O Imposto não é problema de suprimentos. É de outro departamento. Ouvi isso de uma gerente de compras esse ano, e ela está certa. Hoje. Pega um pão francês de R$ 0,80. Antes de chegar na padaria ele passou por lavoura, moinho e distribuidor. Em cada um desses elos alguém contratou contabilidade, manutenção, limpeza, frete, vigilância. Todo esse serviço pagou ISS. E nenhum centavo desse ISS gera crédito pra ninguém na cadeia. Ele entra no custo do prestador, o custo entra no preço, e segue adiante. Quando o pão sai do forno já acumulou o imposto de quatro elos, e nenhum documento fiscal do país diz quanto. Agora troca o pão pelo insumo que você compra. A conta é a mesma, com mais elos. Em 2027 essa conta muda de mesa. O que vai definir se o seu custo cai ou sobe não é a alíquota nova. É uma decisão que cada fornecedor seu toma sozinho, no preço que ele te apresenta. E quem conhece a base de fornecedores é você, não o fiscal. O Túlio Luiz Borba Araújo fez essa conta até o final, com os números da transição, e escreveu um artigo sobre. Vale ler antes da sua próxima renegociação. Link no primeiro comentário.
Linkana
Software Development
São Paulo, São Paulo 7,135 followers
O SRM que simplifica o que o mercado de Procurement insiste em complicar.
About us
A Linkana é a plataforma de SRM criada para empresas que buscam eficiência, clareza e controle na gestão de fornecedores. Centralizamos cadastro, homologação, monitoramento e avaliação de performance em um só lugar. Automatizamos fluxos, eliminamos planilhas e conectamos tudo aos principais sistemas de compras e ERPs, como SAP, Coupa, Oracle e Ariba. Empresas como Suzano, XP, Raízen, Einstein, CBA e Amaggi já utilizam o SRM da Linkana para transformar a forma como gerenciam e se relacionam com fornecedores, trazendo mais agilidade, visibilidade e confiança. Em um mercado acostumado a sistemas complexos e cheios de problemas, nossa tecnologia é desenvolvida por um time enxuto e opinativo, obcecado em criar produtos de altíssima qualidade que realmente funcionam. Somos uma empresa independente, construída com recursos próprios e guiada por um único compromisso: criar produtos excepcionais que simplificam o que as soluções atuais de Procurement insistem em complicar.
- Website
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http://www.linkana.com
External link for Linkana
- Industry
- Software Development
- Company size
- 11-50 employees
- Headquarters
- São Paulo, São Paulo
- Type
- Partnership
- Founded
- 2018
- Specialties
- Procurement, SRM, ESG, Gestão de fornecedores, Onboarding de fornecedores, Homologação de fornecedores, Risco de fornecedores, Cadastro de fornecedores, Monitoramento de fornecedores, and Performance de fornecedores
Locations
-
Primary
Get directions
Alameda Vicente Pinzón 54
11o andar
São Paulo, São Paulo 04547-130, BR
Employees at Linkana
Updates
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Ontem recebi o time de gestão de fornecedores da Cielo no escritório da Linkana. A pauta era uma só: avaliar resultados da implementação da nossa ferramenta e entender como colocar subir ainda mais a barra da gestão de fornecedores deles. Todo processo de homologação começa com muito trabalho manual. Alguém cobra documento, fornecedor preenche dezenas de formulários e alguém revisa. Funciona, mas consome semanas e prende gente boa em tarefa repetitiva. Passamos a manhã olhando dois caminhos pra mudar isso: automatizar mais revisões que são feitas na mão por áreas técnicas e integrar a Linkana com os sistemas internos, pra que o fornecedor entre, seja avaliado e vire cadastro sem ninguém empurrar o processo etapa por etapa. E a conversa me deixou mais convicto de uma ideia que a gente vem amadurecendo internamente: o Selo Piloto Automático. A lógica é simples. A Linkana passa a medir, em cada cliente, o quanto do processo roda sozinho: quantas revisões são automáticas, quanto tempo um fornecedor leva do convite à aprovação, quanta intervenção humana ainda sobra. E reconhece quem chega mais perto do piloto automático de verdade. Governança de fornecedor boa analisa mais, erra menos e ainda assim anda rápido, com o mínimo de gente conferindo planilha na mão. De que ainda um processo mais robusto, mas que ao mesmo tempo ficou mais lento e está dando mais trabalho? O melhor processo é o que ninguém precisa empurrar. Danielle, Gabriella, Israel e Taina, muito obrigado pela visita, foi legal demais conversar com vocês pessoalmente. Nos vemos novamente no escritório de vocês no final do ano para apresentar essa história de sucesso, ein 👀
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A gente fala de gestão de fornecedores no piloto automático na Linkana faz um tempo. O conceito há um tempo já faz sentido, o que tava faltando eram métricas de verdade para deixar esse conceito mais tangível! A ideia: a plataforma faz o onboarding e a homologação do fornecedor sem intervenção humana. Apresento no vídeo abaixo nossos novos dashboards mostrando o quanto isso acontece de verdade. Dá pra ver o tempo da primeira homologação aprovada por fornecedor, com média, mediana e P90, o pior caso típico, que é onde o gargalo se esconde. E o grau de automação do processo: quantas intervenções humanas ainda sobram em cada etapa. Quem quer mais automação passa a saber exatamente onde apertar. No caminhão de melhorias que a gente trouxe, veio junto uma coisa que muita gente pedia: o regime tributário do fornecedor direto da Receita Federal, a partir das declarações da ECF. Simples Nacional, lucro presumido, lucro real, empresas imunes. Identificado sozinho. Com a reforma tributária mexendo em tudo, saber o regime se tornou um ponto extremamente crítico para a avaliação e renegociação de contratos de fornecedores estratégicos nos próximos anos. Ah, e outro easter egg: Já temos o mais novo CNPJ alfanumérico lançado pela Receita rodando, ein! 👀 E pra quem quer ir além do dashboard: dá pra plugar os dados da Linkana direto no seu BI, por nossa nova solução de pipeline de dados, lançada há alguns meses! Já imaginou ter esse controle todo dados da sua operação de governança de fornecedores? Se sim, tá esperando o que pra começar a usar a Linkana? 🔥
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A Receita Federal publicou o primeiro CNPJ alfanumérico do Brasil, e já está na Linkana. O que muda: o CNPJ mantém os 14 caracteres, mas passa a aceitar letras nas 12 primeiras posições, enquanto os dois últimos dígitos continuam numéricos. Os CNPJs atuais seguem válidos, e os dois formatos passam a conviver. Para quem homologa fornecedor, a mudança chega pela porta de entrada do cadastro. Um fornecedor novo pode chegar com letras no CNPJ, e o sistema de homologação precisa reconhecer esse dado do jeito que ele é. Na Linkana, o formato alfanumérico já é reconhecido em todo o fluxo, do convite e dos dados bancários até a decisão e o monitoramento contínuo. A adequação estava pronta antes de a primeira emissão sair. Sua ferramenta de homologação ainda não está pronta para o novo CNPJ? Conheça a Linkana agora mesmo: https://lnkd.in/dafhieuW
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Essa semana recebi os primeiros dados de clientes pra montar o Raio X da Reforma Tributária. Escrevi um artigo esta semana explicando como a reforma já começou a bater nos contratos. Na segunda-feira, o IBS e a CBS entraram nas notas fiscais, e boa parte do mercado ainda trata como problema de 2033, quando em 2027 já começa a valer. Pra quem credita o imposto, o efeito é quase neutro. A virada de verdade está na mesa de compras: o regime tributário e a saúde fiscal do seu fornecedor viraram variável de preço. Comprar de quem é do Simples, ou de quem tem pendência fiscal, passa a custar mais caro pra quem credita. O Raio X é uma análise da sua base de fornecedores com gasto ativo, cruzando regime tributário, regularidade e endividamento por CNPJ, pra mostrar onde a reforma pesa e quais são os principais gargalos de renegociação. Estamos construindo isso em parceria com o Túlio Luiz Borba Araújo, advogado tributarista especialista na reforma, que assina a análise junto com a Linkana. Ficou curioso? Me chama na DM ou manda um e-mail que eu te passo os dados pra rodar o Raio X na sua empresa, de graça.
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Várias vezes eu ouvi que o fornecedor é o gargalo da homologação. Teve uma grande empresa em que a área de compras montou uma sala virtual de dúvidas só para ajudar fornecedor a preencher os vários e vários questionários e fazer upload de documentos no portal do Ariba. Isso não parece ser problema do fornecedor. Quando a dificuldade é a mesma para todos eles, será que todos estão errados? O resultado é o prazo: naquela empresa, o fornecedor chegava a levar 60 dias para ser qualificado. O fornecedor tinha que enviar dezenas de documentos e formulários...A empresa acionar a área de compliance para emitir um relatório de risco de integridade, acionar a área financeira para entender risco financeiro, área de sustentabilidade para checar questionários de ESG. Haja burocracia!! E se a burocracia é inevitável, que seja uma burocracia automatizada e centralizada, não é mesmo? Na Linkana a gente troca quem conversa com o fornecedor. O cadastro continua nascendo no Ariba por solicitação interna, mas o convite do Ariba nunca é disparado: daí em diante o fornecedor só fala com a Linkana, enviando muito menos documentos, porque o sistema já automatiza 90% da documentação e os outros 10% a gente apresenta de maneira amigável para o fornecedor criar coragem de finalizar o processo. Quando a homologação aprova, o resultado volta para o Ariba. A suíte de e-procurement fica exatamente onde está, e ninguém troca de ERP ou de e-procurement por causa disso. Muda só o lugar onde o fornecedor precisa entender o que você está pedindo.
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Respondi centenas de RFPs de gestão de fornecedores. Em quase todas, ganha quem diz mais "sim". O comprador enfileira as perguntas: quem consulta mais fontes públicas, quem tem mais módulos, quantas features cada módulo tem. A cada caixinha marcada, a sensação de que a decisão ficou mais segura. O que some da planilha é a única coisa que importa: o resultado. De que adianta consultar dezenas de fontes se o fornecedor leva 1 mês pra entrar no seu ERP, com alguém do time cobrindo na mão uma integração que não funciona? Um bom processo de compra obriga a perguntar outra coisa. Em quanto tempo eu homologo um fornecedor de verdade? Como sei que ele é seguro? Ele está no ERP, pronto pra uma cotação que já roda? Feature boa é consequência de uma meta bem cravada. Nunca o ponto de partida. Mais sobre isso no meu artigo de hoje:
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Na última semana recebemos o time de suprimentos da Vivo (Telefônica Brasil) no escritório da Linkana pra uma conversa sobre o futuro da área de compras e da gestão de fornecedores. Como muitos de vocês sabem, defendo que estamos vivendo uma nova era de "engenheiros" em procurement. É o profissional que sai da esteira de conferir documento na mão e passa a desenhar o processo, a régua de risco e a orquestração das ferramentas, deixando a rotina rodar no piloto automático enquanto ele pensa no estratégico. No vídeo abaixo, um teaser de como foi esse encontro com os "engenheiros" do time de suprimentos da Vivo!
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De fato, operamos uma verdadeira revolução no processo de cadastro de fornecedores e aumentamos a segurança jurídica das empresas. Ao longo dessa jornada, detectamos oportunidades de melhorias nos processos tanto internos quanto das funcionalidades da ferramenta. Pudemos detectar antecipadamente situações de não conformidade e com isso, evitar riscos futuros. O monitoramento contínuo do score dos fornecedores também nos trouxe oportunidades de reavaliar a manutenção de alguns fornecedores e, principalmente, envolver as áreas de negócio para a avaliação e assunção de riscos. A grande preocupação na implantação de projetos dessa natureza é o impacto operacional e podemos afirmar que vencemos essa etapa com sucesso. Já são 2 anos desde o Go- Live na Leroy Merlin e, uma vez estabilizado e consolidado o processo, a percepção é a de sua total integração, um fluxo normal, incorporado e indispensável para a companhia. Em maio deste ano iniciamos as atividades para a Obramax e, com a experiência adquirida na primeira implantação, podemos ter ainda mais sucesso:) Agradeço ao time Linkana pela parceria e especialmente a todos os colegas Leroy Merlin e Obramax que direta ou indiretamente trabalharam nos projetos e também atual no suporte! #Compliance #Honorabilidade #duediligence #GestãoDeRiscos #LeroyMerlin #Obramax #WeMakeItHappen
Quando a análise de fornecedor deixa de ser manual, o compliance muda de patamar. Foi isso que a Leroy Merlin buscou ao montar o Projeto de Honorabilidade de Fornecedores com a Linkana, e que a Michelle Lopes, Gerente Jurídica de Compliance da Leroy Merlin e da Obramax, contou no palco da Maratona de Supply Chain. O ponto de partida era pesado: mais de 30 mil fornecedores na base, de 300 a 400 cadastros novos por mês, e a exigência de olhar muito além da anticorrupção, cobrindo ESG, risco jurídico, trabalhista, tributário e até a autenticidade dos dados bancários. Na mão, é inviável. Nas palavras dela: "é impossível manualmente um time processar essas análises. A gente precisa ter a mágica de imputar um CNPJ lá dentro e, em segundos, ter um retorno de um score, uma primeira fotografia." Foi aí que a Leroy escolheu a Linkana, a ferramenta com a maior aderência aos requisitos que eles tinham listado. O grande diferencial do case vai além da velocidade: foi conhecer o próprio negócio e parametrizar a plataforma pra refletir a realidade. Score de risco de A a E calibrado pela criticidade de cada categoria, integração com o SAP via API mantendo o SLA de 48 horas, e monitoramento contínuo, porque o fornecedor não é checado uma vez e sim ao longo da jornada. É a homologação rodando no piloto automático, com a governança e o controle sempre na mão do time. Um ano de contrato depois, o gargalo virou ativo estratégico. Leia o case completo: https://lnkd.in/dwze48s4
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Quando entrei na Linkana, iniciei como revisor de documentos privados dos fornecedores de alguns clientes nossos...Haja trabalho manual! Olhar se o documento era do CNPJ correto, endereço correto, dar ctrl + f para encontrar o campo da validade.. Tive até que ir para o fisioterapeuta em uma época por conta de dores nos ombros (!!) E eu sei que alguns de vocês ainda passam por isso. Boa parte dos times de gestão de fornecedores passa o dia caçando informação dentro de documento.. Tendo que validar manualmente. Esse ano era 2020. De lá para cá, tanta coisa mudou...Tanta tecnologia nova, tanta IA... Na Linkana, isso não acontece mais desde o início do ano. Temos IAs especialistas na checagem de dezenas de documentos que o fornecedor envia como Alvará de Funcionamento, Alvará Sanitário, AVCB, SASSMAQ, ISO, Balanço Patrimonial, dados bancários por PIX, etc. O cliente deixa de conferir manualmente o documento e passa a se tornar o guardião da qualidade do processo. E a sua área de gestão de fornecedores? Está em 2020 ou já chegou em 2026?
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