A essência do pensamento de Espinoza é a defesa (dele) da possibilidade de o ser humano chegar, através do exercício da Razão (ou da ciência), à unidade com a substância única (panteísmo) a que ele chama de “Deus”. (more…)
Sábado, 9 Maio 2026
Terça-feira, 21 Abril 2026
A Isabel Moreira e a Realidade Normativa
«Isabel Moreira partilhou na sua conta do X o "parecer" da CIG – um antro de trans-activistas durante anos -, que conclui que a actual lei da autodeterminação de género é fantástica. Isto apesar da actual lei permitir a qualquer jovem mentalmente descompensado, o acesso imediato a uma identidade e um marcador de género diferente, sem qualquer diagnóstico rigoroso com todas as consequências imprevisíveis e trágicas que resultam daqui.
Desde que ela postou, chovem comentários na conta dela. São centenas e centenas a contestá-la. Dá gosto ver que o Wokismo acabou. Os portugueses já não receiam demonstrar de forma clara que não vão ficar calados perante os perigos desta gente alucinada.
Que o Presidente da República tenha bem noção disso. »
O dimorfismo sexual é uma característica da Realidade Normativa, mas a Isabel Moreira não concorda com a normatividade da realidade implícita no dimorfismo sexual.
Por exemplo, a Isabel Moreira acredita que se cortarem uma perna a 51% dos carneiros do mundo inteiro, os carneiros deixam de ser quadrúpedes. É uma crença. Mas toda a gente normal sabe que, ainda que os seres humanos cortassem as pernas aos carneiros, estes não deixariam de ser quadrúpedes.
O que está aqui em causa é o bom-senso, por um lado, e o senso-comum, por outro lado. A Isabel Moreira não tem nem uma coisa nem outra. A Isabel Moreira é doente mental.
Domingo, 7 Setembro 2025
A imbecilização voluntária das elites ocidentais
O comediante e escritor irlandês Graham Linehan (na foto) foi detido à chegada a um aeroporto em Londres, e apresentado a um tribunal londrino a 4 de Setembro de 2025, por ter escrito no Twitter que “se um transgénero entrar num espaço feminino, as mulheres devem dar-lhe um pontapé dos colhões” (sic).
A pergunta que se impõe é a seguinte: ¿como é que gente dita “inteligente” — incluindo legisladores e magistrados — alinham ou condescendem com a Ideologia de Género?
A resposta é simples, e foi dada por Olavo de Carvalho através da noção de “Imbecil Colectivo”:
“O ‘imbecil colectivo’ é uma comunidade de pessoas de inteligência normal ou superior que se reúnem com o propósito de imbecilizar-se umas às outras”.
O que se passa no Ocidente é uma tentativa, por parte das elites, de se tornarem imbecis por acordo mútuo.
Domingo, 10 Maio 2026
Temos um generalato megalómano ou corrupto
Têm vindo a terreiro várias opiniões de generais das Forças Armadas Portuguesas defendendo a compra do caça F-35 que só é operacional dentro de um ecossistema controlado estritamente pelos americanos.
Ou seja: temos generais que têm a mania das grandezas, e são tão intelijumentos que pretendem colocar as Forças Armadas sob a dependência total de gentalha como Donald Trump.
É preciso informar os “Milicos” intelijumentos portugueses que os radares mais modernos já detectam o F-35. E que este avião é o menos interessante em todos os outros componentes operacionais (ver imagem abaixo) — a não ser que se pretenda que o Pentágono comande as Forças Armadas Portuguesas.
Por exemplo, o F-35 tem uma disponibilidade operacional de 30 a 50% — ou seja, pelo menos 50% do tempo útil, o avião está parado em hangar —, ao passo que o sueco Gripen tem uma disponibilidade operacional de 70 a 85%. Ou seja, os generais portugueses têm a mania que são ricos.
Qualquer dos caças concorrentes — o Eurofighter, o Rafale e Gripen — é melhor ou mais útil do que o F-35. Por exemplo, no custo de operação por hora, a diferença é abismal; e a diferença de custo de apoio em base aérea é enorme.
Só compra o F-35 quem está vendido aos interesses americanos. Temos que começar a investigar as contas bancárias dos generais portugueses.
A Constituição portuguesa defende a pedofilia e o Lumpemproletariado
A minha experiência com tribunais, em Portugal, tem-me revelado que uma grande parte dos juízes ou são radicais de Esquerda ou têm distúrbios mentais — o que, na prática, vai dar no mesmo. Por isso, devemos limitar ao máximo possível a discricionariedade de decisão dos juízes: dar poder lato de decisão aos juízes significa minar a estrutura do Estado de Direito em nome de um denominado “bem maior” desenhado por psicopatas.
“Na discussão conjunta dos diplomas, os grupos parlamentares e deputados únicos foram unânimes em condenar a violência sexual contra menores, mas divergiram quanto à constitucionalidade de ser aplicada automaticamente aos condenados por crimes sexuais, por um certo período, a pena acessória de proibição de trabalho com crianças ou de inibição do exercício de responsabilidades parentais, algo actualmente deixado ao critério dos tribunais”.
→ Parlamento voltou a chumbar pena acessória de castração química de pedófilos reincidentes
Por exemplo: em 1998, um meliante entrou em minha casa para roubar, e eu fiz da cara dele um oito, dentro da minha casa. Um juiz barbudo e comunista de Gaia condenou-me a pagar uma indemnização choruda ao ladrão, e ainda me deu uma ensaboadela moral dizendo que “o roubo é uma mera e simples transferência de propriedade que não justifica violência” (sic).
É deste calibre merdoso que é constituído uma grande parte da judicatura portuguesa.
Em 2016 fui testemunha em um julgamento, e a juíza expulsou-me da sala de audiência a altos berros, alegando que eu estava a influenciar as outras testemunhas mediante o meu “pesado silêncio” (sic).
Poderia dar aqui mais uma mão-cheia de experiências com juízes mentalmente disturbados. Ser juiz, hoje, é ser tendencialmente esquerdóide ou dependente de substâncias psicotrópicas com ou sem receita médica.
Actualmente, confiar no livre escrutínio dos juízes é loucura. Tal como aconteceu com os padres católicos, a condição dos juízes em Portugal é social- e eticamente estercorosa.
A actual Constituição portuguesa foi feita para proteger comportamentos desviantes (por exemplo, a pedofilia), por um lado, e o Lumpemproletariado, por outro lado. É uma Constituição marcadamente maçónica.
Quando os partidos do sistema utilizam o argumento da “constitucionalidade”, ou da falta desta, para se absterem do combate decisivo à pedofilia, verificamos todos que o que a elite política (e maçónica) pretende é rasgar a Janela de Overton no sentido da tolerância cultural e jurídica em relação à pedofilia, numa primeira fase, tendo em vista a legalização e normalização do comportamento pedófilo.
Temos uma Constituição amiga da pedofilia. E temos a obrigação de acabar com ela.
Sexta-feira, 1 Maio 2026
Donald Trump diz que “no pasa nada”, e que “a culpa é da Europa”
A dívida nacional bruta dos Estados Unidos atingiu os 124% do PIB bruto do país. Quando uma situação semelhante aconteceu em Portugal em 2012, caiu o Carmo e a Trindade; mas, nos Estados Unidos, o Trump diz que “no pasa nada”.
A vantagem dos Estados Unidos em relação a outros países endividados, é que a maior parte da dívida americana é detida (é propriedade) de cidadãos do próprio país, correspondendo ao PIB nominal de 31 triliões de US Dólares (utilizo aqui a nomenclatura anglo-saxónica).
Porém, a dívida total bruta dos Estados Unidos aumenta a um ritmo de 1 bilião (1 mil milhões) de US Dólares a cada semestre, e o custo anual dos juros consome cerca de 13% do orçamento (anual) do país.
E depois, há o défice orçamental enorme: os Estados Unidos de Donald Trump gastam 1,33 US Dólares por cada 1 dólar que arrecadam em impostos. Estamos a falar de uma diferença de 33%…
O problema não é só a dívida: é sobretudo o défice orçamental. Uma dívida até pode ser boa para a economia; o défice orçamental sistémico é de muito mau agoiro.
Quando Bill Clinton deixou a presidência dos Estados Unidos em 2001, o país tinha quatro superávites orçamentais consecutivos e uma dívida bruta total de 5,7 triliões de US Dólares; hoje, a dívida bruta total dos Estados Unidos é de mais de 39 triliões de dólares. Em 24 anos, os políticos americanos (a começar por George W Bush) arrebentaram o país…
… mas o Donald Trump diz que “no pasa nada”, e que “a culpa é da Europa”.
Terça-feira, 28 Abril 2026
O Carlos Moedas, o Rui Tavares e a Mariana Mortágua devem estar felizes e radiantes
Os socialistas espanhóis começaram a instalar uma nova geração de radares nas estradas de Espanha que não controlam a velocidade, mas antes filmam os interiores dos veículos que passam: são os chamados “radares de ocupação” com câmaras de inteligência artificial capazes de fazer prova de que o condutor circula sozinho dentro do carro, implicando uma multa de 200 Euros em caso de prevaricação.
Imaginem a felicidade de Carlos Moedas se a moda pega em Lisboa! Se juntarmos os “radares de ocupação”, por um lado, e a “cidade 15 minutos”, por outro lado, temos o homenzinho orgásmico.
O Conservador deve evitar a confusão entre “género “ e “sexo”
Estando eu a ler um livro de autoria de uma pessoa conservadora, ligada à Igreja Católica, verifiquei que utilizava amiúde o termo “género” em lugar de “sexo”. Ou seja, até os mais conservadores já estão contaminados pela linguagem desconstrucionista do pós-modernismo (ou do marxismo cultural).
Convém recordar aqui um conceito de Eric Voegelin segundo o qual, para podermos criticar a linguagem ideológica (neste caso, a linguagem ideológica do marxismo cultural), temos que criar uma comunidade de linguagem:
«Qualquer pessoa com uma mente informada e reflectiva que viva no século XX a partir do fim da primeira guerra mundial ― como é o meu caso ― acaba por se se sentir cercada ― senão oprimida ― por todos os lados por uma inundação da linguagem ideológica.
Essa pessoa não consegue lidar com os utilizadores da linguagem ideológica como parceiros de uma discussão, mas terá antes que fazer destes o objecto de investigação.
Não existe uma comunidade de linguagem entre os representantes das ideologias dominantes. Por isso, a comunidade da linguagem que essa pessoa pretende usar para criticar os utilizadores da linguagem ideológica deve ser, em primeiro lugar, descoberta e, se necessário, estabelecida.»
→ Eric Voegelin.
Ora, a nossa comunidade de linguagem não pode substituir o conceito de “sexo” pelo de “género”: o conservador que o faz cedeu já, na sua posição, em relação ao desconstrucionismo comunista ou cripto-comunista; já não é um conservador propriamente dito, mas antes é uma espécie de “progressista paralisado”.
Domingo, 26 Abril 2026
Rui Tavares é perigosíssimo; temos um substituto à altura da Mariana Mortágua
Rui Tavares é certamente o político mais perigoso, porque pega em factos, manipula-os, altera-os e depois, a coberto daquela aura de intelectual de urinol e com a ajuda de jornalistas analfabetos funcionais, impõe uma realidade paralela ao mesmo tempo que acusa os outros de “fake news”.
É o político espertalhão da nossa praça. Pior do que ele só o José Pacheco Pereira.
Vejamos esta “notícia”:
«O porta-voz do Livre Rui Tavares acusou hoje o presidente do Chega de ter citado Adolf Hitler e um mito nazi no discurso da sessão solene do 25 de Abril quando repetiu diversas vezes a expressão "apunhalado pelas costas".»
→ Rui Tavares acusa André Ventura de citar Adolf Hitler e mito nazi na sessão solene
Segundo o historiador inglês Laurence Rees, no seu livro “The Nazi Mind” e logo no primeiro capítulo (eu tenho o original em língua inglesa), a frase “fomos apunhalados pelas costas” foi de autoria do marechal Paul Von Hindenburg, que de “nazi” tinha absolutamente nada, e foi proferida numa Comissão Parlamentar de investigação das causas da derrota alemã na I Guerra Mundial, e imediatamente a seguir ao fim da guerra — ainda não existia o partido nazi.
Independentemente de a frase do marechal Paul Von Hindenburg (“fomos apunhalados pelas costas”) constituir uma teoria da conspiração, ou não (eu penso que Hindenburg se baseou em factos concretos), a frase não é de autoria de Hitler ou do partido nazi que ainda não existia naquele momento.
Seria o mesmo que se disséssemos que o conceito nazi e de “super-homem”, da década de 1920, foi criado por Nietzsche que morreu em 1900: esta ideia só pode vir de uma mente deturpada, distorcida e formatada no sistema ortorrômbico, como a de Rui Tavares.
Domingo, 19 Abril 2026
O Tiago Freitas e a generalização da culpa
O senhor Tiago Freitas escreveu isto no intróito de um seu texto:
“Durante anos vivemos sob o que muitos apelidaram de “opressão woke”. Seguiu-se uma reacção que começou por ser higiénica, mas que rapidamente resvalou para um contrawokismo excessivo, por vezes boçal. O resultado? Um barómetro reputacional completamente desalinhado, onde o que é “bom” ou “aceitável” varia consoante o campo ideológico. Ainda assim, há sinais que atravessam essas trincheiras.”
Vamos tentar “descodificar” (laborar em um pequeno exercício de hermenêutica freudiana) este pequeno trecho do senhor Freitas — por exemplo, o que significa «um barómetro reputacional completamente desalinhado, onde o que é “bom” ou “aceitável” varia consoante o campo ideológico».
Sábado, 18 Abril 2026
Entre a Cristina Ferreira e a Isabel Moreira, venha o diabo e escolha
Aconteceu recentemente um confronto político e ideológico entre o liberalismo levado às suas últimas consequências (Cristina Ferreira), por um lado, e por outro lado o cientificismo de Esquerda (Maria João Faustino, Isabel Moreira, etc.).
No liberalismo (representado aqui por Cristina Ferreira), o negócio está em primeiro lugar; o negócio é o mais importante, e independentemente das consequências sociais, culturais e éticas.
O liberal dá valor ao Estado de Direito porque este promove a liberdade de mercado — em contraponto à posição do cidadão conservador que dá valor à liberdade de mercado porque esta promove o Estado de Direito.
Terça-feira, 14 Abril 2026
A troca de mimos entre André Ventura e José Pacheco Pereira
Falar de José Pacheco Pereira é-me penoso, por uma questão de vergonha alheia.
Não me esqueço, por exemplo, que o Pacheco escreveu que “o marxismo cultural não existe” — quando um dos expoentes máximos da Escola de Frankfurt, o alemão Habermas recentemente falecido, escreveu exactamente o contrário. Ou seja, parece que o Pacheco sabe mais acerca da Escola de Frankfurt do que o próprio Habermas saberia.
O Pacheco foi, desde 1974, sendo apaparicado pela elite política de Esquerda que malgovernou este país pelo menos até final da década de 1980, e tornou-se em uma espécie de “símbolo de resgate ideológico” da Esquerda, em uma luminária feita às canhas com uma arrazoação modelar e sistémica (a cassete).
Todo o “intelectual” esquerdista vive das genuflexões da elite política em relação às suas próprias virtudes.
Separar o Pacheco e o maoísmo foi um esforço “inconseguido” de uma vida inteira.
O esquerdista que se preze grita que “a liberdade perece!” quando as suas vítimas recusam-se a financiar o seu próprio assassinato. O fenómeno do partido CHEGA passou ao Pacheco a ideia segundo a qual “as vítimas recusam-se a morrer”. Ora, esta recusa da morte é, para o Pacheco, inadmissível. Seria suposto que os “fassistas” / vítimas morressem com alegria…
No debate com André Ventura, o esquerdista José Pacheco Pereira demonstrou que consegue refutar uma opinião acusando o seu adversário de “imoralidade”. Claro que o André Ventura respondeu-lhe na mesma moeda.
O José Pacheco Pereira, como todo o esquerdista estratega, diz-se “parte” mas sente-se juiz. O ar professoral com que o Pacheco se dirigiu a André Ventura emulou a figura superior do magistrado ante o agente de ministério.
O argumentário do Pacheco perdeu a sua clareza heteronómica e acabou em onanismo sentimental (coitadinho do pretinho!) acerca da História do colonialismo português. O discurso do Pacheco acerca de Portugal em muito pouco se distingue do do esquerdalho ressabiado do Brasil que ainda hoje (passados séculos) culpa o povo português pelo atraso estrutural brasileiro.
Como bom marxista, o Pacheco não atribui o seu fracasso (e o fracasso da Esquerda) a erros de diagnóstico, mas antes à perversidade dos factos — como escreveu Lenine: “os factos são teimosos”.
É assim que o Pacheco afirmou que ninguém, da Esquerda abrileira, errou — nem Mário Soares nem Álvaro Cunhal erraram em relação à descolonização: a culpa, segundo o Pacheco, foi da perversidade dos factos (os factos teimosos) herdados de Salazar.
O Pacheco culpa o Salazar não só dos crimes do Estado Novo mas também dos crimes perpetrados pela Esquerda depois da revolução abrileira.
Na sua relação com o fenómeno revolucionário abrileiro, o esquerdista Pacheco comporta-se como o devoto católico que continua a venerar a relíquia do santo depois de ter a prova da impostura do milagre. Contudo, o Pacheco diz-se “ateu”; é um ateu dogmático.
Terça-feira, 7 Abril 2026
O carro eléctrico e o jornalismo mercenário
Está montada a maior fraude ao consumidor europeu de que há memória, que pretende (essencialmente) duas coisas: a sinificação da Europa, e a limitação de liberdade de locomoção do cidadão.
O argumento segundo o qual “o carro eléctrico é mais ecológico” faz parte da maior vigarice que as elites incutiram no povo. O processo de fabrico do carro eléctrico (desde a produção das baterias) é extremamente poluente.
O único argumento válido e a favor do carro eléctrico é o incremento da autonomia em relação Médio Oriente e aos seus produtos petrolíferos — mas, ainda assim, não podemos dispensar o diesel: imaginem, por absurdo, um camião TIR com baterias eléctricas, carregado com 20 toneladas de mercadorias, a viajar 2.000 quilómetros por essa Europa fora… uma viagem Lisboa / Copenhaga demoraria, no mínimo, 20 dias… ou um avião eléctrico de passageiros a fazer a viagem Sidney / Nova Iorque…
A notícia acima é própria de um jornalismo fraudulento, e de jornalistas vigaristas e mercenários (a maioria deles), inimigos do povo — desde logo porque ignora o mercado de automóveis usados que são esmagadoramente de motores a combustão. E isto até faz sentido, porque o carro eléctrico não terá jamais um mercado de usados que seja digno desse nome.
O carro eléctrico é automóvel de rico: ao fim de 7 anos (no máximo), deita fora o carro e compra um novo; ou então substitui as baterias exaustas, o que vai dar praticamente no mesmo.
Em contraponto, um carro com motor a diesel pode durar décadas (eu falo por experiência própria). Por exemplo, o Volkswagen Golf TDi dura há 25 anos, sem problemas. Esta é a principal razão por que os fabricantes de automóveis querem acabar com os motores a diesel: os carros a diesel não são bom negócio para os fabricantes cada vez mais ávidos de lucros — o carro a diesel é inimigo da obsolescência programada.
Quem ler aquela parangona e não viver em Portugal, pode pensar que 70% dos carros em circulação em Portugal são eléctricos. A parangona é mentirosa, própria do jornalismo de merda que temos.
Por outro lado, as marcas europeias de automóveis já não vendem carros com motores diesel, e já estão a limitar a produção de carros com motores a gasolina — isto é, a indústria automóvel obedece à ideologia da actual política que pretende a sinificação da Europa e a limitação da liberdade de circulação dos cidadãos.
Se 70% de carros novos vendidos em Portugal são eléctricos, é porque já não se vendem carros novos com motores a combustão, porque estes desapareceram (propositadamente) do mercado de carros novos.
E isto significa que, dentro de poucos anos, apenas as elites económicas poderão ter automóvel privado — e é isto que a elite política (de Esquerda, acolitadas pela maçonaria) pretendem: transformar a Europa numa espécie China, com câmaras de vigilância a cada esquina, com “Cidades 15 Minutos” e limitação drástica de locomoção em automóvel privado.