Assim como as árvores, que no outono se desnudam para se renovarem
e darem novos frutos, também nós devemos despirmo-nos dos preconceitos que nos
inibem de uma renovação interior, no sentido de continuarmos a crescer e a
frutificar, mesmo que nos situemos já no crepúsculo da vida.
Foto e texto
Ailime
01.11.2016