Tanãnãnãnã!

I feel good…

Tatã…

I knew that I would…

Tãtã…

Tanãnãnãnã!

So good! Tãtã!

So good! Tãtã!

So good! Tãtã!

So good! Tãtã!

SO GOOD! SO GOOD!

HEEEEEEEEEEY!

Aí tem luz

Que olhinhos cheios de luz são esses? Eles não combinam com seu terno azul, que não combina com sua camisa amarela. Você cai bem é num final de tarde com gosto de sexta-feira, fresco e descalço como você pediu pra ser.

Que olhinhos iluminados.

Amor, então

Amor, então,
também acaba?
Não, que eu saiba.
O que eu sei
é que se transforma
numa matéria-prima
que a vida se encarrega
de transformar em raiva.
Ou em rima.

Paulo Leminski, da coleção que a Déa me mandou.

Uma redação respondendo às perguntas

“Quem sou eu? Porque escolhi o jornalismo?”. É o que a primeira fase do processo seletivo pede de mim. Só isso. Quatro mil toques, mais ou menos uma página e meia.

Quem sou eu. Porque escolhi o jornalismo. Não que eu não saiba. Sei bem, e muito bem. Qual eu mesma eu quero ser.

Mano velho

Fiquei um tempão tentando criar uma frase bonita pro que vou falar agora, bem simples: o tempo deixa as coisas tão claras que a verdade chega a ser cruel.

(Aquela banda não era tão boa, a blusa não fazia você parecer mais magra, ele não gostava tanto assim de você. Um amontoado de nãos.)