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#ensinoSuperior #educação #tecnologia #pesquisa #universidade #softwareLivre #soberaniaDigital #UFFS #Brasil #Paraná #SantaCatarina #RioGrandeDoSul
#Tainacan: "…o desenho institucional proposto para essa cooperação #Ibram-#Museus-#Universidade favoreceu o envolvimento de jovens #museólogos, #arquivistas, #bibliotecários na implementação de aplicações, e na ativação de redes para o #campomuseal…[no embalo da]cultura do #softwarelivre. Mas por que isso é importante?
Como você vai garantir que informação de interesse público que você publica em plataforma proprietária vai continuar acessível perenemente? Não tem como."
https://www.oxigenio.comciencia.br/215-tecnologias-para-a-soberania-digital/
E "os brancos já não sabem mais sonhar", como diz Davi Kopenawa...🥹
Um documentário em defesa da educação: aprender a construir sonhos e futuros | Blog da Boitempo
Curso ensina professores do ensino básico a usar a matemática recreativa
- cijnusp
https://jornal.usp.br/universidade/curso-ensina-professores-do-ensino-basico-a-usar-a-matematica-recreativa/
#Cursos #Universidade #Caem #Enigmas #Ferramentapedaggica #Gemar #JogoMat #Matematicarecreativa #Puzzles
Escola da Metrópole da USP oferece curso on-line sobre políticas públicas nas cidades
- cijnusp
https://jornal.usp.br/universidade/escola-da-metropole-da-usp-oferece-curso-on-line-sobre-politicas-publicas-nas-cidades/
#Cursos #Universidade #Cidades #Contextosmetropolitanoscomplexos #Formulao #Implementao #Polticaspblicas #Viazoom
Pesquisadores de pós-doutorado podem se inscrever em projetos do programa USP Cidades Globais
- cijnusp
https://jornal.usp.br/universidade/pesquisadores-de-pos-doutorado-podem-se-inscrever-em-projetos-do-programa-usp-cidades-globais/
#Universidade
Na atual conjuntura, preocupante e problemática, mas rica em desafios (e, bem sabemos, em oportunidades – sim, sejamos esperançosos), a autonomia universitária serve para quê? Para justificar uma aliança do imobilismo institucional e do ranço acadêmico com o conservadorismo social?
#educacao #universidade #outraspalavras
https://outraspalavras.net/crise-brasileira/universidade-provocacao-para-uma-agenda-desutopica/
https://uffs.edu.br/uffs/notcias/concurso-pblico-disponibiliza-nove-vagas-para-magistrio-superior
#concursoPúblico #computação #InfoSec #matemática #estatística #engenhariaCivil #biologia #nefrologia #direito #concursos #universidade #UFFS
💡 Não sei se a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) chega a uma universidade totalmente apartada nessa questão e sem discussão, mas, supondo (e na esperança de) que não, já pensou se o vindouro HU UFFS-CH fosse pioneiro na implantação de GNU Health no #Brasil?
Este seria o melhor momento para isso, em que um acordo entre os órgãos envolvidos acaba de ser firmado para construção do hospital da Universidade Federal da Fronteira Sul em #Chapecó, #SantaCatarina.
Já escrevi algo sobre o que é GNU Health no blogue: https://blog.ayom.media/daltux/gnu-health-liberdade-de-software-na-saude
Assim como como um todo — GNU Health vai especialmente ao encontro dos valores que, teoricamente, regem a universidade e, pelo que consta, também a #Ebserh, portanto esta é uma oportunidade histórica de servir de exemplo às instituições de saúde e educacionais brasileiras sobre como lidar mais sócio-eticamente com a tecnologia da informação envolvida, em comunidade.
CC: @silvialucia@organica.social @maizabaron@organica.social @meanmicio@todon.eu
#saúdePública #saúde #universidade #hospita #medicinaSocial #medicina #tecnopolítica #GNUHealth #GNU #SoftwareLivre #UFFS #OesteCatarinense
Algo a dizer em relação a #Google Workspace, implantado em tantas universidades. O contexto que levou a isso também envolve a crescente precarização enfrentada desde a usurpação geral nacional lá em ~2016. Se — ou, espero, quando — tivermos mudanças desse paradigma na universidade, será preciso contar com boa vontade das pessoas para que compreendam e apoiem a ideia, já que nem sempre as novas "soluções" serão as melhores do ponto de vista funcional. Terão, sim, o objetivo de tentarmos retomar o processo de incremento da autonomia tecnológica universitária — o que também pode envolver a comunidade em termo muito amplo — não reduzir essa autonomia.
📻 Tecnopolítica 251 — Estado brasileiro entrega 23 bilhões para big techs
▶️ Arquivo de áudio – MP3 54MB 55min
Neste episódio do Tecnopolítica, Sérgio Amadeu conversa com Isabela Rocha, do Fórum de Tecnologias Estratégicas dos BRICS+ (BRICS Tech Forum) e pesquisadora da UnB. Isabela apresenta a pesquisa que revela que o setor público brasileiro gastou R$ 23 bilhões na contratação de big techs entre 2014 e 2025. A pesquisa, intitulada “Contratos, códigos e controle: a influência das big techs no estado brasileiro”, é baseada em fontes oficiais e alerta que, somente entre junho de 2024 e junho de 2025, o setor público brasileiro transferiu R$ 10.358.764.380,55 para essas megaempresas estrangeiras. Na conversa, Sérgio Amadeu e Isabela Rocha destacam que esses valores representam o gasto mínimo, já que muitos contratos são realizados por meio de intermediários com CNPJs distintos. Uma conversa indispensável para entender a influência geopolítica e econômica das big techs sobre o Estado brasileiro.🌐 Página do podcast Tecnopolítica
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📄 Relatório ilustrado – PDF 10MB, 24p. SILVA, E. C. M.; ROCHA, I.; VAZ, J. C.; VENEZIANI, J. R. A.; MODANEZ, C. C. Contratos, códigos e controle: a influência das big techs no estado brasileiro. São Paulo: USP/UnB, jul. 2025.
📃 Artigo científico completo – PDF 3MB, 83p — Between billion-dollar licenses and international clouds: a systematic mapping of Brazilian public sector contracts with international technology suppliers. Versão brasileira: Entre licenças bilionárias e nuvens internacionais: um mapeamento sistemático de contratos do setor público brasileiro com fornecedores internacionais de tecnologias — a partir da p. 41.
#AntennaPod #tecnopolítica #tecnologia #geopolítica #BigTech #Brasil #Estado #SoberaniaDigital #pesquisa #universidade #RNP #licitações
É a lógica do “aluguel perpétuo”. País investe bilhões para armazenar dados públicos em corporações estrangeiras. Em uma cadeia opaca, intermediários invisíveis impedem auditorias e blindam big techs. Setor educacional é um dos mais capturados.
[...] A situação é ainda mais grave quando olhamos para o setor educacional. Universidades públicas, que poderiam ser polos de inovação em tecnologias abertas e autônomas, estão cada vez mais capturadas por pacotes corporativos fechados. O uso de suites educacionais da Google, a contratação de servidores Microsoft e a migração para nuvens proprietárias estão destruindo a possibilidade de formação crítica e soberana em tecnologia. Em vez de formar desenvolvedores, formamos consumidores. Em vez de ensinar código, ensinamos login. Em vez de liberdade, cultivamos dependência. [...]🔗 https://outraspalavras.net/outrasmidias/brasil-e-big-techs-do-servidor-a-servidao/
#BigTech #SoberaniaDigital #Brasil #tecnologia #universidade #GoogleWorkspace #RNP
Até que um deles repassa a demais responsáveis, sem qualquer pudor, conversa em que solicita a um fornecedor de software privativo, que já teria fornecido à instituição, há anos, a versão de VMware em execução, quais produtos seriam recomendáveis hoje.
Se perguntar aos envolvidos, vão responder que são favoráveis a software livre: que até gostam de "Ubuntu"! Acrescentam, porém, que, por mais que tenham boa vontade, buscam aderir a supostas "práticas de mercado".
Assim, conclui-se que, perante essa equipe, jamais houve real chance para software livre e dificilmente haverá. No máximo, em algumas partes que sejam convenientes meramente para "reduzir custos".
Publico a cópia de um e-mail que enviei como resposta a algo que, graças à Web Social federada, tem me deixado encafifado em outros contextos. Talvez possa vir a ser útil como inspiração ou cópia em situações similares. Foi reação a uma mensagem recebida pela lista geral de servidores do órgão para o qual trabalho, com apenas uma imagem contendo texto:
Caros(as) colegas da Comissão de Ética da [universidade],
Desde logo, muito obrigado pelo texto inspirador.
Escrevo esta mensagem na esperança de gerar reflexão a respeito de qual seria a necessidade de converter um texto para imagem antes de transmiti-lo, tanto do ponto de vista da eficiência computacional quanto da acessibilidade universal.
Quantos caracteres teria o texto de uma lauda? Talvez, cerca de dois mil? Supondo essa quantidade, o arquivo em questão, no formato JPEG, resultado de compressão com perdas, com cerca de 800kB, ocupa, em tese, quatrocentas vezes mais que o texto original, potencialmente em cada caixa destinatária de correio eletrônico e outros locais. Ao ser aberta e carregada na memória do computador cliente, na realidade essa imagem possui cerca de 20MB de dados, dez mil vezes mais do que o texto. Antes mesmo disso, para gerar a imagem e comprimi-la, houve um considerável processamento, leia-se energia/água, que não seria necessário caso o texto tivesse sido diretamente transmitido, assim como também há para abri-la em cada destino.
A principal questão aqui, todavia, da forma como está, é a dificuldade ou impossibilidade de acesso ao conteúdo por quem não puder ver a imagem, por qualquer razão. Um texto puro tem condições de ser lido de diversas maneiras em dispositivos bem mais simples e, também, por intermédio de mecanismos de “texto para voz” (TTS). Não sou especialista em acessibilidade e nem necessito seu uso no momento, felizmente, além de também estar diante de um equipamento capaz de exibir imagens. Mesmo assim, solidário às necessidades de outras pessoas, tenho aderido à ideia de contribuirmos com a universalização do acesso ao conhecimento com algo tão simples como isto: transmitir texto e descrever imagens.
Caso entendam a matéria relevante, além de adotarem a ideia, fica ainda como sugestão de pauta para alguma publicação futura.
At.te,
#acessibilidadade #ética #universidade #email
🇧🇷🇵🇹 Este blogue © 2023-25 por Daltux é publicado sob a licença CC BY-SA 4.0.
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🕵️ Dica: quando um negócio já começa dizendo que "a maioria das funcionalidades tem 'código aberto'", foge que é cilada, Bino!Ao nos alinharmos mais a princípios de autonomia, senso de comunidade e ética do que de conveniência, dispensamos alternativas que restringiriam esses valores, independentemente de serem mais ou menos úteis momentaneamente.Só não é mais cilada que dizer que você pode usar tudo "de graça" mas, quando vai ver, não tem permissão para exercer suas outras liberdades.
Recomendo mais atenção a software livre, não apenas a "código aberto" (conveniência prática), pela importância de empoderar senso de comunidade, ter e difundir as liberdades "(0) para executar o programa [como bem entender]; (1) para estudar e mudar o código-fonte do programa; (2) para redistribuir cópias exatas e (3) para distribuir versões modificadas."
95% das pessoas de TI não têm noção disso direito embora achem que sim e 99% não se importa, mas, se depender de mim, vocês, sim, vão sair daqui sabendo mais! 😹
👓️ Leitura para casa: https://www.gnu.org/philosophy/
#SoftwareLivre #CódigoAberto #desenvolvimento #ensino #computação #sistemas #universidade