”. “The Errorism” é um trabalho realizado por artistas brasileiros, ligados ao Heavy Metal, mas que ousaram ampliar o seu vocabulário para além das raízes europeias do estilo. E, a cada novo lançamento, eles demonstram que possuem propriedade e conhecimento para adentrarem nos universos que exploram, proporcionando-nos um amplo leque de sons, ritmos e cores desse cenário. Resta-me prosseguir na assimilação dos territórios que aqui estão expostos, aproveitando para os conhecer a fundo. Ambientar-me e preparar-me, pois, em um próximo disco, já posso crer que outros lugares, outros desertos, outras caravanas serão descortinadas.

Heretic - Leitourgia - 2015 - Download


Gênero: Progregressive Metal

01. Rajasthan Ritual
02. I Am Shankar
03. Lamashtu
04. Ghost Of Ganeesha
05. Unleash The Kraken
06. Sensual Sickness
07. Sonoro
08. Solaris
09. Solitude (Black Sabbath Cover)
10. The Hedonist

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A primeira impressão foi de susto e estranheza. “Como é que eu vou ler isso aqui? Está tudo em árabe!” Mas foi apenas um mal entendido, um reflexo condicionado que ocorreu por conta da grafia do nome do disco na sua capa. Na verdade, ao forçar um pouco mais a vista, percebi que as informações estavam grafadas em inglês, mas com uma fonte que imitava os caracteres do alfabeto árabe.


Essa reação inicial já me fez antecipar mentalmente o que iria encontrar na audição do disco. O seu título, Λειτουργία, é uma palavra grega, que, em inglês, é traduzida para Leitourgia, que é o título usado em sua divulgação. Esse disco foi lançado, no ano de 2015, pela banda goiana Heretic, que existe desde 2010 e trata-se de um álbum instrumental – que é a linha de trabalho da banda – abordando a fusão de Metal com influências de música oriental, preemente as originárias de países como India, Grécia, Egito e nações sauditas.


Não há uma classificação específica para esse tipo de som, pois alguns nomeariam como Mesopotamian Metal ou Oriental Metal. Eu, pessoalmente, embora entenda que a classificação não é algo essencial, mas que pode auxiliar no despertar do interesse de alguma parcela de público que se sinta mais confortável com esse auxílio, prefiro a abrangência do termo Folk Metal, visto que folk é uma palavra que faz imediata alusão às tradições regionais, de qualquer lugar que seja. Nomenclaturas à parte, fazer música instrumental sempre representa assumir desafios ampliados na função de cativar as pessoas. A música popular sempre tende a ser narrativa e nós nos apegamos a isso, então, em um ambiente instrumental, nós iremos buscar linhas condutoras que nos prendam a atenção. Nesse ponto, a banda obtém sucesso, até porque as regiões de onde ela extrai seus elementos de musicalidade são algumas das que forneceram as mais conhecidas histórias de nossa civilização e a música tende a refletir isso.


A apresentação gráfica do disco é simples, mas bonita, com o eficiente minimalismo da capa, mas, para ler as informações técnicas, eu precisei utilizar uma lupa, pois letras brancas e pequenas, impressas sobre um fundo cinza claro, não facilita a visão do que está escrito. Quando a primeira música, “Rajasthan Ritual”, tem início, é fácil transportar-se para o ambiente das ilustrações do encarte, graças a uma melodia étnica envolvente, que abre espaço para que a banda entre e acompanhe, em um ritmo hipnótico, pontuado por acordes pesados de guitarra. Essa faixa é a única do disco que conta com a participação do músico convidado, Lucas “Lucão” Castro, na composição, em parceria com o guitarrista Guilherme Aguiar. Todas as demais músicas, com exceção do cover de “Solitude”, do Black Sabbath, rearranjada para encaixar-se dentro da proposta da banda, são de autoria do Heretic, que é complementado pelo baterista Diogo Sertão e pelo baixista, entusiasta da utilização de fretless, Laysson Mesquita. Lucão ainda aparece como convidado no disco, em algumas faixas, tocando instrumentos como tabla, caxixi, djembê, sintetizador, além de alguns solos de guitarra.


Já a partir da segunda música, “I Am Shankar”, a banda surge com um ataque mais forte dentro de sua mistura, utilizando riffs que transitam entre o Death e o Black Metal, dentro de uma composição que homenageia uma de suas principais influências, o músico indiano Ravi Shankar, falecido em 2012. Ao longo de todo o disco, você encontrará essa fusão, em alternância de momentos de puro peso com outros de contemplação tão serena quanto as areias de um deserto, onde cada música representará um tipo diferente de viagem, para a qual você deve se deixar levar, principalmente em faixas de maior destaque, como “The Hedonist”, “Unleash The Kraken” ou “Lamashtu”, com seu ritmo ligeiramente cavalgado.


Sem dúvida, a proposta da banda não tem muitos representantes em nosso país, mas é algo que há algum tempo tem ganhado relevância no cenário internacional, através de grupos como Melechesh ou Orphaned Land, embora essas bandas tenham vocalistas em suas fileiras. Caso você seja um fã de música pesada que aprecie conhecer obras que saiam da zona de conforto do estilo, aqui está uma excelente dica.

Heretic - The Pessimist - 2015 - Download


Gênero: Progressive Metal 

1.Nameless Magick
2.Arak
3.Sitar Bomb
4.The Pessimist
5.Act V
6.Interlude
7.Ouzakia
8.Ra's Divine Light
9.Dead Language
10.Genesis (Ghost Tribute)
11.Caravans To Ur (Melechesh Tribute)

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Fazer música instrumental no Brasil não é das coisas mais fáceis. Fazer Heavy Metal também não está entre as atividades mais recompensadoras. Imagine então fazer Heavy Metal Instrumental? Pois é isso que faz o Heretic, banda de Goiânia/GO, surgida no ano de 2010 e que mescla de forma criativa e desafiadora Heavy Metal com elementos de música étnica oriunda do Oriente. Após lançar seu primeiro álbum em 2011, Opus Heretika, e um EP em 2013, Lamashtu, lançou nada menos do que 2 trabalhos em sequência no ano de 2015, Leitourgia (resenha aqui) e The Pessimist, que é o alvo de nossa análise.


Chama a atenção de cara em como, apesar do curto intervalo de tempo entre The Pessimist e Leitourgia, o Heretic conseguiu se desenvolver e amadurecer ainda mais seu som. Sua música, além de soar mais pesada, está muito melhor estruturada que no trabalho anterior (não que isso fosse um problema, mas evoluiu ainda mais). A forma como consegue mesclar elementos de Prog Metal, Thrash, Death e Black com música étnica de locais como Oriente Médio, Grécia e Índia não parece forçada em momento algum. Tudo aqui é muito natural.


Aqui temos 9 composições próprias e 2 covers, um deles um tanto improvável. É interessante como mesmo tendo o Heavy Metal como condutor de suas canções, que são sempre pesadas e agressivas, em momento algum deixam as passagens mais calmas e contemplativas de lado. Destaques ficam por conta das pesadas e técnicas “Nameless Magick” e “Arak”, “Sitar Bomb”, que, como o nome já deixa claro, é conduzida por uma ótima melodia de cítara, além de ter um trabalho de percussão muito bom, “Ouzakia”, bem agressiva e com um pé no Thrash, “The Pessimist”, que abusa do peso e da energia, além da forte e viajante “Ras Divine Light”. Quanto aos covers, as faixas escolhidas foram “Genesis”, do Ghost e “Caravans To Ur”, do Melechesh. Em ambas o Heretic conseguiu impôr sua personalidade, dando cara própria às mesmas.


Outro ponto onde o crescimento foi nítido é no âmbito da produção, bem superior à de Leitourgia. Foram bem mais felizes na escolha dos timbres e, além disso, está bem menos abafada que no trabalho anterior. Guilherme Aguiar, o cara por detrás do Heretic, se saiu muito bem nessa tarefa, conseguindo aliar clareza com aquela sujeira necessária para uma sonoridade que trafega pelo Death e o Black em alguns momentos. Quanto à parte gráfica, o CD vem embalado em um digipack muito caprichado, com destaque para a belíssima capa.


Coesa e de muito bom gosto, a música do Heretic não é de fácil digestão, até porque a cada audição, algum detalhe diferente acaba por ser notado, já que é muita coisa acontecendo ao mesmo tempo durante a execução. Mesmo complexa, é altamente indicada para todos aqueles que gostam da mistura de Metal com música étnica, principalmente a de matriz oriental. Cabe lembrar que, após esse álbum, lançaram em 2016 mais um CD, The Errorism (16), além de um EP, Keretika (16), e em junho desse ano soltaram seu novo álbum, To The False (nesses 2 últimos, contam com o vocalista Erich Martins em algumas faixas).

Heretic - Lamashtu - 2013 (EP) - Download


Gênero: Progressive Metal

1. Sensual Sickness - Instrumental
2. Solaris - Instrumental
3. Solaris - Instrumental
4. Dime (Homage for Dimebag Darrell)
5. Rebel Yell
6. Act IV (live) - Instrumental

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