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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Se o Natal é verdadeiro, “tudo muda”, assegura Bento XVI


Na Missa do Galo na basílica de São Pedro

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 25 de dezembro de 2009 (ZENIT.org).- Se realmente Jesus nasceu há mais de dois mil anos, “tudo muda”, afirmou Bento XVI na Missa do Galo, para explicar como o Natal tem uma importância decisiva na vida de cada pessoa.

A homilia da celebração eucarística, presidida na Basílica de São Pedro, converteu-se, portanto, em uma exortação a deixar o primeiro lugar na própria existência a Deus.

Na celebração, que neste ano começou às 22h, o bispo de Roma, ao meditar sobre o mistério que se viveu em Belém há mais de dois mil anos, assegurou que a notícia do nascimento de Jesus “não pode nos deixar indiferentes”. “Se é verdadeira, mudou tudo. Se é verdadeira, diz respeito a mim também”.

Deus, a prioridade

“A maioria dos homens não considera prioritárias as coisas de Deus. Estas não nos premem de forma imediata. E assim nós, na grande maioria, estamos prontos a adiá-las”, reconheceu.

“Antes de tudo faz-se aquilo que se apresenta como urgente aqui e agora. No elenco das prioridades, Deus encontra-Se frequentemente quase no último lugar. Isto – pensa-se – poder-se-á realizar sempre”, assegurou.

Mas “se alguma coisa na nossa vida merece a nossa pressa sem demora, isso só pode ser a causa de Deus”, afirmou, citando a famosa máxima da Regra de São Bento: “Nada antepor à obra de Deus”.

“Deus é importante, a realidade absolutamente mais importante da nossa vida”, disse.”O tempo empregue para Deus e, a partir d’Ele, para o próximo nunca é tempo perdido. É o tempo em que vivemos de verdade, em que vivemos o ser próprio de pessoas humanas”.

“Mas a maior parte de nós, homens modernos, vive longe de Jesus Cristo, d’Aquele que Se fez homem, de Deus que veio para o nosso meio. Vivemos em filosofias, em negócios e ocupações que nos enchem totalmente e a partir dos quais o caminho para a manjedoura é muito longo.”
Deus vem ao encontro

Agora, “sozinhos, não poderíamos chegar até Ele. O caminho supera as nossas forças. Mas Deus desceu. Vem ao nosso encontro. Percorreu a parte mais longa do caminho. Agora pede-nos: Vinde e vede quanto vos amo”.

“O sinal de Deus é a sua humildade. O sinal de Deus é que Ele Se faz pequeno; torna-Se menino; deixa-Se tocar e pede o nosso amor.”

“Quanto desejaríamos nós, homens, um sinal diverso, imponente, irrefutável do poder de Deus e da sua grandeza! Mas o seu sinal convida-nos à fé e ao amor e assim nos dá esperança: assim é Deus. Ele possui o poder e é a Bondade.”

“Convida a tornarmo-nos semelhantes a Ele. Sim, tornamo-nos semelhantes a Deus, se nos deixarmos plasmar por este sinal; se aprendermos, nós mesmos, a humildade e deste modo a verdadeira grandeza; se renunciarmos à violência e usarmos apenas as armas da verdade e do amor.”

O pontífice concluiu sua meditação com esta oração: “Senhor Jesus Cristo, Vós que nascestes em Belém, vinde a nós! Entrai em mim, na minha alma. Transformai-me. Renovai-me. Fazei que eu e todos nós, de pedra e madeira que somos, nos tornemos pessoas vivas, nas quais se torna presente o vosso amor e o mundo é transformado”.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Feliz Natal!!!!


Desejo a você, caro amigo e cara amiga que esteve nos acompanhando por mais esse ano, que nesse Natal, o Menino Jesus renasça em seu coração, no coração de sua família e de todos os seus queridos!


Nós Cristãos estamos na constante espera daquEle que voltará, Nosso Senhor Jesus Cristo. Enquanto esperamos, nos preparemos para celebrar dignamente o Natal. Ainda dá tempo de fazer sua oração, confessar-se e preparar-se para esse momento tão sublime de nossa fé: o Nascimento do Nosso Salvador!


Não deixemos que o Papai Noel seja o motivo desse Natal, mas que o Aniversariante do dia seja lembrado e esteja presente nessa bela festa!


Desejo um Santo Natal a você e sua família!


Abraços fraternos,

João Batista

Um Natal sem Jesus?




UM NATAL SEM JESUS




Um Natal sem a presença de Deus, que veio estar conosco, só pode ser um Natal sem graça, mas mesmo os descrentes ainda participam das migalhas da festa da fé. Dizem que o Natal deste ano vai ser bom, com mais dinheiro na praça e comes e bebes mais em conta. São as pequenas alegrias da superficialidade de ver a felicidade na facilidade de ter mais.




No comércio já é Natal, o Natal de presentes, de luzes e enfeites pendurados em árvores de plástico, de um Papai Noel importado da França que tomou o lugar do Menino Jesus, Deus presente para nós. A figura do Papai Noel tem sua origem em São Nicolau, um bispo do século IV que levava presentes às crianças pobres.




No meu tempo de menino na Suíça, no dia seis de dezembro, um visitante vestido de São Nicolau trazia pequenos presentes às crianças. Antes, um ajudante dele censurava nossas traquinagens, as quais misteriosamente conhecia. No Natal mesmo, quem mandava os presentes era o Menino Jesus. Os enfeites do Natal comercial podem esconder o sentido da festa para muitos, mas também ajudam a lembrar o dia da chegada do Salvador, dia de festa para todos, até mesmo para quem festeja o aniversário sem lembrar o Aniversariante.




A Igreja nos convida a preparar o aniversário de Jesus com o tempo do Advento, que nos faz lembrar o tempo anterior à vinda do Salvador, especialmente os dezoito séculos da história do povo eleito a fim de preparar o ambiente para Sua chegada. O Natal é festa de presentes, pequenos gestos de amor. Para lembrar o maior momento da história da humanidade, o grande acontecimento da manifestação do amor de Deus que veio estar conosco, se fez presente para nós. O presente maior é a presença. Num mundo de trevas surgiu uma luz.




A religião cristã é a religião da presença de Deus no mundo dos homens. Agora, dois mil anos depois, muitos ainda andam na escuridão, mesmo em países onde quase todos se dizem cristãos. No Brasil, no maior país católico do mundo, apenas uma minoria dos católicos participa da vida da Igreja. Na maioria das cidades, nem 10% dos jovens participam da Santa Missa no domingo, dia do Senhor. Pode conferir na sua paróquia. De vinte jovens, dezoito ou dezenove não dão valor ao encontro com Jesus e não procuram seguir Seus ensinamentos. Muitos deles preferem festas com bebidas e drogas piores. Procuram os prazeres da promiscuidade.




Numa cidade onde fui pároco havia mais jovens no "brega" do sábado que na Missa do domingo. Que tipo de família vão construir? Que tipo de sociedade? Sem a firmeza da fé, muitos ficam presas fáceis de traficantes, estragam seu futuro e deixam de fazer a sua parte na construção de um mundo melhor. Mais vale acender uma vela que ficar a queixar-se das trevas. O mundo está cheio de pessoas que perdem tempo com reclamações contra os outros. Faltam jovens que tenham a coragem de viver pessoalmente o que pregam aos outros.




Só teremos um Brasil melhor com brasileiros melhores. O mundo só será melhor com homens e mulheres melhores. O problema maior está na falta de formação cristã. Falta de conhecimento dos fundamentos racionais da fé. Aí está a sua missão, jovem cristão: Fazer brilhar a luz de Cristo para quem ainda caminha nas trevas. Ajudar a amar a Deus acima de tudo e amar o próximo como a si mesmo. Como dizer isso a pessoas que não têm certeza nem sobre a existência de Deus, Criador de todas as coisas? Não sabem que a família humana é a obra-prima do Criador que nos colocou no mundo para cuidar da Sua obra.




A fé não é apenas questão de razão, mas não é contra a razão. Neste mundo de ciência e tecnologia precisamos superar as contradições entre fé e razão, entre religião cristã e ciência. Missão não é questão de propaganda, mas a missão dos cristãos é fazer com que a mensagem de Jesus possa ser conhecida por todos que desejam viver na verdade. Temos argumentos e devemos usá-los, mas o que conta mesmo é o exemplo. “Nisto todos poderão saber que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.”




Jesus é a luz do mundo e quer que você seja também. Desde já desejo um Feliz Natal para você que é chamado a fazer brilhar a sua luz num mundo de trevas.




Dom Cristiano Jakob KrapfBispo de Jequié/BA




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Recebido pelo Grupo MSG Cristãs




Natal – No colo de uma mãe, a salvação da humanidade.


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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Bento XVI: Natal não é um conto para crianças

Bento XVI: Natal não é um conto para crianças

O Papa afirma que os cristãos devem empenhar-se na paz

CIDADE DO VATICANO, domingo, 20 de dezembro de 2009 (ZENIT.org).- “Hoje, como nos tempos de Jesus, o Natal não é um conto para crianças, mas a resposta de Deus ao drama da humanidade em busca da paz verdadeira.”

Assim afirmou hoje o Papa Bento XVI, ao introduzir a oração mariana do Ângelus com os peregrinos reunidos na Praça de São Pedro.

Comentando as leituras deste 4º domingo do Advento, especialmente a passagem do profeta Miqueias, que trata sobre a vinda do Messias, o Papa explicou que o Natal é “uma profecia de paz para cada homem”.

Esta profecia empenha os cristãos “adentrar-se no que está fechado, nos dramas, frequentemente desconhecidos e escondidos, e nos conflitos do contexto no qual vivem, com os sentimentos de Jesus, para ser, em todos os lugares, instrumentos e mensageiros de paz”.

Os cristãos, acrescentou, devem “levar amor onde há ódio, perdão onde há ofensa, alegria onde há tristeza e verdade onde há erro, segundo as belas expressões de uma conhecida oração franciscana”.

“‘Ele mesmo será a paz!’ – afirmou. Cabe a nós abrir, destrancar as portas para acolhê-lo. Aprendamos de Maria e José: coloquemo-nos com fé ao serviço do desígnio do Senhor. Ainda que não compreendamos plenamente, confiemo-nos à sua sabedoria e bondade. Busquemos primeiro o Reino de Deus e a Providência nos ajudará.”

O pontífice referiu-se especialmente à situação da Terra Santa e de Belém, a cidade natal de Jesus Cristo, “uma cidade-símbolo da paz, na Terra Santa e no mundo inteiro”.

“Infelizmente, em nossos dias, esta não representa uma paz alcançada e estável, mas uma paz fatigosamente buscada e esperada.”

No entanto, sublinhou o Papa, “não se resigna jamais a esta situação e por isso, também este ano, em Belém e no mundo inteiro, se renovará na Igreja o mistério do Natal”.
Fonte: Zenit

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Angelus

ANGELUS – 13/12/09
Segue o discurso proferido por Bento XVI neste domingo por ocasião da oração do Angelus, junto aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro:
“Caros irmãos e irmãs!Já estamos no terceiro domingo do Advento. Hoje na liturgia ecoa o apelo do Apóstolo Paulo: "Alegrai-vos sempre no Senhor! Repito, alegrai-vos... o Senhor está próximo” (Fl 4, 4-5). A mãe Igreja, enquanto nos prepara para o santo Natal, ajuda-nos a redescobrir o sentido e o sabor da felicidade cristã, tão diferente daquela do mundo.
Neste domingo, dando continuidade a uma bela tradição, as crianças de Roma trazem ao Papa, para que sejam abençoadas, as pequenas estátuas do Menino Jesus, que serão depois colocadas em seus berços. E, de fato, vejo presentes, aqui na Praça de São Pedro, tantas crianças e adolescentes, juntamente com pais, professores e catequistas.
Caríssimos, vos saúdo com todo o afeto e vos agradeço por terem vindo. Para mim é motivo de grande júbilo saber que em vossas famílias se conserva a tradição de montar o presépio. Porém, ainda que importante, repetir este gesto tradicional não é suficiente. É necessário buscar viver, na realidade do dia-a-dia, aquilo que o presépio representa, isto é, o amor de Cristo, a sua humildade, sua pobreza. Foi o que fez São Francisco de Assis em Greccio: representou ao vivo a cena da Natividade, para assim poder contemplá-la e adorá-la, mas principalmente para que pudesse saber a melhor forma de pôr em prática a mensagem do Filho de Deus, que por amor a nós despojou-se de tudo e se fez uma pequena criança.
A bênção dos “Bambinelli” – como se diz em Roma – nos lembra que o presépio é uma escola de vida, do qual podemos aprender o segredo da verdadeira felicidade. Esta não consiste de muitas posses, mas em nos sentirmos amados pelo Senhor, em doar-se aos outros e no querer bem.
Olhemos para o presépio: Nossa Senhora e São José não parecem uma família de muita sorte; tiveram seu primeiro filho em meio a grandes dificuldades; e, no entanto, estão plenos de alegria interior, porque se amam, se ajudam, e, principalmente, porque estão certos de que Deus está a operar em sua história, o Qual se fez presente no pequeno Jesus.
E quanto aos pastores? Que motivos teriam para se alegrarem? Aquele recém-nascido não mudará sua condição de pobreza e marginalização. Mas a fé os ajuda a reconhecer no “menino envolto em faixas e deitado numa manjedoura”, o “sinal” do cumprimento das promessas de Deus para todos os homens “que são do seu agrado” (Lc 2,12.14), inclusive para eles!É nisto, caros amigos, que consiste a verdadeira felicidade: no sentir que nossa existência pessoal e comunitária é visitada e preenchida por um grande mistério, o mistério do amor de Deus.
Para sermos felizes, necessitamos não apenas de coisas, mas também de amor e de verdade: necessitamos de um Deus próximo, que aqueça nosso coração, que responda aos nossos anseios mais profundos. Esse Deus se manifestou em Jesus, nascido da Virgem Maria. Por isso, aquele Menininho, que colocamos na cabana ou na gruta, é o centro de tudo, é o coração do mundo.
Oremos para que cada homem, como fez a Virgem Maria, possa acolher, como o centro da própria vida, o Deus que se fez Menino, fonte da verdadeira felicidade.”
Fonte: ZENIT (Agência Internacional Católica de Notícia)

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

ESPIRITUALIDADE DO ADVENTO

ESPIRITUALIDADE DO ADVENTO



Advento vem do latim adventus. Significa "chegada", do verbo advenire: "chega a". É o primeiro tempo do Ano Litúrgico, o qual antecede o Natal.


Para os cristãos, é um tempo de preparação e alegria, de expectativa, durante o qual os fiéis, esperando pelo nascimento de Jesus Cristo, vivem o arrependimento, promovem a fraternidade e a paz.
No calendário religioso este tempo corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal. O tempo do Advento é para toda a Igreja, momento de forte mergulho na liturgia e na mística cristã. É tempo de esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor Jesus, como uma noiva que se enfeita e se prepara para a chegada de seu noivo, seu amado.


O Advento começa às vésperas do domingo mais próximo do dia 30 de novembro e vai até as primeiras vésperas no Natal de Jesus, contando quatro domingos.
Ademais, esse tempo possui duas características: nas duas primeiras semanas, a nossa expectativa se volta para a segunda vinda definitiva e gloriosa de Jesus Cristo, Salvador e Senhor da história. As duas últimas semanas, dos dias 17 a 24 de dezembro, visam em especial à preparação para a celebração do Natal, a primeira vinda de Jesus entre nós.
Por isso, o Tempo do Advento é um tempo de piedosa e alegre expectativa. Isso por que nos recorda a dimensão histórica da salvação, evidencia a dimensão escatológica do mistério cristão e nos insere como Igreja militante, no caráter missionário da vinda de Cristo.
Este caráter missionário do Advento se manifesta na Igreja pelo anúncio do Reino e por sua acolhida no coração do homem até a manifestação gloriosa de Cristo. As figuras de João Batista e Maria são exemplos concretos da vida missionária de cada cristão, quer preparando o caminho do Senhor, quer levando o Cristo ao irmão para o santificar. Não se pode esquecer que toda a humanidade e a criação vivem em clima de advento, de ansiosa espera da manifestação cada vez mais visível do Reino de Deus.
Celebrar o Advento é, portanto, um meio precioso e indispensável para nos ensinar sobre o mistério da salvação e assim termos a Jesus como referência e fundamento, dispondo-nos a "perder" a vida em favor do anúncio e instalação do Reino.
No Advento, precisamos nos questionar e aprofundar a vivência da pobreza. Não a pobreza econômica, mas principalmente aquela que leva a confiar, se abandonar e depender inteiramente de Deus e não dos bens terrenos.
O Advento também é tempo propício à conversão. Sem um retorno de todo o ser a Cristo, não há como viver a alegria e a esperança na expectativa da sua vinda. É necessário que preparemos o caminho do Senhor em nossas próprias vidas, lutando incessantemente contra o pecado e as fraquezas, mediante uma maior disposição para a oração e mergulho na Palavra de Deus.
Portanto, para vivenciar esse tempo litúrgico da nossa Igreja, é preciso reviver alguns valores que são essenciais em nossa vida de cristãos, como: a esperança, a pobreza, a conversão.
Desta forma, exclamaremos em brado de glória junto com toda a Igreja: Maranatha! Vem Senhor Jesus!
Vagne Gama dos Santos
Seminarista claretiano

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Estandartes








Amigos, recebi um e-mail de um amigo de Portugal e gostaria de partilhar - primeiro para divulgar essa bela iniciativa que está acontecendo na Europa, para que outros amigos de lá participem.








Também para mostrar aos brasiléiros essa iniciativa e de repente começarmos algo parecido por aqui... pelo menos, uma prática que temos em casa, é evitar enfeites com Papai Noel, e priorizar a árvore de Natal e o Presépios... convido os leitores a fazer o mesmo!








Abraços fraternos e bom fim de semana!








Segue e-mail recebido pelo amigo Nuno Santos - nunomvsantos@gmail.com:








Queridos amigos, gostaria pedir a vossa colaboração para o seguinte assunto:








Esta-se a criar em Portugal a plataforma “Estandartes de Natal 2009”*: um grupo de famílias que pretende partilhar com os seus amigos e vizinhos a alegria do Natal cristão.A ideia é fazer como já se faz em varias cidades espanholas, dondedesde há alguns anos muitas famílias têm vindo tentar substituir os“pais natais” que se penduram ultimamente das varandas no Natal poruns “estandartes” com uma imagem do Menino Jesus para lembrar àspessoas o verdadeiro espírito de Natal.(Em Pamplona, que é o que eu conheço, cada Natal vêem-se mais casascom estas imagens nas janelas)








Os estandartes vão ser vendidos às paróquias pelo preço de custo, paradepois lá serem distribuídos todos a um preço unitário de 15 euros. Asreceitas que conseguirem ficarão para cada paróquia.








Também vamos vender directamente a particulares, colégios..etc por 15 Euros e nesse caso as receitas serão todas distribuídas no final em Cabazes de Natal para as famílias necessitadas. (não há negócio de pormeio, todo vai para as paróquias ou para os pobres!)








O objectivo é vender o maior número possível de estandartes e no dia 22 de Novembro todos pendurarem “O Menino Jesus” na varanda. Depois irá aparecer nas notícias, no Jornal da Verdade… e a partir de aiesperamos que muitas mais pessoas fiquem interessadas e queiram tambémter o seu estandarte em casa e espalhar o verdadeiro espírito do Natal








Junto envio uma fotografia para verem a ideia. A qualidade do tecido é muito boa, está forrado, e tem fitas para pendurar.








Sff digam-me se estão interessados em comprar e quantos e se poderiam espalhar a ideia nos colégios, movimentos, vossas paroquias..etc.








Muito obrigada! Beijinhos,








Xurdana PeñaPS.








Em princípio haverá um site com todas estas informações mas aindanão está operativo http://www.estandartesdenatal.org/*




(Encabeçam esta organização: Nuno Saraiva da Ponte e Paula Pimentel)








Xurdana Peña




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(+351) 91 705 83 05Fax/Tel (+351) 21 441 34 61