Se foram 5 anos desde que o duo carioca Gorduratrans lançou paroxismos, seu segundo disco. Ele e o primeiro repertório infindável de dolorosas piadas foram crias de Felipe Aguiar (guitarra e voz) e Luiz Marinho (bateria e voz). Discos barulhentos que remetiam a relacionamentos e o dia a dia. Em zera – que você ouve após a entrevista – o barulho permanece, mas de forma mais organizada. Digamos assim. As temáticas mudam um pouco abordando o contexto geral de relações indo até a política e futebol. Que inclusive andam, infelizmente, de mãos dadas. A gravação ocorreu no lendário El Rocha com participações de Fernando Sanches e Rodolfo Duarte. A produção do disco tem as assinaturas do produtor pernambucano Roberto Kramer (ROKR) e de Fernando Dotta (Single Parents). Batemos um papo com Luiz Marinho sobre as músicas, letras, produção e shows... Leia o papo na Revista O Inimigo
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quinta-feira, 4 de agosto de 2022
Gorduratrans - Zera (2022)...
Download: Zera (2022).rar
Se foram 5 anos desde que o duo carioca Gorduratrans lançou paroxismos, seu segundo disco. Ele e o primeiro repertório infindável de dolorosas piadas foram crias de Felipe Aguiar (guitarra e voz) e Luiz Marinho (bateria e voz). Discos barulhentos que remetiam a relacionamentos e o dia a dia. Em zera – que você ouve após a entrevista – o barulho permanece, mas de forma mais organizada. Digamos assim. As temáticas mudam um pouco abordando o contexto geral de relações indo até a política e futebol. Que inclusive andam, infelizmente, de mãos dadas. A gravação ocorreu no lendário El Rocha com participações de Fernando Sanches e Rodolfo Duarte. A produção do disco tem as assinaturas do produtor pernambucano Roberto Kramer (ROKR) e de Fernando Dotta (Single Parents). Batemos um papo com Luiz Marinho sobre as músicas, letras, produção e shows... Leia o papo na Revista O Inimigo
segunda-feira, 3 de julho de 2017
gorduratrans - paroxismos (2017)...
gorduratrans.bandcamp.com
Download: Paroxismos (2017).zip
Download: Paroxismos (2017).zip
Menos de dois anos depois do debute, Repertório Infindável de Dolorosas Piadas (2015), o duo carioca Gorduratrans chega ao segundo disco da carreira. Paroxismos, que marca a ida da banda ao selo Balaclava Records. “Para fazer o Paroxismos, decidimos parar de fazer shows, parar com tudo, e dedicar o tempo que fosse necessário a esse novo disco”, conta o grupo, formado por Felipe Aguiar (guitarra e voz) e Luiz Felipe Marinho (bateria e voz), falando dos quase oito meses em que o álbum foi gestado. “Já tínhamos algumas das faixas estruturadas, mas a maior parte do processo criativo do disco aconteceu nesse tempo em que ficamos parados – o que entendemos ter sido essencial para o processo.” Paroxismos nasce maior que o Repertório Infindável de Dolorosas Piadas. Não apenas no tamanho (o novo possui 37 minutos, contra os 21 do antecessor), mas especialmente em cuidado, possibilidades e intenções sonoras. Se o primeiro álbum foi inteiramente levantado com menos de dois meses de banda, desta vez, Aguiar e Marinho frequentaram o estúdio do selo Cosmoplano Records, da baixada fluminense (pago com o dinheiro gerado pelos streamings do LP de estreia), por fins de semana seguidos até finalizar o novo trabalho... VIA
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Gordura Trans - Repertório Infindável de Dolorosas Piadas (2015)
Youtube
Bandcamp
Download: Repertório Infindável de Dolorosas Piadas.zip
Bandcamp
Download: Repertório Infindável de Dolorosas Piadas.zip
"É engraçado como as coisas acontecem. Quando você recebe um e-mail de um remetente chamado gordutrans, você pensa, "poxa, a galera quer cortar tudo de bom dessa vida?", mas para a minha agradável surpresa, eu cliquei ali. Descobri uma banda bem interessante e digo porquê. São dois moleques cariocas, Luiz Marinho e Felipe Aguiar, fazendo música como forma de se expressar, de vomitar as coisas. Relacionamentos, partidas, o passado e um quê de futuro são coisas que encontrei em Repertório Infindáveis de Dolorosas Piadas, primeiro disco da dupla.Assim que escutei aqueles poucos mais de 22 minutos, senti que tinha algo na música deles que não conseguia ficar limitado as influências que estavam escritas naquele e-mail: Ride, My Bloody Valentine, Ludovic e Lupe de Lupe. Era como se o Lê Almeida tivesse chegado pra esse pessoal e falado "bom, você quer fazer música independente no Brasil, tem um notebook, o seu quarto, uma guitarra e é só isso que precisa". Parece que eles pensaram exatamente assim e o resultado é uma ótima estreia, de uma promissora dupla que eu recuso a dizer que faz "shoegaze". É rock de quarto. O vocal arrastado, as letras em português, o instrumental torto. Essa receita é talvez a melhor para extravazar o que está preso e o gordutrans a seguiu certinha", continue lendo no Altnewspaper.
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