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quinta-feira, maio 09, 2024

O grande silêncio.

[Ou: onde param os aliens?]

 

Gosto da expressão 'o grande silêncio'. E gosto do grande mistério: se há vida noutros planetas, por onde viajam eles que não os vemos?

Ou será que há civilizações que são como as orquídeas raras que florescem e depois morrem? E que, devido à distância no tempo e no espaço, não tenha havido sobreposição? Será que algumas ruínas que por vezes se encontram têm a ver com isso?

E como serão essas formas de vida? Terão também tentação para se destruírem como nós, por vezes, parece que nos sentimos tentados a fazê-lo?

O vídeo abaixo é interessante. Tem legendas em português. Brian Cox conduz-nos pelos labirintos do universo.

Why haven’t we found aliens? A physicist shares the most popular theories. | Brian Cox

Chances are, we’re not alone in the universe. But if that’s true — why can’t we seem to find our neighbors? 

This question is known as the Fermi paradox, and it continues to go unsolved. However, some theories could offer potential solutions. 

Physicist Brian Cox explains the paradox and walks us through our best guesses as to the reason for our quasi-isolation. 


domingo, setembro 24, 2023

Um outro mundo por cima de nós -- OVNIS, asteroides e etc.

 

Eu, é daquelas coisas, nem sim nem sopas. Nem acredito nem deixo de acreditar. Do que não sei não dou sequer palpites.

Sobre haver formas de vida inteligente fora do planeta Terra o que posso dizer é que, no mero plano das hipóteses, neste caso formuladas por uma leiga (e, portanto, sem valor acrescentado para o caso), me parece muito provável que exista.

E, se aqui, através das condições e das circunstâncias, os humanos (que, para o efeito, acreditamos que são os inteligentes cá do burgo) evoluíram para o que somos, acredito que, noutras condições e noutras circunstâncias, a vida inteligente pode encontrar-se noutros formatos. Porque não coisas parecidas com árvores que sejam inteligentes, comuniquem entre si, tracem planos? Ou bichos parecidos com iguanas que tenham mais inteligência e capacidades que nós...? Não faço ideia. Até podem ser minerais dotados de inteligência e que não se pareçam com nada com que se consiga fazer uma comparação.

Mas admito como provável que enquanto por aqui a discutir amendoins e a distribuir milho pelos pardais, algures no universo outros seres construam as suas específicas civilizações e deambulem por aí a observar-nos na maior das calminhas.

Estou como o Neil DeGrasse Tyson a olhar com algum cepticismo para aqueles ETzinhos que foram exibidos no Congresso do México

Parecem abonecados demais, perfeitinhos demais, humanizados demais... tudo demais para ser verdade. 

Mas sei lá.

Outro aspecto que refiro muitas vezes, meio a sério meio a brincar, quando vejo alguém excessivamente preocupado: sabemos lá se um dia destes não vamos levar com um big calhau na cabeça e vamos todos desta para melhor...?

Com tanto asteroide, tanto lixo espacial, tanta coisa que por aí anda, é do domínio da improbabilidade que passem todos ao largo desta bolinha que dá pelo nome de Terra.

E é sobre tudo isto que no vídeo aqui abaixo da CNN o astrofísico Neil DeGrasse Tyson aqui diz.

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Um apontamento mais pessoal. Penso que por causa do estado um pouco variável da minha mãe e sobretudo por causa do seu imprevisível estado de espírito em que é ela que sabe, ela que decide e ela que faz, e que me traz preocupada pois intuo (ou melhor, tenho quase a certeza) que não toma a medicação conforme deveria, não dormi bem, tive pesadelos. Estranhamente os pesadelos envolviam o meu pai. Eu estava num lugar a fazer já não sei o quê, só sei que havia muita gente, eu tinha que prestar muita atenção a tudo, e estava sempre a ver o telemóvel com medo de receber uma mensagem a dizer que o meu pai tinha morrido. E, por isso, eu estava numa pilha de nervos. Mas a disfarçar e a trabalhar e prestar atenção a tudo e a todos para que ninguém se apercebesse. Com isto, acordei várias vezes, aflita e com muita dificuldade em voltar a adormecer.

Portanto, durante o dia andei um bocado cansada e com sono. 

Agora à noite estivemos a ver o Task Master, programa que, só se não pudermos é que não vemos, e agora estamos a ver uma reportagem bastante interessante sobre o cenário de guerra na Ucrânia, depois de outra sobre os envenenamentos e muitos outros indícios que o ocidente descurou em relação à Rússia. 

Tinha ideia de voltar a escrever sobre o estado da Saúde e sobre o SNS mas não estou com pedalada para isso. Mas não deixem, por favor, de ver os comentários bastante interessantes que constam do post abaixo.

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Desejo-vos um belo dia de domingo

Saúde. Força. Paz.

quinta-feira, junho 24, 2021

Coisas deste e do outro mundo

 



Às vezes dá-se às coisas o nome de quem as faz mesmo antes de saber se as coisas vão ser especialmente bem sucedidas. Pode acontecer que, depois, as coisas ganhem vida própria e o nome das coisas passe a existir por si só, esquecidas de quem as fez e de quem lhes deu nome.

Sucedeu hoje que, ao ver a notícia de que uma certa pessoa tinha sido encontrada sem vida na sua cela de prisão, não tenha prestado atenção: nem o nome nem a cara me diziam nada.

Agora, ao rever os sucedidos do dia, percebi quem tinha sido a pessoa: o autor do antivírus McAfee

John McAfee. Nunca me tinha ocorrido que o nome do antivírus era o nome do seu criador. O produto mantém-se vivo, vai tendo novas versões, e, enquanto isso, o seu criador é preso por fuga ao fisco. E, agora, ao saber que ia ser extraditado e que arriscava uma pena de dezenas de anos, não terá aguentado mais. E assim acaba a vida de uma pessoa que um dia desenvolveu uma aplicação que se tornou internacionalmente célebre e com a qual certamente ficou mais do que multimilionário. 

Nestas coisas, volta e meia, as pessoas pensam que são eternas, que viverão milhares de anos, e que, para tal, precisam de aferrolhar muitos milhões, se necessário for fugindo ao fisco para ficarem com ainda mais. Até que a coisa dá para o torto e o homem eterno e muito rico acaba, morto, numa cela num país estrangeiro. 

Mais uma história triste que só prova uma coisa: os humanos são frouxos das ideias.

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O meu dia foi tranquilo apesar de activo. Estou a tentar o equilíbrio, coisa que me é um pouco estranha. Pouco antes das sete da tarde, antes de ir fazer arroz de tomate para acompanhar os filetes, o meu marido apanhou-me a escrever um mail. Ele não sabia mas deveria ser o décimo no espaço de pouco tempo. Escrevo razoavelmente depressa. Disse-me: 'Olha para isso, a escrever compulsivamente há não sei quanto tempo. Estás a voltar ao mesmo, não consegues, está-te no sangue...'. Disse-o com ar censor mas acho que tem razão. Depois de uns dias em que tentei travar às quatro rodas, aos poucos vou reatando o meu normal. As ideias surgem-me e, com elas, a vontade de fazer, de fazer acontecer. Pode alguém ser quem não é?

De tarde, fiquei sozinha. Preocupam-se que eu fique sozinha em casa. Eu não. Então, para reduzir o tempo em que estava sozinha em casa, o meu marido sugeriu que eu fosse ao supermercado comprar fruta. Achei absurdo. Ideia mais sem jeito.

Contudo, quando acabei de almoçar, apeteceu-me mesmo ir dar um giro. A ideia do supermercado pareceu-me tentadora. Ao que eu cheguei. 

Meti-me no carro e fui. Comprei pêssegos normais, pêssegos do paraguai, morangos, maçãs, laranjas. Gosto muito de fruta. Gosto de comer, gosto de comprar, gosto de sentir o perfume da fruta quando estou na cozinha. 

Lavo-a toda e coloco-a em taças para estarem sempre disponíveis para serem comidas. Assim é que deve ser. E não venham com isso da língua portuguesa ser muito traiçoeira que eu não vou nessa.

Aproveitei e comprei uma loção corporal. Para avaliar qual delas, se a da tampa amarela se a da tampa lilás, levantei um pouco a máscara para sentir o perfume. Mais agradável a amarela. Trouxe, imaginando-me cheirosa como uma taça de frutas.

Trouxe também um vasinho com uma hortênsia cor-de-rosa. Agora terei que arranjar um vaso bonito para a pôr e, claro, um lugar bem pensado para pôr o vaso. Estas coisas nunca se ficam só pela primeira derivada. E aqui não é uma questão de língua portuguesa mas de cálculo diferencial.

Bem.

Era para lavar a cabeça esta quinta-feira de manhã mas afinal pediram-me para antecipar uma reunião que tinha convocado para o início da manhã. Vai ter que ser muito cedo. Para não ter que me levantar ainda mais de madrugada e depois estar com o cabelo a pingar, lavei-o de tarde. Depois do banho, com o corpo ainda húmido, apliquei a loção. Fiquei a sentir-me mesmo bem, frutada. 

Ah, e mais: confirmo que, quando vou sozinha ao supermercado, consigo cirandar por onde habitualmente passo a correr e descobrir coisas impensáveis, deveras tentadoras. Assumo: trouxe uma máscara regeneradora. Imagine-se. 

Depois do banho, tirei a dita da embalagem e apliquei-a. Olhei-me ao espelho e pensei que deveria fazer uma selfie. Uma legítima múmia. Deitei-me no sofá e por pouco não adormeci, apesar da coisa molhada na cara. 

Quando a tirei, fui observar-me ao espelho e, para dizer a verdade, não descobri nada de diferente. Se calhar, não faz efeito à primeira. Também não se pode esperar que uma coisa que custa um euro e picos produza o mesmo efeito que o botox. Se calhar, tenho que reincidir. A ver se me informo qual a periodicidade aconselhada para me mascarar.

Portanto, a tarde foi boa. Claro que trabalhei mas teve estes motivos extra de interesse.

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[Registo supostamente verdadeiro]


E, por falar em extras, uma que é deveras extra.

Agora à noite, quando fui conferir as notícias, vi uma que me animou mesmo. Os astrónomos pensam que talvez existam 29 planetas habitados por seres que podem observar-nos e captar todas as nossas comunicações. Isto é um pouco perturbador mas, por acaso, a ser verdade, acharia o máximo. 

[Imagem de brincadeirinha --- claro...]


Acredito que não são verdes nem parecidos connosco. Podem ser transparentes, podem ser raios de luz, pode ser qualquer coisa que não se nos assemelhe de maneira nenhuma. Mas pode haver inteligência mas talvez seja uma outra forma de inteligência. Andamos mortos por pôr o pé em Marte sem nos ocorrer que o mesmo pode estar a passar-se com seres de outros planetas em relação a nós. Mais: quem nos garante que não estejam já entre nós? Partículas inteligentes a ouvirem-nos, a rirem que nem umas perdidas com a nossa totozice.

Não tarda, vai ser divulgado pelo Pentágono um relatório sobre ovnis e acontecimentos relacionados com actividade extraterrestres e aí é que vamos todos ficar com a pulga atrás da orelha. A pulga ou um alien -- nunca se sabe. Um alien atrás da orelha, isso é que era, a ouvir tanto como nós, a conhecer todos os nossos segredos, a fofocarem uns com os outros com as coisas que vão ouvindo aqui e ali. 

E, aliás, levantando um pouco o véu... quem vos garante que esta que vos escreve não é uma alien? 

Alguém me está a ver? 

Alguém tem provas de que sou humana?

Vou...!

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Mas, antes de ir, informo que os frutos são obra de Frida Kahlo e as hortênsias de Svetlana Lileeva

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Mas, antes de ir, desejo-vos um dia feliz

👽💚👽

sábado, junho 13, 2020

Um nano UFO cintilando in heaven





Ontem, ao passearmos pelo campo, tive uma epifania. Íamos pé ante pé. Pouco tempo antes, tinha aparecido mais uma cobra. Grande como a outra. Uma cobra rateira. Eu ia a andar e, a dois passos de mim, senti no chão aquele movimento que me faz estremecer. Parei. Ela parou também, estacada, a olhar para mim. A olhar ou a perceber o que iria eu fazer. Depois esgueirou-se por entre as pedras. O meu marido já tinha vindo a casa avisar. Na curva lá ao fundo, no lugar onde se começa a descer, uma cobra. Tinha-se levantado na sua direcção. Deve ter percebido que dali poderia vir perigo.

Por isso, quando, mais tarde, ia com a minha filha e com os meninos, íamos devagar, auscultando os sons, temendo que a bicha se levantasse para nos desafiar. 


A dada altura, estando nós a observar já nem sei o quê, talvez alguma flor, já não me lembro se foi um dos meninos se foi ela, um deles gritou: 'Ali! Ali! O que é aquilo ali?'

Pusémo-nos a olhar. Nada se via. Tal como as partículas elementares que apenas podem ser apercebidas pelo rasto que deixam, também neste caso o que era apenas se via quando se movimentava.

Aquilo era como que um pequeno filamento brilhante que se deslocava na horizontal. Muito fininho, talvez em esverdeado prateado, talvez um centímetro de comprimento mas fininho como uma agulha. Não lhe vi mais nada, nem antenas nem patinhas ou asinhas. Apenas um pequeno, quase invisível filamento brilhante que se movimentava de uma forma invulgar.

Eu disse que era um ovni. Os meninos não perceberam. A minha filha traduziu: 'UFO'. Perceberam. 


Fiquei a pensar: quem nos diz que não há extraterrestres entre nós e nós não os vemos? Quem nos diz que os extraterrestres não são nano criaturas? Imaginamo-los à nossa semelhança ou, quanto muito, pequenos robots, pequenos seres. Mas... e se forem serem ínfimos, ínfimos, ínfimos, super-inteligentes, super-observadores? E se um dia, quais coronas, resolvem virar o nosso mundo do avesso? Claro que podem ser malta do bem e simplesmente gostem de andar por aí a divertir-se vendo a bizarria deste mundo. 

Estive a ver agora se poderia ser o bicho-pau mas não, não, não tem nada a ver.  E, de resto, agrada-me a ideia de, por aqui, para além de toda a bicharada que aos poucos se vem chegando, cada vez mais -- agora até os pássaros já deixam que eu os veja de perto -- também possa haver extraterrestes, seres menos do que microscópicos, menos do que minúsculos pontos de luz, intangíveis, invisíveis. Gostava que, apesar disso, ouvissem as músicas que eu aqui, â noite, gosto de ouvir, que também gostem de poesia, de flores, de luz, de paz, de silêncio. Ou que gostem de outras coisas, muito diferentes, coisas com as quais nem sonho, coisas muito novas, coisas que um dia me deixem conhecer. Gostava de saber que há todo um outro mundo, coisas absolutamente outras, impensáveis. Gostava que, um dia, uns seres de um outro mundo, invisíveis, arranjassem maneira de me dar a conhecer o que de melhor existe no seu mundo.


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Fotografias de Nick Knight ao som de Love me por Yiruma

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A todos desejo um bom sábado

quarta-feira, janeiro 08, 2014

Andava a Popota Merkel a esquiar na neve, de nenúfar em nenúfar, quando um extraterrestre a quis raptar. Só que a moça tinha carnadura a mais para o fraco arcaboiço do alien: deixou-a cair, rachando ela a ossadura do big ass. Vai daí, para não darem a viagem por perdida, montaram-se a cavalo no seu OVNI e foram ao estádio de Werder Bremen a ver se havia bola. Pelo caminho atrapalharam os voos no aeroporto. E eu só pergunto: porque é que a sorte é sempre para os mesmos? E nós? Não vem cá nenhum buscar o Passos Coelho?


Há sempre tanta coisa para dizer e às vezes tão pouca vontade de andar em cima dos acontecimentos que me acontece isto: estar a comentar os pitéus com um ou dois dias, coisa requentada.

Mas há coisinhas que, mesmo que tarde e más horas, eu quero que figurem aqui. 


A primeira é que os camaradas lá do planeta ReBEuBeUpaRDAisaoNinHo, achando que a Popota anda a fazer porcaria demais cá por baixo, resolveram vir buscá-la. Infelizmente, a coisa não correu bem, como é sabido: quando pegaram nela para a abduzir, dado que o piso era escorregadio e que a matrafona não é peso pluma, deixaram-na cair. Ficou rachada, coitada. Nem eles a levaram nem nós nos vimos livres dela. 

A segunda é que aquilo é uma rapaziada danada para os futebóis. Para não aparecerem no planeta deles de mãos a abanar e para tirarem uma casquinha, mal por mal, resolveram ir à bola. É sabido que ligaram o GPS para o estádio de Werder Bremen; mas o software não devia estar com a última versão pois aquilo foi um castigo para darem com o estádio. Durante mais de 3 horas, o OVNI por ali andou a atentar o juízo aos controladores aéreos e àquela malta toda. 

Depois, sem Popota e sem verem a bola, lá regressaram para o grande espaço sideral.

Fiquei triste. Deviam era ter vindo mais para estas bandas. 

Levavam o putativo barítono de Massamá que é mais levezinho que a rebolona e ainda podiam levar de bónus o Cavaco como os seus berloques de estimação, o Liberato e o Marques Mendes - e nós fazíamos uma festa.

Acho que vou acender uma velinha daquelas eléctricas, de preferência uma que faça pisca-pisca, no jardim de S. Bento e outra em Belém.

Por isso se um dia, meus Caros Leitores, forem à janela e virem os acima referidos a voarem a pique, a serem aspirados por um OVNI, fiquem caladinhos a ver se, desta vez, os extraterrestres conseguem fazer o seu servicinho.

Boa?

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As imagens de aliens foram obtidas na internet e provêm de FINI (fontes internéticas não identificadas)

A fotografia da Popota vem do Daily Mail.

A montagem do cavaco com o seu bonequinho de mão vem do blogue We Have Kaos in the Garden.

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A ver se ainda cá venho.