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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Criolo, Amaro e Dino - CRIOLO, AMARO E DINO (2026)...




Lançado hoje, CRIOLO, AMARO E DINO nasce do encontro entre três artistas de trajetórias sólidas, reconhecimento amplo e, sobretudo, uma disposição real para a escuta e para o risco. Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago partem de universos distintos, rap, jazz, música afro-atlântica, mas recusam a lógica da soma de estilos. O disco não busca fusão nem síntese fácil. Ele se constrói a partir do deslocamento, da troca e da criação de um território comum. Ao longo do álbum, tudo funciona como conversa. O piano cria espaço e respiração, as vozes transitam entre palavra, canto e presença quase espiritual, e os silêncios têm peso estrutural. Não há protagonismo fixo nem disputa por atenção. Cada elemento entra e sai com precisão, respeitando o tempo da música e o tempo do outro. É um trabalho guiado pela contenção, pela escuta e pela confiança mútua... Continue Lendo no Ismo

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sexta-feira, 1 de março de 2024

Amaro Freitas - Y'Y (2024)...




Download: Y'Y (2024).rar

Cada álbum de Amaro Freitas simboliza passo adiante no movimento contínuo deste pianista e compositor pernambucano cada vez mais celebrado no cenário internacional do jazz. Em rotação a partir de hoje, 1º de março, o quarto álbum do artista, Y’Y, flagra Amaro imerso em águas amazônicas e embebido na espiritualidade que rege o disco, formatado com produção musical orquestrada pelo artista com Laércio Costa e Vinicius Aquino, este também responsável pela mixagem. Em Y’Y, Amaro se mantém na universalidade da rota afro-brasileira do álbum anterior, Sankofa (2021), mas direciona o olhar para a Amazônia, para as florestas e para os povos que habitam região do Brasil resistente à destruição imposta pela ganância do Homem... Continue Lendo no Blog do Mauro Ferreira no G1

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segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

Amaro Freitas - Mar de Cirandeiras (2024)...






Seguinte, dia primeiro de março, o baita pianista recifense Amaro Freitas irá lançar "Y'Y", seu novo álbum (acho que será o quarto). No disco Y'Y, concebido pelo artista pernambucano como homenagem à Floresta Amazônica e aos rios que atravessam o norte do Brasil, Amaro apresenta nove temas autorais gravados entre o estúdio Carranca, no Recife (PE) e o Maxine Studio em Milão, Itália, com registros adicionais feitos nos Estados Unidos. Para anunciar o álbum, que irá sair em LP, CD e digital pelo selo Psychic Hotline, o pianista lançou "Mar de Cirandeiras", que pra mim é um EP, já que tem 2 das faixas do álbum e é um baita aperitivo pro que vem por ai, eu to bem ansioso. O álbum tem homenagem a Naná Vasconcelos e Amaro participa da apresentação em homenagem ao Naná na abertura do carnaval do Recife, no Marco Zero, na quinta... 

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terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Amaro Freitas - Rasif (2018)...



Download: Rasif (2018).zip

O pianista Amaro Freitas é uma das maiores revelações do jazz no país com seu virtuosismo nas teclas e uma música que transforma ritmos nordestinos como o frevo, baião e maracatu em um jazz genuinamente brasileiro.Em 2016 lançou seu álbum de estreia “Sangue Negro” que o fez rodar o Brasil e o mundo. E não por acaso o selo gringo mais brasileiro do mundo Far Out Recordings, que tem em seu cast nomes como Azymuth, Hermeto Pascoal e Arthur Verocai, o contratou.Agora o pianista chega com carreira internacional em seu segundo trabalho intitulado “Rasif“. Composto por nove faixas de sua autoria e acompanhado pelos músicos Hugo Medeiros (bateria), Jean Elton (contrabaixo) e Henrique Albino (sopros). Sonzeira de altíssimo nível... VIA
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quinta-feira, 23 de março de 2017

Amaro Freitas - Sangue Negro (2016)...




Rompendo com a toada do lugar comum de tentar traduzir a música popular pelo viés erudito, pianista pernambucano Amaro Freitas propõe em Sangue Negro, seu disco de estreia, uma inversão de diretrizes, orientando o erudito através do popular Para se perpetuar, a tradição acaba, repetidas vezes, por assimilar a modernidade, incorporando elementos contemporâneos ao legado histórico da cultura já produzida. O intento é o de promover uma ruptura com os aspectos obsoletos desta, tornando o tradicional coerente e passível de compreensão para as novas gerações. Isto, porém, nunca foi trabalho fácil, ou mesmo frutífero, não importa a esfera, seja na social ou na artística. Caso icônico é o do desbunde do southern rock nos fins da década de 1960 e início da década de 1970. Um dos mais interessantes fenômenos culturais de sua época, o rock sulista norte-americano surgiu buscando uma interface entre a celebração e o respeito ao tradicional e a assimilação aos avanços progressistas conquistados no âmbito social, lançando fora os ranços do racismo e da homofobia, por exemplo, enquanto que no campo sonoro absorvia, sem preconceito, as inovações musicais vigorosas propostas à época. Nascia então, uma novíssima e exclamativa geração, orgulhosa de sua própria história, mas que mantinha-se crítica quanto aos aspectos vis desta. Uma geração que cultuava o que de glorioso havia em seu passado, enquanto buscava limar seus contornos infames... VIA
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