sexta-feira, 4 de setembro de 2026

NOVO SINGLE DE ANA RITA





















Início, meio e fim” é um pop português sobre reencontrarmo-nos e termos coragem para escrever a nossa própria história. Nasceu em Londres, cidade com que sonhava desde criança e onde Ana Rita realizou o sonho de estudar música. Escreveu-a junto à janela do seu quarto, entre a mudança, a saudade e a liberdade. É um grito de crescimento, identidade e recomeço feita para todos os que ainda se permitem sonhar.

Ana Rita é uma cantora e compositora portuguesa que encontrou na música, desde muito cedo, uma forma de sonhar, sentir e contar histórias. Aos 12 anos criou o seu primeiro canal de YouTube, onde começou a partilhar covers e a dar os primeiros passos do seu caminho artístico.

Encontra no pop a sua principal linguagem, explorando temas como o amor, a mudança e os sonhos. Em 2024, participou no The Voice Portugal, experiência que marcou uma nova etapa no seu percurso. Desde então, tem vindo a afirmar-se tanto na composição como nos palcos, tendo já partilhado palco com Diogo Piçarra e atuado nas Festas de São João e na Festa na Praça do Continente , ambas em Braga.

A passagem por Londres trouxe novas experiências e inspiração para a sua escrita, dando origem a algumas das suas canções mais pessoais. Assim nasce “Início, meio e fim”, uma canção sobre recomeços e a coragem de continuar a acreditar nos próprios sonhos.


A Ana Rita está totalmente disponível para uma entrevista em estúdio ou por chamada, onde poderá partilhar os bastidores da composição, o conceito criativo e os próximos passos do projeto.

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

CONTRACULTO APRESENTAM "A-NORMAIS"

contrAculto apresentam “A-Normais”, segundo single em português.

Depois de "Abominável", o contrAculto regressam com "A-Normais", um segundo single que mantém a intensidade da estreia e aprofunda o olhar crítico que está no centro da identidade da banda.

Em "A-Normais", a banda vira o espelho para a própria humanidade. Uma espécie que se considera superior e evoluída, mas que destrói, consome, repete e transforma o caos em normalidade.

"Não somos normais.
Criamos caos em volta.
Uns animais."

Com uma abordagem pesada e visceral, cantada em português, "A-Normais" questiona a fronteira entre aquilo que consideramos civilizado e aquilo que insistimos em atribuir aos animais.

O lançamento é acompanhado por um vídeo de performance com a banda, reforçando a dimensão física e crua da música.

A-Normais já está disponível para ouvir e ver.

Se a proposta do contrAculto despertou o vosso interesse com "Abominável", este é o momento de conhecer o segundo passo da banda.


PROGRAMA DE 03/09/26

1 - Skareta - Carrossel dos zombies
2 - Baleia Baleia Baleia - Deixa o frio entrar
3 - Lado B - Vício
4 - Meu General - Se esperas (com João Cabeleira)
5 - Mike El Nite - Esplanada
6 - João Não - Que fossem flores
7 - xtinto, LEFT, Sara Megre - Espinho
8 - Micro Audio Waves - Sold out
9 - Ode Filípica - Saco vazio
10 - Sense May - Let go
11 - Carnification - Cry of the wind
12 - Travo - Burial
13 - Pesos Pesados - Foi na queima

O GAJO AO VIVO





















É já neste próximo sábado dia 5 de Setembro que O GAJO viaja até TAVIRA para participar na Feira da Dieta Mediterrânea.

O formato será o quinteto e na mochila, leva o novo disco "Trovoada".

O concerto começa às 20h30 no Palco da Antiga Lota e a entrada é gratuita.

5 SETEMBRO
Palco da antiga Lota
20h30, Entrada Livre!

PRÓXIMAS DATAS:

5 Setembro - Tavira
19 Setembro - Salvaterra de Magos
20 Setembro - Aveiro
25 Setembro - Castelo Branco
17 Outubro - Mafra
20 Novembro - Cine-Concerto - Castelo de Vide
21 novembro - Odemira

NENA ANTECIPA NOVO ÁLBUM COM “TENHO SAUDADES DE CASA”





















Nena apresenta “tenho saudades de casa”, o segundo e último single de avanço de "debaixo de água, contigo", sucessor de "o amor existe". O tema antecede a chegada do terceiro álbum de originais da artista portuguesa, com lançamento marcado para 01 de outubro, e revela mais um lado desta nova fase. O novo tema já pode ser ouvido em todas as plataformas digitais.

Em “tenho saudades de casa”, Nena escreve sobre a distância e sobre tudo aquilo que transforma um lugar em casa. Uma canção construída a partir das pequenas coisas que ganham outro peso quando se está longe: os sons familiares ao fundo de uma chamada, a nossa cama, as rotinas, os gestos e, sobretudo, as pessoas que nos devolvem a sensação de pertença.

“Esta canção nasceu de estar em vários lugares e, ainda assim, sentir que nenhum deles era verdadeiramente a nossa casa. De ligarmos tarde para casa, quase sem nada para dizer, só para ouvir ao fundo os sons que conhecemos de cor e que, de alguma forma, nos fazem sentir perto. É também sobre sentir falta de uma cama que não tem nada de extraordinário, mas que é a nossa. Da rotina, dos pequenos detalhes, daquilo que só percebemos que nos faz falta quando estamos longe. Escrevi-a sobre perceber que casa não é necessariamente um lugar, mas sim as nossas pessoas”, explica Nena.

“tenho saudades de casa” aproxima-se do universo mais íntimo e emocional de "debaixo de água, contigo", um disco onde Nena se aproxima daquilo que normalmente fica por dizer, sem perder a a honestidade que sempre marcou a sua escrita.

Nos últimos anos, Nena tem vindo a consolidar o seu percurso na música portuguesa, com dois álbuns editados e concertos esgotados em salas como o Sagres Campo Pequeno, o Coliseu dos Recreios e a Super Bock Arena. "debaixo de água, contigo" abre agora um novo capítulo desse percurso e será apresentado também ao vivo numa digressão homónima por várias cidades do país.

Entre as datas já anunciadas destaca-se a estreia no Multiusos de Guimarães, no dia 24 de outubro, e o regresso à Super Bock Arena, no Porto, a 13 de março de 2027, num concerto que contará com a participação especial d’Os Quatro e Meia. A nova digressão prolonga em palco o universo do álbum e marca a chegada desta nova fase de Nena ao público, depois da edição do disco a 1 de outubro.

4 de setembro — Festas Nª Srª da Conceição, Alandroal
11 de setembro — Expomora, Mora
12 de setembro — Feira e Festa de Sobral de Monte Agraço, Sobral de Monte Agraço
18 de setembro — Feira de São Mateus, Soure
25 de setembro — Festa do Brinquedo, Alfena
4 de outubro - a anunciar
23 de outubro — Casa das Artes de Miranda do Corvo, Miranda do Corvo — digressão "debaixo de água, contigo"
24 de outubro — Multiusos de Guimarães, Guimarães — digressão "debaixo de água, contigo"
20 de novembro — Cine-Teatro Avenida, Castelo Branco — digressão "debaixo de água, contigo"
24 de novembro — Teatro Tivoli BBVA, Lisboa — digressão "debaixo de água, contigo"
11 de dezembro - a anunciar
13 de dezembro — Jazz Cafe, Londres — digressão "debaixo de água, contigo"
16 de janeiro — Espaço Vita, Braga — digressão "debaixo de água, contigo"
25 de fevereiro — Convento São Francisco, Coimbra — digressão "debaixo de água, contigo"
27 de fevereiro — Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra — digressão "debaixo de água, contigo"
13 de março — Super Bock Arena, Porto — digressão "debaixo de água, contigo”
3 de abril — Teatro das Figuras, Faro —digressão "debaixo de água, contigo"
8 de abril — Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha, Caldas da Rainha — digressão "debaixo de água, contigo"
17 de abril - a anunciar
19 de junho — a anuncia

EPICENTRO DE VOLTA Á ESTAÇÃO NOVA















A antiga Estação Nova recebe, de 11 a 13 de setembro, o EPICENTRO, iniciativa que encerra a programação do Verão a Dois Tempos com 14 momentos de música, performance, cinema, artes visuais, oficinas e criação comunitária. A programação, maioritariamente de entrada livre, reúne artistas, estruturas culturais e comunidades ao longo de três dias.

O EPICENTRO integra o Verão a Dois Tempos, promovido pelo Município de Coimbra em coorganização com a Blue House, Associação Há Baixa, Fila K, CAV / Encontros de Fotografia, A Escola da Noite, APBC, Festival das Artes e Jazz ao Centro Clube.

Ao longo do verão, esta rede de estruturas culturais ativou diferentes espaços da Baixa de Coimbra com uma programação partilhada, aproximando linguagens, públicos e formas de criação. O Epicentro assume agora o momento de fecho desse percurso, reunindo num único lugar algumas das propostas e processos que marcaram o ciclo.

Durante três dias, a antiga estação será ocupada por 14 momentos de música, performance, cinema, artes visuais, oficinas e encontro comunitário, numa programação que procura refletir a diversidade do trabalho desenvolvido pelos parceiros do Verão a Dois Tempos.

A música assume um lugar central na programação, cruzando diferentes linguagens e geografias, da música tradicional portuguesa à eletrónica, do hip-hop ao samba e das sonoridades balcânicas à criação experimental, em diálogo com o cinema, a performance e as artes visuais.

Programação arranca a 11 de setembro

O programa abre na sexta-feira, 11 de setembro, com Nada se Perde, Tudo se Transforma, uma criação que junta os Lavoisier ao BAIXaVOZ, Coro da Baixa de Coimbra, assinalando os dez anos da Associação Há Baixa. Segue-se Ether Sculptures, concerto imersivo do compositor Hélder Bruno, com Surma, Iúri Oliveira, Jorri e Maria Redes Martins. A noite termina com a atuação dos portuenses Sereias, que apresentam o universo de A Odisseia de Carlos Bizarro.

No sábado, 12 de setembro, o EPICENTRO começa com A Música Dá Trabalho, oficina promovida pela Omnichord, que se junta ao trabalho de Gonçalo Guiné numa proposta dirigida aos mais novos, aproximando crianças e jovens das diferentes dimensões da criação musical.

Durante a tarde, a programação prossegue com Claiana e Balklavalhau, antes de receber Xullaji (fka Chullage), que apresenta o resultado de uma residência artística desenvolvida com a comunidade emigrante dos países da lusofonia residente em Coimbra.

Ainda no sábado, durante a tarde, o CAV – Centro de Artes Visuais assinala o encerramento da exposição Intervalo, de Eduardo Matos, integrada na programação do Verão a Dois Tempos. O momento inclui uma visita guiada pelo artista e a performance L’Histoire de la Croquette, encerrando a primeira exposição de arte contemporânea apresentada na antiga Estação Nova.

À noite, música e cinema encontram-se no cineconcerto de Page of Madness. A escolha do filme, Page of Madness (1926), parte de um desafio lançado pela Fila K aos músicos, convidados a criar uma nova banda sonora para esta obra do cinema japonês. Filipe Furtado, Jasmim Pinto, Maria Paulo e Pedro Branco respondem ao desafio através de uma criação construída entre composição e improvisação, executada em tempo real e em diálogo permanente com as imagens. O resultado propõe uma nova leitura sonora de uma obra marcada pela sua dimensão psicológica e visual.

O dia termina com IBSXJAUR, duo que cruza techno, drum and bass e pop numa performance marcada pela energia da cultura das free parties e pela relação direta com o público.

Almoço comunitário e música no último dia

O último dia, domingo, 13 de setembro, abre com um Almoço Comunitário realizado pela APCC, convidando artistas, equipas, habitantes da Baixa e público a partilhar a mesma mesa. A participação está sujeita a inscrição e o convite é para que cada pessoa possa contribuir para a mesa comum, trazendo entradas, sobremesas ou bebidas.

O encontro prolonga a dimensão comunitária do EPICENTRO e reforça a ideia de uma programação construída também a partir da participação de quem habita e atravessa a cidade.

À tarde, a música regressa com o Coro Sem Maneiras + Selma Uamusse, resultado de uma residência artística desenvolvida em Coimbra, e com Vozes, de Mayara Baptista, proposta da Linha de Fuga que explora a voz e o corpo como territórios de memória, identidade e resistência.

O EPICENTRO encerra com Central do Samba, numa roda de samba que convida músicos e público a partilhar o mesmo espaço de celebração.

O EPICENTRO tem entrada gratuita na generalidade da programação. A participação na oficina A Música Dá Trabalho e no Almoço Comunitário está sujeita a inscrição. Mais informações em: Verão a Dois Tempos

INSCRIÇÃO EPICENTRO | A MÚSICA DÁ TRABALHO
INSCRIÇÃO EPICENTRO | ALMOÇO COMUNITÁRIO

O IMPULSO REVELA PROGRAMAÇÃO DA SEGUNDA PARTE DA TEMPORADA 2026





















O Impulso voltou desde março 2026 no seu já habitual formato "season", uma programação anual a decorrer em vários espaços culturais de Caldas da Rainha, com apostas em talento alternativo, emergente e efervescente da música nacional e internacional.

Nesta segunda parte da temporada 2026 do Impulso a programação musical divide-se em vários momentos e ciclos temáticos: o “Sororidade” que acontece como residência mensal, iniciativa do Centro Cultural e de Congressos com o apoio da DGArtes e RTCP ; as “Noites Impulso”, que ocupam espaços inusitados e de proximidade com a cidade ; e os espetáculos associados ao Caldas Film Fest que decorre de 24 a 26 de setembro.

Até dezembro teremos nomes sonantes da música emergente nacional, mas também muitas descobertas de talentos que estão neste preciso momento a começar: de Leonor Arnaut aos c-mm, Candy Diaz, Cave Story, Calcutá, Catarina Branco, Tipo, Tristany Mundu, Terrible Mistake, Humberto, mas também Ensemble of Other Living Beings, Ilusão Gótica, I´A´V, Sereias ou o encontro de João Pimenta Gomes com Bob Weston (dos Shellac de Steve Albini) e Gabriel Ferrandini, entre outros nomes.

As residências artísticas afirmam-se, em 2026, como um dos eixos estruturantes da Season Impulso. São espaços de experimentação abertos ao público em formato work in progress, expondo processos, decisões, dúvidas e caminhos em desconstrução, com risco partilhado. Especial destaque para a criação de novo registo dos Beautify Junkyards, aprofundando uma identidade que tem vindo a marcar a música portuguesa contemporânea; e o regresso dos históricos caldenses Loopooloo com Nádia Schilling, num encontro entre memória e reinvenção.

É logo no início da segunda parte da temporada de 2026, em setembro, que a relação do Impulso com o cinema se intensifica na 3.ª edição do Caldas Film Fest, onde concertos e a imagem em movimento se contaminam mutuamente, expandindo a experiência sensorial e narrativa. O cruzamento disciplinar é matriz central, com espectáculos de Cave Story, Adufe & Alguidar, Terrible Mistake, Suzana, Ilusão Gótica e a estreia das MONSTERA com o coro Aterateia.

A fechar a Season, uma noite especial em parceria com o projecto “Frequência 440” da Fundação Inatel com os concertos de Tipo, Puçanga e a estreia dos Martin Limbo.

Em 2026, o Impulso volta a assumir vários formatos e apresenta-se como temporada. De março a dezembro, mais de 60 momentos de criação — entre concertos, residências, cinema e performance — desenham um mapa vivo da música e de um ecossistema artístico que passa por vários espaços da cidade. Agora é revelada a programação da segunda parte da temporada, que se expande de setembro a dezembro.

A Season Impulso 2026 é, acima de tudo, um compromisso: com a continuidade, com o território, com a diversidade e com a experimentação. Que é possível fazer muito com foco, consistência e criatividade. A esperança de que a cultura, vivida ao longo do tempo, possa transformar o lugar onde acontece.

Programação completa, por ciclos, aqui:

17 de Setembro (Noite Impulso @ Silos)
The Selva
Sereias
Candy Diaz

18 de Setembro (Sororidade @ CCC)
Leonor Arnaut
Beautify Junkyards

24 de Setembro (Caldas Film Fest @ Fábrica Molda)
Cave Story
+ *Concerto Surpresa*

25 de Set (Caldas Film Fest @ Fábrica Molda)
Ilusão Gótica
MONSTERA com o coro Atearateia

26 de Set (Caldas Film Fest @ Fábrica Molda)
Adufe & Alguidar
Suzana
Terrible Mistake
+ Clubbing

09 de Outubro (Noite Impulso @ local a anunciar)
Calcutá
Ensemble of Other Living Beings

22 de Outubro (Sororidade @ CCC)
⁠I´A´V
⁠⁠Humberto
+ Clubbing

13 de Novembro (Noite Impulso @ local a anunciar)
RE.SET

27 de Novembro (Noite Impulso @ local a anunciar)
Catarina Branco
⁠⁠Loopooloo
⁠⁠C-mm

28 de Novembro (Sororidade @ CCC)
João Pimenta Gomes X Bob Weston X Gabriel Ferrandini
Tristany Mundu

18 de Dezembro (Noite Impulso em parceria com INATEL Frequência 440)
Tipo
Martin Limbo
Puçanga

MIKE EL NITE COM NOVO SINGLE





















Após ter sido estreado ao vivo por Mike El Nite (Simplesmente Miguel), o tema chega agora em formato oficial: um italo-disco à portuguesa que é uma espécie de extensão do verão. “Esplanada” já está disponível em todas as plataformas digitais. 

O novo single é um convite à rentrée feita à portuguesa: reencontrar os amigos numa esplanada, prolongar a conversa, comer, beber e, sobretudo, não ter pressa. Um hino ao ócio numa altura em que parece existir uma obsessão em medir as pessoas pela sua produtividade. Porque, no meio de um estilo de vida cada vez mais acelerado, também é preciso lembrar que viver não devia ser uma tarefa secundária.

Um selo da cultura portuguesa e mediterrânica, este novo single de Mike El Nite é uma espécie de extensão do verão - um verão que, graças às alterações climáticas, parece cada vez mais disposto a prolongar-se até outubro.

A canção parte dessa ideia para celebrar uma cultura de convívio profundamente ligada ao Mediterrâneo, mas que também está a desaparecer das cidades, à medida que espaços públicos e lugares autênticos de encontro são substituídos por negócios privados. Aqui, Lisboa transforma-se em Nápoles e a Arrábida na Sicília. O cenário é português, mas a banda sonora vem de um imaginário mediterrânico onde o italo disco de Pino D'Angiò se cruza com as influências de Nu Genea e Pellegrino.

É um italo disco à portuguesa, com uma linha de baixo cativante e uma abordagem contemporânea que se aproxima do house e recupera também o espírito lounge - algures entre a pista de dança, a esplanada e a banda sonora de uma tarde interminável, com ecos de St. Germain e do universo Café del Mar. Música para ouvir com uma bebida fresca na mão e os olhos postos num prato de camarões.

O single é produzido por Baco, com letra de Miguel e co-produção de Miguel. O videoclipe tem realização de Tommy Loureiro e edição de Mariana Aguilar.

No fundo, é uma canção sobre uma coisa simples e cada vez mais rara: estar. Estar com os outros, estar à mesa, estar na rua, estar sem fazer nada – e perceber que, às vezes, isso já é fazer tudo o que importa.

Após ter sido estreado ao vivo por Mike El Nite, o tema chega agora em formato oficial. Surge depois de uma fase de estrada e de várias apresentações em contextos tão distintos como a tour de apresentação que passou de norte a sul do país, o Piquenique Dançante, o Sonoridades em Santo Tirso e o Toupeiro em Óbidos. Em formato DJ Set, quer em eventos públicos ou privados, passou este ano pelo Ocupar a Velga em Valezim, Sever do Vouga no Myrtillus Fest e pelas Festas de Lisboa.

Mike El Nite tem vindo a reinventar-se constantemente. É um dos artistas mais versáteis e singulares da música portuguesa e tem-se afirmado pelo seu trabalho como rapper, autor, DJ ou produtor ao longo dos anos. Em 2025 regressa como Simplesmente Miguel, uma nova fase em que a proximidade com o público se torna absoluta. Depois de alguns anos de silêncio a solo, mas sempre presente em projetos como David e Miguel e Agrupamento Musical Os Tais, o artista mostra-se agora mais íntimo e transparente do que nunca.

Esta nova fase e o lançamento do álbum Existencisensual (2026) revela-se como um encontro entre vulnerabilidade e performance, entre o entertainer que faz sorrir e o criador que se expõe sem máscaras. Canções que cruzam sensualidade e reflexão existencial, numa estética que viaja do revivalismo lisboeta dos anos 80/90 ao italo-disco, neomelódico napolitano, city pop e jazz-fusão japoneses. Mais do que acentuar um retorno após 2018, este trabalho afirma-se como um gesto de partilha e confiança. Cada tema é um convite ao romance, à introspeção e à celebração da vida. Existencisensual é, no fundo, um date marcado: entre artista e público, entre música e existência, entre o riso e a fragilidade — sempre com romance no centro.

CADITA LANÇA NOVO DISCO

 













Projeto de Luis Soares, lança novo álbum Meta: Voo.

Disponível em todas as plataformas a 18 de Setembro.

Luís Soares, compositor e intérprete português, apresenta sob o nome artístico CADITA, o seu segundo álbum: "Meta: Voo", com edição marcada para 18 de setembro, em todas as plataformas digitais e edição física para venda.

O disco, com dez temas originais, é produzido por Sérgio Mendes, produtor de referência na música portuguesa, responsável por trabalhos de A Garota Não, João Pedro Pais, entre muitos outros. "Meta: Voo" dá continuidade ao primeiro avanço do álbum, "Dança Impossível" — homenagem a Sara Tavares, lançado em maio — e aprofunda o conceito central do disco: voar como metáfora do que parece inalcançável, mas que a música torna emocionalmente possível.

O universo visual do álbum, assinado pela ilustradora Ana Polido, gira em torno de um pássaro que voa entre o abstrato e o real, apresentando-se sob diferentes formas ao longo da capa e dos materiais promocionais. É uma imagem do possível e do impossível, da superação de limites e metas — e da música como catalisador para imaginar e alcançar novas metas.

É esse mesmo universo que dá corpo ao single "SUPER", a ser lançado no mesmo dia do álbum, acompanhado de videoclipe totalmente animado, construído a partir da linguagem visual da capa.

APRESENTAÇÃO

CADITA apresenta "Meta: Voo" ao vivo em concerto de lançamento a 25 de setembro, no Tokyo Lisboa, pelas 22h.

SOBRE CADITA

CADITA é o nome artístico de Luís Soares, compositor, guitarrista e intérprete português, natural de Setúbal. O nome é uma adaptação do seu segundo nome, Ricardo. A sua música cruza pop português com percussão e forma de estar africanas — uma herança que lhe chegou através da história da própria família: os seus pais viveram em Angola e regressaram a Portugal em 1975, trazendo consigo, e transmitindo aos filhos, a música e o espírito festivo que ali viveram.

Membro da Sociedade Portuguesa de Autores desde 2006, Luís Soares tem uma carreira que atravessa mais de duas décadas. Começou sob o nome Louie Djimé, destacando-se no Concurso de Música Moderna de Setúbal entre 2005 e 2007, com a banda premiada como melhor do concelho em várias edições. Em 2010 lançou o álbum Djimi – Novo Dia, com dois temas em rotação permanente na série Morangos com Açúcar, e participou em programas de televisão como Portugal no Coração, Curto Circuito, Canal Q e Porto Canal, além de concertos nas Fnac de todo o país e no Cinema São Jorge, em Lisboa. Em 2015 lançou o EP Walking Lights e em 2021 o projeto CADITA – Movimento.

"Meta: Voo" é o seu álbum mais ambicioso: dez temas originais produzidos por Sérgio Mendes, com a participação de Luís Gaspar (bateria), João Telha (baixo), Yuri Oliveira (percussão) e Mafalda Louro. Ao vivo, a banda conta com Rui "Ruca" Rosado na percussão e Henrique Silva na guitarra/synth.

BALEIA BALEIA BALEIA COM NOVAS DATAS





















Depois de uma passagem pela Irlanda no final de agosto, com três concertos em Dublin, Mullingar e Stradbally, os BALEIA BALEIA BALEIA regressam a Portugal para dar continuidade à digressão de apresentação de “OUTRA VEZ ARROZ”. A banda anuncia agora uma nova série de datas entre setembro e dezembro, com passagem por diferentes pontos do país e um concerto já esta sexta-feira, 4 de setembro, na Festa do Avante!.

O regresso aos palcos nacionais acontece no Palco Paz da Festa do Avante!, onde o duo atua às 22h30. Seguem-se, ainda em setembro, concertos no Beira Rock IV, na Covilhã, a 11, no Pica Miolos, em Leiria, a 12, no B’Leza, em Lisboa, a 24, e no Pátio da Casa, em Portalegre, a 26.

A digressão prossegue em outubro com quatro novas paragens: Uma Noite Irreversível, em Famalicão, no dia 4; A Quinta, em Couto de Cima, a 10; Ponto C, em Penafiel, a 16; e Mavy, em Braga, a 24. Em novembro, os BALEIA BALEIA BALEIA têm ainda uma atuação prevista em Fafe, no dia 21, com local a anunciar.

O calendário prolonga-se até dezembro, começando no dia 6 no Mesmo ao Lado da Estação II, em Seixas, e seguindo para Aveiro, no dia 10, numa data cujo local será anunciado posteriormente. O ciclo termina a 26 de dezembro no Barreirinha Bar Café, no Funchal, numa apresentação integrada na curadoria mensal da Saliva Diva e pensada num formato particular: os BALEIA BALEIA BALEIA vão realizar três concertos no mesmo dia, cada um dedicado a um dos três álbuns editados pela banda.

As novas datas dão continuidade à circulação ao vivo de “OUTRA VEZ ARROZ”, terceiro longa-duração do duo portuense formado por Manuel Molarinho, no baixo e voz, e Ricardo Cabral, na bateria e voz. Editado com selo da Saliva Diva e o apoio da Fundação GDA, o disco sucedeu a “Baleia Baleia Baleia” (2018) e “Suicídio Comercial” (2022) e encontra-se também disponível em vinil e CD.

Criado integralmente pela dupla, “OUTRA VEZ ARROZ” mantém o baixo, a bateria e a voz como núcleo da linguagem dos BALEIA BALEIA BALEIA, cruzando a matriz do rock alternativo com punk, ruído, humor e crítica social. Temas como “ANTIFA AO CONTRÁRIO É OTÁRIO”, “AUTO-EXTINÇÃO”, “SUPER-AGROBETO”, “NPC”, “SOBRESTIMULADOS” ou a faixa que dá título ao álbum percorrem um disco construído a partir da identidade DIY que acompanha o projeto desde a sua formação.

A passagem recente pela Irlanda junta-se a um percurso internacional que já levou a música dos BALEIA BALEIA BALEIA a Espanha, Bélgica e Brasil. De regresso a Portugal, a banda prolonga agora a digressão de “OUTRA VEZ ARROZ” até ao final do ano, entre festivais, salas e espaços independentes.

Próximas datas — “OUTRA VEZ ARROZ”

4 setembro — Festa do Avante! — Palco Paz, 22h30
11 setembro — Beira Rock IV, Covilhã
12 setembro — Pica Miolos, Leiria
24 setembro — B’Leza, Lisboa
26 setembro — Pátio da Casa, Portalegre
4 outubro — Uma Noite Irreversível, Famalicão
10 outubro — A Quinta, Couto de Cima
16 outubro — Ponto C, Penafiel
24 outubro — Mavy, Braga
21 novembro — Fafe — local a anunciar
6 dezembro — Mesmo ao Lado da Estação II, GRCA, Seixas
10 dezembro — Aveiro — local a anunciar
26 dezembro — 100m Barreirinha / Barreirinha Bar Café, Funchal — três concertos no mesmo dia

FILIPA BISCAIA APRESENTA NOVO ÁLBUM AO VIVO NO LARGO DO PANTEÃO NACIONAL





















Fotografia: Carolina Marta

O novo disco da fadista, "Antes Que Os Rios Sequem", inclui temas de autores como Vitorino, Capicua, Amélia Muge, Amália Rodrigues, entre outros, e será apresentado a 18 de setembro, pelas 21h00, com entrada livre.

"Antes Que Os Rios Sequem" é o título do novo álbum da fadista Filipa Biscaia. O disco de 10 faixas, lançado em maio deste ano, será apresentado ao vivo no Largo do Panteão Nacional, em Lisboa, no dia 18 de setembro pelas 21h00, com entrada livre. Produzido pelo músico Ricardo Dias, o longa duração conta com a participação do incontornável fadista António Rocha.

Filipa Biscaia conta que "este álbum diferencia-se do primeiro, sobretudo por ter maioritariamente temas originais, o que lhe dá uma identidade mais própria e mais madura. É mais luminoso, mais alegre, mas não deixa de dar destaque a temas urgentes". Em "Antes Que Os Rios Sequem", a artista revela um lado mais pessoal, espelhado na escolha dos poemas e das influências "da canção de intervenção com que cresci, assim como influências do fado de Coimbra e do folclore", acrescenta.

A fadista explica que o disco "fala sobre a urgência de sentir, de não adormecer perante o mundo, de não perder a capacidade de amar, de questionar e de agir. Fala de um tempo em que há guerras, desigualdades e uma crescente falta de empatia, mas também da responsabilidade de não virar a cara a isso. Há uma dimensão consciente e quase política em alguns temas, no sentido humano da palavra, de olhar para o outro e de perceber o lugar que ocupamos. E é também um álbum que equilibra essa inquietação com o lado mais íntimo: o amor, a dúvida, o caminho pessoal e os erros que nos constroem".

Para Filipa Biscaia, o título "Antes Que Os Rios Sequem" funciona como um apelo e um alerta para não deixarmos morrer o que nos torna humanos, com os rios a servirem de metáfora para as emoções, a empatia e a capacidade de sentir e de agir. Se os deixarmos secar, ficamos mais distantes uns dos outros e de nós próprios. A artista considera que "ainda vamos a tempo de cuidar, de mudar e de preservar aquilo que nos liga".

Antecipado pelos temas 'Cravos Prá Festa', com letra de Capicua e 'Ilusão', um poema de Amália Rodrigues, o álbum inclui também as faixas 'Dona Filipa' e 'Canção de Tantos Outros', dois singles que "resumem bem o equilíbrio do álbum: entre o interior e o exterior, entre o íntimo e o político, entre o caminho pessoal e a responsabilidade de olhar para o mundo", conta Filipa Biscaia.

'Dona Filipa', uma letra de Teresinha Landeiro, música de José Nunes e a participação do fadista António Rocha, "representa o lado mais íntimo do disco. Fala do caminho individual, das dúvidas, dos erros e da confiança no percurso - essa ideia de que nem tudo tem de fazer sentido imediato para nos levar ao sítio certo. É uma canção de entrega e de identidade, e por isso faz sentido destacá-la como cartão de visita. Nesse tema, tenho o privilégio de contar com a participação do fadista António Rocha, que surge a meio como que a aconselhar-me a seguir o meu caminho e a confiar nos meus sonhos, acrescentando uma dimensão quase narrativa e de transmissão", revela a cantora.

Já em 'Canção de Tantos Outros' - com música e letra de Pi e a participação da própria fadista na composição - apresenta o lado coletivo e mais urgente: "é um tema que olha diretamente para o mundo em que vivemos, para os conflitos, a falta de empatia e as decisões que nos afastam uns dos outros. Mas, ao mesmo tempo, afirma a importância de continuar a sentir, a amar e a resistir".

"Antes Que Os Rios Sequem" tem produção de Ricardo Dias - músico, arranjador e compositor reconhecido com três Prémios José Afonso, que já trabalhou com artistas como Fausto Bordalo Dias, Vitorino, Carlos do Carmo, Mísia e Cristina Branco, entre outros. Além disso, conta com a participação dos músicos André Dias na guitarra portuguesa, Bernardo Viana na viola de fado, Daniel Pinto no baixo acústico, João Caetano na percussão e também do próprio Ricardo Dias no piano, acordeão e teclado. O novo álbum de Filipa Biscaia já se encontra disponível em todas as plataformas digitais. 

Filipa Biscaia demonstra interesse pela Música desde cedo, mas é quando entra para a faculdade que integra a Tuna Feminina da Universidade de Coimbra - as FANS - que essa aptidão se intensifica. Aqui teve oportunidade de cantar como solista, interpretando temas tradicionais portugueses, maioritariamente Fado de Coimbra. É no meio académico que Filipa Biscaia ganha visibilidade a nível musical e, a convite do Fado Ao Centro, um centro cultural de Coimbra, começa a cantar fado profissionalmente, em 2015. Em 2019 muda-se para Lisboa e passa a apresentar-se ao vivo em várias Casas de Fado.

Em 2022 lança o primeiro álbum, "Dois a Dois", cujo single 'Rosa Secreta' esteve nomeado para os International Portuguese Music Awards. Em 2023 edita a gravação ao vivo de 'Maria Faia', que vence o prémio de “Melhor Performance Tradicional” nesse mesmo certame.

Tendo como principais referências nomes como José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Amália Rodrigues, Fernanda Maria e Maria José da Guia, edita em 2025 ' o primeiro avanço de um novo álbum, 'Cravos Prá Festa', com letra de Capicua. Seguem-se os temas 'Ilusão', escrito por Amália Rodrigues e 'Canção de Tantos Outros', com a contribuição da própria fadista na composição. Em maio de 2026 lança o segundo disco, "Antes Que Os Rios Sequem".



GANSO LEVAM CELEBRAÇÃO DOS 10 ANOS AO PORTO





















A tour dos 10 anos de carreira dos Ganso continua e conta com nova paragem: o Porto. A 27 de novembro o grupo pousa no Hard Club num concerto que promete ser único e com vários convidados especiais ainda por anunciar.

Os Ganso voltam à estrada depois de celebrarem, no passado mês de março, uma festa com mais de duas horas de música, convidados e muita cantoria em uníssono num Coliseu dos Recreios cheio.

No seguimento desta emblemática data e de atuarem junto de 3000 fãs numa das salas mais icónicas do país - naquele que foi o maior concerto dos Ganso em nome próprio até à data - o grupo prepara-se para repetir a dose, apontando a trajetória de voo para Norte.

Na bagagem trazem não só os discos Pá Pá Pá (2017) Não Tarda (2019) e Vice Versa (2024), como o duplo single mais recente “Mal Vestido” e “Deixar-te”.

O alinhamento promete ainda passar por favoritas do público e dos fãs da banda, como “Sorte a Minha”, “Fetiche Fonético”, “Gino (O Menino Bolha)” e “Papel de Jornal”.

Este concerto contará com convidados especiais a anunciar em breve, com a pista de que são vários artistas do Norte e que se intersectam de alguma forma no universo de Ganso.

João Sala, vocalista da banda, refere: “No ano em que celebramos 10 anos e depois de termos feito o Coliseu de Lisboa, faz todo o sentido fazermos o nosso maior concerto em nome próprio no Porto. É uma cidade onde sempre fomos bem recebidos, com um dos públicos mais efusivos do país. É também a primeira vez que fazemos o nosso tradicional concerto de fim de ano fora de Lisboa, que também é uma forma de celebrar estes 10 anos no Norte de uma maneira mais especial.”

Os bilhetes estão a partir de hoje disponíveis na BOL e na bilheteira do Hard Club.



NO CARMO81 EM VISEU

 













𝗖𝗼𝗻𝗰𝗲𝗿𝘁𝗼 | 𝗚𝗟𝗢𝗖𝗞𝗘𝗡𝗪𝗜𝗦𝗘 | 𝟮𝟬 𝗦𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼 (𝗱𝗼𝗺)| 𝟭𝟵𝗵𝟬𝟬

𝘎𝘭𝘰𝘤𝘬𝘦𝘯𝘸𝘪𝘴𝘦 𝘦𝘮 𝘳𝘦𝘴𝘪𝘥ê𝘯𝘤𝘪𝘢 𝘯𝘰 𝘊𝘢𝘳𝘮𝘰81

O sexto disco de originais dos Glockenwise, Vale tudo para chegar a algum lado, chega às lojas e plataformas digitais a 23 de setembro.

No fim de semana que antecede o lançamento, a banda estará em residência no Carmo81, em Viseu, a preparar o novo espetáculo. No domingo, dia 20 de setembro, às 19h00, abre as portas ao público para uma apresentação especial, onde será possível ouvir, em primeira mão, as canções do novo disco e conhecer o resultado do trabalho desenvolvido durante a residência.

BILHETES

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

PROGRAMA DE 02/09/26

1 - Santa Clara Blues - Hearts and souls
2 - Kakerlakk - Every time I die
3 - Victor Torpedo And The Pop Kids - Emotional
4 - Them Flying Monkeys - Great song
5 - The Twist Connection - Crime
6 - The Pages - Teenage rebels
7 - Ode Filipica - Saco vazio
8 - Micro Audio Waves - Al Pacino
9 - Paul Oak - Sunny afternoon
10 - António Olaio e Manuel Guimarães - Foggy days in old Manhattan
11 - Ray - Only light
12 - Bloom - Walking on waters
13 - Bruno Pernadas - Steady grace
14 - Birds Are Indie - I could laugh
15 - Tracy Vandal & John  Mercy - To remember who you were (feat Alex Kapreanos)
16 - Calcutá - Run come rally 

 

NOVO SINGLE E VÍDEO DE MEU GENERAL COM JOÃO CABELEIRA





















Depois do primeiro single "Quero e não quero”, Meu General revela "Se Esperas", outra das canções do novo álbum da banda.

Assente numa sonoridade de rock clássico, o tema conta com a participação especial de João Cabeleira, histórico guitarrista dos Xutos & Pontapés, numa colaboração que surge de forma natural e reforça a identidade musical da canção.

Meu General mantém-se fiel à sua identidade, cruzando a força dos riffs, a intensidade da secção rítmica e uma escrita directa, onde o rock é entendido como uma linguagem de intervenção, e autenticidade.

A participação de João Cabeleira acrescenta uma dimensão simbólica ao tema, aproximando diferentes gerações de músicos unidos pela mesma paixão: o rock feito em português.

Mais do que um simples avanço para o novo disco, "Se Esperas" representa o espírito de "A Programação Segue Dentro de Momentos": um álbum que procura afirmar uma voz própria, sem concessões a tendências ou fórmulas, privilegiando a honestidade artística e a força das canções.

Com este lançamento, Meu General reforça o seu percurso no panorama do rock nacional, apresentando um tema intenso, frontal e actual, onde a atitude continua a ser o elemento central.

FICHA TÉCNICA

Gravação e Produção: Meu General – Control Room e 90 Space |Guitarra “Se Esperas” Gravado por João Cabeleira na “Casinha”.

Mistura e Masterização – Rodolfo Cardoso.

O MUNDO DOS SENSE MAY





















Continuando uma saga ainda desconhecida por muita gente, os Sense May, um quarteto de rock que surgiu no Porto em 2024, se preparam para editar mais um EP - o segundo de estúdio, o terceiro em três anos. “Mundane Dreams” é o título do lançamento, marcado para 02 de Setembro de 2026, e também uma expressão que resume um pouco do que a banda se propõe a discutir em 5 faixas que vão do punk rock melódico à la Bad Religion ao post hardcore “emotivo” do início dos anos 2000: mais desafios da vida adulta, mais contradições internas, mais distância de casa; agora partindo de um ponto de vista mais coletivo e menos pessoal.

Caso o leitor não esteja a perceber o porquê da “continuidade” nos termos do parágrafo anterior, explicamos: em seu primeiro EP autointitulado, a banda - composta atualmente por três imigrantes brasileiros e um jovem portuense - expôs sentimentos e fragilidades pessoais partindo de um ponto de vista muito definido: o contexto migratório e tudo o que isso trás consigo. Naquele momento, se encaixavam entre o grunge e o rock alternativo, mas já com algumas claras indicações do espírito post hardcore que se destaca agora.

O novo trabalho dos Sense May reforça, mais uma vez, o espírito Do It Yourself que a banda traz consigo desde o início. O EP foi pré produzido e captado quase que inteiramente pelos próprios integrantes, em sua sala de ensaio e em casa; com a bateria sendo o único elemento captado em outro espaço. A produção de conteúdos multimedia também vai ficar a cargo da banda, prometem. Mas, apesar de estarem “versus o Mundo”, mais uma vez chamaram amigos já conhecidos para travar essa batalha. Também assinam pré e pós produção os amigos Marina Salimon (que também é co-autora de uma das faixas) e Leo DaCosta (Memorial State), que captou e produziu os dois outros lançamentos da banda, desta vez ficou com mistura e masterização.

A primeira canção de trabalho do novo EP se chama “Let Go” e, segundo a banda, é uma faixa com grande inspiração em bandas modernas como Title Fight e Basement, em sua letra buscam dar algumas “espetadas” àqueles que por algum motivo acham que são melhores que os outros.

FESTIVAL CUCA MONGA REGRESSA ESTE MÊS A LISBOA





















O Festival Cuca Monga volta ao coração da capital, nos jardins do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta, para a sua 4.ª edição. Uma montra da música independente nacional e brasileira, que inicia a atividade cultural outonal de Lisboa.

Depois de na 3.ª edição o Festival Cuca Monga se ter estreado com sucesso nos jardins do Museu de Lisboa - um oásis verde no meio da azáfama citadina ,um esconderijo sonoro coberto de relva, vagar e tranquilidade -, o evento volta a este espaço para celebrar a música ao vivo, com um cartaz que volta a apostar em talento estabelecido e emergente da música independente nacional e ligações internacionais, principalmente criando uma ponte cada vez mais sólida com o Brasil.

Novamente com dois dias cheios de música ao vivo, as confirmações são: Capitão Fausto, Manel Cruz, Sérgio Godinho & ZARCO, Marquise, Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo, Vaiapraia, Rapaz Ego, Rita Cortezão, Bruno Berle, Beatriz Pessoa, Leonor Arnaut, Manu Julian, IBSXJAUR e Miguel Marôco.

A encabeçar o primeiro dia de festival há Capitão Fausto, no regresso da banda à sempre saudosa Alvalade que os viu crescer. Esta é a primeira data do grupo em Lisboa depois de uma mítica atuação no Meo Arena em janeiro deste ano. Ainda no dia 25 de setembro há Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo, banda de São Paulo que tem uma digressão nacional a começar após este primeiro espetáculo no Festival Cuca Monga.

Já a 26 de setembro o destaque do dia vai, claro, para um concerto especial e irrepetível de Sérgio Godinho e ZARCO, no qual serão tocados e cantados temas de ambos. A este acontecimento juntar-se-á Leonor Godinho, filha de Sérgio e companheira de sempre de ZARCO, que cantará no espetáculo. Manel Cruz também atua neste dia, nome do rock português que dispensa apresentações e que promete trazer na bagagem o álbum Vida Nova (2019) e canções como “O Navio Dela” e “Ainda Não Acabei”.

O Festival Cuca Monga foca-se em promover música alternativa e independente. Uma celebração sonora da amizade entre artistas e profissionais da área, feita por músicos experientes que sabem o que é preciso para montar um bom espetáculo. Nas palavras da organização “Sejam artistas consagrados, artistas emergentes, ou artistas da Cuca Monga com música nova, a ideia é que todos partilhem palco e tenham lugar. O ponto em comum é adorarmos toda a música que recebemos.”

O espetáculo será montado nos dias 25 e 26 de setembro nos jardins do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta, um recinto fechado, com 2 palcos, várias bancas de comes&bebes, merchandise e, claro, contará com música a partir da tarde até madrugada fora. O alinhamento diário de concertos já está definido e pode ser consultado nas imagens abaixo. Os horários dos espetáculo serão confirmados em breve.

Os bilhetes diários estão à venda por 30€, já os passes gerais com acesso aos dois dias de Festival Cuca Monga estão a ficar cada vez mais perto de esgotar.

Os bilhetes estão disponíveis na Ticketline aqui.

FESTIVAL F REVELA HORÁRIOS, APP E TODA A INFORMAÇÃO ÚTIL PARA VIVER A 11.ª EDIÇÃO

 



















A dois dias do arranque, o Festival F revela os horários completos e reúne toda a informação útil para viver a sua 11.ª edição. O último grande festival do verão regressa à Vila Adentro, em Faro, entre 03 e 05 de setembro, com três dias de música e cultura, dezenas de concertos e uma programação que ocupa palcos, ruas, praças, museus e outros espaços do centro histórico.

São agora também revelados os participantes das tertúlias moderadas por Rui Miguel Abreu: Bárbara Tinoco, Lana Gasparøtti, Femme Falafel e Irina Barros conversam sobre o lugar das mulheres na música; Manuela Azevedo, Fernando Ribeiro, Martim Sousa Tavares e Nuno Gonçalves debatem o impacto da inteligência artificial na criação; Herlander e Real Punch e Danni Gato colocam o hip-hop no centro da conversa.

A programação inclui ainda exposições, artes performativas, videomapping, mercado de criadores independentes, atividades para crianças, street food e Silent Party by Citroën. A aplicação oficial permite consultar os horários, criar um cartaz personalizado e explorar o mapa do recinto, enquanto os bilhetes diários, a partir de 22 euros, e os passes gerais, por 54 euros, encontram-se disponíveis na Ticketline, no Teatro das Figuras e nos restantes postos de venda habituais.

APP FESTIVAL F

A aplicação oficial do Festival F reúne num só lugar a informação necessária para os três dias. O público poderá consultar a programação completa, criar o seu próprio cartaz e orientar-se pelo recinto através do mapa, além de participar em diferentes jogos e desafios.

Disponível em app.festivalf.pt.

BILHETES

Os bilhetes encontram-se disponíveis na Ticketline, na bilheteira do Teatro das Figuras e nos restantes postos de venda habituais.

Bilhete diário — 22 €

Passe geral (3 dias) — 54 €


* Crianças dos 3 aos 12 anos (inclusive) têm entrada gratuita desde que acompanhadas por um adulto.

RECINTO E BILHETEIRA

O recinto abre diariamente às 18h00 e fecha às 05h00. A bilheteira, localizada no Largo de São Francisco, funciona entre as 17h00 e as 03h30.

Todos os passes gerais, físicos ou digitais, deverão ser trocados por pulseira nos balcões disponíveis no Arco da Vila e no Largo de São Francisco. Existe entrada prioritária para pessoas com mobilidade condicionada e grávidas.

CASHLESS E COPO REUTILIZÁVEL

Os pagamentos no recinto são feitos através da pulseira cashless, cuja ativação tem o custo de 1 euro.

Mantém-se também a utilização de copos reutilizáveis. Cada copo tem o custo de 1 euro e pode ser utilizado ao longo do festival, contribuindo para a redução de resíduos dentro do recinto.

PROGRAMAÇÃO POR DIA

03 DE SETEMBRO

Bárbara Tinoco, Wet Bed Gang, D.A.M.A, HMB, Chico da Tina, ÁTOA, PAUS, Rafael Toral, Jasmim, Irina Barros, Afonso Rodrigues, Ana Tereza, João Tiago Neto, Lana Gasparøtti, Femme Falafel, Mães Solteiras, ALCOOL CLUB, SOTTO, Curadoria Real Punch com Billy Fresh, Reverse e Vil & ZH, Gijoe + Gaiatos Capote, Bica e Vasco Trindade Trio.

04 DE SETEMBRO

The Gift, Moonspell, Clã, Nelson Freitas, Tz da Coronel, Ricardo Ribeiro e Orquestra de Jazz do Algarve, Bizarra Locomotiva, ARAGÃO, Pelados, INHUMAN, Lucas Ortet, Joana Almeirante, Diana Vilarinho, Rita Cortezão, Daniel Kemish, Mirage People, MUST BE BLUE, SB03, L.A.R, João Melgueira, Algarve Jazz Collective e DANZ, em DJ set.

05 DE SETEMBRO

Slow J, Carminho e Orquestra do Algarve, Branko, Papillon, Mind da Gap, Maninho, Danni Gato, Camaleão Azul, Elisa, Peculiar, TRAVO, Peixe, King Bigs, Herlander, Micáh, Latte, Gonçalo Mendes, Espama Trincana, IBSXJAUR, akur, Puntzchick, Sofia Rodrigues e Untitled.

Silent Party by Citroën

Nos três dias, no Palco Castelo, o público escolhe entre dois DJ através dos auscultadores disponibilizados pelo festival. Uma pista onde cada pessoa dança ao seu próprio som e onde, para quem está de fora, o silêncio também faz parte da experiência.

PROGRAMAÇÃO PARALELA

Tertúlias — Durante os três dias, às 19h00, os Claustros da Sé recebem as tertúlias do Festival F, moderadas por Rui Miguel Abreu. A 3 de setembro, “Agora é que são elas” reúne Bárbara Tinoco, Lana Gasparotti, Femme Falafel e Irina Barros. No dia 4, “IA cabe no verbo crIAr?” junta Manuela Azevedo, Fernando Ribeiro, Martim Sousa Tavares e Nuno Gonçalves. A 5 de setembro, “Rimar contra a maré” coloca o hip-hop no centro da conversa, com Herlander, Real Punch e Danni Gato.

Artists & Fleas — Na Rua Galp, o Artists & Fleas reúne criadores, artistas e pequenos produtores independentes. Artesanato, design, ilustração, moda, joalharia, cosmética natural e outros projetos autorais encontram aqui um espaço de encontro com o público, numa plataforma que procura criar comunidade em torno da criatividade e dar visibilidade a projetos independentes, muitos deles ligados ao Algarve.

Fagar Kids F — No Largo de São Francisco, junto ao Palco Ria, é o espaço dedicado às crianças entre os 6 e os 10 anos. Entre as 20h00 e as 24h00, os mais novos participam em diferentes atividades e experiências lúdico-pedagógicas, reforçando uma programação pensada para ser vivida por várias gerações ao mesmo tempo.

Exposições — O Museu Municipal de Faro, antigo Convento de Nossa Senhora da Assunção, recebe "Olhar a Paisagem: A partir das coleções do MNAA" e "Arte Portuguesa Século XIX-XX: Coleção Miguel Duarte". Na Galeria Municipal Trem "Manuel Baptista" pode ver-se "Manuel Baptista: Arquivos (in)visíveis".

Fotografia — A ALFA, Associação Livre de Fotógrafos do Algarve, apresenta uma exposição de fotografia e promove, na Galeria Arco, junto ao Palco Arco, uma mostra da fotógrafa norte-americana Kathryn Barnard.

Videomapping — No Palco Fábrica, a Fuse - design lab apresenta projeções que cruzam imagem, luz e som, levando a criação visual para o espaço público e acrescentando uma nova dimensão ao percurso pelo centro histórico.

Artes performativas — Entre concertos, a programação continua pelas ruas. O Grupo Coral Ossónoba, a dança da Urban Expression, a Poesia e Companhia e as arruadas de Al Fanfare e Funkarmonica levam diferentes linguagens à Vila Adentro e fazem do caminho entre palcos parte do programa.

Street food — No Largo Afonso III, a zona de street food tem música ao longo dos três dias, com um DJ a acompanhar o espaço e a criar mais um ponto de encontro dentro do recinto.

BILHETES

terça-feira, 1 de setembro de 2026

PROGRAMA DE 01/09/26

1 - Luca Argel - Homem triste
2 - António Zambujo - Regresso à infância
3 - Ezequiel - Portugalidade
4 - A. P. Braga - Lira
5 - Carlos Peninha - Chão ardente
6 - Puto Bacoco - Hoje à noite na giesta
7 - Mico Audio Waves - Serge au sushi
8 - Ode Filipica - Saco vazio

9 - Peter Strange - Fim de vida
10 - os Salva Terra - Caminho bom
11 - Orange 3 - Sonhos lançados
12 - Fipos - Minha guerra minha paz
13 - Tédio Fc - Recibos verdes
14 - RimaRussa - Espiral
15 - Passos Pesados - Copo de vinho 

RITA NABAIS EDITA LIVRO SOBRE A HISTÓRIA DO ROCK PORTUGUÊS

 



















Após o sucesso internacional de A História do Rock (para pais fanáticos e filhos com punkada) — traduzido e publicado no Brasil, Estados Unidos, México, Canadá, Reino Unido, Austrália, Suécia e Bulgária, Rita Nabais regressa aos livros pioneiros com A História do Rock Português (para pais fanáticos e filhos com punkada), uma obra que atravessa mais de seis décadas de música portuguesa e junta pais e filhos à volta da paixão pela música.

Escrito por Rita Nabais, ilustrado por Tiago Albuquerque e prefaciado por Adolfo Luxúria Canibal, dos Mão Morta, o novo livro propõe uma viagem vibrante pelo Rock feito em Portugal: das primeiras guitarradas dos anos 60 aos sons mais recentes, passando pelos artistas e bandas que ajudaram a construir a identidade da música portuguesa e pelos géneros que nasceram, cresceram e se cruzaram com o Rock.


Como começou o Rock em Portugal? Quem foram os pioneiros? Que bandas fizeram gerações inteiras cantar, saltar e dançar? E que canções ajudaram a mudar mentalidades?

Entre guitarras elétricas, vozes inesquecíveis, refrões, concertos, discos, cassetes e histórias que atravessaram gerações, A História do Rock Português percorre nomes e momentos incontornáveis da música portuguesa.

Do Quarteto 1111 aos Xutos & Pontapés, de Rui Veloso aos GNR, de Lena d’Água aos Silence 4, o livro recupera artistas e bandas fundamentais para compreender a evolução do Rock em Portugal, sem esquecer aqueles que continuam hoje a reinventá-lo e a abrir caminho para novas sonoridades.

Mais do que uma história da música, este é um livro para ouvir, descobrir e partilhar entre gerações. Para os pais que viveram a música deste e de outros tempos e para os filhos que estão agora a descobrir novas bandas, canções e referências. Uma viagem ao passado feita de memórias, mas também uma porta aberta ao presente e ao futuro do Rock em Portugal.

Com uma linguagem acessível e uma forte componente visual, Rita Nabais e Tiago Albuquerque transformam mais de seis décadas de história musical numa experiência capaz de despertar memórias nos mais velhos, curiosidade nos mais novos e vontade de voltar a ouvir algumas das canções que fizeram história. 

APRESENTAÇÃO OFICIAL - ARMAZÉM DAS ARTES - ALCOBAÇA

O lançamento oficial do livro "A História do Rock Português" acontece no dia 26 de setembro, às 17h00, no Armazém das Artes, em Alcobaça.

Rita Nabais estará acompanhada por Fernando Ribeiro, a voz e figura central dos Moonspell, pelo editor Nuno Matos Valente e pelo ilustrador Tiago Albuquerque

A apresentação será também uma celebração musical, com um DJ set de António Manzarra, aka El Mariachi, líder da mítica banda de Alcobaça Us Forretas Ocultos, exclusivamente em vinil e dedicado à música portuguesa.

Mais tarde, Fernando Ribeiro, junta-se à banda sonora da tarde numa sessão de DJing que promete prolongar a celebração com outras geografias e sonoridades.

Edição apoiada pelo Fundo Cultural da Sociedade Portuguesa de Autores.