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Tuesday, June 24, 2008

Que país é este?

Como é que o Mundo pode levar o nosso futebol a sério, se a própria FPF pactua com tentativas de corrupção?; quando o presidente deste organismo critica o Benfica, que luta pela verdade desportiva, porque as suas declarações/acções estão a causar instabilidade no seio da Selecção?
A sujidade do nosso futebol não tem limites e estende-se de norte a sul do país. Quando o futebol nacional estiver no fundo, ninguém vai ajudar a sair da lama... Nessa altura, alguns senhores já devem estar ou atrás das grades ou fora do país a rir-se da suposta justiça deste Portugal dos pequeninos...

Friday, June 6, 2008

Posturas diferentes, o mesmo crime

Pessoalmente, considero que o Benfica ainda não se devia ter pronunciado quanto a esta questão UEFA-Porto. O recurso do Futebol Corrupto do Porto será hoje entregue e, depois desta fase, caso as portas da Liga dos Campeões continuem fechadas, podem ainda apelar para uma terceira instância. Mesmo assim, o presidente encarnado, Luís Filipe Viera, decidiu quebrar o silêncio através de uma entrevista ao site do clube.

Esta punição da UEFA tem feito correr muita tinta na imprensa nacional. Têm-se sucedido as reportagens sobre os factos/punições do Apito Final, as notícias sobre as consequências das punições e as opiniões de várias pessoas dos diferentes quadrantes clubísticos. É inevitável que muitos tentem atirar areia para os olhos dos leitores, tentando desculpar os actos corruptos que já foram provados.

É inexplicável a posição da FPF, e do seu presidente, na defesa dos corruptos. E depois vêm com moralismos de que tudo tem de ser levado até às últimas consequências e as pessoas corruptas irradiadas do futebol...bla, bla, bla! Mas se fosse só o presidente da FPF a assumir esta postura estávamos nós bem... Parece que a porcaria (ou o medo) se estende para além dos limites das Antas. As leis existentes são interpretadas consoante as conveniências e o objectivo está traçado: é preciso tirar os corruptos da lama! O meu receio é que consigam e, perante notícias como esta, os meus medos aumentam...

Wednesday, June 4, 2008

A Justiça tarda, mas não falha!

É oficial! O Futebol Corrupção do Porto prepara-se para ver a próxima edição da Liga dos Campeões pela televisão. Durante um ano, o clube fica inibido de participar, abrindo assim portas para a possível candidatura do Benfica a um lugar na pré-eliminatória. Pensavam que se safavam com a perda de (apenas) seis pontos, mas a condenação por tentativa de corrupção vai-lhes sair bem mais cara. Para já, não entram, nos cofres das Antas, 4 milhões de euros.

Como seria de esperar, a UEFA cumpriu os regulamentos, pelo que "clubes que estejam ou tenham estado envolvidos em combinar ou influenciar resultados de jogos" não são admitidos. O Porto pensava que o caso do Apito Final só teria consequências internas, mas enganou-se. Agora, claro, vão tentar recorrer, mas o processo é o mesmo e não existem nem novos dados nem dados que possam ser subtraídos. O Porto é corrupto! Vinte anos depois provou-se esta acusação e, segundo tenho lido nos periódicos (muitos deles dados ao dramatismo), a crise está instalada. Talvez seja o príncipio do fim... É, sem dúvida, um primeiro passo para a credibilização do futebol nacional.

Tuesday, May 20, 2008

Nas mãos da UEFA

Era engraçado que o Futebol Corrupto do Porto não pudesse participar, na próxima época, nas competições europeias.

Segundo a alínea d) do ponto 1.04 do Regulamento de Competições da Liga dos Campeões sobre os critérios de admissão, os Corruptos ficariam de fora, uma vez que o regulamento é muito claro:
  • "it must not be or have been involved in any activity aimed at arranging or influencing the outcome of a match at national or international level;"


Contudo, já existem opiniões divergentes, entre elas a de José Manuel Meirim, referenciado pelo Corrupto-mor. Porém, isso só me deixa mais convicto de que a regra é clara e os Corruptos vão mesmo ficar a ver a Liga dos Campeões por um canudo ou a jogarem na Playstation. Ora vejamos, este José Manuel Meirim, sócio do Belenenses, defendia que o Gil Vicente não iria descer de divisão. O que aconteceu?


Este mesmo "senhor", mais tarde, defendeu que os Corruptos só iriam perder 3 pontos, e, segundo consta, parece que não foi isso que se passou.

Agora diz que, para além de já não ser adepto do Belenenses, é adepto do Benfica e diz que os Corruptos podem ir a Liga dos Campeões.

Penso que não preciso de dizer mais nada deste senhor. Só mesmo esperar pela decisão da UEFA.

Posso dizer que uma rigorosa interpretação da referida alínea dos Regulamentos deixava o Futebol Corrupto do Porto fora de qualquer competição Europeia não só para ano, mas para sempre.

Basta interpretar a frase... O clube, para ser inscrito, não pode estar ou ter estado envolvido em alguma actividade relacionada com a combinação de resultados ou influência sobre o desfecho de um jogo, a nível nacional ou internacional. Desta forma, os Corruptos, para o ano, também não se podem inscrever nas competições, porque estiveram envolvidos, já que não é referida a época. Poder-me-ão dizer que, desta forma, outros clubes da Europa também não deviam poder jogar. Sim, é verdade, mas não estamos a falar deles...

Monday, May 19, 2008

Palhaçada final.

Foram conhecidos os castigos sobre o caso "Apito Final", o qual renomeei de "Palhaçada Final". Foram os seguintes: ao Futebol Corrupto do Porto (F.C.P.) foi imposta a perda de 6 pontos, ao Boavista a descida de divisão e ao Leiria a perda de 3 pontos. Só isto já me dá vontade de rir mas há mais... Martins dos Santos e Jacinto Paixão, ex-árbitros, foram punidos respectivamente com 3 e 2 anos de suspensão. Suspensão do quê? Outro árbitro, Augusto Duarte, foi suspenso por 6 anos, mas, ainda este ano, apitou jogos de futebol.
Com estes castigos, posso dizer, e mesmo não sendo do Belenenses, que os adeptos deste clube se podem sentir ainda mais lesados que eu. Ora, na mesma época em que inscreveram mal um jogador, retiraram-lhes 6 pontos, enquanto outros clubes, por tentativa de corrupção, foram punidos com 3 e 6 pontos e apenas um clube, por coacção, desceu de divisão.
Ainda falam do caso Calabote. Para quem não conhece e para os deficientes mentais que andam sempre a falar nesse caso deixo-vos aqui um esclarecimento:

”A célebre arbitragem do Benfica-Cuf (7-1) da última jornada do campeonato de 1958/59 (ganho pelo FC Porto), jogo que, diz-se agora, o árbitro terá prolongado por dez minutos, à espera de um golo que daria o título ao Benfica. Nem o Benfica ganhou esse campeonato, nem o jogo demorou tanto: o árbitro deu não mais de três a quatro minutos de descontos, plenamente justificados pelas constantes perdas de tempo dos jogadores adversários. Basta reler os jornais da época…

Desde os anos oitenta, quando se acentuou o domínio do FC Porto sobre a arbitragem nacional, culminado, duas décadas depois, com a tardia “Operação Apito Dourado”, passou a ouvir falar-se muito no antigo árbitro Inocêncio Calabote e nos favores que teria feito ao Benfica num célebre jogo com a Cuf na última jornada do Campeonato Nacional de 1958/59 (22 de Março), terminado com o resultado de 7-1 e que teria tido, no dizer de quantos o recordam agora, dez minutos a mais, dados pelo árbitro à espera que o Benfica marcasse mais um golo que lhe daria o título. Nada mais falso.

Quando se chegou à 26ª e última jornada deste campeonato, marcado por inúmeros casos FC Porto e Benfica estavam igualados em pontos e na primeira fórmula de desempate, já que haviam empatado os dois jogos entre ambos. O FC Porto tinha então uma vantagem de quatro golos na diferença total entre tentos marcados e sofridos, pelo que tudo se iria decidir na última jornada, nos jogos Torreense-FC Porto e Benfica-Cuf. Apesar de uma e outra destas equipas estarem em perigo de descer de divisão (o Torreense desceu mesmo e a Cuf acabou por ter que disputar o então chamado Torneio de Competência com os melhores classificados da II Divisão), é muito natural que tanto os jogadores da Cuf como os do Torreense tenham tido prémios especiais (e secretos) para dificultarem a vida aos dois candidatos ao título.
Rádios acesos e… seis minutos de atraso
Sem televisão a transmitir, era através da rádio que, num e noutro campo, os adeptos iam seguindo a marcha dos marcadores. E a grande questão, que dá origem a todos os exageros que hoje se propalam, residiu no facto de o jogo do Benfica ter começado seis minutos mais tarde que as tradicionais 15 horas, então o horário de início de todos os jogos. A nossa equipa demorou a entrada em campo o mais que pode, de forma a poder vir a beneficiar do conhecimento do resultado em Torres Vedras, facto que levou a que o clube fosse então (justamente) multado. Esses seis minutos (mais uns “pozinhos” no segundo tempo) juntos com os três a quatro minutos que o árbitro prolongou o jogo para compensar percas de tempo, levou a que o jogo da Luz tivesse terminado apenas mais de dez minutos depois do de Torres Vedras, tempo durante o qual a equipa do FC Porto esperou em pleno campo, para depois festejar a conquista do título. E foi essa longa espera, superior a dez minutos, que deu origem à lenda - Calabote, que tão aproveitada (e distorcida) tem sido ao longo dos tempos. O Benfica não foi em nada beneficiado com essa arbitragem. E o árbitro até teria tido todas as possibilidades de «dar» o título ao Benfica, já que o nosso clube marcou o seu último golo aos 38 minutos da segunda parte e, quando o jogo de Torres Vedras terminou, o Benfica ainda teve cerca de dez minutos (seis regulamentares e mais três a quatro de “descontos”) para marcar aquele que lhe daria o título.

O que disseram os jornais:
Folheando os três jornais desportivos da época, nada faria supor que, várias décadas depois, o jogo fosse tão falado. Vejamos o que então se escreveu sobre o tempo de desconto, não sem que, antes, se recorde que, na altura, a missão dos árbitros era bem mais difícil, pois não havia cartões amarelos, o guarda-redes podia passear com a bola na grande área, batendo-a no chão as vezes que entendesse e a demora nos lançamentos da linha lateral não era castigada com lançamento a favor da equipa adversária. Mas vejamos o que disseram os jornais. Alfredo Farinha, em “A Bola”, foi bem claro: «O recurso sistemático aos pontapés para fora do rectângulo, a demora ostensiva na marcação dos livres e lançamentos de bola lateral, as simulações de lesionamentos, o uso e abuso, enfim, de todos esses vulgarizados meios de “queimar tempo” (…) dificilmente encontram, no caso de ontem, outra justificação se não esta: a Cuf não jogou, exclusivamente, para si mas também para uma outra equipa (a do FC Porto) que estava à margem da luta travada na Luz.» Mais adiante, na apreciação ao trabalho do árbitro, acrescenta Alfredo Farinha: «No que se refere ao prolongamento de quatro minutos, cremos ter deixado, ao longo da crónica, justificação bastante para o critério do Sr. Inocêncio Calabote.» No “Mundo Desportivo”, Guilhermino Rodrigues não comungava da mesma opinião, mas até considerou menor o tempo de desconto e acabou por o justificar: «Exagerado o período de três minutos que concedeu além do tempo regulamentar para contrabalançar os momentos gastos em propositada demora pelos cufistas.» No “Record”, em crónica não assinada (um antigo hábito do jornal), uma outra opinião: «Deu quatro minutos (…) pela demora propositada dos jogadores da Cuf – alguns deles foram advertidos – na reposição da bola em jogo. Não compreendemos porque não usou do mesmo critério no final do primeiro tempo, dado que aquelas demoras se começaram a registar desde início.» Esclarecedor…
Dois “penalties” indiscutíveis, Um só duvidoso
A acrescentar à fantasia dos dez minutos de descontos, há também quem fale nas três grandes penalidades que o árbitro assinalou a favor do Benfica. Os jornais foram unânimes em considerar indiscutíveis o primeiro e o terceiro e apenas o segundo deixou dúvidas. “A Bola”: «Quanto aos “penalties”, não temos dúvida de que o primeiro e o terceiro existiram de facto; dúvidas temos, porém, quanto ao segundo, pois Cavém, ao que se nos afigurou, não foi derrubado por um adversário, antes foi ele próprio que se descontrolou e desequilibrou.» “Record”: «Regular comportamento no julgamento das faltas. Só não concordamos com a segunda grande penalidade. A falta existiu, na verdade, mas só por ter sido executada fora de tempo merecia livre indirecto.» “Mundo Desportivo” (a propósito do segundo penalty): «Cavém obstruído quando perseguia a bola dentro da área. A falta só exigia livre indirecto.”

Já agora, recorde-se também a declaração de Cândido Tavares, treinador da Cuf, ao “Mundo Desportivo”: «O resultado justifica-se. Mas o árbitro foi demasiado longe na marcação das grandes penalidades. Não achei justo que assim sucedesse. Pena foi que não adoptasse agora no final o mesmo critério, não assinalando um autêntico “penalty” quando Durand derrubou Cavém. Era quanto a mim mais razoável.” Elucidativo! Se o árbitro tivesse desejado “oferecer” o título ao Benfica teria tido flagrante oportunidade…
FC Porto marcou dois golos no fim e Torreense acabou com nove
O outro jogo decisivo da última jornada deste campeonato de 1958/59 foi o Torreense-FC Porto. O FC Porto entrou com quatro golos de vantagem sobre o Benfica (na decisiva diferença total de golos) mas, ao intervalo, o Benfica já estava em vantagem: ganhava por 5-0 à Cuf, enquanto o FC Porto vencia em Torres Vedras por 1-0. Entretanto, na Luz o resultado foi fixado em 7-1 quando havia sete minutos para jogar, mas em Torres Vedras, a dois minutos do fim, o FC Porto fazia 2-0 e, a vinte segundos do final, Teixeira marcou o terceiro e decisivo golo. O Benfica jogou ainda dez minutos, mas não conseguiu o golo que lhe faltava. O Torreense, que sofrera o primeiro golo quando tinha um jogador fora de campo, lesionado, jogou com dez jogadores, por expulsão de Manuel Carlos, desde os 20 minutos da segunda parte, e ainda viu ser expulso outro jogador a seguir ao 2-0 (por pontapear a bola para longe depois do golo), sofrendo o 3-0 quando já só tinha nove homens em campo. Casos houve, pois, no jogo Torreense-FC Porto, com as arbitragens de Francisco Guiomar a ser contestada pelos jogadores locais...”

Wednesday, April 9, 2008

Apito de Latão

O futebol português é uma vergonha. Afinal, o apito não é dourado, mas de latão.
Em Itália, os castigos no famoso caso de corrupção, denominado como “calcio caos”, antes do recurso das equipas em causa, seriam a descida de divisão de 3 clubes e a perda de pontos no campeonato seguinte. Assim, a Juventus jogaria na Série B com menos 30 pontos, a Lázio e a Fiorentina também desciam para a Série B, embora começassem o campeonato em pé de igualdade com as restantes equipas, e cabia ao Milão a penalização menos pesada, começando o campeonato na Série A com menos 15 pontos. Depois do recurso, os castigos definitivos foram: para a Juventus a perda do campeonato 2005/2006 e ainda a descida de divisão, com a agravante de iniciar a prova com menos 17 pontos. A Lázio e a Fiorentina resistiram à descida de divisão, mas começaram com menos 11 e 19 pontos, respectivamente. Por último, o Milão viu a sua pena reduzida de 15 para 8 pontos na época seguinte.

Tento em conta estas decisões, se efectuarmos um pequeno exercício de extrapolação, em jeito de brincadeira, podemos concluir que o castigo aos três clubes envolvidos, neste momento, no Apito Dourado seriam pequenas anedotas para este país de palhaços.

Ora vejamos, o Boavista e o Leira podem enfrentar a descida de divisão, sendo que, no caso do Leiria, não sei se será a descida para a Liga Vitalis se para II Divisão, já que, desportivamente, é mais do que certa a descida do Porto – B para Liga Vitalis. Porém, se o castigo destes dois clubes é a descida de divisão, o castigo final deve ser um pedido de desculpas da Comissão Disciplinar da Liga. Quanto ao outro clube envolvido no processo e que pode perder 6 pontos, o respectivo castigo final deve ser um pedido de desculpas deste mesmo órgão disciplinar, bem como votos renovados de novos roubos em jogos para o campeonato.

Para tal, basta recordar a penúltima jornada deste campeonato, nomeadamente os acontecimentos no estádio do Restelo. Frente a frente estavam dois clubes que, eventualmente, poderão perder 6 pontos: um por ter inscrito de forma ilegal um jogador, o outro por ter comprado “apenas” uns quantos árbitros. Em resumo, é praticamente a mesma coisa. Nesse encontro, no último minuto do jogo, o árbitro marca um penalty fantasma a favor da equipa que compra os árbitros, prejudicando a equipa que inscreve jogadores de forma ilícita.

Num outro jogo dessa jornada, por coincidência ou não, na mesma cidade, e em prejuízo do clube local foi assinalado um penalty inexistente. No entanto, não serviu de muito, dado que o Benfica, mesmo não jogando nada, como tantos críticos apregoam, goleou o Paços de Ferreira.

A conclusão que tiro é que, neste país, o crime compensa. Por isso, penso mesmo que o meu clube devia investir em árbitros e não em jogadores. Ora se estão em disputa 90 pontos, se nos forem retirados seis, seríamos campeões, com toda a certeza, com 84 pontos no “bucho”. Nada mal!

Para avivar a memória dos mais esquecidos, menciono apenas alguns dos casos mais escandalosos desta época e não os erros graves dos árbitros. Logo no início do campeonato, o Benfica viu ser-lhe negada a possibilidade de vencer o Leixões (e assim recuperar os dois pontos que entretanto perdia), já que ficou por marcar um penalty com consequente expulsão do jogador agressor. Noutro jogo, o único golo do actual líder contra outro dos seus rivais ao título nasce de um lance onde não houve atraso ao guarda-redes, pelo que o livre indirecto é desasjustado. Recapitulando, o Benfica devia ter mais dois pontos e o actual líder menos dois. Mais recentemente, a estória repetiu-se: o Benfica, novamente contra o Leixões, viu um golo anulado por fora de jogo mal assinalado, enquanto o líder beneficiou de um penalty fantasma, ou seja, mais dois pontos para o Benfica e menos dois para o “incontestável” líder. O que posso concluir é que a vantagem do actual líder não seria de 16 pontos, mas apenas de oito. Dirão que mesmo assim ainda seria uma boa vantagem, mas não é a mesma coisa.

Para o ano, a situação repetir-se-à. Porquê? Porque o prémio do árbitro que, na passada semana assinalou um penalty fantasma, foi a nomeação para apitar o encontro do segundo classificado. Não percebo o futebol português... Se existe tanta superioridade do actual líder, como dizem, por que não investem numa maior credibilização do futebol? No mínimo, era de nomear um árbitro diferente, digo eu. Ainda estão com medo do clube que está a 16 pontos, é isso?