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Anvisa revela que punição contra a Ypê foi precedida de denúncias da concorrente

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A Polícia Federal é uma instituição confiável? O que você acha?

Quem mandou matar Jair Messias Bolsonaro? É essa pergunta que todo brasileiro de bem se faz, mas o sistema lutou e luta até hoje para esconder. Diante disso fica a sensação de que a Polícia Federal, tinha sob sua responsabilidade a investigação e continua sendo a (in) responsável ao não dar uma resposta à sociedade. De acordo com pesquisas a Polícia Federal é considerada uma instituição com alta capacidade investigativa no Brasil, especialmente em crimes complexos e de alcance nacional. Seu papel é atuar em áreas como; corrupção, crimes financeiros; tráfico internacional de drogas; crimes cibernéticos; lavagem de dinheiro; contrabando; terrorismo e crimes contra a União; investigações interestaduais e internacionais. A reputação de eficiência da PF cresceu muito nas últimas décadas por causa de operações de grande impacto, como a Operação Lava Jato, além da cooperação com órgãos internacionais como a Interpol e o Federal Bureau of Investigation. Entre os pontos que costumam ser vist...

Médico é condenado a prisão por alegada transfobia contra alunas trans

Rede social  O professor e médico Jyrson Guilherme Klamt, da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto (SP) foi condenado a 3 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão por suposta transfobia contra duas alunas trans da instituição. Para a magistrada prolatora da sentença, ficou comprovado que o docente praticou discriminação e preconceito em razão da identidade de gênero das vítimas. O médico também foi condenado ao pagamento de R$ 10 mil a cada vítima, a título de reparação moral mínima. O suposto crime foi basicamente dizer que banheiros femininos são para mulheres. Isso rendeu quase 4 anos de reclusão. O episódio é mais uma demonstração do aparelhamento da justiça por militantes identitários. Cabe recurso. O médico poderá recorrer em liberdade. Fonte: Jornaldacidadeonline  

O homem que não 'coube no Fusca' virou lenda

O dia em que Emil Rached “não coube no Fusca” virou quase uma lenda urbana em Campinas e no interior paulista. Com seus mais de 2,25 metros de altura - e em algumas épocas apontado até pelo Guinness como o homem mais alto do Brasil - qualquer carro popular parecia brinquedo perto dele. Imaginar Emil entrando num Fusca era quase uma cena de cinema: primeiro vinha a tentativa de dobrar as pernas, depois a cabeça inclinada no teto, um braço procurando espaço, e quem assistia já começava a rir antes mesmo do carro sair do lugar. Resultado: O homem não conseguia entrar no fusca. Naqueles tempos, o Fusca era símbolo do brasileiro comum: pequeno, resistente e apertado. Já Emil parecia um personagem fora do padrão pode se dizer fora de escala, como se tivesse saído de outro mundo para andar pelas ruas de Campinas. E justamente esse contraste que fez dele uma figura tão inesquecível. Muita gente da época conta histórias parecidas: bancos empurrados até o fim; joelhos encostando no painel; cabeç...

Daniel Vorcaro deve retornar para a PAPUDA

Imagem web  Brasília amanheceu ontem sob o impacto de uma movimentação que poucos esperavam, mas que muitos aguardavam com ansiedade. O ministro André Mendonça, frequentemente visto como uma voz isolada, decidiu agir com a força de quem detém a relatoria de um dos casos mais explosivos da atualidade: o imbróglio envolvendo o Banco Master e as conexões perigosas entre o poder financeiro e a alta cúpula do Judiciário.  A reação de Mendonça veio rápida, precisa e, acima de tudo, cirúrgica, estragando o que deveria ser um final de semana de articulações silenciosas para Alexandre de Moraes, o “Xandão”. O ponto de ebulição aconteceu após o vazamento de um encontro entre advogados de personagens investigados e pessoas extremamente próximas a Moraes. André Mendonça, ao tomar conhecimento de que o “balcão de negócios” estaria operando à sombra do sigilo, não hesitou.  Enquanto a imprensa focava em eventos internacionais, o ministro trabalhava nos bastidores para garantir que a ju...

Bolsonaristas invadem fábrica da Ypê e compra tudo!

O que era para ser um golpe mortal na reputação de uma das empresas mais sólidas do Brasil transformou-se no maior fenômeno de vendas da sua história. A fabricante de produtos de limpeza Ypê, que há cinco décadas constrói sua trajetória com integridade, tornou-se o centro de uma guerra política sem precedentes. Após a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinar a retirada de lotes sob a alegação de “bactérias perigosas”, a reação popular não foi o medo, mas sim a indignação. Em um domingo que entrará para a história do ativismo conservador, uma multidão de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro “invadiu” (no melhor sentido da palavra) os pontos de venda e a própria fábrica, decidida a esgotar os estoques. O recado foi claro:  “Entre a Ypê e a Anvisa, eu prefiro acreditar na Ypê!” A Trama: Doação de 1 Milhão e o “Vírus” da Perseguição A polêmica começou quando órgãos do governo e a militância de esquerda tentaram associar a marca a um risco sanitário. No entanto...

O jogador de basquete mais alto do mundo dos anos setenta

Imagem de arquivo  Emil Rached foi uma figura muito conhecida em Campinas e em todo o Brasil nas décadas de 1970 e 1980. Conhecido como “O Gigante”, ele marcou época tanto no esporte quanto na televisão. Ele nasceu em Vera Cruz (SP), em 20 de junho de 1943, mas viveu grande parte da vida em Campinas. Com cerca de 2,20 m de altura - algumas publicações da época citavam até mais Emil ficou famoso por ser um dos homens mais altos do Brasil e provavelmente o jogador de basquete mais alto do mundo naquele período. Sua carreira no basquete começou após ser descoberto em Campinas. Jogou por equipes importantes como Palmeiras, XV de Piracicaba, Corinthians, Botafogo, Rio Claro e também pelo Campinas Tênis Clube.  Pela Seleção Brasileira, conquistou: medalha de bronze no Mundial de 1967, no Uruguai; medalha de ouro no Pan-Americano de Cali, em 1971.  Nos anos 70 e 80, Emil virou celebridade nacional ao participar dos programas e filmes de Renato Aragão e do grupo Os Trapalhões. Se...