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quinta-feira, 22 de maio de 2025

Marina Sena - Coisas Naturais (2025)....

 




A fase solo de Marina Sena trouxe a cantora para lugares bem diferentes pelos quais ela passou ainda na época dos grupos Rosa Neon e A Outra Banda da Lua. Em um período de quatro anos a cantora mineira teve que assimilar e reconhecer sua posição como uma das principais vozes do pop nacional depois de oito anos de carreira em circuitos bem menores e menos reconhecidos do que por onde ela transita atualmente. Quando o nome da artista nascida em Taiobeiras (MG) chegou ao grande público, sua autenticidade musical se destacou – e eu me incluo aqui entre os que perceberam isso. Suas letras e sonoridades traziam um ar arejado ao pop nacional. A riqueza nas referências e o domínio de um repertório vasto são as características que fazem o trabalho da cantautora mineira carregar esse ineditismo contínuo. No seu repertório existem poucas tentativas de entrar nas tendências do circuito musical, e as poucas tentativas provaram – através da reação baita negativa de seu público – que a pasteurização não é um caminho a ser tomado... Continue Lendo no Site da Revista O Grito!

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quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Marina Sena - De Primeira (2021)...




 De Primeira (2021, Alá / Quadrilha) é um desses discos que você ouve da música de abertura à canção de encerramento com um sorriso no rosto. Estreia em carreira solo da cantora e compositora mineira Marina Sena, o registro produzido em parceria com Iuri Rio Branco (Flora Matos, Davi Sabbag), nasce como o produto final de um intenso processo de amadurecimento artístico, busca por novas possibilidades e construção da própria identidade. São composições que preservam a essência colorida e pluralidade de ritmos incorporada durante a atuação como integrante do Rosa Neon, mas que a todo momento estabelecem pequenos diálogos conceituais com outras obras em que esteve envolvida, como a psicodélica A Outra Banda da Lua, encontros com a dupla Hot & Oreia, ou mesmo no ainda recente Amanhã (2021), de Jean Tassy, concebido em parceria com o mesmo produtor. Entregue ao público em pequenas doses, De Primeira vai muito além do que as já conhecidas Me Toca e Voltei Pra Mim, dois momentos de enorme acerto do trabalho, pareciam indicar. Trata-se de uma síntese deliciosa de tudo aquilo que define o pop brasileiro ao longo da última década. São ecos de pagode baiano, batidas extraídas do funk, fragmentos de samba e uma dose extra de romantismo que vai do R&B ao brega. Um bem-resolvido catálogo de ideias que poderia facilmente se perder nas mãos de uma artista iniciante, mas que parece trabalhado de forma inteligente na produção de Rio Branco e voz potente da cantora que ocupa com naturalidade todas as brechas do registro... Leia mais no Música Instantânea

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