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quinta-feira, 22 de junho de 2023

Juvenil Silva - Um Belo Dia Nesse Inferno (2022)...



O músico pernambucano Juvenil Silva se prepara para o lançamento do quarto disco da carreira, o Um Belo Dia Nesse Inferno, em meio ao turbilhão de energias caóticas que o país está vivendo. Diferente de seus trabalhos anteriores, que bebiam do rock e das guitarras distorcidas, o artista experimenta no novo álbum a atmosfera do folk psicodélico e da canção, com uma pegada mais popular. O trabalho vem ao mundo nesta segunda-feira (10). As 10 faixas que integram a tracklist estão quase sem guitarra, prevalecendo nelas, os violões de aço, nylon, 12 cordas e um lendário instrumento: o tricórdio de Lula Côrtes. As influências que regem as melodias leves com letras mais incisivas, vão de Zé Ramalho, Bob Dylan, Belchior, Lula Côrtes, Syd Barret, a Flaviola, Nick Drake e a cantora Nico... Continue Lendo na Revista O Grito

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sexta-feira, 11 de junho de 2021

Juvenil Silva - Lonjura (2021)...





 Após três anos do lançamento de seu último álbum, “Suspenso”, de 2018, disco financiado pelo público através de uma campanha de crowdfunding, Juvenil Silva lança “Lonjura”, que estará disponível para streaming nesta sexta (11). O quarto álbum de sua trajetória contém 6 faixas, foi gravado à distância durante esse período de isolamento social, sem ensaios e com músicos convidados espalhados por várias cidades do Brasil e em Londres (Inglaterra). Estão no álbum nomes como Irmão Victor (RS), músico em ascensão na música independente, o braço direito de Siba, Mestre Nico (PE), e Marcos Gonzatto (SC), da Faichecleres, banda clássica de Curitiba com relativo sucesso na era da MTV. “Pra mim, gravar esse EP foi algo radicalmente novo e desafiador, porque sempre preferi fazer junto com os técnicos e a banda, pré-produzindo, ensaiando, experimentando em shows, e, agora, me ver nessa situação, tendo que, de certa forma, orquestrar todos os passos, arranjos, timbres, mixagens, com todo mundo assim, longe. Muitos que tocaram nem se conhecem. Não teve ensaios, nem encontros. Tive que me debruçar ainda mais em todos os processos, desde as composições, passando pelas gravações até a mixagem e master”, explica Juvenil. Diferente do que Juvenil já lançou anteriormente, “Lonjura” traz uma atmosfera mais branda na sonoridade. O mesmo não pode se dizer sobre o conteúdo das letras, uma vez que retratam sentimentos caóticos a que fomos submetidos a enfrentar nesse período de pandemia e desgoverno fascista...

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terça-feira, 10 de abril de 2018

Juvenil Silva - Suspenso (2018)...




Numa noite de quarta-feira de setembro, enquanto um público seleto assistia à apresentação da sazonal banda Sabiá Sensível no sexto andar do Edifício Pernambuco, era possível ver, da sacada deste prédio que se transformou em ponto de ebulição cultural no centro do Recife, surgir no chão da Avenida Dantas Barreto o verso: “Tudo que tem asas quer voar”. Um prenúncio da campanha que resultaria, meses depois, no lançamento de Suspenso, terceiro álbum autoral de Juvenil Silva. Nome ativo no front e nos bastidores da música independente, sempre inquieto seguidor do lema “faça acontecer”, o músico e produtor pernambucano apresenta agora as canções mais pessoais de sua carreira. Em um repertório de 13 faixas, o sucessor de Desapego (2013) e Super qualquer no meio de lugar nenhum (2014) marca o amadurecimento e a busca pela experimentação estética do artista. Se os trabalhos anteriores foram marcados pelo folk rock psicodélico que o levou a estampar capas dos principais jornais e circular em festivais pelo país, na nova fase, Juvenil investe no balanço grooveado e no convite à dança para compor o repertório. Suspenso vem mais suingado, com influências de ritmos latinos e do brega pernambucano – vistas em uma maior presença das percussões –, sem deixar de lado uma certa “fritação” psicodélica... VIA
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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

JuveNil Silva - Super Qualquer no meio de lugar nenhum (2014)...




O novo álbum de Juvenil Silva conta com a produção do músico Arthur Soares (Dossa) e teve grande parte do seu registro feito no Estúdio Base. A inspiração veio do clássico Ulysses, de James Joyce, e aborda a vida de um cidadão comum ao longo de um dia, em que, mesmo tentando desfrutar da sua folga, continua a se ver imerso nos problemas do dia a dia e no caos urbano. O centrão da cidade e o cotidiano do Recife também serve como referência para o álbum. A capa foi feita pelo artista visual Victor Zalma, baseado na estética dos quadrinhos. O disco traz diversas participações, como Isaar, Juliano Holanda, Cláudio N., Wander Wildner (RS), Aninha Martins, Rafael Castro (SP) e os músicos Márcio Oliveira, Leo Vila Nova, Rodrigo Padrão, Diego Firmino, Aline Borba, Rama Om e Johsi Guimarães... VIA
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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Juvenil Silva - Ao Vivo no Festival Recbeat (2014)...




Como festival indie do dentro gigantesco Carnaval do Recife, o Rec-Beat tem função privilegiada na hora de celebrar novos ídolos. Algo que é bastante difícil para outros palcos, pouco afeitos a experimentações. Neste primeiro dia de show, dois nomes pernambucanos mostram que o público está ávido por novidades locais. Juvenil Silva e Bruno Souto apresentaram seus trabalhos solo no Cais da Alfândega, já com uma boa base de fãs. Tanto Juvenil quanto Bruno começaram a carreira em bandas locais, o primeiro no Dunas do Barato (entre outras) e o segundo na Volver. Juvenil Silva despontou após se aventurar solo com seu disco Desapego, em que experimenta uma psicodelia misturada com rockabilly. Ele tem uma personalidade vocal muito própria, com versos quase declamados, teatrais. Seu show no Rec-Beat teve a mesma explosão performática que vimos no festival No Ar Coquetel Molotov no ano passado... Continue Lendo
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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

JuveNil Silva - Ao Vivo - Festival No Ar Coquetel Molotov (2013)...




Pouco antes das dez da noite, com um bom público já acomodado, começou o show do pernambucano Juvenil Silva, um dos nomes da forjada “Cena Beto”, que tem ganhado cada vez mais força na cena independente do Recife. Juvenil parecia bem tranquilo e bastante feliz com a oportunidade de abrir os shows do teatro, o som estava bom e ele aproveitou bem a chance para ganhar a atenção da gurizada que esperava para ver os shows de Cícero e Rodrigo Amarante. Ele apresentou músicas do seu primeiro disco solo Desapego, lançado nesse ano. Ele também aproveitou para tocar canções feitas por ele e gravadas por outros nomes da cena local ou em suas antigas bandas, além de algumas faixas inéditas. O show ainda contou com participações especiais da própria cena Beto, como Aninha Martins... Leia Mais
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Juvenil Silva - Desapego (2013)...




janeiro trouxe duas coisas boas nesse rápido início! além da chuva, trouxe o primeiro disco solo de Juvenil Silva. DESAPEGO trás dez composições autorais e algumas parcerias - "you're not alone", (composta com Jean Nicholas); e "de volta para o futuro em Recife", (que trás improvisos em cima do poema escrito por José Juva). O primeiro disco solo de Juvenil é uma coleção de viagens, temporais ou não, entregue a todos os que se predisporem a ouvir e irem além disso. a arte do álbum foi feita pelo coletivo "mosca de padaria"... Continue Lendo
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