Enquanto “Homem Mulher Cavalo Cobra”, álbum anterior do músico e compositor paulista Morris de 2020, propunha uma imersão mítica em torno dos grandes temas políticos, sociais e ambientais, “Fé Na Desordem” se volta para o indivíduo e revela o encontro com a espiritualidade, aceitando as marcas do tempo e a maturidade. A espiral das canções trata de amor, separação, solidão, paternidade e nostalgia. Também diferente do disco anterior, agora não é mais uma mesma banda que veste as canções. Dessa vez, cada faixa é um universo independente, com arranjos e instrumentação criados a partir de sua proposta melódica e poética. Isso traz uma diferença de timbres e estilo que lembram, segundo Romulo Fróes, diretor artístico do disco, os grandes álbuns de MPB dos anos 1970...
sexta-feira, 8 de maio de 2026
Morris - FÉ NA DESORDEM (2026)...
Enquanto “Homem Mulher Cavalo Cobra”, álbum anterior do músico e compositor paulista Morris de 2020, propunha uma imersão mítica em torno dos grandes temas políticos, sociais e ambientais, “Fé Na Desordem” se volta para o indivíduo e revela o encontro com a espiritualidade, aceitando as marcas do tempo e a maturidade. A espiral das canções trata de amor, separação, solidão, paternidade e nostalgia. Também diferente do disco anterior, agora não é mais uma mesma banda que veste as canções. Dessa vez, cada faixa é um universo independente, com arranjos e instrumentação criados a partir de sua proposta melódica e poética. Isso traz uma diferença de timbres e estilo que lembram, segundo Romulo Fróes, diretor artístico do disco, os grandes álbuns de MPB dos anos 1970...
sexta-feira, 27 de março de 2026
Cabaça Sonora - Cabaça Sonora 2 (2026)...
Em sua 2ª edição, o projeto de EP Cabaça Sonora reúne cinco artistas do Centro Antigo de Salvador em um trabalho coletivo que reforça a força criativa, cultural e ancestral do território. Com produção musical de Felipe Guedes e influências do samba, reggae, arrocha e outras rítmicas populares brasileiras, o EP Cabaça Sonora 2 apresenta músicas inéditas dos artistas Ejigbo Oni, Iná Tupinambá, Jade Lu, Paulinho do Reco e Victor Badaró, além de uma faixa coletiva. Vinculado ao selo musical Cabaça Sonora e à Coliga Produções, o projeto tem como propósito fomentar a produção fonográfica baiana a partir do protagonismo negro e indígena, nas canções e bastidores, contribuindo para o dessenvolvimento de carreiras artísticas emergentes, na construção de memória da música negra e indígena e para o enfrentamento das desigualdades étnico-raciais no mercado da música... Continue Lendo no Pretessencias
quarta-feira, 25 de março de 2026
Criola beat - Isso É Criolabeat (2025)...
O coletivo maranhense Criola Beat apresenta Isso É Criolabeat, seu primeiro álbum, acompanhado de um documentário e de um visualizer que ampliam a experiência sonora para o campo audiovisual. Realizado com apoio do Edital Rumos Itaú Cultural 2023-2024 e produção da Upaon Mundo Produções, o projeto já está nas plataformas digitais. Mais do que um disco, o projeto se coloca como uma reverência ao Tambor de Crioula do Maranhão, patrimônio cultural afro-brasileiro, reinterpretado a partir de beats, timbres da world music e diálogos com a cultura hip-hop. A proposta parte da vivência do produtor Adnon Soares com mestres e mestras da cultura popular maranhense e conecta tradição e contemporaneidade sem diluir a força ritual da manifestação original... Continue Lendo no Minuto Indie
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
Luca Argel - O Homem Triste (2026)...
O que vem, afinal, a ser isso de “ser homem” nos dias de hoje? Como é que se faz essa construção? Qual é o caminho? Que passos são precisos? Qual é o contributo da sociedade e até que ponto é exercida uma pressão carregada de estereótipos e artifícios? Sobre tudo isto e muito mais reflete O Homem Triste, mais recente trabalho discográfico do luso-brasileiro Luca Argel, que partiu da residência artística e da estreia no Cine Teatro de Amarante, já passou por outras salas (Viseu e Matosinhos) e vai estar no Theatro Circo em Braga (28 de fevereiro) e no Maria Matos (2 de março). Nestes dois últimos casos, com a participação especial de Moreno Veloso, filho de Caetano e produtor do disco. Como o próprio reconheceu na TSF, pela primeira vez vira o espelho para si e, sabendo bem na pele o que é enfrentar os desafios inerentes a um homem, deixa a interpretação e crítica do mundo lá fora para cantar acerca do “labirinto da pressão social exercida sobre os rapazes” na construção de uma “masculinidade tradicional, hegemónica e tóxica”. No fundo, ideias feitas que, na educação em casa, na escola ou via meios de comunicação, procuram omitir as fragilidades de um ser humano como outro qualquer e vincam o falso caminho de uma “máquina de trabalho, de desempenho físico e sexual”. Neste labirinto que é um colete de forças, muitos rapazes crescem sob recalcamentos e ideias repressivas. E, tantas vezes em adultos, o resultado fica expresso nas trágicas estatísticas de comportamentos de risco e tipos de violência, na esmagadora maioria das vezes exercida sobre as mulheres... Continue Lendo no Almont
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
Tiago Terras - Sambas de Terra (2025)...
Na próxima quarta-feira (10/12) o cantor e compositor Tiago Terras lança seu primeiro EP solo, intitulado “Sambas de Terra”. Composto por quatro sambas de sua própria autoria, feitos ao longo do ano de 2025, o trabalho conta com a produção musical do experiente Eduardo Taufic e participações de nomes como Jubileu Filho, Weslley Silva (Cicinho) e Bruno Cirino, que juntos formam o time que deu vida a sonoridade bem construída da obra. Apesar de ser seu primeiro EP, Tiago Terras é um cantor de muita experiência em sua bagagem e possui várias composições no conjunto de sua obra. É professor de canto e coralista no coral do estado do RN, somando-se mais de trinta anos de atuação entre a vertentes do erudito e popular. Além de integrar a Camerata de Vozes do Rio Grande do Norte, Tiago Terras já cantou com o grupo Igapó de Almas e é um dos idealizadores do projeto musical Os Chicos, em parceria com o cantor Rafael Barros, onde realizam tributos a grandes nomes da MPB, com uma trajetória de apresentações nos mais importantes teatros e casas de cultura do RN. Além disso, Tiago Terras também assinou vários projetos culturais como preparador vocal e na preparação de artistas potiguares, tendo colaborado com talentos Potyguara Bardo, Luísa Nascim e Cami Santiz. Seu trabalho combina principalmente técnicas da erudição com sonoridades brasileiras contemporâneas, feitas com talento e desenvoltura... Continue Lendo no Papo Cultura
sábado, 31 de janeiro de 2026
Hominis Canidae #188 - Janeiro (2026)...
Eis nossa primeira mixtape de 2026, fechando o mês de janeiro com a nossa #coleta188, que tem 16 faixas de álbuns e EPs postados em nosso blog ao longo do mês que chega ao fim, somados a uma faixa inédita no blog. O som inédito que abre a mix, é o novo som solo da jovem cantora e compositora maranhense Geoh Nolasco. “Vibrar” tem uma pegada rock indie grungeira e ao mesmo tempo contemporânea em uma letra que se conecta com as ânsias da juventude atual. O trabalho é um lançamento do selo Brisa Rec e chega com um clipe, saca aqui:
sábado, 13 de dezembro de 2025
Elisa de Sena - Orgânica (2025)...
“Canto mais forte e abro o meu peito negro, nessa Angola deixada nas Minas Gerais. É viola, é batuque, é folia, é reisado e o povo desse Brasil tem mil Áfricas mais”, canta Elisa de Sena em “Cafuzo”, música que abre o seu segundo disco solo “Orgânica”. A escolha é muito feliz, porque mostra logo de cara a que veio o novo álbum, focado na ancestralidade, na música mineira e em ritmos de origem negra e indígena como o forró, o samba e o maracatu. . Com dez canções e uma vinheta, o disco nasceu como o próprio nome do álbum revela, buscando o som da percussão e cordas como protagonistas e produzido da forma mais natural possível, trazendo timbres que remetem à sonoridade da terra, como coro, sementes e água. “Orgânica” tem produção musical de Nath Rodrigues e Felipe Pizzutiello... Continue Lendo na Revista Prosa, Verso e Arte
segunda-feira, 10 de novembro de 2025
Felth - Black Samba (2025)...
O cantor e compositor carioca Felth lança” Felth Black Samba”, álbum que marca uma guinada definitiva em sua trajetória artística. Após se destacar no cenário do Trap, R&B e Afrobeats, Felth agora mergulha de cabeça na fusão entre o samba-rock, a soul music e o pagode, com inspiração em nomes como Arlindo Cruz, Jorge Aragão, Seu Jorge, Ludmilla, Sandra de Sá e a estética clássica da Motown Records. A jornada começa com “Pôr do Sol”, um samba-rock solar e sedutor que traduz a paixão inicial com sensualidade e lirismo. A letra compara o corpo da amada ao pôr do sol e embala esse encanto com uma base dançante, cavaco marcante e metais vibrantes. A faixa foi inicialmente escrita para o rapper Hungria, mas acabou se tornando uma das favoritas do próprio Felth. Na sequência, vem “Best Part”, releitura de uma canção internacional, cantada em inglês com direção vocal cuidadosa. A versão brasileira mantém a suavidade original, mas incorpora elementos do samba-rock. É o momento em que o malandro se mostra completamente entregue: apaixonado, vulnerável e disposto até a aprender outro idioma por amor... Continue Lendo no A Capivara Deu Cria
quarta-feira, 22 de outubro de 2025
Pero Manzé - Ave, Êxodo! (2025)...
Na última sexta-feira (12), saiu Ave, Êxodo!, disco de estreia do músico, cantor, compositor e traquitaneiro Pero Manzé, registro que parte das raízes numa infância cristã que foi dando lugar a uma vida adulta com fome de mundo, marcada pela arte, a engenharia e a migração. O disco Movimenta-se sob uma liturgia com o profano e sai de andada numa procissão que reúne todos os tipos de paixões e angústias que a gente tem no decorrer da vida. Produzido por Lucas Gonçalves (Maglore), o álbum apresenta 11 faixas autorais de Pero Manzé e uma de Lucas (“Procissão”). “Caro Espírito Paisano” foi o único single, lançado na semana passada como um pequeno spoiler. A mix do disco é de Chico Bernardes e a master de Fernando Sanches (Estúdio El Rocha)... Continue Lendo na Revista O Grito!
terça-feira, 7 de outubro de 2025
Nilo Arruda - Plano (2025)...
Download: Plano (2025).rar
Álbum de estreia do cantor e compositor paulista Nilo Arruda. Plano reúne nove faixas que passeiam por uma diversidade de ritmos e abordagens musicais e tratam de maneira espirituosa os nossos encontros mais sinceros com a realidade que nos cerca. Nascidas no violão as canções ganham um contorno pop alternativo com a produção musical de Gustavo Koshikumo e Juliano Parreira, variando de arranjos épicos a sonoridades etéreas. O álbum conta com as participações de Gisele Almeida, Luli MC, Lua Specian, Anderson de Paula, além de uma letra da poeta Yasmin Bidim. A gestação prolongada do álbum de estréia de Nilo Arruda, um projeto que levou quatro anos para tornar-se realidade, é um fator que ajuda a compreendê-lo: Ao longo de suas nove faixas, o álbum apresenta uma pluralidade de ritmos e abordagens musicais com presença constante dos temas do amadurecimento e da insistência em letras profundas,, ainda que irreverentes. Entre tragédias e felicidades, as músicas tratam de maneira espirituosa os nossos encontros mais sinceros com a realidade que nos cerca...
sábado, 27 de setembro de 2025
Tenório JR. - Embalo (1964)...
Fazia um tempo que não postava um clássico do mês. Nossa singela homenagem ao pianista e compositor carioca Tenório JR., que infelizmente nos deixou de forma repentina e muito cedo. No ultimo dia 13 de setembro, o governo argentino divulgou que identificou o corpo do talentosíssimo pianista e compositor brasileiro. Ele foi assassinado a tiros aos 34 anos, após ser torturado e preso dias antes do início da ditadura na Argentina. Finalmente ele pode descansar e agora é exigir justiça e explicações ao governo argentino...
O pianista brasileiro Francisco Tenório Cerqueira Júnior, o Tenório Jr., Tenorinho, acompanhava Vinicius de Moraes e Toquinho para concertos no Gran Rex, em Buenos Aires. Era março de 1976. Hospedado no hotel Nornandie, na Calle Rodríguez Peña, perto da Av. Corrientes, o artista sai à noite e deixa um bilhete: “Vou sair para comer um sanduíche e comprar um remédio. Volto logo.”. Nunca mais voltou. Sequestrado e desaparecido-forçado. Morto pela ditadura militar argentina que se avizinhava.
Texto de contracapa do LP ‘Embalo’, por Tenório Júnior:
Este álbum é o resultado de uma série de sessões de gravação realizadas no Rio de Janeiro, em fevereiro e março de 64 para a RGE. É a minha primeira tentativa em disco como líder e devo esta oportunidade ao meu grande amigo Roberto Menescal, famoso violonista e compositor, que me apresentou a dois homens de larga visão na moderna música brasileira: Benil Santos e José Scatena, por intermédio dos quais a RGE me deixou à vontade para elaborar o álbum. Tudo me foi creditado, desde a escolha dos temas e arranjos até os detalhes mais técnicos, como estúdio, engenheiro de som, capa, etc. Isto contribuiu definitivamente para que eu me entregasse a diversas experiências com tipos diferentes de conjunto, tentativas minhas de arranjos, enfim, uma série de incursões num terreno que eu apenas havia tateado; é surpreendentemente diversa a atuação do músico num estúdio de gravação e numa casa noturna, pois, enquanto há a presença incentivamente do auditório e um “relax” natural do ambiente, naquele o que se vê é uma floresta de microfones que intimida o principiante à primeira vista... Continue Lendo na Revista Prosa & Arte
sexta-feira, 5 de setembro de 2025
Gustavo Monteiro - Retribuição (2025)...
“Retribuição”: compositor e instrumentista mineiro Gustavo Monteiro celebra 20 anos de samba com seu terceiro álbum de estúdio. O disco traz participações de nomes como Cristovão Bastos, Zé Paulo Becker, Pedro Amorim, Marcelo Caldi, entre outros. . Compositor e instrumentista de prestígio, Gustavo Monteiro é uma referência do violão 7 cordas na cena do samba de Belo Horizonte e do país, tendo acompanhado joias do quilate de Dona Ivone Lara, Almir Guineto e Wilson das Neves. Celebrando mais de 20 anos de carreira, ele lança seu terceiro trabalho autoral, “Retribuição. O disco esta disponível em todas as plataformas de streaming desde 19/8. Viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, “Retribuição” sucede o disco “Gênesis” (2021) e o EP “Parcerias” (2024), ambos autorais. E, assim como nos trabalhos anteriores, reúne uma elogiada lista de participações, misturando gerações do samba do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte em um encontro raro... Continue lendo na Revista Prosa & Arte
segunda-feira, 25 de agosto de 2025
João Pedro Cé - Broto (2025)...
O cultivo de um espaço verde no apartamento do músico João Pedro Cé rendeu mais do que ervas e hortaliças que alimentam, aliviam e temperam. Na sacada do artista, também foi plantado Broto, seu segundo álbum solo, que reúne faixas compostas desde 2012 e apresenta uma guinada do cantor e guitarrista rumo à canção. “Comecei a plantar na minha sacada porque queria ter mais verde em casa. Fui aproveitando mais o sol e produzindo hortaliças e temperos. Um dia, descendo a escada do prédio, vi minha varanda e achei bonita a natureza no meio da selva de pedra”, recorda o artista, que hoje vive em Salvador. O encantamento em relação à própria horta de 2m², cultivada em um edifício no Centro de Porto Alegre, se transformou em uma “microperformance agroecológica” – como cunhou a atriz Silvana Rodrigues, do Grupo Pretagô, amiga de João, para se referir ao trabalho artístico discreto, na fronteira do íntimo e da vizinhança, realizado pelo guitarrista ao longo de dois anos... Continue Lendo no Matinal Jornalismo
quarta-feira, 23 de julho de 2025
Gustavo Ortiz - Desafogo (2025)...
“Desafogo” é uma daquelas palavras que a gente está acostumado a ler mas, em vários casos, nunca parou para ver o significado – uma palavra ligada ao fim de algo que oprime, pressiona, sufoca. No caso do EP do paulista Gustavo Ortiz, ela conceitua um repertório que fala sobre formas diferentes de viver. Mas apontando também para os tais momentos em que a opressão diária dá um tempo. O clima também é de denúncia, e muita. A faixa José, João, com Romulo Fróes, foi lançada em single no simbólico 1º de maio, e é dedicada ao pai de Gustavo, um ex-caminhoneiro que começou a trabalhar ainda na infância, e morreu de covid poucos dias antes de receber a vacina – o clipe traz imagens do aniversário de 3 anos de Gustavo, com o pai entre os presentes, A faixa-título, composta há 16 anos, fala sobre como às vezes é complicado apenas esquecer dos problemas e descansar. Botafé propõe, na letra, liberdade para ser, ao mesmo tempo, silêncio e barulho... Continue Lendo no Pop Fantasma
quinta-feira, 10 de julho de 2025
Tássia Reis - Topo da Minha Cabeça (2024)...
Como uma linha de chegada que celebra as dores e delícias de um longo percurso, o novo projeto de Tássia Reis registra um ensaio de movimentos introspectivos e reconexão com sua ancestralidade, para então reafirmar: “‘Topo da Minha Cabeça’ é o ponto mais alto e mais importante a se chegar, é o ponto que almejo, é o topo que quero e vou conquistar”. O quinto álbum em sua discografia marca também o seu retorno para si mesma sendo versado ao longo de 10 faixas. Com produções de Barba Negra, EVEHIVE, Felipe Pizzu, Fejuca e Kiko Dinucci, e participações especiais de Criolo e Theodoro Nagô, Topo da Minha Cabeça sintetiza as misturas que foram sendo costuradas pela artista paulista ao longo do processo, unindo o Soul, Samba, Rap, Drill, Funk, R&B, Jazz e muito mais por um olhar afrofuturista. O novo álbum já está disponível nas plataformas... Continue Lendo no Midia Ninja
quinta-feira, 26 de junho de 2025
Les Rita Pavone - El Baile Rock (2025)...
A banda paraense Les Rita Pavone existe desde 2006 e funciona quase como uma entidade musical. Vários integrantes entraram e saíram e dois nomes importantes da história do grupo, Mateus Moura e Rafael Pavone, não são mais “oficiais” – mas gravaram vocais e assinam composições neste que é o primeiro álbum lançado por eles, ¡El baile rock!. Antes de mais nada, o título é irônico: a visão de rock do Les Rita é tão experimental e variada que nem dá para colocar a banda num escaninho. Em 47 minutos, e num universo que mescla canções curtas e temas extensos, Gabriel Gaya (voz e composição), Arthur da Silva (violão, voz, teclado, cavaquinho e produção), Helênio Cézar (baixo), Jimmy Góes (guitarra) e Luiz Otávio de Moraes (bateria) se metem com um rock que tem mais a ver com Tom Zé e Jards Macalé (Pira pajé, que cita nominalmente Macalé e Jorge Ben, num andamento que lembra Pesadelo, hit do MPB 4), fazem samba com cavaco e guitarra na onda do Mundo Livre S/A (Hoje é dia de RExPA) e unem jazz, samba a Jorge Ben e pagode (a ótima Eva). E isso só no começo do álbum... Continue Lendo no Pop Fantasma
terça-feira, 17 de junho de 2025
Luca Argel - Meigo Energúmeno (2025)...
O músico e escritor Luca Argel revela hoje o seu novo projeto: “Meigo Energúmeno – Notas para uma leitura antimachista de Vinicius de Moraes” propõe uma reflexão ousada e necessária do legado de um dos maiores nomes da poesia e da música brasileiras, com um olhar contemporâneo e crítico sobre questões de género e representatividade. Conhecido por versos que moldaram a linguagem do amor na cultura popular lusófona, Vinicius de Moraes é figura incontornável da canção e da poesia do século XX. Mas o tempo passa, e com ele, também os paradigmas culturais... Continue Lendo no Portugal Rebelde
sábado, 14 de junho de 2025
oxalah - enquanto a vida passa... (2025)...
sexta-feira, 13 de junho de 2025
Silas Niehaus - Màriwò (2025)...
O cantor, compositor e multiartista baiano Silas Niehaus lançou seu primeiro EP autoral, intitulado “Màriwò”, nesta semana, como parte do projeto Sons do Subúrbio. A obra, que já está disponível nas principais plataformas de streaming, apresenta três faixas que transitam entre samba, MPB, pop e trap, refletindo as vivências de um artista negro, LGBTQI+ e nascido na periferia de Salvador. Natural de Fazenda Coutos III, no Subúrbio Ferroviário, Silas é um artista multifacetado: cantor, compositor, poeta, ator, multi-instrumentista, artesão e performer drag queen. Aos 25 anos, traz em sua estreia musical uma narrativa potente, que celebra sua ancestralidade e reafirma a diversidade como eixo central de sua criação... Continue Lendo no Portal Sotero Preta
quarta-feira, 28 de maio de 2025
Luan Carvalho - Fé, Amor e Groove (2025)...
O cantor e compositor Luan Carvalho lança seu primeiro EP, Fé, Amor e Groove, unindo o pagode baiano a influências do pop, trap e groove. Com três faixas autorais, o projeto foi viabilizado pelo Sons do Subúrbio e já está disponível nas plataformas digitais. Nascido e criado no bairro de Mirantes de Periperi, no Subúrbio Ferroviário de Salvador, Luan traz em sua música as vivências, sons e afetos de quem cresceu no território periférico. O novo trabalho apresenta três composições inéditas que traduzem sua trajetória artística e visão de mundo: Bagunça, Vem Dançar e Outro Patamar... Continue Lendo no Portal Diáspora