| Este gabinete de maquininha de costura aproximadamente 8 x 4 cm (e não tem a maquininha dentro, tá?) |
Quando aprendi a costurar, em 1999, tive uma professora que morava em Curitiba.
Acontece que ela namorava meu pai e passava alguns períodos na casa dele, aqui em Piracicaba.
E como ela adorava (e adora!) costurar, trazia uma máquina Elna igual a essa para companhá-la nessas visitas. E foi numa dessas ocasiões que ela teve a bondade de me introduzir nesse meio adorável do patchwork.
Aprender a costurar nessa máquina especial e antiguinha deu um toque todo especial ao meu aprendizado.
A máquina não tem pedal : a costura é acionada por uma alavanca na altura do joelho. De lá para cá, comprei duas máquinas de costura mais modernas e com bem mais recursos. A paixão, porém, continuou.
Dias desses, tive a oportunidade de comprar, finalmente, a minha própria velhinha verde. E é ela que posa aqui, toda serelepe, revisada e funcionando muito bem.
É silenciosa, rápida e tem um ponto reto muito bem definido. Sua luz é forte e por ser todinha de metal, sua estabilidade é muito melhor do que das minhas máquinas mais modernas.
Ela vem acomodada dentro de uma caixa verde também de metal, onde a máquina é encaixada para se ter uma base (opcional: se você colocá-la na mesa, ela vai muito bem).
Prá mim, ela parece uma máquina de costura usada em alguma guerra: esse verde militar, esse metal todo... não sei, prá mim alguma enfermeira já deve ter costurado nela ;)
Comprei num antiquário muito gente boa (adoro esse termo!), lá de Indaiatuba, que teve a gentileza de me dar o pequeno gabinete de máquina de costura de madeira. Parece que ele simpatizou com a ideia da minha coleção de máquinas de costura de brinquedo e quis colaborar...
Agora, é botar essa senhora prá produzir!