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domingo, 16 de março de 2025

Ego Absence - Serpent's Tongue - 2020 - Download


Gênero: Power Metal

01. The Fools Trap Symphony
02. Serpent's Tongue
03. Dead Inside You
05. Against the Tide (feat. Caio Pimentel)
06. I Am Free
07. Bloodstained (feat. Vitor Veiga)
08. Intimate Wounds (feat. Matt Marinelli)
09. Colibri
11. Ego Absence
12. Reached Answers

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Nunca é fácil falar de uma banda que lança seu primeiro trabalho, mas espero que gostem dessa resenha, é um ótimo álbum e quem ainda não ouviu, corre, pois o trabalho é de muita qualidade.


The Fools Trap Symphony, é uma breve intro orquestrada, bastante pomposa em seu uso de cordas e sinos, com ótimo ataques e com a altura das notas sendo bem divididas, começa o álbum da Ego Abscence.


Serpent’s Tongue já começa bem veloz no, que tem seu tradicionalismo no power metal, e olha me lembrou Kamelot na época do álbum Epica, e isso é maravilhoso, porque é uma ótima lembrança ,de uma ótima banda, a cama feita pelos teclados é algo fundamental nessa faixa, faz toda a diferença, Raphael mostra como já está experiente e maduro como vocalista, sua técnica já é mais apurada que daquele jovem vocalista que esteve na banda Caravellus, tem agressividade e suavidade nessa música e uns belos vibratos, os backing vocals dessa música também é algo a ser notado, Guto Gabrelon deixa sua bela marca no solo de guitarra, ótima faixa titulo e ótima faixa de abertura.


Dead Inside You – Quem gosta de Power Metal , vai de fato gostar dessa banda, eu to bem empolgado com ele, porque me faz lembrar de boas bandas, e isso não é cópia, é referência , inspiração e quando você ouve os traços mas, com a personalidade da banda resulta no que você vai encontrar nesse álbum, e tudo isso só por que causa dessa faixa, faixa veloz, riffs bacanas, e em alguns momentos, Guto usa tercinas que é algo moderno, mas a banda não perde o seu tradicionalismo, um belo solo com um pouco mais de feeling, e o arranjo de cordas comandando e ditando o ritmo da canção, é uma das faixas de destaque do álbum.


Let it burn, foi o primeiro single divulgado, eu gostei por ser algo que mostrou um certo peso, mas na parte vocal, num instrumental um tanto cadenciado, claro que até o meado da música, porque ela logo mostra que é uma faixa que explora tudo, andamento cadenciado, rápido, vocais mais agudos, mais baixos, um grave(mesmo que breve), mas não menos interessante do Raphael, tem um solo que mesmo que fique entre o rápido e o lento, é feito com feeling e isso é realmente legal, é uma ótima faixa de trabalho,


Against the Tide, é pesada progressiva na sua intro, e já no vocal um alívio, mas não é que estava ruim não, era o andamento que cai, e isso ficou excelente, o vocal veio conduzido a bem a faixa. A bateria ta com um trabalho muito bacana nessa música, mudanças de andamentos que se mostram precisas nessa música , o dueto entre Raphael e Caio Pimentel como belíssimo Gutural também é algo que merece ser notado, além do solo de guitarra, Guto aparece nesse álbum como se fosse esquentando as mãos e seus solos vem ficando mais técnicos e bonitos conforme o álbum é tocado.


I am Free, começa bem lenta com teclado, e com um lance prog/power, parecido com Circus Maximus, ganha sua força, mas não em velocidade, ela é aquela faixa que quebra o álbum pro cara poder respirar, e como eu disse: Guto veio novamente no feeling, o uso de sinos, os teclados e o riff bem prog após o solo fizeram dessa música uma das minhas faixas favoritas, grande destaque pra ela, Raphael usando o melisma no metal é algo raro pra quem não sabe, é preciso que você saiba o que é e como executar e esse cara sabe e muito bem, eu to mesmo orgulhoso do que estou ouvindo.


Bloodstained e voltando ao power metal, essa faixa é mais na leva tradicional, eu vejo muitas influências nessa bandas, mas tudo com sua própria característica, é difícil fazer isso, mas eles fizeram, nessa faixa você ouve um traço de Savatage / Circle ll Circle, mas claro são traços, o resto os caras fizeram com sua própria personalidade, a divisão vocal é um destaque, Vitor Veiga cumpriu muito bem sua participação como convidado nesse álbum, e mais uma vez eu vou citar o Guto, solo bem legal, porém com guitarras fazendo dobras, o que deixou ainda mais bacana, ótima faixa, é daquelas soam uma mais animada.


Intimate Wounds eu confesso que era a faixa que eu estava mais ansioso pra ouvir, ela conta com a participação de Matt Marinelli, do Borealis, as guitarras estão dobradas, isso ficou lindo, os teclados mais evidentes novamente, ela tem aquele ar sombrio e pesado, influências dos dois vocalistas, cuja banda é o Evergrey, e fizeram um excelente dueto, Matt fez um excelente participação nessa faixa, e como sempre Guto fez um belo solo, curto, mas é o que a música pede(você vai entender isso), 5:40 muito bem trabalhados, e como eu tinha falado da atmosfera da música, ela terminou densa e muito bem , por sinal.


Colibri, tem um começo singelo, bem como de um beija-flor, da aquela quebrada na música anterior, é como uma canção de ninar, mas com umas pompas, tem uma marcha suave, bela orquestração, Raphael cantando bem suave e bem confortável, é a grande balada do álbum, um tanto triste em sua melodia, mas não menos importante no álbum.


G.O.D. É a tradicionalíssima faixa Speed, veloz e direta e seus poucos mais de 5 minutos, Raphael ta cantando um pouco mais forte como na primeira faixa, e tem umas divisões vocais em algumas partes da música, tudo isso com contratempos, e imagino que pode ser uma das faixas mais difíceis de ser executadas ao vivo, tem sua parte instrumental bastante puxada em nível técnico, uma das melhores faixas do cd.


Ego Abscence é a faixa que carrega o nome da banda, tem pouco mais de 5 minutos, essa é a média de tempo das faixas, eu sei que já é o final do texto pra dizer isso, mas é um álbum um tanto extenso, tem seu conceito.
Vem bem na pegada Middle Eastern ou somente árabe, em vocal, com a guitarra, e o uso de cítara, e logo mais vem o peso, claro mantendo a escala indiana, quem ouvir lembrará dos tunisianos do Myrath, o teclado fazendo sua cama mostrando que ele é fundamental nesse tipo de sonoridade, e claro com essas características e eu sou adepto do Power Metal com teclado também, uma bela melodia vocal feita pelo Raphael, teve suas partes agressivas e menos agressivas eu diria que gruda, é só você ouvir mais de uma vez, novamente um belo solo de Guto, e ótima bateria feita pela banda.


Reached Answers é uma faixa instrumental com um belo Piano e violinos, ou cordas, um arranjo singelo, simples, porém muito bonito.


A Ego Abscence estrou em 2020, com esse belo trabalho, por se tratar de um álbum de Power Metal, os fãs do gênero, eu creio que gostarão do que foi apresentado, um álbum com nuances, e um belo conceito, nível técnico alto, um álbum muito bacana, grande(o que não é ruim) , pesado, bem pensado em suas participações, sem contar a capa que é magnifica, mas um álbum bem trabalhado, quem acompanhou o processo de criação desse álbum sabe o quanto ele representa para os músicos presentes, espero que venha logo os próximos trabalhos desta excelente banda.

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Aquaria - Alethea - 2020 - Download


Gênero: Symphonic Power Metal

01. Am I
02. The Avatar
03. The Miracle
04. The Indians
05. The Question
07. The Pain
08. The Time Traveller
09. Time Won't Wait
10. WTSTW
11. The House of Words
12. I Am
13. Violet (Japan Bonus Track)

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O Power Metal é um dos estilos mais populares no âmbito do Metal de uma maneira geral, o mesmo é conhecido por ter uma legião de fãs no mundo inteiro, desde as bandas mais antigas e pioneiras no gênero, tais elas como, Helloween, Stratovarius, Blind Guardian, Gamma Ray, Hammerfall, dentre tantos outros grupos, incluindo tanto esses nomes grandes do mainstream, quanto aos do underground, porém que são sensacionais também. Essas bandas mencionadas acima são apenas algumas das mais conhecidas pelo público, tanto pelas pessoas que são fãs do estilo, quanto as que não são, mas que ainda sim conhecem e respeitam as suas respectivas carreiras. Entretanto vale ressaltar que, o cenário nacional em especial também é um lugar que sempre foi muito forte nessa vertente, inclusive muitas bandas do estilo aqui no país são extremamente respeitadas mundo afora.


Entre algumas das bandas nacinais de renome no gênero, que são incríveis e possuem uma carreira impecável, estão elas, Angra, Viper, Wizards, Shaman, Hellish War, Hibria, entre tantos outros nomes excepcionais que fazem um belíssimo trabalho no país há tantos anos. O Brasil está recheado de bandas fenomenais, não apenas nessa vertente que é o Power Metal, mas como também em tantas outras ligadas ao Metal e, isso está aumentando a cada vez mais ao decorrer dos anos, onde estão surgindo novos grupos no cenário, enquanto os mais antigos continuam em atividade e, estão mais do que nunca lançando trabalhos perfeitos para o público, mostrando que apesar de tudo ainda continuam persistindo e lutando para lançar os seus discos.


O underground por exemplo é um lugar onde está concentrado uma quantidade enorme de bandas incríveis do estilo, muitas delas estão lançando trabalhos sensacionais, porém infelizmente muitos discos acabam não sendo tão conhecidos entre o público, sem falar nas bandas do gênero que começam as suas carreiras, conseguem lançar alguns materiais, porém entram um longo hiato com o tempo e, depois de muitos anos retornam às atividades normais, com o seu retorno em alguma vezes as bandas lançam um novo material e, claro, trazendo uma musicalidade mais madura, quiçá até melhor ao que era feita em outrora, visto que, os respectivos músicos estão mais experientes e, além da sonoridade em si ter melhorado, as suas temáticas em alguns casos também mudam bastante, sendo mais bem elaboradas em alguns casos.


O que foi dito nos parágrafos acima descrevem perfeitamente essa banda em questão, principalmente pelo fato da mesma ser brasileira, ser de Power Metal, ter iniciado as suas atividades no começo dos anos 2000, porém ao longo de sua carreira o grupo entrou em um longo hiato e, foi como eu mencionei anteriormente, o retorno desta banda após ficar muito tempo inativa foi triunfal, visto que, a mesma apresenta uma melhora significativa em suas músicas, trazendo uma musicalidade ainda melhor do que era executada em seus primeiros trabalhos, trazendo uma sonoridade bem elaborada, não que os seus registros anteriores não fossem, muito pelo contrário, os primeiros materiais da banda são sensacionais, mas aqui o grupo trouxe um Power Metal impecável, trazendo uma veia mais sinfônica e melódica.


A banda a qual eu estou me referindo se chama “Aquaria”, a mesma é oriunda do Rio de Janeiro capital, a mesma foi formada inicialmente em 1999 sob o nome de “Uirapuru”, onde ela ficou ativa até 2002, nesse meio tempo o grupo lançou apenas duas demos, uma em 2001 chamada de “Here Comes the Life” e outra em 2002 sob o nome de “Flames of Trinity”, porém no mesmo ano (2002), a banda mudou o seu nome definitivamente para “Aquaria”, onde ela lançou dois full-lenght’s, o seu debut em 2005 chamado “Luxaeterna” e o segundo foi lançado em 2007 sob o nome de “Shambala”, após esses lançamentos a banda entrou em hiato em 2010 e, retornou as atividades normais somente em 2017, desde então a mesma lançou três singles, um em 2017 mesmo, dois em 2020 e no final de 2020 a banda lançou o seu mais novo trabalho, que no caso é esse aqui.


A banda carioca executa um belíssimo Symphonic Power Metal, em sua sonoridade a mesma traz arranjos fantásticos, únicos e, singulares, principalmente nas linhas dos teclados, que por sinal é onde o grupo possui um lado harmonioso simplesmente incrível, além de conter um feeling magnífico. O seu instrumental é impecável, o mesmo é muito bem trabalhado, nele há uma pequena mudança de andamento, oras o mesmo está mais rápido, enquanto em outros momentos ele segue um pouco mais coeso e cadenciado. Essa alternância inclusive faz com que a sua musicalidade não se torne enjoativa ou maçante em momento algum para o ouvinte, muito pelo contrário, o álbum consegue soar perfeito do início ao fim, sendo bem único e tendo a sua própria identidade. As suas linhas de guitarras são fenomenais, nelas há riffs primorosos e bem elaborados diga-se de passagem e, não esquecendo de mencionar os seus solos que são espetaculares, havendo belas melodias e um feeling maravilhoso.


A cozinha também faz um trabalho único e magistral, tudo aqui soa perfeitamente, na linha do baixo por exemplo, a mesma ocorre uma pequena alternância, o que aparece com mais frequência são as suas partes que são harmônicas, porém vale ressaltar que há pasagens mais graves aqui e acolá também, na linha da bateria acontece algo similar, oras elas está bem coesa e cadenciada, havendo uma pegada mais densa por assim dizer, porém em certos momentos ela apresenta uma certa rapidez e há o uso de bumbos duplos. Os vocais utilizados são um show à parte, os mesmos intercalam entre o uso de vocal limpo e bastante agudo, há o uso de falsetes aqui e ali, além de trazer um vocal mais sinfônico e até mesmo orquestrado, onde ele é executado de uma maneira ímpar e simplesmente perfeita.


Esse álbum em questão se trata do fechamento da trilogia da banda carioca, onde teve o seu início em seu primeiro disco, “Luxaeterna”, posteriormente houve o segundo registro “Shambala”, e o terceiro é esse carregando o nome de “Alethea”. O álbum teve o seu lançamento através da gravadora paulista Metal Relics, que inclusive vem fazendo um excelente trabalho em prol do Metal nacional, sendo voltada exclusivamente para estilos como, o Heavy e o Power Metal. O material foi lançado em uma versão sensacional, contendo um belo slipcase, além de ter uma belíssima arte gráfica. Aos apreciadores de Power Metal, principalmente nessa linha mais sinfônica e, que por acaso ainda não conhecem essa banda, eu recomendo que ouçam este álbum, provavelmente vocês irão gostar bastante. E, para as pessoas que se interessarem em adquirir o material físico, basta entrar em contato com a Metal Relics pela sua loja virtual através deste link abaixo:


quarta-feira, 10 de junho de 2020

Fionn Legacy - Knights Of The Sky And Wind - 2018 - Download


Gênero: Symphonic Metal, Power Metal, Christian Metal

1. Star Tales
2. Knights Of The Sky And Wind
3. Valley Of The Lyzards
4. Spirit Of Dryads
5. The Traitor
6. The Last Battlecry
7. The Fall Of A Hero

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BandcampAppleMusic | Spotify | Deezer | YouTube

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Endless - The Truth, The Chaos, The Insanity - 2016 - Download


Gênero: Melodic Heavy Metal, Hard Rock

01 - A New Sunrise
02 - The Code Of Light
03 - Will Of Destiny
04 - The Truth, The Chaos, The Insanity
05 - Black Veil Of Madness
06 - Veins Of Blood
07 - Save Me From Myself
08 - Lady Of The Lake
09 - Under The Sun
10 - Puppets On A Stage
11 -  A World Without Fantasy
12 - Celestial Dreams
13 - The Dawn of the Red Sun (Bonus Track)

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Para ser honesto não sou muito fã de Power Metal, True Metal ou Power Metal progressivo mas o que sempre admirei é o profissionalismo, dedicação e musicalidade brilhante que a maioria das bandas deste tipo de Metal trazem para a mesa e a banda ENDLESS é nenhuma exceção. Tocados e produzidos profissionalmente, esses brasileiros que lançaram um álbum pela última vez há quase 10 anos e passaram por algumas mudanças pessoais ao longo dos anos antes de voltar à cena com este seu 3º álbum, Endless conseguiram produzir um álbum que é capaz de levantar e competir com qualquer um de seus contemporâneos de hoje.


Todas as músicas são perfeitamente construídas e arranjadas, possuem um bom groove e excelente trabalho de guitarra e são retratadas com arranjos majestosos e sinfônicos combinados com elementos progressivos, refrões cativantes e memoráveis ​​e vocais teatrais elevados e cheios de pathos, lembrando histórias de sobrevivência, esperança e o crença em si mesmo, conteúdo lírico que contrasta bem com os contos de guerreiros, masmorras e dragões normalmente associados a esse tipo de Metal.


O problema que tenho no entanto é que a música tem uma construção semelhante, seção intermediária e final, nunca variando muito na construção, as melodias vocais e acentuações quase sempre feitas da mesma forma. Claro que algumas músicas têm um ritmo mais rápido do que outras e algumas têm uma construção atmosférica mais lenta, mas isso não é suficiente para realmente ser capaz de distinguir uma faixa da outra. Tudo é quase perfeito demais, muito limpo e estéril e abertamente melodramático, teatral e patético. Também como é comum neste tipo de gênero, o uso excessivo de teclados tende a sufocar as músicas encharcando-as em tanto pathos xaroposo e negando os excelentes riffs de qualquer peso ou profundidade. No entanto, existem algumas faixas de destaque em oferta, como “Code of Light” ou “ Black Veil of Madness” , que são músicas diretas de power metal, utilizando riffs de guitarra galopantes e um groove avançado, enquanto outras músicas como “ Lady of the lake” têm uma abordagem mais descontraída e, embora essas músicas sejam boas o álbum inteiro consiste em versões dessas músicas, rápidas e galopantes ou de ritmo médio e com ritmo constante.


O tema lírico de “ Puppets on a stage”lida com conceitos de liberdades pessoais em uma época em que as pessoas são constantemente monitoradas para sua própria segurança enquanto são enganadas por políticos corruptos que incitam o ouvinte a não ser controlado pelos poderes constituídos e a forjar seu próprio caminho. A música altera o ritmo com uma combinação de uma seção central mais orientada para o groove que leva a uma seção de fechamento mais rápida antes de terminar com a ajuda de alguns floreios de teclado bem posicionados. Da mesma forma, a 9ª música “ Under the Sun” também é tocada em andamento médio com uma seção melódica que lembra as melodias do tipo Devin Townsend com palavras sendo sussurradas para um efeito dramático, criando uma experiência de audição interessante.


Pessoalmente, uma das faixas de destaque é o número de encerramento “ Celestial Dreams”como se atreve a tentar algo um pouco diferente, conseguindo criar uma música de encerramento quase melancólica e sombria que convida o ouvinte a recuperar o fôlego e contemplar o que veio antes, o som usando um riff lento mas melódico que às vezes pelo menos para este ouvinte dá a sensação de estar debaixo d'água. Oferecendo uma mudança de ritmo bem-vinda para as faixas anteriores mais diretas, a música também é útil para fechar o álbum. Fãs de bandas como Stratovarious e Sonata Artica devem ser capazes de encontrar muito para curtir neste disco, enquanto outros não familiarizados com esse gênero de Metal provavelmente gostariam de ouvir antes de decidir.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Aquaria - Shambala - 2008 - Download


Gênero: Symphonic Power Metal

01. Hope
02. Heart of the Gods
03. Expedition
04. Into the Forest
05. Lost
06. Iara
07. Shambala
08. Child of the Universe
09. Firewings
10. Skies of Amazonia
11. Liberty

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terça-feira, 20 de novembro de 2018

Endless - A Dream At The Sun - 2006 - Download


Gênero: Power Metal

01 - Silence To The Lord
02 - Running To Be Free
03 - Laments At The Sky Of Winds
04 - Mystic Feelings
05 - The Playwright
06 - Shades Of Night
07 - Shining On The Sky
08 - I Don't Want To Surrender
09 - The King Of Lies
10 - Memories I've Saved
11 - A Dream At The Sun
12 - Eternal Winds (2006 Version)

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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Aquaria - Luxaeterna - 2005 - Download


Gênero: Symphonic Power Metal

01 - Aeternalux
02 - And Let The Show Begin
03 - Here Comes The Life
04 - Spirits Of Light
06 - Whispers And Pain Of Mother Nature
07 - Choice Time
08 - Judgement Day
09 - Your Majesty Gaia
10 - Luxaeterna
11 - Son Of The Sky, Brothers Of The Earth (Bonus Track)

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domingo, 18 de novembro de 2018

Endless - Eternal Winds - 2000 - Download


Gênero: Power Metal

01 - Visions Of Tomorrow
02 - Wasting My Time
03 - Holy Ground
04 - Guiding Light
05 - Eagle's Top
06 - Mind Of Indecision
07 - Minstrels Of Dawn
08 - Eternal Winds
09 - I'm Alone
10 - Good Bye


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sábado, 17 de novembro de 2018