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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Rostos (204) - Sebastião da Gama na Escola de que é patrono



Sebastião da Gama
escultura em aço recortado, na Escola Secundária Sebastião da Gama, em Setúbal

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Para a agenda: Esculturas de Pedro Botelho



Pedro Botelho, escultor quintajense, vai expor obras suas no Museu Oceanográfico, no Portinho da Arrábida, sob o título "Amor pelo mar e pela arte". A partir de sábado, 3 de Fevereiro, pelas 16h30, até final de Setembro. Para a agenda!

sábado, 29 de abril de 2017

A propósito da "gorda" que é a "Menina da Mala", de João Duarte, em Setúbal, e de outras possíveis esculturas



As celebrações do 25 de Abril em Setúbal foram a oportunidade para a inauguração de uma escultura na Avenida Luísa Todi da autoria de João Duarte, “Menina com Mala”, de uma série de três, conhecidas como “as gordas” (outra escultura, “Menina com Cadeira”, no Largo Francisco Soveral, de 2016, e uma outra, "Dolce Vita", no Largo da Misericórdia, de 2015).
Esta, que transporta a mala, tem também a máquina fotográfica. Turista à procura da identidade dos outros ou apenas curiosa por ver a sua congénere que está no largo mesmo em frente, depois de passado o túnel que lhe dá acesso?
Quanto à máquina fotográfica, não podemos esquecer a cada vez mais presente prática de os visitantes quererem registar o visto (incluo-me no rol). Mesmo quando nos deixamos ofuscar pela prática dos turistas orientais que bombardeiam a paisagem e os museus com disparos de máquinas fotográficas!... A este propósito, não posso deixar de me lembrar de António Ferro, que, a propósito de uma visita aos Estados Unidos no final da década de 1920, registava a seguinte nota de viagem: “O ‘Overland Limited’ vai passar o Great Salt Lake. É uma linha férrea construída milagrosamente, sobre um lago imenso, um lago que sonha com o mar. Uma travessia de mais de duas horas. O ‘Observation Car’ tem uma enchente. Todos os passageiros querem ver o espectáculo único. Os japoneses, na plataforma da carruagem, apontam kodaks, como pistolas, para todos os lados.” (Novo Mundo Mundo Novo. Lisboa: Portugal-Brasil Sociedade Editora, 1930, pg. 158). Já nessa altura os disparos das máquinas fotográficas dos japoneses eram o que se vê... só não haveria os “sticks”!
Mas vamos às esculturas “gordas”. Por mim, gosto! É uma forma de o transeunte, turista ou não, parar, contemplar e rir. Ainda ontem, quando fui ver a escultura, me entretive a ouvir os comentários de alguns passantes. E não fomos em grupo nem combinámos, cruzámo-nos lá. Bem divertido! E todos ríamos com gosto, como se a escultura estivesse ali para suscitar os comentários, para nos interpelar... E estava!
Nas redes sociais, a discussão tem sido acalorada. Normal, num espaço onde se discute tudo, mesmo que não se saiba o quê. Com concordâncias e discordâncias fundamentadas, mas também com apreciações a fazer o jeito à ideologia... Por mim, gosto das esculturas, insisto!
Recordo o momento em que, há uns anos, em Monchique, me cruzei com estátuas nos passeios ou em que elas se cruzaram comigo. E o passeio parava por momentos, como se fôssemos convidados a parar. E gostei.
Por mim, insisto outra vez, gosto. E divirto-me a olhar as esculturas e a ver os outros a olharem-nas e a comentarem-nas. Como gosto das manifestações de “street art” que têm animado a cidade. Ainda bem que, em Setúbal, se está a dar importância à arte pública! Aliás, estamos a dar importância! E digo isto sem qualquer compromisso com o poder, que não o tenho.
É claro que podemos propor a quem de direito outros monumentos. Sobretudo num tempo em que as rotundas vão ganhando espaço. E, por mim, avanço com três propostas: José Afonso, Vasco Mouzinho de Quebedo e Hans Christian Andersen. Discutíveis, eu sei, sobretudo se pensarmos que poderiam ser outras três e outros três os motivos e os homenageados. Mas dou a cara por estas: a do José Afonso, por ser um símbolo de Abril, por ser uma marca dos cantautores e da música de intervenção, por ser um poeta-músico e ter ligação intensa às terras de Setúbal; a de Quebedo, por ter sido o autor da segunda maior epopeia em língua portuguesa, assim considerado pela cultura, e pela sua filiação setubalense; a de Andersen, por ter sido um estrangeiro que visitou Setúbal e de Setúbal disse e escreveu muito bem, justificada ainda porque seria uma forma de honrarmos quem nos visita com a dedicação ao outro, neste caso um estrangeiro (Málaga, em Espanha, que ele visitou e sobre a qual escreveu, erigiu-lhe monumento em lugar nobre da cidade, com cerimónia que envolveu o reino da Dinamarca; Nova Iorque - que ele não conheceu e sobre a qual não escreveu, mas que tem dinheiro - ergueu-lhe estátua grandiosa no Central Park).
Haja espaços e patrocinadores e a identidade de Setúbal continuará a passar também por estas manifestações!

terça-feira, 5 de julho de 2016

Nikolay Amzov: as cores, um universo no parque

Nikolay Amzov (n. 1946) trouxe até ao Parque do Bonfim, em Setúbal, a alquimia da cor e o universo da sua Bulgária, numa exposição que torna o parque, com o seu verde e o seu rumorejar, ainda mais apetitoso, ainda mais atraente.
São esculturas em que a cerâmica pontua, em que a alegria da cor sobrecarrega os sentidos e em que a dinâmica do traçado convida para sensações em que o espaço se torna infinito, quase parecendo que aquelas peças estão ali desde há muito, fazem parte daquele espaço...
Vale bem a pena um passeio pelo parque como valem a pena uns minutos de conversa (ou de contemplação) perante as obras expostas. A não perder!


Nikolay Amzov, Amor

Nikolay Amzov, Código Cósmico

Nikolay Amzov, Cruz

Nikolay Amzov, Esfera

Nikolay Amzov, Estrela Flamejante

Nikolay Amzov, Metamorfose

Nikolay Amzov, Ovo Cósmico

Nikolay Amzov, Turbilhão

Nikolay Amzov, Vaivém Espacial



sábado, 1 de março de 2014

Maria José Brito - escultura em Setúbal



"Dádiva" (Lions International), Maria José Brito (2014), em Setúbal

domingo, 15 de dezembro de 2013

Memória: Soares Branco (1925-2013)



Vi a notícia no Expresso de ontem. Escultor, docente na Escola Superior de Belas Artes, assinou grande quantidade de obras um pouco por todo o país. Na região de Setúbal, recordo-me de duas: a Nossa Senhora da Boa Viagem, nos Capuchos, em Almada (de 1953) e a escultura de S. Francisco Xavier (de 2001), em Setúbal. Um nome a lembrar, sem dúvida.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Rodin, 172 anos, e as palavras de Manuel Mendes


Passa hoje o 172º aniversário do nascimento de Rodin (12 de Novembro de 1840) e o motor Google lembrou aos seus utilizadores tal efeméride. O mês de Novembro seria, aliás, o mesmo que levou Rodin da vida, pois que, a 17 desse mês de 1917, pelas quatro da manhã, morreu em Meudon.
Um dos biógrafos de Rodin foi o escritor Manuel Mendes, que, em 1947 (quando passava o 30º aniversário da morte do escultor), publicou o estudo Rodin (Lisboa: Ars Editorial).  Dessa obra se transcreve o início, logo provando o fascínio do artista escultor sobre o artista escritor:
"Raros artistas haverá que se tenham mostrado em tamanha e tão sincera nudez de intenções, com tanta singeleza e verdade nos seus actos e nas suas obras, como este grande escultor. Homem de sentimentos simples e de hábitos duros de trabalho, só tarde e ao entrar na velhice, conheceu a glória, depois de uma existência gasta em silêncio, mas ganha a sonhar e a sofrer com a obra que a si mesmo se impôs realizar. (...) Artista de uma viveza pronta e firme de reacções, veemente de sinceridade e de carácter, ao mesmo passo que simples e natural no seu comportamento, foi o homem para quem a arte se tornou o combate longo e duro de todas as horas, uma luta em que ocupou a existência, em que empenhou a vida (...). Realizou uma obra grandiosa, vasta - a maior de escultura moderna - que dia a dia lhe foi crescendo das mãos incansáveis e que como uma floresta se estende a perder de vista, com as suas árvores enormes, frondosas, que erguem para o céu os ramos fortes, espalhando em volta a sombra acolhedora e propícia das grandes e belas coisas."
Por este elogio feito por Manuel Mendes se compreende a força e a expressividade que ressaltam de obras como "O pensador", a "Porta do Inferno", "Burgueses de Calais", "O beijo" e muitas outras. Obras clássicas, que serão belas em todos os tempos!

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Rostos (179)

Cena infantil - jardim do Palácio de Queluz (Queluz)

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Vénus de muitos milénios

Sete mil anos separam a produção destas esculturas representando Vénus; um século separa as suas descobertas, o tempo necessário para que a Vénus de Willendorf fosse destronada como a mais idosa Vénus...
Vénus de Hohle Fels, 35 mil anos (descoberta na Alemanha em 2008)


Vénus de Willendorf, 28 mil anos (descoberta na Áustria em 1908)

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Memória: Lagoa Henriques (1923-2009)

"O segredo", obra de 1972, de Lagoa Henriques, em Lisboa, no Jardim Amália Rodrigues

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Rostos (90)

Tettis, por Mário Miranda, em Sagres (Fortaleza)

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Rostos (58)

Baltazar Lobo, "Os futebolistas", 1987
(em exposição no Jardim Amália Rodrigues, no Alto do Parque Eduardo VII, em Lisboa)