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segunda-feira, 22 de julho de 2024

Luiza Brina - Prece (2024)...




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 O corpo nu de Luiza Brina sobre o chão de pedra na foto de Daniela Paoliello torna o alegórico bastante explícito: Prece (2024, Dobra Discos) é uma obra sobre conexão. Versos que reverberam como suplicas a Deus, buscam se conectar com a natureza e, principalmente, estabelecem um dialogo do indivíduo com ele próprio. “Pra viver junto é preciso poder viver só / Pra gente se encontrar“, detalha a musicista mineira em Oração 18 (Pra Viver Junto), espécie de canção-síntese do meticuloso repertório que se revela ao ouvinte. Claro que essa autocompreensão e evidente domínio de Brina sobre a própria criação não se dá por acaso. Ainda que finalizado ao longo dos últimos meses, Prece é uma obra que vem sendo montada pela cantora, compositora, produtora e arranjadora mineira há mais de uma década. São composições que ganham contornos de orações, como rezas geradas a partir das observações da artista sobre o cenário ao redor, mas que a todo momento estabelecem um precioso componente de diálogo com qualquer indivíduo... Continue Lendo no Música Instantânea

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domingo, 3 de abril de 2022

Luiza Brina - A Toada Vem É Pelo Vento (Deluxe Edition) (2022)...





Dez anos atrás, Luiza Brina gravava seu primeiro álbum na Casa Azul, espaço que se tornou emblemático para a cena musical contemporânea de Belo Horizonte. Feito de maneira artesanal do processo de gravação à capa, que à época ganhou uma ilustração manual da designer Raquel Pinheiro, e uma tiragem de mil e quinhentas cópias feitas no computador de casa, “A toada vem é pelo vento” ganhou força com o passar dos anos. Mesmo tendo lançado importantes álbuns posteriormente, como o “Tão tá” (2017), arranjado por ela e produzido por Chico Neves, ou o “Tenho Saudade Mas Já Passou” (2019), indicado pela APCA como um dos melhores do ano, e ainda o EP “Deriva” (2020), produzido em casa por ela, o repertório inicial daquele disco seguiu relevante. Agora, com uma década de distância, e diante da grandeza afetiva e dos admiradores que o álbum conquistou – dentre eles o norte-americano Helado Negro, fã confesso do disco – em sua trajetória, Luiza Brina decidiu revisitá-lo... Continue Lendo no Conteúdo Som.VC

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sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Luiza Brina - Deriva (2020)...



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Em tempos de isolamento social, incerteza e o distanciamento entre os indivíduos, Luiza Brina estabelece pequenas conexões no aconchegante Deriva (2020). Cercada de colaboradores, a cantora, compositora e multi-instrumentista mineira faz do registro de cinco faixas uma delicada reflexão sobre o atual cenário de pandemia e caos político. Frações poéticas e instrumentais que se completam pela presença de nomes importantes da nossa música, como Teago Oliveira (Quanto Isso Passar), Arthur Nogueira (Súbita Canção), Chico Bernardes (Garrafa ao Mar) e Julia Branco (Butterfly). Entre as canções que recheiam o EP, preciosidades como a já conhecida Oração 12, bem-sucedido encontro com a cantora e compositora baiana Josyara... Leia Mais no Miojo Indie
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terça-feira, 20 de agosto de 2019

Luiza Brina - Tenho saudade mas já passou (2019)...




Existe uma leveza rara no som produzido por Luiza Brina. Coisa que só artista mineiro sabe como fazer. Melodias que parecem dançar pelo tempo, flutuando em meio a diferentes fases da nossa música, como um permanente resgate de sensações, vivências e memórias empoeiradas. Um misto de nostalgia e evidente desejo de transformação, estrutura que orienta de forma simples cada fragmento de voz, nota ou minucioso entalhe criativo que embala o terceiro e mais recente álbum de estúdio da cantora e compositora belo-horizontina, Tenho Saudade Mas Já Passou (2019, Matraca / YB).Sequência ao também delicado Tão Tá (2017), obra que contou com produção de Chico Neves (Los Hermanos, Skank) e a interferência de um time seleto de instrumentistas mineiros, o novo álbum segue uma medida própria de tempo, sem pressa, envolvendo o ouvinte aos poucos. “Como será que a música começa?“, questiona logo nos primeiros minutos do trabalho, como se apontasse a direção curiosa que orienta a experiência do público até o último instante do álbum. São vozes cristalinas que se espalham em meio a melodias de pianos, como um permanente exercício de saudação e acolhimento sensorial... VIA
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sábado, 6 de abril de 2013

Lu e César - Ouça de Fone (2013)...




Quando o César me enviou os bounces do que viria a ser um trabalho de comunhão artística entre ele e Luiza Brina eu fiquei pasmo. Aquilo não era Luiza e César, quero dizer, era Luiza e César, mas de uma forma outra. Mais do que uma junção consciente de estilos e bagagem, percebi que o que estava a acontecer ali era, nas palavras de Plutarco – para além do campo político, sublinhando uma re(e)sistência –, um sincretismo, um fenômeno que corre no campo do fazer, do pensar e do deixar ir... Continue Lendo
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