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domingo, 30 de janeiro de 2011

Gil Vicente 2-2 F.C.Porto . Não foi suficiente...


assistência: --- espectadores.

Árbitro: Artur Soares Dias (Porto), Assistentes: Bertino Miranda e João Silva; 4.º Árbitro: Álvaro Mesquita

GIL VICENTE: Nuno Santos; Júnior Caiçara, Sandro, Cláudio e Pedro Araújo; Luís Manuel, João Vilela e Rodrigo Galo; Luís Carlos, Zé Luís e Hugo Vieira.
Substituições: Cláudio por Daniel (46m), Luís Carlos por André Cunha (72m) e Zé Luís por Richard (88m).
Não utilizados: Murta, Filipe Fernandes, Carlitos e Bruno Filipe.
Treinador: Paulo Alves.

FC PORTO: Beto; Fucile, Maicon, Otamendi e Sereno; Souza, Guarín e Rúben Micael; Mariano, Walter e Rodríguez.
Substituições: Fucile por Rafa (46m), Walter por Hulk (72m) e Guarín por João Moutinho (72m).
Não utilizados: Kieszek, Varela, James e Fernando.
Treinador: André Villas-Boas.

Marcadores: Rúben Micael (45m), Hugo Vieira (50 e 60m) e Rafa (54m).

Disciplina: cartão amarelo a Hugo Vieira (31m), Luís Carlos (43m), Otamendi (70m) e Júnior Caiçara (86m).

O FC Porto foi a Barcelos empatar a dois golos com o Gil Vicente, da II Liga, em jogo da terceira jornada da fase de grupos da Taça da Liga, ficando-se pelo segundo lugar do Grupo A. O Nacional carimbou a passagem às meias-finais da prova ao vencer em Aveiro por 1-2

Os portistas, com três pontos, já partiam em desvantagem antes do encontro em relação ao Nacional da Madeira (seis pontos) e mesmo assim não foram além de um empate.

Com uma exibição mais apagada nos primeiros 45 minutos, o FC Porto conseguiu chegar à vantagem no último minuto da primeira parte, numa altura em que os “gilistas” brilhavam. Aliás, a equipa de Barcelos apresentou-se em casa, no Estádio Cidade de Barcelos, determinada a apagar qualquer chama de esperança para os Dragões.

As cortinas do segundo tempo abriram ao ritmo de dois golos: um para cada equipa. Primeiro foi a equipa da Liga de Honra a marcar, por intermédio de Hugo Vieira (49’) mas o lateral-esquerdo portista Rafa colocou de novo os azuis e brancos em vantagem, aos 54 minutos, fazendo o seu segundo golo com a camisola do FC Porto.

A equipa de orientada por Paulo Alves continuou a imprimir garra e determinação perante os seus adeptos no estádio Cidade de Barcelos e Hugo Vieira, um dos melhores em campo, bisou no encontro ao minuto 59, estabelecendo a igualdade no marcador.

Hulk e João Moutinho entraram ao minuto 71 mas não conseguiram resolver o jogo, que terminou com um empate a dois golos entre o líder da I Liga e o terceiro classificado da II Liga.

Nota ainda para a grave lesão de Rafa em cima do minuto 90, que afastará o lateral-esquerdo dos relvados por um longo período, obringando os Dragões a agirem ainda no mercado de Inverno, uma vez que o uruguaio Alvaro Pereira também se encontra lesionado.

No outro encontro do Grupo A, Nacional da Madeira venceu o Beira-mar em Aveiro por 1-2, agarrando assim o primeiro lugar e consequente passagem às meias-finais da Taça da Liga.

FC Porto despede-se desta forma da prova, em segundo lugar, ficando agora a disputar a I Liga, Taça de Portugal e Liga Europa.

DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

André Villas-Boas: «São duas equipas que ficam de fora das meias-finais da Taça da Liga, e era esse o nosso objectivo. Tudo ficou comprometido desde o primeiro jogo, em que falhámos frente ao Nacional. Chegámos aqui com tudo em aberto, porque o Nacional poderia escorregar, mas a verdade é que venceu. Perdemos uma competição, em que fomos à final no ano passado. De futuro, olharemos para ela no sentido de a ganhar e de a acrescentar ao palmarés do clube. - Tivemos um Janeiro exagerado em termos de jogos. Foram oito partidas e agora avizinha-se um Fevereiro que vai carregar. O ‘onze’ que entrou dá-nos máximas garantias, como aliás acontece com qualquer ‘onze’. Foi um jogo dividido que poderíamos ganhar ou perder, e que foi bem disputado. Os alas do Gil Vicente puseram sempre um desafio difícil aos nossos laterais e centrais, a todo o bloco defensivo, e conseguiram desequilibrar por aí. - Provavelmente, o Rafa não jogará mais esta época. É uma lesão grave de um jogador muito querido, que batalhou imenso para chegar à equipa. Tinha sido pré-convocado para a selecção nacional, pelo que isto tem um peso brutal para ele e para nós. O Sereno fez uma exibição conseguida e isso é de valorizar. Perdemos dois laterais esquerdos, mas ainda podemos contar com a polivalência do Fucile e com mais esta opção. O Otamendi também pode alinhar a defesa direito e isso dá-nos a garantia de que ainda temos algumas soluções. - São duas competições diferentes. Perde-se uma e tenta-se ganhar outra. É um jogo extremamente esperado, entre duas equipas que disputam o campeonato nacional e estão envolvidas em várias frentes. Estão ambas motivadas, porque têm apresentado bons resultados, e defrontam-se mais uma vez.»

Tribunal d'O JOGO - taça Liga 2010/11, grupo A, 3ªjornada

Tribunal O JOGO: Gil Vicente FC 2-2 FC Porto
Árbitro: Artur Soares Dias (Porto), Assistentes: Bertino Miranda e João Silva.


a aCTUALIZAR mais tarde...



fonte: ojogo.pt

sábado, 29 de janeiro de 2011

Antevisão do Jogo - Gil Vicente x F.C.Porto - Bwin Cup


Seguir em frente na Taça da Liga não depende apenas do FC Porto, mas Beto promete que os Dragões vão fazer a sua parte, procurando vencer o Gil Vicente. O encontro, referente à 3.ª e última jornada do Grupo A da 3.ª fase da competição, está marcado já para este sábado, às 20h15, no Estádio Cidade de Barcelos.

O guarda-redes, afastado dos relvados durante cerca de mês e meio, devido a lesão, abordou a partida esta sexta-feira de manhã, em superflash realizada no relvado do Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival.

Antevisão de Beto:



Respeito muito grande pelo Gil Vicente
«Temos um respeito muito grande pelo Gil Vicente. É uma equipa que se encontra bem classificada na Liga de Honra e que podia perfeitamente estar a disputar a I Liga. É com esse sentido que iremos encarar esta partida. Faremos o nosso jogo, com o objectivo de vencer, e vamos esperar que haja uma possibilidade de seguirmos em frente nesta competição.»

Saudades de competir
«Sinto-me bem, física e mentalmente, e nos treinos. Por isso, diria que estou melhor do que nunca. Tenho muitas saudades de competir, naturalmente, e de dar o meu contributo à equipa.»


À disposição do treinador

«Sou uma opção válida para o mister e estou à disposição, seja qual for a sua decisão.»


A pensar somente no jogo de sábado
«Não estamos a pensar, de forma alguma, no jogo de quarta-feira. Estamos a pensar no jogo de amanhã [sábado], frente ao Gil Vicente, sabendo que, matematicamente, ainda há uma possibilidade de nos qualificarmos para a próxima etapa da Taça da Liga.»

À espera de uma boa conjugação de resultados
«A vitória do Beira-Mar sobre o Nacional é um cenário possível. No futebol, há sempre três cenários (vitória, empate e derrota); esperemos que a conjugação de resultados seja favorável ao FC Porto.»

O mais importante é estar de volta
«Estou com muitas saudades dos relvados. Pessoalmente, não foi uma fase muito fácil; acho que nunca tinha passado por uma paragem tão prolongada; perdi algumas oportunidades que me poderiam ter dado vantagem em determinadas situações, mas o mais importante é que estou de volta. Foi uma experiência negativa, que já faz parte do passado.»

LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Beto e Kieszek.
Defesas: Maicon, Fucile, Emídio Rafael, Sereno e Otamendi.
Médios: Guarín, Moutinho, Souza, Fernando e Ruben Micael.
Avançados: Cristian Rodríguez, Mariano, Hulk, Varela, Walter e James.

( imagens retiradas do blogue dragaopentacampeao2 )

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

F.C.Porto 3-0 Beira - Mar . Ainda podemos chegar às meias-finais

assistência: 16.618 espectadores.

Árbitro: Árbitro: Marco Ferreira (Madeira), Assistentes: Álvaro Mesquita e Nelson Moniz; 4.º Árbitro: Manuel Mota.

FC PORTO: Helton «cap.»; Fucile, Otamendi, Maicon e Rafa; Fernando, Souza e João Motinho; Hulk, Walter e James.
Substituições: João Moutinho por Rúben Micael (46m), Hulk por Mariano (46m) e Fernando por Belluschi (73m).
Não utilizados: Kieszek, Guarín, Sereno e Varela.
Treinador: André Villas-Boas.

BEIRA-MAR: Vicente Paes; Danilo, Kanu «cap.», Jaime e André Marques; Yohan Tavares e Tiago Barros; Alex Maranhão, Sérgio Oliveira e Ruben Lima; Wang.
Substituições: Kanu por Rui Sampaio (46m), André Marques por Leandro Tatu (61m) e Alex Maranhão por Artur (71m).
Não utilizados: Oblak, Hugo, Wilson e Renan.
Treinador: Leonardo Jardim.

Marcadores: Walter (7m), Rafa (18m) e Fernando (39m).

Disciplina: Tiago Barros (27m), Walter (88m), Ruben Lima (89m) e Fucile (90+3m).

FC Porto venceu, calmamente, o Beira-Mar de Leonardo Jardim por 3-0, no Estádio do Dragão, em jogo da segunda jornada do Grupo A da Taça da Liga. Mas a derrota da primeira ronda, na recepção ao Nacional da Madeira, deixa os portistas numa posição difícil para chegar às meias-finais da prova, uma vez que os madeirenses têm seis pontos e os portistas apenas três. Tudo se resolverá na terceira e última jornada.

Quanto ao jogo desta quarta-feira à noite, no Estádio do Dragão, o FC Porto imprimiu bom futebol na primeira parte, mesmo não tendo jogado com o seu “onze” mais forte, e por isso apontou três golos. No segundo tempo, os azuis e brancos “exploraram” mais, deixando o “futebol espectáculo” nos primeiros quarenta e cinco minutos.

Ao minuto 7, Walter aproveitou da melhor forma a defesa incompleta do guarda-redes Vicente Paes, depois um livre directo apontado por Hulk, e só teve de encostar para dentro da baliza aveirense.

Dez minutos depois foi a vez do lateral esquerdo Rafa livrar-se da defesa auri-negra e, numa jogada de insistência por parte do jovem português, rematar para o segundo dos azuis e brancos.

A ganhar por 2-0, os portistas não abrandaram de rimo e ainda tiveram excelentes oportunidades de marcar mais golos antes de visitarem os balneários.

O terceiro golo do FC Porto foi uma bomba enviada à entrada da grande área e “acendida” pelo médio brasileiro Fernando ao minuto 38, sem hipóteses para o guardião dos aveirenses.

Ao intervalo, o FC Porto vencia por 3-0 e tinha o jogo controlado, apesar de algum atrevimento, como tem sido habitual, por parte da equipa de Leonardo Jardim.

 Na segunda parte, André Villas-Boas aproveitou para dar alguns minutos de jogo a Mariano e Rúben Micael, para os lugares de Hulk e João Moutinho, mas o resultado manteve-se inalterável até ao final do encontro.

O Nacional da Madeira, com duas vitórias, soma seis pontos e um empate basta, frente ao Beira-Mar, na próxima semana, para colocar a equipa de Jokanovic nas meias-finais da Taça da Liga. A turma de Aveiro, com duas derrotas, já não tem hipóteses de seguir em frente na Taça da Liga.

O FC Porto e Gil Vicente, ambos com três pontos, estão obrigados a vencer o encontro da próxima semana em Barcelos e esperar que a equipa da Madeira saia derrotada do desafio.

Mas a vitória pode não ser suficiente para a equipa do Porto e Barcelos, precisando de ultrapassar o Nacional da Madeira no número de golos marcados para alcançar o primeiro lugar do Grupo A.

Recorde-se que apenas o primeiro classificado de cada grupo passa às meias-finais.

DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

André Villas-Boas: «Já sabíamos qual era a nossa situação face ao resultado do Nacional esta tarde. O apuramento está comprometido desde a primeira derrota, visto que há apenas três jogos. A partir daí, ficámos condicionados. O cenário é o mesmo que foi revisto na conferência de imprensa depois do encontro com o Nacional. Temos que esperar que o Beira-Mar ganhe ao Nacional e marcar um número considerável de golos (ao Gil Vicente) para alimentar a hipótese de seguirmos em frente. O jogo valeu pelo compromisso e nível de exigência que a equipa manteve consigo própria. A primeira parte foi excelente e segunda parte foi boa. - O Beira-Mar fez alterações profundas na equipa. O jogo de sábado, em Aveiro, será completamente diferente, os jogadores do Beira-Mar que ficaram de fora vão acrescentar qualidade individual e colectiva. Esta não foi a imagem do que se passará em Aveiro, nem para uma equipa nem para outra. Não é certo que o Falcao esteja fora do jogo com o Beira-Mar, há uma mínima possibilidade de jogar. A situação não é nova. Contra o Marítimo, sem o Falcao, marcamos um número importante de golos e fizemos um jogo que considerámos muito bom. Vamos ver que alternativas temos e tomaremos a melhor decisão possível. - Vamos ter pouco tempo para recuperar. Na sexta-feira, vamos ainda tocar na organização para o jogo em Aveiro. Há muita competitividade no plantel. É bom para mim que a luta se mantenha, a partir daí as escolhas dependem essencialmente de opções estratégicas. Todos estão num nível elevado.»

Walter: «Um avançado vive de golos. Mereci uma oportunidade por parte do treinador e marquei. Temos jogadores com muita qualidade e é mais fácil jogar com esta equipa. Trabalho todos os dias e, com o apoio dos meus companheiros, consegui fazer um bom jogo».

Tribunal d'O JOGO - taça Liga 2010/11, grupo A, 2ªj

 
Tribunal O JOGO: FC Porto 3-0 SC Beira-Mar

Árbitro: Marco Ferreira (Madeira) / Assistentes: Álvaro Mesquita e Nelson Moniz.


Desvio duvidoso

De uma forma geral, a arbitragem de Marco Ferreira não suscitou qualquer polémica, dada a tranquilidade com que decorreu o jogo, ficando apenas por sancionar um desvio de Danilo com o braço, num lance que exigia penálti. Ao árbitro madeirense, os especialistas d' OJOGO apontaram o lapso de não ter assinalado um livre directo frontal à baliza do Beira-Mar; considerando exagerados os amarelos a Walter e a Fucile.



Momento mais complicado

86' | Mariano teve legitimidade para reclamar desvio com o braço de Danilo na grande área?

Jorge Coroado | Do mesmo modo que no lance anterior o jogador do Beira-Mar ficou com os olhos em bico, também Mariano o podia ter ficado, pois o aveirense desviou a bola com o braço esquerdo. Ficou por assinalar uma grande penalidade.

Pedro Henriques | Efectivamente Danilo toca a bola com o braço de forma deliberada, havendo, portanto, razão para grande penalidade.

Paulo Paraty | Danilo não desvia a bola; tem apenas o seu corpo apoiado sobre o próprio braço e nada pode fazer para que a bola lhe bata.

25' | A acção de Kanu sobre a perna de Walter não merecia ser sancionada com livre directo?

JC | Kanu prendeu a perna de Walter, derrubando-o. Ficou por assinalar um livre directo.

PH | Kanu toca na perna direita de Walter à entrada da área. Infracção merecedora de livre directo.

PP | Sim. Walter é tocado no joelho e com isso rasteirado à entrada da área, num lance de análise (pela posição) muito difícil para Marco Ferreira.

76' | Otamendi, na entrada em carrinho, teve intenção de cortar bola com a mão?

JC | Foi um carrinho descontrolado e, por isso, terá tocado a bola com a mão. Não terá sido de forma muito clara, mas evitou que a bola chegasse ao adversário. Livre directo por assinalar.

PH | Otamendi, efectivamente, toca a bola com o braço mas não o faz de forma deliberada. Como tal, decisão correcta do árbitro.

PP | Otamendi em carrinho toca, de facto, com o braço na bola mas numa situação acidental em deslize.

87' | Houve qualquer atitude incorrecta de Walter que merecesse o amarelo?

JC | Foi extemporâneo e de mau gosto. Walter rematou no exacto momento em que o apito soou. Talvez quisesse demonstrar independência para mostrar amarelo.

PH | Walter acaba por chutar a bola em simultâneo com o apito do árbitro, por isso não houve comportamento antidesportivo.

PP | Walter faz de facto falta e, apesar do apito do árbitro, ainda rematou à baliza. Marco Ferreira considerou comportamento antidesportivo.

90'+2' | Justificava-se o cartão amarelo a Fucile?

JC | Não se justificava, porque não cortou objectivamente uma linha de passe, não destruiu uma jogada prometedora. Só mostrou sobranceria bacoca.

PH | Fucile não corta nenhuma linha de passe e é uma jogada que ocorre no meio-campo sem jogada de qualquer perigo, não justificando o amarelo.

PP | Houve algum exagero, dado o momento do jogo e da zona de jogo. Não parece haver fortes razões para existir o cartão amarelo.



Apreciação global

JC | Jogo sem problemas de maior em que técnica e disciplinarmente cometeu alguns equívocos, sobretudo por querer demonstrar distanciamento, quando o melhor seria o equilíbrio.

PH | Embora com uma arbitragem com alguns lapsos, sem qualquer influência no resultado. Marco Ferreira, ainda assim, fez um trabalho tranquilo e contou com boa colaboração dos assistentes.

PP | Com três lances de mão de análise difícil, Marco Ferreira avaliou todos com o mesmo critério e conduziu adequadamente o jogo, que não lhe ofereceu problemas especiais.



fonte: ojogo.pt

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Antevisão do Jogo - F.C.Porto x Beira - Mar - Taça da Liga

O FC Porto aposta em todas as competições em que participa e a Taça da Liga não é excepção. Otamendi quer, portanto, vencer o Beira-Mar e manter-se na luta por um lugar nas meias-finais. O central sabe que é importante conseguir um bom resultado e destaca a mentalidade ganhadora do grupo.

O internacional argentino abordou o encontro frente aos aveirenses (referente à 2.ª jornada do Grupo A) esta terça-feira, em superflash realizada no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival.

A partida realiza-se já esta quarta-feira, às 20h45, no Estádio do Dragão.

LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
 
Guarda-redes: Helton e Pawel Kieszek.
Defesas: Maicon, Fucile, Emídio Rafael, Sereno e Otamendi.
Médios: Guarín, Belluschi, João Moutinho, Souza, Fernando e Rúben Micael.
Avançados: Hulk, Varela, Walter, Mariano e James.

Antevisão de Otamendi: 


Seguir com uma mentalidade ganhadora
«É importante conseguir um bom resultado. Temos duas partidas por disputar e há que seguir com uma mentalidade ganhadora. Queremos conquistar a vitória.»

Respeito por todos os adversários
«Respeitamos todas as equipas que jogam contra o FC Porto. Como disse anteriormente, esperamos conseguir um triunfo, sabendo, no entanto, que o adversário merece o nosso respeito. Oxalá marquemos cedo, de modo a podermos dominar a partida durante os 90 minutos.»

Golos de Falcao são bem-vindos
«Um jogador como o Falcao é importante tê-lo sempre bem e na melhor forma. A decisão de colocá-lo a jogar é da competência do mister; a verdade é que veio de uma lesão e marcou logo e estou certo de que pode continuar a fazer golos e a ajudar-nos.»

Resultados positivos dão confiança
«É um momento importante para o grupo e para mim. Os resultados positivos dão confiança e esperamos prosseguir nesse caminho, com uma mentalidade ganhadora e conseguindo vitórias.»

Ser bem sucedidos a cada desafio
«O FC Porto quer vencer todas as competições em que participa; por isso mesmo, procuramos ser bem sucedidos a cada desafio. A Taça da Liga também é importante e vamos tentar seguir em frente, sabendo, contudo, que não dependemos apenas de nós.»

Que o melhor jogador seja do FC Porto
«Qualquer jogador do FC Porto pode ser o melhor da época. O Hulk atravessa um bom momento, tal como o Falcao, e trataremos de que no final o melhor seja do FC Porto.»

Concorrência saudável no plantel
«Existe muita concorrência saudável no plantel. Há muitos jogadores que acalentam a expectativa de jogar; o grupo é grande e não será fácil para o treinador decidir, partida após partida, em quem apostar. Todos temos de procurar melhorar dia após dia, semana após semana, para ter uma oportunidade. Pessoalmente, trabalho nesse sentido: na expectativa de dar seguimento às oportunidades e continuar a jogar.»

Ambos os jogos são relevantes
«Os dois jogos contra o Beira-Mar [para a Taça da Liga, esta quarta-feira, e para o campeonato, no próximo sábado] são importantes. Como disse, o fundamental é conseguirmos permanecer no caminho das vitórias.»

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

F.C.Porto 1-2 Nacional . E acabou a invencibilidade do F.C.Porto


assistência: 30.018 espectadores.

Árbitro: Olegário Benquerença (Leiria), Assistentes: João Santos e Luís Marcelino; 4.º Árbitro: Jorge Ferreira.

FC PORTO: Kieszek; Fucile, Rolando «cap.», Sereno e Rafa; Guarín, Rúben Micael e João Moutinho; Hulk, Walter e James.
Substituições: Fucile por Sapunaru (61m), Rúben Micael por Belluschi (74m), Guarín por Ukra (84m).
Não utilizados: Helton, Maicon, Souza e Castro.
Treinador: André Villas-Boas.

NACIONAL: Bracali; Claudemir, Felipe Lopes, Tomasevic e Danielson; Edgar Costa, Bruno Amaro, Luís Alberto «cap.» e Skolnik; Diego Barcellos e Orlando Sá.
Substituições: Skolnik por João Aurélio (56m), Orlando Sá por Pecnik (71m) e Diego Barcellos por Anselmo (75m).
Não utilizados: Elisson, Patacas, Todorovic e Mihelic.
Treinador: Pedrag Jokanovic.

Marcadores: Hulk (64m, g.p.), Anselmo (78m e 85m).

Disciplina: cartão amarelo a Sereno (45m), Luís Alberto (56m), Tomasevic (63m), Diego Barcellos (72m), Hulk (86m), Danielson (90+1m).

A combinação entre um Dragão murcho no primeiro tempo e um pouco mais atrevido no segundo resultou na primeira derrota da época para o FC Porto, quebrando um ciclo de 36 jogos sem conhecer o sabor da derrota.

Os Dragões estiveram a vencer por um golo mas erros fatais do guarda-redes Kieszek e desatenção da defesa portista permitiram aos insulares impor a primeira derrota da época aos portistas.

No primeiro tempo, o FC Porto mostrou-se “desligado” do encontro com os madeirenses, com muita disputa no meio do relvado do Dragão.

A equipa de André Villas-Boas, que esta tarde começou com um onze fora do habitual, revelou dificuldades em ligar o seu meio-campo aos homens da artilharia, Hulk, James e Walter. Além desta falta de química, os avançados portistas deixaram a eficácia presa no ano passado, deixando-se ultrapassar pelos homens da Madeira na “Hora H”.

Do lado da formação de Jokanovic, Orlando Sá, emprestado pelo FC Porto, foi o jogador mais influente, saindo dos pés dele as melhores oportunidades para os insulares, mas sem grande perigo.

Ao intervalo, o marcador apontava um 0-0.


O FC Porto começou o segundo tempo com outra atitude, e os remates de Hulk e James ameaçaram o guardião Rafael Bracali.

Ao minuto 62, Olegário Benquerença vê falta de Felipe Lopes sobre Walter dentro da grande área e assinala grande penalidade a favor dos Dragões. Na conversão, o brasileiro Hulk não falhou, somando mais um golo para a sua conta pessoal.

Nove minutos depois, e na sequência de um cruzamento da esquerda de Pecnik, Kieszek não segurou a bola e Anselmo encostou para o fundo das redes, estabelecendo o empate.

Mas a formação insular quis mais e conseguiu sete minutos depois. O mesmo Anselmo surgiu isolado na área, após cruzamento da esquerda de João Aurélio, e desviou de cabeça para o segundo do Nacional, evidenciando a falta de atenção da defesa azul e branca.

O árbitro leiriense apitou para o final do encontro e o FC Porto começa o ano 2011 da pior forma, com a primeira derrota do ano e da temporada para a equipa de André Villas-Boas.

No outro jogo do Grupo A, o Gil Vicente, da II Liga, venceu o Beira-Mar da I Liga por 2-1.

DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

André Villas-Boas: «O nível exibicional não se pode por em causa. Crescemos na segunda parte, mas cometemos erros colectivos sobre os quais teremos de reflectir. O 1-2 acontece tarde e depois há paragens que não facilitam. Fica o resultado negativo. Estivemos sérios em termos de compromisso, mas temos de ser mais incisivos no ataque. Houve atitude competitiva. São lances que acontecem. O Nacional teve poucas oportunidades e fê-las valer. A pressão externa não é superior à que coloco a mim mesmo. Temos um plantel equilibrado e com muitas soluções.»

Hulk: «Tínhamos o jogo controlado. Tivemos várias oportunidades, mas o futebol é isto. Agora temos de levantar a cabeça. Temos jogo aqui no sábado e queremos ganhar novamente. Se tivéssemos ganho era igual. Tivemos oportunidades, mas não matámos o jogo. Cumprir cem jogos pelo FC Porto é muito bom. Fico muito feliz, mas penso fazer mais.»

Brevemente a crónica e ficha do jogo.

Tribunal d'O JOGO - taça Liga 2010/11, grupo A, 1ªjornada


Tribunal O JOGO: FC Porto 1-2 CD Nacional da Madeira

Árbitro: Olegário Benquerença (Leiria) / Assistentes: João Santos e Luís Marcelino / 4º Árbitro: Jorge Ferreira.


Dragão caiu sem interferência do árbitro

Houve um penálti assinalado e dois outros reclamados na noite em que o FC Porto perdeu pela primeira vez. Os especialistas de O JOGO são unânimes na análise do lance de que resultou o golo portista e na decisão de nada assinalar no caso de Guarín, dividindo-se apenas na apreciação da jogada de Sereno com Pecnik.



Momento mais complicado

88' Ficou por assinalar grande penalidade por falta de Sereno sobre Pecnik?

Jorge Coroado
+
Sereno jogou a bola na frente de Pecnik, e foi este que foi tropeçar no portista. O lance foi rápido, mas reconheça-se a legalidade do mesmo.

Pedro Henriques
+
Sereno entra em "tackle" deslizante sobre Pecnik. O facto é que, mesmo com diversas repetições, não é certo que tenha havido infracção, por isso dou o benefício da dúvida à decisão do árbitro.

Paulo Paraty
-
Televisivamente, não há evidências totais. Só o árbitro assistente número dois terá a melhor visão da situação, mas tudo leva a crer que Pecnik terá sido rasteirado no seu pé direito por Sereno.



Outros casos

1' Ficou por sancionar cotovelada de Bruno Amaro na cara de João Moutinho?
46' São justificados os protestos de Guarín, que fica a reclamar penálti de Luís Alberto?
62' É bem assinalada a grande penalidade por falta de Felipe Lopes sobre Walter?
86' A indignação que leva Hulk a ver o cartão amarelo justifica-se?

Jorge Coroado
-
João Moutinho procurou jogar a bola vindo de trás. O jogador do Nacional apercebeu-se e fez um movimento com o cotovelo na procura de João Moutinho. A lei é clara: vermelho e livre directo. O árbitro nada assinalou.
+
Não houve qualquer infracção do jogador do Nacional sobre Guarín. Nada há que apontar na acção do árbitro, neste caso.
+
O braço direito de Felipe Lopes puxou o ombro direito de Walter. Falta inequívoca para grande penalidade.
-
A falta que lhe foi assinalada não existiu. O jogador do Nacional disputou com vigor o lance e caiu. Os protestos não são admitidos, daí o cartão, apesar da falta mal assinalada.

Pedro Henriques
+
Bruno Amaro, no momento do salto, acaba por tocar em João Moutinho, de forma involuntária e sem qualquer infracção técnica ou disciplinar.
+
Luís Alberto já tinha a posição definida e ganha, e é Guarín que choca contra ele. Correcta a decisão do árbitro de nada assinalar.
+
Felipe Lopes, ao saltar, coloca a mão e agarra Walter, acabando por derrubá-lo. Correctas a decisão do assistente e a confirmação do árbitro.
+
Hulk agarra e comete falta e depois protesta a correcta decisão do árbitro com palavras e gestos, acção que mereceu o respectivo cartão amarelo.

Paulo Paraty
+
Não me fica a sensação de que tenha havido cotovelada. Há de facto o contacto do braço com a face de João Moutinho, mas não consigo inferir algum tipo de comportamento violento.
+
Os protestos dos jogadores nunca são justificados. Guarín apenas choca com Luís Alberto, que converge em simultâneo para a mesma bola e lhe ganha posição.
+
Sim. É claro que Felipe Lopes salta sobre Walter, impedindo-o de ganhar posição para atacar a bola. Boa ajuda do árbitro assistente e bem decidida a grande penalidade.
+
Repito que nada justifica as discussões dos jogadores face às decisões das equipas de arbitragem. Pareceu-me que Hulk, acabando a sofrer falta, empurra primeiro.



Apreciação global

Jorge Coroado
Num jogo que foi fácil, apesar do resultado, o árbitro revelou displicência e altivez. Minucioso umas vezes, como no caso do lance que antecedeu o intervalo, inconcebível, não o foi noutras ocasiões.

Pedro Henriques
Olegário Benquerença e a sua equipa fizeram uma arbitragem globalmente positiva e segura que controlou todas as ocorrências disciplinares e técnicas do jogo.

Paulo Paraty
A equipa de arbitragem acabou por ter uma falha importante, mas sem influência no resultado final. Não procurou interferir acima do nível do jogo e fez uma boa gestão disciplinar.



fonte: ojogo.pt

domingo, 2 de janeiro de 2011

Antevisão do Jogo - F.C.Porto x Nacional - Bwin Cup




O árbitro é Olegário Benquerença, auxiliado por João Santos e Luís Marcelino

Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes, Helton e Kieszek,
Defesas, Sapunaru, Fucile, Rafa, Sereno, Rolando e Maicon,
Médios, Guarín, Souza, Moutinho, Micael, Castro e Belluschi,
Avançados, Ukra, Hulk, Walter e James

Equipa provável: Helton, Sapunaru, Rolando, Maicon e Fucile, Guarín, Moutinho e Belluschi, Hulk, Walter e James.

Antevisão de Walter ( jogador do F.C.Porto ):

Desejos para 2011
«O desejo é fazer um bom ano e jogar bem para ganhar títulos, uma vez que o FC Porto tem uma grande equipa, que pensa sempre em ganhar títulos.»

Trabalhar para ajudar
«Estou aqui para ajudar. Sempre que o treinador apontar para mim e disser para eu jogar, entrarei para ajudar a equipa. Tenho treinado forte.»

Tentar ganhar tudo
«O ano de 2010 foi bom, tendo em conta todos os jogos que temos sem perder. Mas 2011 vai ser melhor ainda, porque estamos em várias competições e vamos tentar ganhar todas.»

À espreita de marcar
«Não sei se vou jogar. Isso depende do mister. Mas estou trabalhando forte para, quando tiver as chances, poder marcar golos.»

Menos espaço para rematar
«Contando com amigáveis, já marquei sete golos no FC Porto, mas nenhum em remate fora da área, como estava habituado a fazer. Mas aqui o futebol também é diferente, há menos espaço. Continuo a trabalhar da mesma forma para quando surgirem as oportunidades. Se puder ser amanhã, melhor.»
Força e união
«O mister passou a mensagem de que estamos num ano novo, que estamos a começar de novo. A equipa está em todas as frentes, mas é forte e está unida. O grupo é muito forte. O FC Porto joga para ser campeão em todos os campeonatos.»

Respostas dentro do campo
«Falar muito não ajuda a ganhar nada. A nossa equipa faz o seu trabalho dentro do campo. Temos de continuar a somar pontos. Isso sim é que é importante.»

Ajuda é sempre bem-vinda
«Se vier mais um avançado é sempre bem-vindo. Quem vier para ajudar é sempre bem-vindo. O FC Porto é uma equipa grande, que joga muitas provas, e tem de ter grupo para isso.»

( imagem retirada do blogue dragaopentacampeao2 )