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domingo, 1 de setembro de 2019

Vários Artistas - A Tribute Of Mercy: A Mortification Tribute - 2012 - Listen


Gênero: Heavy Metal

1. Introduction To EvAngelene [orchestral version] (Summum Bonnum)
2. At War With War (Saint Spirit)
3. Gut Wrench (Ultimatum)
4. Eternal Lamentation (Eternal Mystery)
5. Liberal Mediocrity (The Right Wing Conspiracy)
6. Satan's Doom [live] (Tribal Rites)
7. Razorback (Divine Storm/Sartras)
8. Human Condition (Brutal War)
9. Scrolls Of The Megilloth (Beheaded Demons)
10. Grind Planetarium (Krig)
11. Flight Of Victory (Claudio Passamani)
12. Introduction To EvAngelene [piano version] (Summum Bonnum)
13. E.M.D. (Claudio Passamani)
14. Your Last Breath (Estater)

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segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Saint Spirit - Mea Culpa - 2015 - Download


Gênero: Thrash Metal, Christian Metal

1.Arbalest (intro) 
2.Solitude Collective´s Train 
3.Release the Kraken 
4.Pregnant Women 
5.City of Roses 
6.Iceberg 
7.Volt 
8.Mea Maxima Culpa 
9.Tortura 
10.Hell Yard 
11.Nameless 
12.Bonsai
13.Roger That 
14.Indestructible

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São mais de 20 anos de carreira, sendo que "Mea Culpa" é o quarto álbum de estúdio da banda, que totaliza seis trabalhos (contando um EP e um single). E o mais interessante, é que o Saint Spirit, banda de Belford Roxo/RJ, soa atual e com uma proposta totalmente condizente com o cenário de hoje.


O som é focado em um Thrash Metal com influências noventista (leia-se Machine Head, Pissing Razors) e que flerta com o Death Metal. Apesar de investir em algo brutal, a banda não prima apenas pela velocidade e seu som é cheio de quebradas e levadas com muito ‘groove’.


O álbum é conceitual e baseado nos fatos que ocorreram durante a existência do Colonial Hospital, em Barbacena, Minas Gerais. O hospital era conhecido como ‘cidade dos loucos’ e ficou famoso na década de 80 pelo tratamento desumano que oferecia aos pacientes. Ou seja, nada mais propício para o som caótico desenvolvido pela banda.


A produção do disco é de qualidade, mas poderia ter deixado a guitarra mais na cara, dando uma parede sonora ainda melhor para o disco, já que são um trio. No mais, "Mea Culpa" é um ótimo trabalho que chama atenção já na primeira audição com sua energia. Vale à pena conferir.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Saint Spirit - Vanitas Vanitatum - 2011 - Download

 
Gênero: Thrash Metal, Christian Metal

1. Intro/Prostitute
2. Et Omnia Vanitas
3. In Your Image, In Your Likeness
4. Deep Inside Us
5. My Favorite Lucifer
6. Persistence of Violence
7. Goodbye Romance
8. Pentecostal Disaster
9. Stupid Holy Nation
10. The Unknown God

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LISTEN



O chamado White Metal é um estilo até hoje imerso em polêmicas infindáveis, com trocas de farpas e brigas entre as bandas cristãs e as não cristãs (ou não linguagem típica dos fãs do estilo, bandas seculares), embora deva ficar claro um aspecto na discussão que poucos notam: não existe um estilo sonoro que se possa chamar de ‘White Metal’, uma vez que a maior diferença está pura e simplesmente nas letras. Sonoramente, pouco difere uma banda secular de uma banda cristã, e isso causa muitos problemas, já que a impressão que o estilo é só uma opção ou uma forma de evangelizar, e ainda tem a questão das bandas cristãs não conseguirem fugir da sonoridade que já existe.


O SAINT SPIRIT, trio carioca de Thrash Metal, é uma banda de White Metal, não se pode negar, e seu CD ‘Vanitas Vanitatum’ tem seus méritos e defeitos.


A produção visual é bem simples, legal e eficiente, embora dê uma chupinhada na arte do CD ‘Unseen Power’, de outra banda cristã, o PETRA. A sonora, feita nos PyroZ Studios, pelas mão dos Pirozzi brothers, é muito boa, com cada instrumento bem pesado e em seu devido lugar.


Sonoramente, a banda faz um Thrash Metal pesado, agressivo e nervoso, com boa técnica e certa influência de Crossover aqui e ali, mais um pouco de groove, e o resultado é visto em bons riffs de guitarra, bateria e baixo acima da média, e vocais rasgados competentes. Mas ao mesmo tempo, o trabalho da banda ainda deixa no ar uma forte sensação de ‘deja-vu’, não dá para negar. Não é uma banda ruim, pelo contrário, mas ainda carece de mais personalidade sonora.


As músicas em si não são ruins, pois há bons momentos como ‘Prostitute’, rápida e rasgada, com bom trabalho de bateria e riffs bem sacados, mesmos elementos dispostos em ‘Et Omnia Vanitas’, e ‘My Favorite Lucifer’, onde existem vocais guturais bem postados e alguns momentos mais cadenciados e quebrados; e ‘Stupid Holy Man’, mais cadenciada e pesada, inclusive com um momento extremamente ‘funkeado’ (NÃO, NÃO ME REFIRO ‘AQUILO’ QUE TEIMAM EM CHAMAR DE MÚSICA NO RJ), mas no geral, a banda realmente carece de uma pequena dose de mais personalidade própria, e mais uma burilada, embora estejam no caminho sonoro certo.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Saint Spirit - Reprise - 2007 (EP) - Download

 

Gênero: Thrash Metal, Christian Metal

1. Prophets of Idiocy (Deliverance cover)
2. At War With War (Mortification cover)
3. Creature Betrayal (Necromanicider Cover)
4. Jesus Freak (Dc Talk Cover)
5. Reborn Empowered (Living Sacrifice Cover)
6. Hell No (Bride Cover)

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segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Saint Spirit - The Ways Of Faith - 2005 - Download


Gênero: Thrash Metal, Christian Metal

1. Intro
2. Bulldog
3. We Still Against
4. Faith
5. Worship Me
6. Antropological Blues
7. Hands Up
8. Confessions
9. I Cry For Live
10. Losing My Religion

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Segundo álbum dos cariocas do Saint Spirit, "The Ways Of Faith" é bastante fiel ao seu antecessor, "Against Saints And Sinners". Ou seja, continuam fiéis à proposta de thrash / death com grandes toques de grind, e é interessante notar como eles conseguem soar tremendamente tradicionais mesmo com as influências de hardcore.


Depois da "Intro" (Stravinsky, simplesmente) vem a faixa mais doentia do material: "Bulldog", que lembra muito as partes mais insanas do Horde, ícone do metal extremo cristão.
"We Still Against" não tem absolutamente nada de inovador ou muito criativo (assim como todo o material), mas, considerando que o objetivo do Saint Spirit é justamente esse, fazer o que sabem e gostam com competência – o que já não é fácil, lembre-se – funciona bem.


A produção é muito boa para uma banda independente, deixando o som do baixo bem nítido, algo fundamental para o quesito peso. Os timbres e riffs de guitarra permanecem sujíssimos, proporcionando bases eficientes e estruturadas de acordo com a essência de cada música – uma grande qualidade do Saint Spirit – mas a falta de solos e a relativa repetição de idéias incomoda. O baterista / vocalista Rodrigo Bizoro é o grande destaque, confira em "Hand Up" ou "Worship Me". Nas baquetas, acerta ao não abusar do trigger, sendo mais inteligente que o comum, ditando o ritmo e a métrica de cada composição, ou seja, executa os grooves com propriedade. E seu vocal é excelente, entre o gutural e o rasgado, nunca enjoando.


Não há intervalos entre as músicas (deixando o headbanging ininterrupto) e, no mais, "Confessions" – candidata a melhor do álbum – "I Cry For Live" e "Losing My Religion" (não, não é cover do REM) apenas ressaltam as características externadas aqui, com grande competência e indo do thrash ao death sem cair na cegueira da velocidade ou do caos puro e simples.


Todas as composições apresentam uma evidente vocação para shows ao vivo, e é aí que o underground nacional ganha um adicional de peso (em todos os sentidos). E é, também por isso, que o Saint Spirit pavimenta seu caminho com esse simples, porém divertido e empolgante "The Ways Of Faith".

domingo, 21 de outubro de 2018

Saint Spirit - Against Saints And Sinners - 2003 - Download

 

Gênero: Thrash Metal, Christian Metal

1. In Memorian Mei
2. Who Is Against?
3. Humans Like Me
4. Desafio
5. If They Let me Talk (Sarcoma)
6. Uma Chance a Paz
7. Eu sou Deus
8. O Conto do Prego e o Martelo (Cachaça)
9. Satanicphobia
10. Jesus Chorou
11. Power Hungry
12. O Anticristo
13. Sakitel
14. O Caminho das Agulhas
15. Double Click


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Se ainda impressiona muita gente aqui no Brasil, atualmente a safra de bandas extremas que investem no ‘white metal’ vem aumentando cada vez mais. Se há exemplos de bandas bem extremas como Antidemon e Moriah aqui no Brasil, Mortification no exterior, agora é a vez de aparecer no Brasil o trio Saint Spirit com o seu ‘debut’ CD "Against Saints and Sinners", em uma linha próxima ao thrash/death metal.


Bizoro (bateria e vocal), Esch (guitarra) e Clébis (baixo) utilizaram esta capa um pouco medonha em termos de metal – um pingüim de geladeira. Mas se a capa não é algo bem feito, a produção como um todo é, em especial a parte gráfica (digo o material usado) e a forma de gravação do CD, não utilizando CD-r e tão pouco deixando a sua produção sonora fraca. Com esta boa produção, o estilo da banda só se sobressai ainda mais – com mais guitarras sujas, riffs pesados e leves flertes com o grindcore. Se o vocalista Bizoro consegue cantar de maneira tão agressiva como neste CD e ainda tocar tão bem bateria, o show do Saint Spirit deve ser muito bom! Como já citado, os riffs usados pelo guitarrista Esch são sujos, bem ao estilo de bandas do porte do Machine Head, mas é na hora dos solos que podemos destacar a boa base do músico. Apenas o baixo que aparece com pouca ‘virtuose’, mas nada que represente uma má atuação.


"Who Is Against?", "Humans Like Me" são músicas que abrem muito bem o disco do Saint Spirit, na mais pura veia thrash. Quando a banda investe neste tipo de composição, consegue acertar em cheio e criar melodias bem cativantes. Já "Desafio" é um exemplo do lado grind/thrash, chegando a lembrar muito o Ratos de Porão anos 80. Já a exemplo de "Uma Chance a Paz", o que temos é o dito death metal, como se nota pelo título, com letra em português (mesmo sendo pouco entendida tamanho gutural é o vocal de Bizoro). Novamente no lado cativante do thrash/death estão as duas boas músicas, que são elas "Power Hungry" e "O Anticristo" – de "finaleira" está uma das músicas que mais chances de virar hit do Saint Spirit tem: "Double Click", esta merecendo atenção redobrada de quem for conferir o trabalho dos três cariocas.


Ainda é muito cedo tomar algumas conclusões quanto ao futuro do Saint Spirit. Mas seria ignorância não dizer que pelo menos, o trio tem um bom potencial para ser explorado. Fazer alguns shows e já começar a pensar num próximo CD é o que a banda tem como opção para se aperfeiçoar.