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quinta-feira, 23 de abril de 2026

Getúlio Abelha - Autópsia+(2026)...




Getúlio Abelha lançou Autópsia+ (2026), álbum que expande universo de Autópsia (2025), eleito um dos melhores dos ano pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA). O repertório é enriquecido com cinco faixas inéditas: "O Corte”, “Brincadeira do Ossinho”, “Zé Pinguelo”, “Espantalho” e “A Cova", que você confere detalhes faixa a faixa abaixo. Além disso, "Ranço” e “Caranguejeira Satanista”, antes apenas disponíveis no vinil de Marmota (2021), chegam às plataformas digitais. O resultado das 12 faixas é dançante, o forró e o brega é enriquecido com camadas eletrônicas, pop, psicodelia, rock e punk. Destaque no cenário do forró LGBTQIA+, Getulio Abelha também explora outros gêneros brasileiros. Este lançamento, porém, surge com uma temática mais soturna. “O disco trabalha o conceito de morte, enterramento… tudo o que fica para depois”, reflete. Por aqui, além do forró, ele trabalha com o rock e o eletrônico, também passeando pelo jazz ao longo das novas faixas... Continue Lendo na Noize

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terça-feira, 4 de março de 2025

Getúlio Abelha - Autópsia EP (2025)...




Nascido em Teresina, Piauí, Getúlio Abelha é um cantor, compositor e ator brasileiro. Desde cedo, demonstrou interesse pelas artes, participando de serestas e karaokês com seu pai nos finais de semana. Aos 19 anos, mudou-se para Fortaleza, Ceará, para estudar teatro na Universidade Federal do Ceará, embora não tenha concluído o curso, optando por seguir uma trajetória artística independente. Em Fortaleza, Getúlio desenvolveu diversos trabalhos no cinema, teatro e performances, destacando-se por sua presença marcante e estilo único. Sua música transita entre o forró tradicional, pop com atitude punk e eletrônico, incorporando influências que vão desde a cultura nordestina até elementos contemporâneos. Em “Autópsia” seu novo álbum, ele leva o brega para uma viagem sem freio, misturando dubstep, seresta, emo, pop rock, funk e bolero em um som que parece um experimento de laboratório — caótico, afiado e irresistível. O disco escancara a solidão, a montanha-russa emocional de quem encara a vida adulta numa cidade gigante como São Paulo e a busca incansável por conexão, tudo embalado por metáforas de morte e renascimento. Se “Marmota” era puro deboche, “Autópsia” chega mais intenso, cinematográfico e sem medo de se reinventar. “Freak” dá o pontapé inicial como um hino outsider com refrão viciante, enquanto “Toda Semana” faz um crossover inesperado de forró com emo, e “Engulo ou Cuspo”, com Katy da Voz e As Abusadas, vem como um soco — sujo, urgente e sem filtro. Além do som, o álbum é um espetáculo visual. Cada faixa ganhou um visualizer, e o clipe de Freak traduz bem a estética entre o sombrio e o teatral que permeia tudo... Vale lera matéria na integra da FFW da UOL

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023

Getúlio Abelha - Marmota (2021)...




 Antes mesmo do lançamento do seu álbum de estreia, “Marmota”, em 2021, Getúlio Abelha já havia fisgado o público em outros dois momentos: primeiro com o videoclipe de “Laricado”, de 2017, e dois anos depois, com o registro de um cover de “Hoje à Noite”, hit da banda Calcinha Preta, no concurso de um shopping cearense. Ambos os episódios, que tornaram Getúlio mais conhecido, sobretudo na internet, dizem muito sobre os seus caminhos enquanto artista. Da ousadia de gravar um videoclipe no mercado municipal de Fortaleza – em meio às reações espontâneas dos visitantes – ao improviso que entreteve quem estava na praça de alimentação, o cantor não se intimida e desafia a si mesmo em suas performances. Esses elementos também aparecem nas composições do disco “Marmota”, que trazem um novo ângulo ao forró, gênero que acompanha o artista desde cedo. Versos como “Ai, meu Deus, o meu filho de calcinha / Como é que eu vou explicar pras criancinhas? / Oh, my dad, você pare de frescura / E vá ensinar pra elas o que foi a ditadura”, da faixa “Aquenda”, rebatem o preconceito em torno da prática de viés identitário para travestis e pessoas trans – o que tem uma importância ainda maior no país com a maior taxa de transfeminícidio do mundo... Continue Lendo a entrevista na Revista Balaclava

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