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quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

Cülpado - Romper Da Realidade - 2021 - Download

 

Gênero: Black Metal, Death Metal, Thrash Metal

1. Romper da Realidade
2. Mato por Prazer
3. Maníaco Maldito
4. Picadinho
5. Canibais de Garanhuns
6. Cortejo Fúnebre
7. Loucura a Dois
8. Pipoca, Sangue e Pólvora

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quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Sad Theory - Léxico Reflexivo Umbral - 2021 - Download


Gênero: Progressive Metal, Melodic Death Metal

1. Absentia-Dementia
2. Endocárcere
3. Algofilia
4. Canis metallicus
5. A Queda da Graça
6 Cavador do Infinito-Mentepsicose
7. Eugenia Psicossensorial Induzida
8. Apis metallica
10. Sadismo Penal Recidivante
11. Ébrios e Cegos

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O Sad Theory lança na sexta-feira 13 de agosto o sétimo álbum da carreira, Léxico Reflexivo Umbral, cuja temática é inspirada na renomada série do Netflix, Black Mirror. O primeiro single do trabalho foi “Canis Metallicus”, inspirado no episódio “Metalhead” da supracitada série.


O disco está disponível em formato digital, nas plataformas de streaming, e em formato físico de edição limitada, em uma embalagem luxuosa em digipack, com poster exclusivo. O CD pode ser adquirido pelas redes sociais da banda ou pelo contato direto +55 41 9580-8181 (Jeff).


O novo álbum da banda de Curitiba tem 11 músicas inéditas, apostando em um som brutal mas que não abre mão da melodia e do lirismo profundo. A história do Sad Theory é permeada por letras de teor cultural, como o disco A Madrigal of Sorrow, que flertava com “As Flores do Mal”, do poeta francês Charles Baudelaire. O grupo é formado por Claudio “Guga” Rovel (vocal), Aly Fioren (guitarra), Daniel Franco (baixo) e Jeff Verdani (bateria).


Ouça nas plataformas digitais: https://tratore.ffm.to/sad-theory

quarta-feira, 19 de maio de 2021

Axecuter - Rise And Fall - 2020 (Single)


Gênero: Speed Metal, Heavy Metal

01 - Rise And Fall (Ao Vivo)

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Axecuter - Colecting Enemies - 2020 (Single)


Gênero: Speed Metal, Thrash Metal

01 - Colecting Enemies (Live)

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Axecuter - Separate Ways - 2020 (Single)


nero: Heavy Metal, Speed Metal, Thrash Metal


01 - Separate Ways (Ao Vivo)
 
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Axecuter - Metal In Wrong Hands - 2020 (Single)

 
nero: Speed Metal, Thrash Metal


01 - Metal In Wrong Hands (Ao Vivo)
 
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Axecuter - Surrounded By Decay - 2019 - Download


Gênero: Heavy Metal, Thrash Metal

1. Surrounded by Decay
2. Rise and Fall
3. Separate Ways
4. Darkness in Bottles
5. Dying Source
6. Collecting Enemies
7. Darwin Was Right
8. Metal in Wrong Hands
9. Spend the Dollar
10. Passage Back to Hell

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Quando falamos em Heavy Metal fiel às origens, qual banda vem a sua mente? Se você focar no Metal nacional, o nome Axecuter virá fatalmente a sua cabeça, pois quem já assistiu alguma apresentação deles sabe que respiram metal e se alimentam de corote, por isso que quando os três cavaleiros do apocalipse se reúnem atendendo pelos nomes de Danmented (guitarras e vocais), Rascal (baixo) e Verdani (bateria), pode ter certeza que terás doses cavalares de puro aço.


Então chegamos em "Surrounded By Decay". Trabalho que eu já tinha feito uma resenha para nossa mídia irmã O Subsolo, e agora peguei o CD para ouvir e resenhar novamente e minhas impressões positivas da resenha anterior só se intensificaram. Eis que as apresento agora.


Abrindo o trabalho temos a faixa que o batiza, ela é um instrumental bem forte, tem aquela pegada de abertura de show e com todos os preparativos feitos logo vem Rise and Fall e aqui o Axecuter acerta a mão, pois não precisamos de inovações, sons de teclados com 46 camadas de violinos e o caralho a quatro, o que a gente quer é metal e pronto, então toma, sem piedade.


Separate Ways me surpreendeu pela velocidade mais reduzida no início, mas ela vem numa crescente empolgante e os solos são daqueles para gente erguer os pulsos e sim, metal se faz com solos, senta lá New Metal.


Como baixista não posso deixar de elogiar Darkness in Bottles. Que linha monstruosa, uma verdadeira viagem aos anos em que o Metallica ainda fazia Thrash Metal. Eis que Dying Source me surpreendeu, eu esperava algo mais leve devido ao dedilhado inicial, mas porra, estamos aqui com um álbum do Axecuter e logo a faixa vira um Speed Thrash que remete ao Exciter que foi homenageado na capa. E falando em capa, o Axecuter tem um histórico de provocar os posers e dessa vez não foi diferente, ainda bem.


Aproveitando que falei em peso, o trabalho vai se encaminhando para uma levada cada vez mais brutal, Collecting Enemies é uma declaração de guerra, sabe aquela pegada Pleasure to Kill? É por aí. Darwin Was Right além de apresentar uma bela ideia na letra tem uma linha de refrão bem marcada, já em Metal In Wrong Hands, Verdani mostra porque é um dos bateristas mais versáteis do nosso cenário, uma aula e falando em dar aquela lição Danmented destila ódio em Spend The Dollar.


O trabalho encerra com Passage Back To Hell, que dá aquela impressão de terra devastada depois do ataque. Esse álbum figurou em muitas listas de melhores do ano, inclusive a nossa e ouvindo ele agora está provado que é por mérito, um dos grandes registros da chama eterna do nosso underground.

terça-feira, 27 de abril de 2021

Axecuter - A Night Of Axecution (Live) - 2018 - Download


Gênero: Heavy Metal, Thrash Metal

1 - Intro
2 - Attack
3 - Raise the Axe
5 - The Axecuter
6 - No God, No Devil (Worship Metal)  
7 - Bangers Prevail
8 - Missão Metal (Flageladör Cover)  
9 - Creatures in Disguise  

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O nosso Metal Nacional sempre esteve muito bem representado e alguns nomes são de suma importância para a divulgação de nossa música extrema, e, no caso dos paranaenses do AXECUTER, não é diferente. Os caras estão aí desde 2000, representando o Metal “Brazuca” com muita honestidade e uma profunda devoção ao gênero empunhando o seu machado a música extrema, apoiando o espírito Old School, mais bem longe da mesmice e atuais tendências e modas que infestam a cena Underground.


Sabemos que a tarefa de se fazer Metal no Brasil não é fácil, e, para isso é preciso fazer algo diferente. E, por mais que suas bases sonoras sejam envasadas na década de 80, mas portando quando ouvimos o trio paranaense, percebemos que o Axecuter, tem uma boa dinâmica passando por gêneros como Heavy, Speed e Thrash Metal, trazendo ótimos riffs com uma cozinha encorpada.


Já algum tempo a banda vem lançando ótimos registros que só vem recheando a bela discografia do Axecuter, e, logo após o lançado Split dividido com a banda Flagelador, no que carrega o nome “Headbangers Afterlife”, o Axecuter não perde tempo e lança o seu Debut ao vivo, lançado em CD e K7, por três selos intitulados de “A Night Of Axecution” tendo oito faixas, onde demonstra toda a essência do Power Trio ao palco.


Se você vivenciou a década de 80 (uma das principais influências do trio), irá se divertir muito com este álbum, pois a receita aqui é desenvolvida nas linhas do Speed/ Heavy Metal, com certas pitadas do Thrash Metal.


A “bolacha” abre com uma pequena (Intro),e, em seguida temos a chamada “estejam prontos para o attack, da velha escola do Heavy Metal”. Assim a faixa “Attack” abre os serviços do “Petardo”.


Em sua terceira faixa, temos outra citação (vamos erguer o machado para a maldita modernidade do Metal pula-pula), assim começa a “Raise The Axe”, que exala muita fúria extraída dos instrumentos dos músicos, onde percebemos uma boa dinâmica entre os mesmos, tendo uma ótima rítmica entre o baixo e bateria que ditam o peso viciante ao disco.


Já a próxima música, pertence ao Split lançado no ano passado. A faixa presente é “Creatures In Disguise”,e, trata-se de um bom e velho Heavy Metal, cheios de riffs incessantes mergulhados em velocidade alucinante.


Já seguindo a linha da anterior, temos a velocidade desenfreada de “The Axecuter”, a mesma soa como uma verdadeira locomotiva, destacando-se os refrões grudentos na medida certa.


Em seguida, temos a emblemática canção “No God, No Devil (Worship Metal)”. Quem conhece o Axecuter sabe que a composição é um dos hinos do Power Trio, porradeira de riffs viciantes (os primeiros acordes já denunciam do se trata).


Outra estripadora de tímpanos, é faixa “Bangers Prevail”, que é uma verdadeira aula de Speed/ Heavy e Thrash Metal, com riffs ríspidos, que te enche de tesão, fora a cozinha encorpada e vocais agressivos (uma da canções que vem se tornando hino do trio).


E para fecharmos o “Petardo”, temos um cover bem bacana da faixa “Missão Metal” da banda Flagelador, o que veio a casar bem ao disco “A Nigth Of Axecution”.


Sem dúvidas um dos grandes e ótimos registros presente a discografia de Axecuter. Vale muito a pena ter em suas mãos este registro físico.

Murdeath - Sacrilégio - 2019 (EP) - Download

 

Gênero: Power Metal, Speed Metal, Thrash Metal

1 Ao Cair da Noite
2 Noite de Santa Valburga
3 O Convidado
4 Sangue é Vida
5 Príncipe das Trevas
6 Possessão (Bonus track)

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sexta-feira, 9 de abril de 2021

Helltern - A World Without Mercy - 2021 - Download


Gênero: Heavy Metal

01. Decline of Mankind
02. Slaves of Religion
03. Hope
04. Starve
05. Bloody Beauty
06. Breath of Death
07. Blood Sea
08. End of Chaos

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Helltern is a Heavy metal band from Curitiba, Brazil, formed in 11/2019. The name Helltern is a German term that means “Illuminated”. The beginning of Helltern started at the beginning of 2017 when I(Mauricio Heibel) started to study guitar with Aly Fioren and at the end of 2019 I started to create some riffs that we developed and became the songs of our first album.


Some of the ideas seen in the debut album even go back to the year of 1995, when Mauricio Heibel started writing lyrics. After the instrumental part was ready, we still didn’t have a vocalist and out of necessity I, Mauricio Heibel , decided to try recording the vocals of the songs. The results ended up great and then I took the role of lead singer.


The compositions of our first álbum “A World Without Mercy” were written by Mauricio Heibel and produced by Aly Fioren (Sad Theory, Carttada, Shadow Maze) and was recorded in Funds House Studio in 2020. The recording sessions and the development of the project were done last year and produced by Aly Fioren.


The album, available on all digital platforms, and wich has names like Judas Priest, Accept, Dio, Iron Maiden as great influences. Our musical style is a Heavy Metal with simple riffs, solos with themes and lyrics with striking choruses. Helltern also enrolled Jeff Verdani(Sad Theory, Axecuter) and Andrey Fillies(Everwounded), as support musicians.


We have already started recording for the next album that will probably be released in 2022, it will be a concept album about the Divine Comedy.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

sexta-feira, 29 de março de 2019

Sad Theory - Audioclastia Humana (Live At Maniacs Metal Meeting 2018) - 2019 - Download


Gênero: Progressive Metal, Melodic Death Metal

01 - Antífona
02 - Willard Suitcases
03 - Maestro
04 - Punhais Longos, Cortes Profundos
05 - Algofobia
06 - Karnofsky 100-71 (Arrogância Epistemológica)
07 - Tédio
08 - A Alvorada Das Hienas


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quinta-feira, 28 de março de 2019

Sad Theory - Entropia Humana Final - 2017 - Download


Gênero: Progressive Metal, Melodic Death Metal

1. Willard Suitcases
2. Antífona
3. Maestro
4. Inanição
5. Punhais Longos, Cortes Profundos
6. A Cadela de Buchenwald
7. Occipício
8. A Alvorada das Hienas
9. S-21
10. Before my Turn, Agonizing
11. Entropia Humana Final

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Ao abrirmos a caixinha acrílica de “Entropia Humana Final” damos de cara com a máxima “Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística” atribuída a Stálin. Mas antes que macartistas do século 21 e patrulheiros da orientação política alheia cornetem, frisemos que nenhuma bandeira é hasteada no ainda mais recente trabalho do Sad Theory. Para que não reste dúvida, a banda mesmo escreve no encarte: “os eventos descritos são mostrados como tragédias humanas, não como declarações políticas.”


Enquanto dão os últimos retoques ao vindouro “Léxico Reflexivo Umbral” — álbum conceitual inspirado na série Black Mirror da Netflix com lançamento previsto para o segundo semestre —, os curitibanos seguem divulgando aquele que, embora lançado em 2017, possui conteúdo para ser explorado e comentado por muito tempo. Não que mergulhos em águas profundas sejam inéditos nas mais de duas décadas na ativa, mas a diversidade de panos de fundo em “Entropia” é tão vasta quanto vertiginosa e assustadora. Em comum entre eles, apenas o fantasma da guerra, e na raiz de todo o mal, o ser humano que não aprendeu a ser humano.


Dito isso, pode-se atribuir à musculatura intelectual de letras como a de “Inanição” — inspirada no Holodomor, a grande fome que causou a morte de milhões de ucranianos em 1932 e 1933 — e a de “Punhais Longos, Cortes Profundos” — sobre o expurgo nazista de 1934 conhecido como Noite dos Longos Punhais — o que faz a semente do Sad Theory brotar na terra por vezes erma do metal extremo. Sob o som que equivale a uma besta-fera prestes a consumir seu mestre em chamas, uma poética incomum, de rico vocabulário, obtido por meio de muita leitura e pesquisa.


O grande responsável por isso é o guitarrista solo Alysson Ilara, que também assina produção, mixagem, masterização e o grosso dos arranjos. Embora seu instrumento ocupe a linha de frente, o urro abismal de Claudio “Guga” Rovel — contrabalanceado pelo canto limpo de Guilherme “Luxyahak” Medina na supracitada “Inanição” num inesperado e bem-vindo yin-yang — e a solidez da base estabelecida por Wenttor Collete (guitarra base), Daniel Franco (baixo) e Jefferson Verdani (bateria) mostram-se fundamentais não apenas no contexto do CD em si, mas no amplo espectro de reconhecimento do qual o Sad Theory se mostra merecedor. Grande banda que você precisa conhecer.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Jailor - Stats Of Tragedy - 2015 - Download


Gênero: Thrash Metal

1. G.O.D.
2. Human Unbeing
3. Stats of Tragedy
4. Throne of Devil
5. Merciless Punishment
6. Jesus Crisis
7. The Need of Perpetual Conflict
8. Ephemeral Property
9. Six Six Sickness

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Quando eu começo a escrever alguma resenha, faço todo o possível para não utilizar, em meu texto, frases feitas ou chavões. Por exemplo: Dizer que o disco “Stats Of Tragedy”, da banda curitibana Jailor, é uma “avalanche incessante de riffs”.


Mas tem momentos que não dá pra evitar. É quase obrigatório recorrer a esse expediente, porque não poderia ser expresso, de qualquer outra maneira, com mais acerto. Esse disco É uma avalanche incessante de riffs, e isso não é uma metáfora. É a precisa definição!


O Jailor não é uma banda novata. Já estão a caminho de completar 20 anos de atividade e o presente trabalho é o seu segundo álbum, lançado dez anos depois da estréia, com o disco “Evil Corrupts”. Portanto, quando eles se definem como Brazilian Thrash Metal, percebemos que sabem exatamente do que estão falando e sua sonoridade não nasceu do acaso. Seguem a mesma linha que formatou bandas como Witchhammer, Attomica e Korzus, com aquela pegada que torna o nosso cenário único, diferenciado das escolas alemã e americana.

 
“Stats Of Tragedy” não irá lhe oferecer nenhum momento de repouso. São oito músicas rápidas, embaladas por uma capa muito bem sacada, onde os únicos momentos em que a melodia se faz presente é na hora dos solos, sendo que esse é um assunto à parte. Os solos das músicas do Jailor são de extremo bom gosto, muito bem trabalhados e com um feeling tão vibrante que, sempre que aparecem, conseguem enriquecer a música com melodia, mesmo quando são tocados em rápida velocidade. O trabalho de guitarra nesse disco, executado por Daniel Hartkopf e Alessandro Guima, tanto em solos quanto em bases, é digno de destaque, e encontra a necessária contrapartida no desempenho do baixista Emerson Niederauer e do baterista Jefferson Verdani. Somente dizer que essa dupla é a responsável pela base, seria minimizar sua atuação, não lhes dando o devido crédito. Ambos são músicos detentores de habilidade e recursos para enriquecer os arranjos com quebradas, preenchimentos e variações diversas, tornando, cada música, uma peça de violência sobre a qual Flávio Wyrwa pode liberar à vontade o seu vocal furioso.


Da mesma forma que os músicos do Jailor encontram-se no mesmo patamar de excelência, as faixas do disco possuem tal equilíbrio entre si que não seria justo dizer que uma ou outra é a melhor. O trabalho do conjunto é tão apurado que não é incomum, em certos trechos, identificarmos  algumas levadas que nos fazem lembrar do poderoso Death, do saudoso Chuck Schuldiner, principalmente na fase de seus três últimos discos. Essas similaridades já são esperáveis, pois o nosso Thrash Metal sempre foi muito afinado com o Death Metal. O Jailor atende a essa expectative e faz jus ao estilo que pregam executar. Nosso cenário merece bandas assim!