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quarta-feira, 1 de abril de 2026

Bodó Valorizado - Noite de Mexidão (2026)...




A banda Bodó Valorizado lança o EP “Noite de Mexidão”, primeiro álbum da sua história, que completa oito anos de carreira e resistência cultural em Boa Vista (RR) em 2026. O lançamento nas plataformas digitais de streaming acontece nesta sexta-feira, 06 de fevereiro, com o show de estreia na mesma data, a partir das 20h, no Estúdio Parixara, na avenida Presidente Castelo Branco, nº 2266, bairro São Vicente. Segundo a banda, a obra é “a consolidação do trabalho autoral da banda, que por essência conecta diversos ritmos e vertentes culturais da Pan-Amazônia sob uma perspectiva roraimeira, ultrapassando fronteiras geo-políticas e linguísticas e acolhendo as expressões musicais migrantes que formam o caldeirão cultural que existe atualmente em Roraima”. A banda Bodó Valorizado lança o EP “Noite de Mexidão”, primeiro álbum da sua história, que completa oito anos de carreira e resistência cultural em Boa Vista (RR) em 2026. O lançamento nas plataformas digitais de streaming acontece nesta sexta-feira, 06 de fevereiro, com o show de estreia na mesma data, a partir das 20h, no Estúdio Parixara, na avenida Presidente Castelo Branco, nº 2266, bairro São Vicente. Segundo a banda, a obra é “a consolidação do trabalho autoral da banda, que por essência conecta diversos ritmos e vertentes culturais da Pan-Amazônia sob uma perspectiva roraimeira, ultrapassando fronteiras geo-políticas e linguísticas e acolhendo as expressões musicais migrantes que formam o caldeirão cultural que existe atualmente em Roraima”... Continue Lendo na Folha BV

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Carol Pedroso - Eu canto minha força, meu lugar! (2025)...




Mulher indígena, amazônida de Santarém (PA) e artevista socioambiental, Carol Pedroso lança seu primeiro EP, “Eu Canto Minha Força, Meu Lugar”, um trabalho que traduz sua trajetória artística e política em música. Cantora, compositora, escritora e vocalista do grupo Suraras do Tapajós, Carol constrói um projeto que une ancestralidade, memória afetiva e resistência dos povos da floresta, com forte protagonismo feminino. Com direção musical do mestre da guitarrada Manoel Cordeiro, o EP conta com participações especiais de Dona Onete, Lia Sophia, do coletivo O Som Que Vem Delas e do próprio Suraras do Tapajós, reforçando o diálogo entre diferentes gerações e linguagens da música amazônica. O projeto nasce a partir de experimentações sonoras e colaborações artísticas que funcionam como instrumento de afirmação cultural e transformação social... Continue Lendo no Cultura Preta

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terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

Bruno Benitez - Disco Vivo (2023)...





 Com dez faixas, “Disco-Vivo” é o quarto álbum de Bruno Benitez e chegou às plataformas digitais, nesse mês de dezembro, juntamente a um projeto audiovisual. Dentre as músicas que compõem seu disco mais recente, oito são regravações de produções lançadas em seus projetos anteriores e duas são composições inéditas. O título do álbum faz referência ao formato no qual ele foi gravado, ao-vivo, em um estúdio com a banda e o cantor presentes, simulando a forma como os discos eram gravados antigamente: com os intérpretes e os musicistas juntos na mesma sala, como se fosse um show ao vivo. A gravação deu origem tanto ao álbum musical, disponível nas principais plataformas de streaming de música, quanto ao projeto audiovisual, com videoclipes postados no canal do cantor no YouTube... Continue Lendo no Portal Jambu

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domingo, 18 de junho de 2023

Vieira e Seu Conjunto - Lambadas Das Quebradas (1978)...





Assisti o doc "Origens da Lambada", na mostra Brasil.DOC do Inedit Brasil 2023, disponível gratuitamente online até dia 25 de Junho (procure saber no nosso insta) e resolvi trazer esse álbum com o clássico do mês.

Gravado em Belém (PA), no estúdio da rádio Rauland, em quatro canais, “Lambadas das Quebradas” Vol. 1, disco de 1978, traz os primeiros sucessos tocados por Vieira, como A Lambada da Baleia, que conta um fato pitoresco ocorrido na cidade em 1974, e Lambadas das Quebradas, que dá título ao disco, também composta muito antes de ser gravada, entre 1974 e 1975. As gravações foram realizadas e acompanhadas pelo representante da gravadora Continental em Belém, Jesus Couto. Destaca-se também a “Lambada da Curupira”, inspirada na lenda do ser mitológico protetor das matas; e “Lambada da bicharada”, na qual Vieira emula com sua guitarra os sons de galinhas, boi, bode e outros animais. É uma grande festa dos bichos na fazenda. O álbum encerra com um bolero, o que também se tornaria uma marca... Continue Lendo no site do Mestre Vieira

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quarta-feira, 1 de março de 2023

Suraras do Tapajós - Kiribasáwa Yúri Yí-Itá (A Força Que Vem das Águas) (2021)...




Suraras do Tapajós é o primeiro grupo de carimbó formado somente por mulheres indígenas no Brasil, surgido em 2018, o musical é um braço da Associação de Mulheres Indígenas Suraras do Tapajós, que leva sua missão de combater a violência e o racismo contra a mulher indígena através da arte. O primeiro álbum das Suraras do Tapajós, transcende a força da natureza em forma das canções que compõe o projeto. Pensado e feito de forma coletiva pelas integrantes do grupo, desde a escolha do estúdio de gravação, às edições de cada faixa, participando de todas as tomadas de decisões...

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terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Tutu com Tacacá - Tutu com Tacacá (2021)...




O conhecido carimbó do Pará temperado com tambores de Minas Gerais invadiu as ruas e palcos de Belo Horizonte e, agora, virou disco. Após lançar dois singles como aperitivos ao público, a banda Tutu com Tacacá apresenta o primeiro álbum da carreira, homônimo, como a consolidação de um projeto que propõe uma ponte inédita entre os movimentos musicais de Minas e do Pará. São oito músicas autorais, com fortes influências de expressões culturais regionais, como o Congado, a Folia de Reis, a Catira mineira, carregadas com a guitarra e o banjo paraenses do carimbó. Nas raízes de uma banda de encontros, não apenas entre as geografias de Minas e Pará, o Tutu com Tacacá agrega em seu primeiro disco diversas participações originais, como a declamação de Lorena Lemos, militante do Levante da Juventude, na música “Resiste, Sempre-Viva”, em uma reverência à resistência das mulheres que se encontram nas ruas para lutar pelos seus direitos; e os sapateados e palmas de Mariana Razzi, inspirados na catira mineira, famosa dança dos rincões sertanejos, e que encorpam o arranjo de “Mineira no Carimbó” – homenagem ao jeitinho particular que as moças das montanhas dançam carimbó...

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quinta-feira, 9 de setembro de 2021

OYO - Força Maior (2021)...




OYO é um projeto solo de música digital criado em 2020 como instrumento permanente para dar vazão a ideias sem fronteiras musicais. "Força Maior" é o primeiro lançamento de OYO, com quatro músicas, inspirado em ritmos nortistas tradicionais disseminados pelo pesquisador Ygor Saunier, no trabalho do amazonense Celdo Braga e na música dos povos originários sob uma perspectiva da música eletrônica contemporânea. De forma geral, o EP propõe reimaginar o cenário da região em um tempo pós-moderno...

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Marcelo Nakamura - Naka & os Piranha (2020)...




“Naka & Os Piranha” é o nome do segundo disco do cantor e compositor nipo-brasileiro-amazônico Marcelo Nakamura. — Primeiro segundo: algo experimental. Segundo segundo: opa, música brasileira. Terceiro segundo: eu já tinha começado a entrar no ritmo. Assim mesmo, coisa rápida, até mais do que eu poderia imaginar, “Caso Encerrado”, primeira faixa do disco, me tomou de uma forma indescritível. A minha surpresa se deu pelo fato de eu já ter ouvido falar do Naka & Os Piranha, porém nunca havia parado para ouvir. E agora não paro de ouvir. Que disco incrível, que sonoridade envolvente, animada, dançante. A cada música eu me lembrava dos tantos e tantos shows animados em quais já fui com os amigos, do tanto que dançamos, do quão bom era estar ali apenas sentindo os ritmos das canções. “Naka & Os Piranha” me proporcionou exatamente as mesmas sensações, se o álbum em si foi capaz de fazer isso, imagine só um show, com certeza eu preciso muito! Carregado de carimbó, impossível ouvir este disco e não lembrar de Dona Onete com toda sua energia, ritmo e talento. Ouvir as canções e não lembrar de Academia da Berlinda e toda sua versatilidade também é impossível. “Naka & Os Piranha” conseguiu pegar o melhor destes dois exímios trabalhos tão cultuados e formar seu novo disco, cheio de swing nortista, ou até mesmo folk amazônico, como um trabalho acadêmico já definiu uma vez... Continue Lendo no Polvo Manco

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quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Dona Onete - Rebujo (2019)...





Ionete Silveira da Gama tinha uns 10 anos quando cantava na beira do rio e os botos se reuniam à sua volta. Sonhava em ser cantora de rádio, como Dalva de Oliveira, cujo repertório gostava de entoar. Mas a vida seguiu por outros caminhos e foi preciso mais de meio século para que ela finalmente fosse reconhecida como a estrela que a pequena Cachoeira do Arari, na Ilha de Marajó (PA), sempre soube que ela era. Virou diva do carimbó aos 70, conquistou de Caetano Veloso a Gaby Amarantos, passando por David Byrne e outras estrelas da música. Agora, aos quase 80, Dona Onete se prepara para uma turnê pela Oceania e o lançamento do terceiro álbum, Rebujo. O disco que tem entre seus produtores Pio Lobato (guitarrista da banda da cantora) foi batizado com o termo usado para explicar o movimento que faz com que o que estava no fundo do rio venha à tona. “Tem família que a gente diz: ‘Eita, está dando um grande rebujo’. Os podres daquelas pessoas estão saindo tudo, lá do fundo”, exemplifica. “O que aconteceu no 'Rebujo' (a música-título) é que o tubarão veio, não achou peixe na água salgada e entrou na água doce. E a cobra-grande, uma lenda que nós temos, boiou, e ‘rebujou’, veio do fundo tudo, os peixes pularam e o tubarão chegou. Só que a piranha, que não pertence ao nosso rio, e a traíra, não entraram na festa, não quiseram ser comidas pelo tubarão. Aí o pessoal já leva para o outro lado”, ela ri, explicitando o duplo sentido da letra... VIA
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terça-feira, 20 de novembro de 2018

Skarimbó - Emaranhado (2018)...




Download: Emaranhado (2018).zip (ou no bandcamp acima)

Skarimbó é mais que uma banda, é um emaranhado de forças unidas pelo poder da música. O grupo faz parte do cenário musical de Natal-RN desde 2014 e em 2015 lançou seu EP de estréia (DoSol) com 4 músicas. De lá pra cá foram muitas apresentações, mudança de formação e uma constante vibração de entrega, amor e resistência que ganhou as ruas da cidade com uma sonoridade instigante e letras contundentes. 2018 é o ano de lançamento de "Emaranhado", primeiro álbum do Skarimbó, que contou com a Produção Musical de Gabriel Souto. Nele, os ritmos da América Latina, do Nordeste e da África se encontram numa grande celebração entre nossa ancestralidade e as idas e vindas da existência mundana...
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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Lucas Estrela - Farol (2017)...




Download: Farol (2017).zip

Com a importante função de manter o legado de constante evolução e quebra de paradigmas da música paraense, o guitarrista Lucas Estrela lança seu segundo álbum, Farol. Influenciado diretamente por mestres da guitarrada, que moldaram sua persona musical e são símbolos da rica cena cultural do estado do Norte do país, Estrela traz em seu novo trabalho uma nova ressignificação do gênero, incorporando em suas canções elementos do synthpop dos anos 1980 e até do post-rock, influenciado pelo grupo norte-americano Tortoise, uma das bandas prediletas do artista... VIA
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terça-feira, 10 de novembro de 2015

Dirimbó - Dirimbó EP (2015)...




Recebam este swing! A banda Dirimbó, grupo de carimbó contemporâneo do Recife, apresenta ao público seu primeiro EP com quatro faixas autorais: ‘Selfie’, ‘A Noite é Minha’, ‘Cacarimbó’ e ‘Cabousse’ formam o repertório deste trabalho, cujo processo de produção fonográfica, conceitual e musical foi realizado de forma independente e com recursos da própria banda. O EP encontra-se disponível para download neste link, além de audição no Soundcloud e Youtube. O conceito do EP seguiu à risca a pegada da Dirimbó, altamente inspirada nas guitarradas e marcações de pulso bem acentuadas, típicas do carimbó nascido no Pará. As letras seguem a mesma linha, seja na irreverência e bom humor como na faixa ‘Selfie’, ou na dor de cotovelo de amor mal resolvido da ‘Cabousse’. A guitarrada em ‘Cacarimbó’ é daquelas que obriga a pessoa a dar uma dançadinha, nem que seja sozinho, enquanto que ‘A Noite é Minha’ narra aquela paixão gostosa de se sentir.
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