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domingo, 19 de março de 2023

Bárbara Eugênia - Foi Tudo Culpa do Amor (Pérolas Populares, Vol. 1) [2023]...




Bárbara Eugenia é uma cantora romântica. Sempre foi. Não é novidade para quem parou para ouvir com atenção algum de seus excelentes sete discos anteriores (entre meus três favoritos, listinha pessoal, estão “É o Que Temos”, de 2013, a colaboração com Tatá Aeroplano em “Vida Aventureira”, de 2017, e “Crashes n’ Crushes”, de 2021), mas quem ainda não tinha se tocado, provavelmente se pegará cantando com ela canções consagradas por Jane & Herondy, Reginaldo Rossi, Wando, Kátia, Odair José, Diana e muitos outros em “Foi Tudo Culpa Do Amor (Pérolas Populares, Vol. 1)”, seu oitavo disco e o primeiro álbum como intérprete. Com produção de Zeca Baleiro, que também tem forte ligação com esse cancioneiro, Bárbara canta grandes sucessos radiofônicos, entre eles “Gosto de Maçã”, de Wando, que gerou clipe com direção de arte de Filipe Catto e Juliana Robin, dupla responsável por fotos, capa e vídeos do projeto. “Foi muito difícil chegar nesse repertório. Só 10 canções para homenagear a música romântica?? Eu e Zeca criamos uma playlist com 80! Nada fácil, mas acho que fizemos bonito”, revela. Da lista original, ela e Zeca escolheram “Não Se Vá” para cantarem juntos. “Eu já tinha realizado um sonho com a parceria ‘Bagunça’ (do álbum “TUDA”, 2019). Agora, esse dueto é muito especial! Não podia ser de outro jeito”, conta. Nome de destaque nas paradas de sucesso da década de 1970 e um dos homenageados, Fernando Mendes divide com Bárbara os vocais de “Não Vou Mudar”, parceria dele com Dom Wander. “Pra mim é uma honra imensa tê-lo cantando comigo… um luxo!”, celebra Bárbara, que assume sua veia romântica: “Eu sempre falei de amor, sempre fiz versões nos shows, fosse com banda ou nas apresentações voz e violão. No meu primeiro show eu já cantei um Roberto Carlos. No primeiro disco gravei ‘O Tempo’ do Fernando Catatau, que tem essa pegada, o segundo já veio com a Diana… Mas fiquei mesmo guardando esse repertório, porque quando fosse gravar, seria um disco inteiro!”, relembra a cantora, que comenta, abaixo, as 10 canções escolhidas para o álbum... Leia o Faixa a Faixa no Scream Yell

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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Bárbara Eugênia - Tuda (2019)...




Download: Tuda (2019).zip

Bárbara Eugênia sempre pautou o romantismo em seus registros.Desde a paixão juvenil em “Por Aí”, do Jounal de Bad (2010); dos momentos conflituosos de “Roupa Suja”; É o Que Temos (2013); ou da tentativa de dar uma nova chance a uma relação gasta em “Recomeçar”, do Frou Frou (2015); Bárbara destacou as diversas nuances de tal sentimento em seus versos, sem medo de se expor ou soar excessivamente dramática. A cantora entrega-se ao lirismo romântico em suas obras, realçados sonoramente pelas inspirações encontradas na música brega e na jovem guarda. Porém, com Tuda (2019), quarto álbum de inéditas da carioca, Bárbara resolve desbravar por novas experimentações.São sintetizadores oitentistas, baterias robóticas, percussões afro, boas doses de música latina e alguns tons de psicodelia. Elementos que trazem um frescor para o mesmo alicerce poético que sustenta as composições da cantora desde sua estreia... VIA
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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Bárbara Eugenia e Tatá Aeroplano - Vida Ventureira (2017)




"Em março de 2017, Bárbara Eugênia e Tatá Aeroplano entraram no estúdio Minduca junto com Dustan Gallas, Junior Boca, Bruno Buarque, Clayton Martin e Lenis Rino para gravar o disco "Vida Ventureira", álbum de parcerias inéditas que conta a história de um casal pé na estrada viajando pelo mundo. A dupla criou as canções na Fazenda Serrinha, em contato com a natureza dionisíaca e cercados de muita arte. As músicas surgiram inspiradas num roteiro de cinema, ideia proposta pela Bárbara, que convidou Tatá para compor em parceria as histórias desse disco. Vida ventureira é um filme cantado, tocado, imaginado, musicado. É a saga de um casal que sai numa viagem de descobertas e libertação. O disco narra acontecimentos e situações. Desde a saída cheia de surpresas, excitação, aquela sede de viver, passando por momentos de questionamento profundo, um retiro para dentro, vêm brigas e reconciliações, uma abertura de consciência, quebra de paradigmas até que chega ao final em uma grande catarse, eles finalmente encontram a “luz no fim do mundo”.
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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Bárbara Eugenia - Frou Frou (2015)...





Em Frou Frou ainda temos a mesma Bárbara Eugênia de Journal de BAD (2010) e É o Que Temos (2013), mas tem algumas coisinhas chamando a atenção. Para começar, em grande parte das faixas percebemos uma proeminência da guitarra, propondo fills, riffs e fraseados mais proeminentes do que nos discos anteriores. O teclado também está mais presente, e não apenas fazendo uma cama ou complementando o som da harmonia. Ele quase sempre realmente contribui com arranjos e, quando dá as caras, parece até descolado da canção, como se fosse uma linha melódica de outra época invadindo a composição. Besta”, a boa faixa de abertura do disco, é exemplar. Teclado, saxofone e baixo, todos produzindo melodias, deixando apenas a guitarra a cargo do ritmo e a bateria marcando o tempo. “Vou Ficar Maluca”, algo na praia do que o Belle And Sebastian anda fazendo. “Pra Te Atazanar” tem aquela guitarrinha suja e esperta do Rafael Castro e dá-lhe o teclado de outra era mais uma vez contribuindo com o refrão... Leia Mais
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terça-feira, 4 de março de 2014

Aurora - Aurora (2014)...




Encontrei Bárbara Eugênia no meio do ano passado, ainda empolgado com seu segundo disco É o que Temos, mas ela só conseguia falar do Aurora, novo projeto que vinha desenvolvendo com o Chankas, guitarrista do Hurtmold – um projeto que começou com uma inspiração beatle. “Estava de férias no fim do 2012, num sítio no interior de São Paulo, lendo um livro que fala da história por trás das músicas dos Beatles, quando comecei a ter algumas ideias, fui pensando na vida, em como se deu toda a transformação deles enquanto banda, enquanto indivíduos, e desandei a escrever… Não eram nem letras, algumas só ideias mesmo, elucubrações… Mas aquilo me deu a ideia de fazer um disco novo, um projeto à parte do meu trabalho solo. Algo específico falando sobre tudo aquilo que eu estava pensando e sentindo. Meu ex-namorado – tenho que dar todo o credito a ele mesmo… – me disse: ‘Por que você não chama o Chankas pra fazer esse’ E eu disse: ‘Claro, genial, vou chamar!’"Fernando Cappi, guitarrista do Hurtmold que que assina seu trabalho solo como Chankas havia colaborado com o disco que a Bárbara lançou no ano passado, ao fazer o arranjo para “Não Tenho Medo da Chuva e Não Fico Só”, ao lado de Tatá Aeroplano. “Já tinha batido uma vontade de fazer mais coisas com ele... Continue Lendo
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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Bárbara Eugênia - É o que temos (2013)...




Bárbara Eugênia foge à regra quando próxima de vozes recentes ou mesmo veteranas da música popular brasileira. Sem o descontrole lírico (e emocional) de Karina Buhr, distante dos gracejos pop de Tulipa Ruiz e raspando de leve na psicodelia nostálgica de Céu, a cantora traz nos vocais a principal arma para se apresentar e consequentemente seduzir o público. Com o acerto de quem pensa no trabalho de estúdio já visualizando o o cenário Ao Vivo, a artista carioca situada em São Paulo alcança o segundo registro solo aprimorando as experiências iniciadas há três anos. São composições que abandonam o ambiente à meia-luz de Journal de BAD (2010) para mergulhar o trabalho em um plano levemente ensolarado e às vezes até excêntrico. Intitulado É O Que Temos (2013, Oi Music), o novo registro partilha de um conceito bastante específico: a sedução. Ciente do caráter voluptuoso da própria obra, Eugênia passeia pela essência de Gainsbourg e outros símbolos do erotismo musical, encontrando nas guitarras versáteis de Scandurra um apoio para reproduzir composições que naturalmente hipnotizam. Menos tímido que o antecessor, o novo disco traz no clima setentista da faixa de abertura boa parte dos engenhos que tratam de alimentar o restante do álbum. Composições movidas por uma estética econômica, solos alongados e que servem para destacar exclusivamente os vocais cada vez mais polidos e bem explorados da cantora.... Continue Lendo
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Barbara Eugênia - Journal de BAD (2010)...


www.myspace.com/barbaraeugenia

Download: Journal de BAD (2010).rar

Bárbara Eugênia, carioca que vive em São Paulo cercada de gente do mundo todo, se parece sim, crença nas suas composições, como quem acorda, pega a trilha de sonhos e submete ao assobio do namoro novo ou afoga tudo na quentura da manteiga que derrete nos cafés das manhãs. Na legítima fuga do amor que trava ou enferruja no calendário (“Agradecimento”) ou no medo do goleiro diante do pênalti (“A chave”), cuidado frágil – este lado para cima!-, aí vem a moça cronista do infortúnio e da ventura amorosa, cotidianos em desabridas letras. “Journal de BAD” é também um disco novo com o melhor dos sintomas modernos da música que se faz hoje no Brasil e em São Paulo: o ajuntamento de artistas como Junior Boca (guitarra, violão, produção e direção musical), Dustan Gallas (baixo, piano, órgão, teclados, mixagem e produção) e Felipe Maia (bateria), só para citar um trio de frente. Porque reparando ainda nos créditos, lá vem uma regravação de Fernando Catatau (“O Tempo”, Cidadão Instigado), uma composição de Junio Barreto, outra de Tatá Aeroplano, colaborações de Pupillo e Dengue (baixo e batera da Nação Zumbi), Otto na goela, Karina Buhr, Juliana R. Um mar de gente e de histórias. Conheci o “Journal de BAD”, com este mesmo título, ainda como uma espécie de newsletter afetiva distribuída por Bárbara Eugênia aos amigos e conhecidos...
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