assistência: --- espectadores.
Árbitro: Artur Soares Dias (Porto), Assistentes: Bertino Miranda e João Silva; 4.º Árbitro: Álvaro Mesquita
GIL VICENTE: Nuno Santos; Júnior Caiçara, Sandro, Cláudio e Pedro Araújo; Luís Manuel, João Vilela e Rodrigo Galo; Luís Carlos, Zé Luís e Hugo Vieira.
Substituições: Cláudio por Daniel (46m), Luís Carlos por André Cunha (72m) e Zé Luís por Richard (88m).
Não utilizados: Murta, Filipe Fernandes, Carlitos e Bruno Filipe.
Treinador: Paulo Alves.
FC PORTO: Beto; Fucile, Maicon, Otamendi e Sereno; Souza, Guarín e Rúben Micael; Mariano, Walter e Rodríguez.
Substituições: Fucile por Rafa (46m), Walter por Hulk (72m) e Guarín por João Moutinho (72m).
Não utilizados: Kieszek, Varela, James e Fernando.
Treinador: André Villas-Boas.
Marcadores: Rúben Micael (45m), Hugo Vieira (50 e 60m) e Rafa (54m).
Disciplina: cartão amarelo a Hugo Vieira (31m), Luís Carlos (43m), Otamendi (70m) e Júnior Caiçara (86m).
O FC Porto foi a Barcelos empatar a dois golos com o Gil Vicente, da II Liga, em jogo da terceira jornada da fase de grupos da Taça da Liga, ficando-se pelo segundo lugar do Grupo A. O Nacional carimbou a passagem às meias-finais da prova ao vencer em Aveiro por 1-2
Os portistas, com três pontos, já partiam em desvantagem antes do encontro em relação ao Nacional da Madeira (seis pontos) e mesmo assim não foram além de um empate.
Com uma exibição mais apagada nos primeiros 45 minutos, o FC Porto conseguiu chegar à vantagem no último minuto da primeira parte, numa altura em que os “gilistas” brilhavam. Aliás, a equipa de Barcelos apresentou-se em casa, no Estádio Cidade de Barcelos, determinada a apagar qualquer chama de esperança para os Dragões.
As cortinas do segundo tempo abriram ao ritmo de dois golos: um para cada equipa. Primeiro foi a equipa da Liga de Honra a marcar, por intermédio de Hugo Vieira (49’) mas o lateral-esquerdo portista Rafa colocou de novo os azuis e brancos em vantagem, aos 54 minutos, fazendo o seu segundo golo com a camisola do FC Porto.
A equipa de orientada por Paulo Alves continuou a imprimir garra e determinação perante os seus adeptos no estádio Cidade de Barcelos e Hugo Vieira, um dos melhores em campo, bisou no encontro ao minuto 59, estabelecendo a igualdade no marcador.
Hulk e João Moutinho entraram ao minuto 71 mas não conseguiram resolver o jogo, que terminou com um empate a dois golos entre o líder da I Liga e o terceiro classificado da II Liga.
Árbitro: Artur Soares Dias (Porto), Assistentes: Bertino Miranda e João Silva; 4.º Árbitro: Álvaro Mesquita
GIL VICENTE: Nuno Santos; Júnior Caiçara, Sandro, Cláudio e Pedro Araújo; Luís Manuel, João Vilela e Rodrigo Galo; Luís Carlos, Zé Luís e Hugo Vieira.
Substituições: Cláudio por Daniel (46m), Luís Carlos por André Cunha (72m) e Zé Luís por Richard (88m).
Não utilizados: Murta, Filipe Fernandes, Carlitos e Bruno Filipe.
Treinador: Paulo Alves.
FC PORTO: Beto; Fucile, Maicon, Otamendi e Sereno; Souza, Guarín e Rúben Micael; Mariano, Walter e Rodríguez.
Substituições: Fucile por Rafa (46m), Walter por Hulk (72m) e Guarín por João Moutinho (72m).
Não utilizados: Kieszek, Varela, James e Fernando.
Treinador: André Villas-Boas.
Marcadores: Rúben Micael (45m), Hugo Vieira (50 e 60m) e Rafa (54m).
Disciplina: cartão amarelo a Hugo Vieira (31m), Luís Carlos (43m), Otamendi (70m) e Júnior Caiçara (86m).
O FC Porto foi a Barcelos empatar a dois golos com o Gil Vicente, da II Liga, em jogo da terceira jornada da fase de grupos da Taça da Liga, ficando-se pelo segundo lugar do Grupo A. O Nacional carimbou a passagem às meias-finais da prova ao vencer em Aveiro por 1-2
Os portistas, com três pontos, já partiam em desvantagem antes do encontro em relação ao Nacional da Madeira (seis pontos) e mesmo assim não foram além de um empate.
Com uma exibição mais apagada nos primeiros 45 minutos, o FC Porto conseguiu chegar à vantagem no último minuto da primeira parte, numa altura em que os “gilistas” brilhavam. Aliás, a equipa de Barcelos apresentou-se em casa, no Estádio Cidade de Barcelos, determinada a apagar qualquer chama de esperança para os Dragões.
As cortinas do segundo tempo abriram ao ritmo de dois golos: um para cada equipa. Primeiro foi a equipa da Liga de Honra a marcar, por intermédio de Hugo Vieira (49’) mas o lateral-esquerdo portista Rafa colocou de novo os azuis e brancos em vantagem, aos 54 minutos, fazendo o seu segundo golo com a camisola do FC Porto.
A equipa de orientada por Paulo Alves continuou a imprimir garra e determinação perante os seus adeptos no estádio Cidade de Barcelos e Hugo Vieira, um dos melhores em campo, bisou no encontro ao minuto 59, estabelecendo a igualdade no marcador.
Hulk e João Moutinho entraram ao minuto 71 mas não conseguiram resolver o jogo, que terminou com um empate a dois golos entre o líder da I Liga e o terceiro classificado da II Liga.
Nota ainda para a grave lesão de Rafa em cima do minuto 90, que afastará o lateral-esquerdo dos relvados por um longo período, obringando os Dragões a agirem ainda no mercado de Inverno, uma vez que o uruguaio Alvaro Pereira também se encontra lesionado.
No outro encontro do Grupo A, Nacional da Madeira venceu o Beira-mar em Aveiro por 1-2, agarrando assim o primeiro lugar e consequente passagem às meias-finais da Taça da Liga.
FC Porto despede-se desta forma da prova, em segundo lugar, ficando agora a disputar a I Liga, Taça de Portugal e Liga Europa.
DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA
André Villas-Boas: «São duas equipas que ficam de fora das meias-finais da Taça da Liga, e era esse o nosso objectivo. Tudo ficou comprometido desde o primeiro jogo, em que falhámos frente ao Nacional. Chegámos aqui com tudo em aberto, porque o Nacional poderia escorregar, mas a verdade é que venceu. Perdemos uma competição, em que fomos à final no ano passado. De futuro, olharemos para ela no sentido de a ganhar e de a acrescentar ao palmarés do clube. - Tivemos um Janeiro exagerado em termos de jogos. Foram oito partidas e agora avizinha-se um Fevereiro que vai carregar. O ‘onze’ que entrou dá-nos máximas garantias, como aliás acontece com qualquer ‘onze’. Foi um jogo dividido que poderíamos ganhar ou perder, e que foi bem disputado. Os alas do Gil Vicente puseram sempre um desafio difícil aos nossos laterais e centrais, a todo o bloco defensivo, e conseguiram desequilibrar por aí. - Provavelmente, o Rafa não jogará mais esta época. É uma lesão grave de um jogador muito querido, que batalhou imenso para chegar à equipa. Tinha sido pré-convocado para a selecção nacional, pelo que isto tem um peso brutal para ele e para nós. O Sereno fez uma exibição conseguida e isso é de valorizar. Perdemos dois laterais esquerdos, mas ainda podemos contar com a polivalência do Fucile e com mais esta opção. O Otamendi também pode alinhar a defesa direito e isso dá-nos a garantia de que ainda temos algumas soluções. - São duas competições diferentes. Perde-se uma e tenta-se ganhar outra. É um jogo extremamente esperado, entre duas equipas que disputam o campeonato nacional e estão envolvidas em várias frentes. Estão ambas motivadas, porque têm apresentado bons resultados, e defrontam-se mais uma vez.»