Descobri o The Hardest Reading Challenge You’ll Ever Do (HRCYED) 2.0 alguns dias depois de ele ter começado oficialmente, em 7 de julho de 2025 — mas decidi que vou contar meus livros lidos desde essa data mesmo assim. Conheci o desafio enquanto zapeava vídeos no BookTube, procurando por lives com sprints de leitura para manter o ritmo das minhas leituras de férias, igual ao que eu tinha durante a Maratona Literária de Inverno na semana anterior, quando acompanhei as lives do Victor (Geek Freak). Durante essas buscas, descobri o canal Freshly Read Books, e no primeiro vídeo que assisti, a Ana mencionou o HRCYED e explicou como o desafio funciona. Achei o conceito super interessante, mas, a princípio, não tinha intenção de participar. Ou pelo menos foi isso que pensei no começo. O vídeo em que descobri o HRCYED: Pensei em deixar para participar só na próxima edição, no ano que vem. Mas, apenas duas horas depois de assistir…
Nem Tão Incendiário, Ainda Assim Inquietante
Eu estou “participando” do HRCYED 2.0 (Hardest Reading Callege You Ever Do 2.0), sem muita pretensão de conseguir concluir o desafio (quem sabe no 3.0). Um dos prompts de leitura é ler um lançamento em até 60 dias após a data de publicação, para cada mês do desafio. Para o mês de julho eu escolhi ler um livro de ensaios curtinho. Aliás, essa é minha estratégia para esse prompt, tendo em vista que são 12 livros no total, junto com uma infinidade de outras leituras e de um doutorado… Acabei de ler I Want to Burn This Place Down, da Maris Kreizman, lançado pela Ecco Press, selo da HarperCollins, em Julho de 2025. O livro se encaixa se encaixa na minha estratégia: upoucas páginas, leitura rápida para caber na TBR do mês. Expectativas x Realidade Embora o título sugira uma rebeldia explosiva, o tom encontrado é mais ponderado; um questionamento que não grita por atenção. Uma brasa quente que incomoda…
O Livro das Sementes (Araruama #1), de Ian Fraser
O Livro das Sementes é o primeiro volume da série Araruama, projeto de alta fantasia com temática indígena apoiado no Catarse. A proposta é muito ousada e original. Ian Fraser constrói um universo rico, fundindo mitos e costumes tupi-guaranis a referências de outros povos pré-colombianos. Os elementos fantásticos são inventivos e funcionam muito bem no contexto. A linguagem é trabalhada com termos próprios que remetem ao tupi-guarani, o que dá autenticidade à ambientação, mas também pode tornar a leitura mais hermética no início, até que o leitor se acostume (ou recorra ao glossário no final). Por ser uma obra introdutória, a narrativa demora a engrenar: precisei de tempo para entender a mecânica e o ritmo, e, na minha percepção, essa construção inicial se estendeu mais do que o necessário para um livro com pouco mais de 200 páginas. As coisas começaram a se consolidar apenas após a metade da leitura. O que não significa que a caracterização dos personagens não…
Notas sobre a última semana
A semana que passou foi um pouco caótica. O retorno à rotina de trabalho após duas semanas de recesso foi um baque para o meu corpo, já acostumado a dormir tarde, acordar tarde e vagar de um hiperfoco a outro. Basicamente passei meu tempo livre arrumando coisas aqui no blog. Estou experimentando com a aparência. Mudei plano de fundo, coloquei uma borda ao redor do conteúdo. É isso, experimentando para ver como fica. Sem compromisso. Pode ser que amanhã ele retorne para o básico fundo branco como era antes. Mas por enquanto gostei dele assim. Deu um ar meio nostálgico. Também criei duas páginas novas, uma com o mapa do site e outra com algumas fanlistings que fui encontrando. Eu também testei a fermentadora/estufa e fiz tempeh pela primeira vez. Nossa, ficou delicioso! Dá um certo trabalho, principalmente porque eu não estava acostumada a fazer, era tudo novidade. Mas acho que com o tempo vai ficar mais automático. Inclusive já…
Resgatando o charme do LiveJournal: meu primeiro plugin para WordPress
Hoje venho dividir uma alegria imensa: criei meu primeiro plugin para WordPress! Ele se chama Post Mood and Music e nasceu da vontade de trazer uma funcionalidade que eu sempre amei em outra plataforma que marcou época: o LiveJournal. Quem usou o LJ nos anos 2000 talvez se lembre: cada post podia ter um “mood” e uma “música”. Era uma coisa simples, mas cheia de personalidade. Eu achava isso a coisa mais fofa da plataforma. Sempre quis ter isso em outros lugares, mas nunca encontrei um jeito satisfatório de incorporar ao WordPress… até agora. Se você viu os posts mais recentes aqui do blog já percebeu que no início deles tem uma área com o meu mood e logo abaixo uma música. Poderia fazer isso manualmente toda vez que criasse um post. Já pensei em fazer isso MILHARES de vezes ao longo da vida de blogueira, mas: Então eu decidi me aventurar e criar eu mesma um jeito de isso…
Por que escolhi participar do Blaugust este ano (mas sem prometer posts todos os dias)
Confesso que eu não conhecia o Blaugust até poucos dias atrás. Só fui descobrir esse desafio agora, no dia 2 de agosto, enquanto fazia minha ronda por blogs que eu gosto e nos links que vão aparecendo. Vi primeiro no post da Aywren (“Here comes Blaugust 2025”), depois li no blog da Nerd Girl Thoughts (“Blaugust 2025 is coming”), no blog da Jedda (“Blaugust 2025 (round 2)“) e finalmente me convenci quando cheguei no post da Kaylee Rowena (“Blaugust”). Essas leituras me fizeram lembrar de outro desafio bem parecido, o BEDA (Blog Every Day in August/April), que muitos blogueiros já conhecem. Para quem não sabe, assim como eu também não sabia até ontem, Blaugust é um evento que acontece todo mês de agosto há alguns anos e convida blogueiros e criadores a escreverem com mais frequência. Blaugust é um evento que dura o mês inteiro de agosto, com foco principalmente em blogs, e que nos últimos anos começou a incluir…