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quinta-feira, 24 de dezembro de 2020
Marcelo Cabral - Naunyn (2020)...
Download: Naunyn (2020).rar
Eleito um dos homens mais bonitos da zona oeste de São Paulo em pleito realizado no mês de outubro de 2017, o baixista, produtor, arranjador, male model e ex-skatista profissional Marcelo Cabral está de volta em Naunyn, seu segundo disco solo. Concebido durante a quarentena, o trampo foi basicamente criado em um sintetizador usado também como sampler/sequencer, o OP-1. Emprestada ao artista pelo amigo Bruno Buarque, a maquininha rendeu dias de experimentação obsessiva, e os resultados (ou pelo menos aqueles que foram registrados) viriam a ser a espinha dorsal do projeto. Inspirado também no tempo em que Cabral viveu em Berlim, entre 2018 e 19 — oito das nove faixas de Naunyn receberam nomes de ruas do bairro de Kreuzberg. A outra? Uma padaria turca — , o disco é 100% eletrônico, com influências de hip-hop, punk/hardcore e new wave. Tudo cheio de experimentalismos, pique freestyle... Leia mais no OPS
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Marcelo Cabral - Motor (2018)...
Download: Motor (2018).zip (Se der erro na extração, tente o winzip)
Lenda-viva do skate paulistano (quando subia e descia as ruas usando o pseudônimo de Cabralha), o baixista Marcelo Cabral
atualmente é mais conhecido pela precisão incisiva das linhas de baixo
do Metá Metá ou pelos arranjos que faz nos discos em que trabalha (de
Criolo a Elza Soares). Ele está prestes a lançar seu primeiro disco
solo, batizado de Motor, em que reforça este seu lado arranjador e
mostra sua faceta de compositor num álbum sensível, delicado e
minimalista, sem baixos elétricos ou acústicos, tocado apenas no bass
synth. O disco foi produzido por Daniel Bozzio, Romulo Fróes e pelo
próprio Marcelo, e conta com músicas compostas pelo baixista ao lado dos
colaboradores Clima, Rodrigo Campos, Alice Coutinho e Romulo, além de
participações de velhos chapas como Ná Ozetti, Maria Beraldo, Cuca
Ferreira, Criolo e Guilherme Held, além dos broders de Metá Metá, Sérgio
Machado, Kiko Dinucci, Thiago França e Juçara Marçal... VIA
terça-feira, 25 de julho de 2017
Metá Metá - EP 3 (2017)...
Download: EP 03 (2017).zip
Em 2017 o Metá Metá fez a trilha para o espetáculo de dança do Grupo Corpo, Gira. Odara Elegbara e Ajalaiyé são canções que faziam parte da trilha, mas não entraram na versão final do espetáculo. Temos agora a oportunidade de ouvir essas duas canções que fizeram parte do processo de criação da trilha de Gira. Odara Elegbara e Ajalaiyé são canções que citam o orixá Exu (também tema do espetáculo Gira), conhecido no panteão como um Deus primordial, mensageiro entre os demais deuses e os mortais, a força dinâmica que move mundo e todos os seres que nele habitam...
quinta-feira, 21 de maio de 2015
METÁ METÁ - EP (2015)...
Download: METÁ METÁ - EP (2015).zip
Enquanto a gente prepara o terceiro álbum, taí um EP, lançado às véspera da terceira turnê europeia. Nesse EP, aproveitamos para gravar as músicas que entraram no show mas ainda não tinham sido gravadas por nós. O disco abre com Atotô, do Kiko, gravado originalmente em 2007 por ele e Juçara, no álbum Padê. A segunda faixa é Me Perco Nesse Tempo, conhecida pelo registro feito pela banda brasileira pós-punk "As Mercenárias", no disco "Cadê as Armas?". O EP fecha com o samba de Douglas Germano, Sozinho, com formação acústica, como o Metá Metá fez em seu primeiro álbum de 2011. O EP foi gravado no dia 02 de abril de 2015 no estúdio El Rocha, por Fernando Sanches, que também mixou e masterizou o álbum... VIA
sábado, 1 de junho de 2013
Passo Torto - Passo Elétrico (2013)
Os músicos e compositores Kiko Dinucci, Marcelo Cabral, Rodrigo Campos e Romulo Fróes lançam o segundo disco do projeto Passo Torto, intitulado Passo Elétrico. Se no primeiro álbum, privilegiou-se os instrumentos acústicos, agora, como o próprio título parece anunciar, o novo disco parte de uma busca por novas sonoridades. A nova formação inclui guitarras, conduzidas por Kiko Dinucci e por Rodrigo Campos, que mantém o cavaquinho, mas dessa vez processado por pedais de efeitos. Pedais, que também foram incorporados ao baixo acústico de Marcelo Cabral. Novamente há a ausência de instrumentos de percussão, substituídos pela arquitetura rítmica dos instrumentos de corda. Outra característica do trabalho do Passo Torto se manteve e se desenvolveu ainda mais com este novo disco, a construção harmônica, que se dá pelas diferentes vozes melódicas de cada instrumento, produzindo uma teia polifônica que dificulta a identificação dos acordes de cada canção. Essa polifonia, produz uma tensão rítmica que faz com que a canção por muitas vezes flutue, sobre uma pulsação não muito clara, camuflada por distorções, texturas e ruídos, incorporados aos arranjos. Como no disco anterior, as letras das canções do Passo Torto continuam a flertar com São Paulo e seus personagens, mas com Passo Elétrico, essa relação se mostra de maneira crítica e inconformada, questionando a transformação desordenada da cidade e seus desdobramentos na vida do cidadão paulistano.
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