Kevin Brezolin começou seu Kbyte Workextra, em disco, no finalzinho do ano passado, com o lançamento do EPzinho de três faixas “Droga Feita Em Ksa” (clique aqui pra ouvir). Meses depois, outro EPzinho, também de três faixas, “Dream Materia”, reforçando o prazer apresentado em dezembro. A bem da verdade, o que cativa aqui é a primeira música, “1991”, “uma carta sonora sobre fazer 30 anos e leva no nome o ano de nascimento do artista”. “É sobre ter paciência, não desistir de sonhar, ser leve e abraçar a sombra, caminhando junto dela em meio a esse caos de trajetos possíveis”, disse ele, em comunicado à imprensa. Ter trinta anos é uma lembrança distante demais pra mim. Já foi-se, há tempos. Mas lembro-me perfeitamente das inseguranças que Brezolin expõe aqui e me diz muito pouco, porque sei que vão passar, com o andar dos anos. Entretanto, “1991”, bem como “Chorinho”, poesia falada, fechando o EP, são atraentes sonoramente, deliciosas e tão passageiras quanto deve ser uma música pop-jovem (mesmo pretensiosa) e as agruras de certas fases da vida... Leia mais no Flogase
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quinta-feira, 8 de julho de 2021
Kbyte Workextra - Dream Matéria (2021)...
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Kevin Brezolin começou seu Kbyte Workextra, em disco, no finalzinho do ano passado, com o lançamento do EPzinho de três faixas “Droga Feita Em Ksa” (clique aqui pra ouvir). Meses depois, outro EPzinho, também de três faixas, “Dream Materia”, reforçando o prazer apresentado em dezembro. A bem da verdade, o que cativa aqui é a primeira música, “1991”, “uma carta sonora sobre fazer 30 anos e leva no nome o ano de nascimento do artista”. “É sobre ter paciência, não desistir de sonhar, ser leve e abraçar a sombra, caminhando junto dela em meio a esse caos de trajetos possíveis”, disse ele, em comunicado à imprensa. Ter trinta anos é uma lembrança distante demais pra mim. Já foi-se, há tempos. Mas lembro-me perfeitamente das inseguranças que Brezolin expõe aqui e me diz muito pouco, porque sei que vão passar, com o andar dos anos. Entretanto, “1991”, bem como “Chorinho”, poesia falada, fechando o EP, são atraentes sonoramente, deliciosas e tão passageiras quanto deve ser uma música pop-jovem (mesmo pretensiosa) e as agruras de certas fases da vida... Leia mais no Flogase
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