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Minha primeira certificação

 

Hoje é um dia feliz pois tirei minha primeira certificação: Github Copilot Certified (GH-300).

Achei a prova fácil considerando o tempo de uso que já tenho do Copilot nos últimos 1 ano e meio. Tive que estudar aspectos de governança e APIs, além de outros conceitos como Copilot Spaces.

Só estou publicando sobre isso pois sinto que o meu eu do futuro vai gostar de voltar nesse post daqui uns anos, e ler sobre a minha primeira certificação profissional.


MCP-Me: um servidor MCP sobre você, para conectar em assistentes de IA

 A light blue and yellow gradient card showing the mcp-me logo — a person silhouette with a glowing sun — above the title “mcp-me” and subtitle “Your Digital Identity Layer for AI”, with four pill badges: Privacy-first, 342+ generators, 13 live plugins, Works everywhere.

Você já imaginou se pudesse ensinar a sua história — seus projetos, sua experiência profissional e acadêmica, suas habilidades e interesses para qualquer assistente de IA, de forma aberta, segura e padronizada? Essa é a proposta do MCP-Me.


O MCP-Me é um framework open-source que permite que qualquer pessoa exponha informações pessoais — como carreira, habilidades, projetos, interesses e muito mais — para assistentes de IA, usando o Model Context Protocol (MCP). Com ele, você cria um “servidor de contexto pessoal” que pode ser consultado por diferentes IAs, tornando suas interações mais inteligentes, personalizadas e humanas.

Por que isso importa?

Hoje, cada IA ou chatbot começa do zero ao interagir com você. O MCP-Me resolve esse problema ao criar um perfil estruturado, que pode ser lido por qualquer agente compatível. Assim, suas conquistas, artigos, projetos open-source, livros publicados e até hobbies ficam acessíveis para enriquecer conversas, recomendações e automações.

Como funciona?

  • YAML + TypeScript: Você descreve seu perfil em arquivos YAML simples, validados por schemas TypeScript.
  • Plugins: O MCP-Me já vem com plugins para GitHub, LinkedIn, Medium, Spotify, entre outros — facilitando a integração com suas plataformas favoritas.
  • CLI e API: Use a linha de comando para gerar, validar e servir seu perfil, ou integre via API com outras ferramentas.
  • Privacidade e Controle: Você decide o que expor, como expor e para quem expor.

Diferenciais

  • Open-source e extensível: Qualquer pessoa pode contribuir, criar plugins ou adaptar o protocolo.
  • Foco em interoperabilidade: O MCP-Me segue o padrão MCP, facilitando a adoção por diferentes agentes e plataformas.
  • Pensado para o futuro da IA: À medida que LLMs e assistentes evoluem, o contexto pessoal será cada vez mais essencial para experiências realmente úteis.

Para quem é?

  • Profissionais de tecnologia que querem montar seu portfólio de forma automatizada.
  • Criadores de conteúdo, escritores e desenvolvedores open-source.
  • Qualquer pessoa que queira ter uma “memória digital” sobre você mesmo, acessível por IAs.

Quer saber mais? O projeto é open-source e está disponível no GitHub: https://github.com/paladini/mcp-me

O que você acha dessa ideia e desse projeto?
Vou ficar feliz de ouvir suas impressões!

Curiosidades sobre mim #1: tradução de software

 

Symbian OS: marcou época

Tenho muitas conexões aqui no LinkedIn de diferentes momentos da minha vida, de diferentes experiências e contextos. Muitos eu conheço apenas vagamente ou admiro, já outros são colegas, amigos, líderes e ex-líderes, entre outros.

Entretanto, tem coisas que poucas pessoas sabem. Uma delas é que eu já fui tradutor de diversos apps e softwares, inclusive do projeto Gnome.

Em uma época onde até acesso a sites como Babel e Google Tradutor eram limitados, comecei traduzindo softwares de maneira “não-oficial”, pegando apps do finado “Symbian OS” (um sistema operacional da Nokia para celulares), realizando traduções e disponibilizando os pacotes já traduzidos em sites como 4Shared. Após um tempo fazendo isso com apps menores, comecei a traduzir softwares desktop, como o System Ninja e o iSpy Connect. Eu ficava muito feliz quando encontrava softwares open-source que tinham as traduções no código-fonte, facilmente acessíveis.


Um pouco mais velho, ali pelos 18–19 anos de idade, auxiliei na tradução do livro “Mastering Bitcoin”, do Andreas M. Antonopoulos (livro publicado em 2014).

Ao longo dos anos que fiz traduções (no começo, sem fazer menor ideia do que eu estava fazendo), tive a possibilidade de traduzir cerca de 5 a 6 apps de celular, 10 softwares desktop, 1 livro digital e legendei dezenas de vídeos.

Eu nunca fiz um curso de inglês (não tinhamos dinheiro pra isso), mas o importante foi meter a cara e tentar ajudar.

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Originalmente disponível em: