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sexta-feira, 3 de junho de 2011

petição online em defesa do património do Hospital de D. Estefânia (LX)


http://www0.rtp.pt/noticias/?t=Campanha-eleitoral-dos-mais-pequenos.rtp&headline=20&visual=9&article=448395&tm=87Para assinar clicar na seguinte ligação:
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N10809

Petição 3ª Petição da Plataforma Cívica em Defesa do Património do Hospital de Dona Estefânia e um novo Hospital Pediátrico em Lisboa Para:Exmº Sr. Presidente da Assembleia da República,Exmº Sr Primeiro-Ministro,Exmº Sr Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa 3ª PETIÇÃO da Plataforma Cívica em Defesa do Património do Hospital de Dona Estefânia e de um novo Hospital Pediátrico em Lisboa
Exmº Sr. Presidente da Assembleia da República
Exmº Sr Primeiro-Ministro
(eleitos em resultado do escrutínio de 5 de Junho de 2011)
Exmº Sr Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa
Os abaixo assinados não concordam com a extinção do hospital pediátrico de Lisboa programada pelo Governo anterior, considerando que essa opção constituiria um grave retrocesso civilizacional com sérias consequências para os cuidados diferenciados às crianças de Lisboa e do País. A confirmar-se a extinção do hospital especializado em doenças das crianças, nomeadamente as de maior gravidade, seria caso único em países civilizados e Lisboa a única Capital a fazê-lo.

[...] (texto completo no sítio da petição acima)

ver video

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

mais nascimentos

 por Bagão Félix
 
 
Em política, a miopia é uma doença endémica. Os governos não enxergam para além das eleições seguintes e só de soslaio olham para as próximas gerações. Por exemplo, o desequilíbrio demográfico é assunto de somenos, que não dá azo a mediáticas conferências às horas dos telejornais.
 
Vem isto a propósito de uma medida, acordada em Espanha, que vai permitir às mulheres que interrompam o seu trabalho para se dedicar aos filhos somarem, por cada um, mais 9 meses de tempo para a reforma.
Uma medida simbólica. Mas importante. O Estado Social depende de mais vidas nascentes.
Aliás, os pais com mais de dois filhos deveriam ter um ‘prémio’ por, deste modo, já contribuírem para a sustentabilidade do sistema de pensões: uma bonificação na contagem dos anos para a reforma ou, pelo menos, a não penalização que agora existe (o chamado factor de sustentabilidade).
Custaria algum dinheiro? Claro que sim, mas muito menos do que vai custar no futuro a insolvência do sistema.
Medidas como estas estavam definidas na lei da Segurança Social de 2002, mas foram revogadas por José Sócrates. Quem nos governa despreza estes assuntos. Pior, agrava-os: o cheque-bebé abortou e o abono de família é agora uma excepção.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Sócrates quer mais crianças???

A propósito da inauguração de uma creche, que se saúda, não podiam ser mais enganadoras as declarações do primeiro-ministro que liberalizou o aborto, banalizou o divórcio, reconheceu as "famílias" homossexuais (por natureza estéreis), e apadrinhou recentemente a adopção de crianças por parelhas homossexuais.

José Sócrates diz que Quer incentivar a natalidade
... mas foi sob o seu governo que pela primeira vez tivemos menos de 100.000 nascimentos ano e o número de óbitos ultrapassou o de nascimentos

José Sócrates diz que quer um «Estado Social moderno»
... mas o seu ataque permanente à Família e à dignidade da Vida dá um contributo decisivo para o agravamento do Inverno Demográfico que põe em causa, precisamente, o Estado Social

José Sócrates e o PS dizem querer criar condições para que «as jovens famílias tenham os filhos que desejam ter»
... mas sabem que, além da crise económica e de valores, mais do que a falta de creches o que desmotiva a fecundidade das jovens famílias portuguesas é a insegurança no emprego e nas ruas, agravada pela cobertura da política a pedófilos com imunidade parlamentar e direito(?) a indemnização do Estado

domingo, 21 de março de 2010

COMUNICADO PPV - contra-senso no IRS

O Portugal pro Vida tem vindo a convidar os seus filiados e cidadãos em geral a manifestar ao Governo a sua discordância face à persistente desvalorização das políticas pro Família.

Não se compreende que o limite para as despesas de educação a abater ao imposto seja de 720 euros, enquanto para a aquisição de um equip. de "energias renováveis" o limite seja de 796 euros?

Será mais importante ajudar uma família a educar os seus filhos, ou incentivá-la a adquirir painéis solares?


Deploramos a indisponibilidade do Governo para acolher as nossas propostas no sentido de que i) a política fiscal passe a respeitar a "objecção de consciência fiscal" para os cidadãos impedidos de dar a sua colaboração material à política de aborto; e ainda ii) a proposta visando que o S.N.S. deixasse imediatamente de suportar os custos de quaisquer abortos após o primeiro (embora, para nós, nem o primeiro devesse ser pago pelo Estado).


Estando em curso a apresentação de declarações de rendimentos de pessoas singulares pela internet, à semelhança do que temos vindo a fazer, recomendamos algumas entidades amigas da Vida para os nossos amigos que queiram consignar uma parte do valor do seu imposto para organizações cuja actividade respeita e, mais do que isso, concretiza a Caridade cristã:

PONTO DE APOIO A VIDA ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL - NIPC 504706942
Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome - NIPC 504 335 642
OIKOS COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO - nipc 502002859
FUNDAÇÃO D. BOSCO PROJECTO VIDA - NIPC 507389565
BEM ME QUERES - ASSOCIAÇÃO DE APOIO À ADOPÇÃO DE CRIANÇAS - 507705050

D.P.N. - Guimarães, 19 de Março de 2010