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sexta-feira, 25 de outubro de 2013
HABERMAS NA GULBENKIAN
O senhor Habermas, um clássico terrorífico dos meus tempos de faculdade, vai proferir a conferência de abertura do encontro internacional dedicado ao tema «Os Livros e a Leitura: desafios da era digital». Segunda-feira, todo o dia, na Gulbenkian, com entrada livre. Programa aqui.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
'A LEBRE DE CHUMBO' CONTADA EM VOZ ALTA
«Era uma vez um país onde não faltava nada.» Começa assim a A Lebre de Chumbo, um livro que eu e o Alex Gozblau fizemos para a colecção da APCC. A história está agora online no Cata-Livros, onde pode ser folheada e ouvida em voz alta, mas só até metade... Querem saber como é que acaba? Não digo.
sábado, 11 de maio de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
BLIMUNDA Nº 10
Em Março, a revista digital Blimunda chegou num formato diferente do habitual. Noblesse oblige, fazemos os nossos sublinhados: «A secção dedicada ao infantil e juvenil centra-se no centenário do nascimento de Ilse Losa, com depoimentos de Álvaro Magalhães, José António Gomes, Manuela Bacelar e Ana Cristina Vasconcelos, para além da reprodução fac-símile de um texto da autora, publicado em 1948 na revista Vértice». Ler aqui.
segunda-feira, 18 de março de 2013
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
OITO VEZES BLIMUNDA
Para quem ainda não reparou, a área do infanto-juvenil tem, desde Junho de 2012, ampla cobertura na revista digital da Fundação José Saramago, sobretudo graças aos contributos de Andreia Brites e Sara Figueiredo Costa. Notícias, reportagem, opinião, críticas de livros e artigos de fundo ocupam aqui um lugar de destaque, como já quase não se encontra na imprensa escrita tradicional. Desde o número de Novembro, o design e paginação têm a assinatura de Jorge Silva/Silva Designers! E, para quem antes tinha dificuldade em fazer downloads «pesados», todos os números da Blimunda estão agora à disposição no Scribd, o que torna tudo muito mais fácil. São oito revistas lindas de ver (e ler), aqui.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
ABC DA EDIÇÃO DIGITAL
Aproveitando um momento de tréguas do blogger, que parece apostado em confundir-me com um cliente da EDP ainda-sem-luz-depois-da-tempestade-apesar-de-ter-as-contas-em-dia, quero só lembrar que falta menos de uma semana para começarem os debates do «ABC da Edição Digital». É a primeira vez que se vai falar em Portugal (a sério) dessa coisa ainda tão mirífica que é a edição digital de livros para crianças, por iniciativa da editora Pato Lógico e da Biodroid, empresa produtora de conteúdos e aplicações digitais. Na Gulbenkian, segunda-feira, 28 de Janeiro, um dia inteirinho. Todo o programa e últimas inscrições aqui.
terça-feira, 19 de abril de 2011
DO PAPEL AO DIGITAL NA LIVRARIA ARQUIVO
Deste sábado a uma semana, a convite da Livraria Arquivo, em Leiria, participo num debate intitulado “Do papel ao digital: Fim do Livro? Novas Oportunidades de Leitura?”. Ora bem, olhando para o painel dos convidados – e especialmente para o nome de José Afonso Furtado, recentemente considerado pela Time como um dos 140 utilizadores do Twitter mais interessantes do mundo –, uma pessoa “normal” sente-se um bocado intimidada. Uma pessoa “normal” é, no meu caso, aquela que não nutre qualquer fascínio pelas tecnologias de informação, não dispensa a Internet mas tem nostalgia do tempo sem Internet, continua a comprar livros como se vivesse no século passado, acredita que não há tecnologia que substitua a capacidade de pensar, tem sérias dúvidas sobre os livros para crianças mediados por um ecrã, e quando obrigada a comprar certos gadgets costuma perguntar aos vendedores coisas como “e não tem nada menos complicado?”. Posto isto, tentarei não fazer o papel de Velho do Restelo, embora considere o Restelo uma zona agradável de Lisboa e também faça parte das minhas ambições tornar-me uma velha sábia. Pois, ainda falta muito. Para já, Leiria connosco.
quinta-feira, 31 de março de 2011
THANKS, BUT NO, THANKS
Serão as novas aplicações digitais realmente necessárias aos livros para crianças? Julia Donaldson (O Grufalão), uma das escritoras mais conceituadas do Reino Unido e líder de empréstimos em bibliotecas públicas, acha que não e cita o famoso ebook de Alice no País das Maravilhas como exemplo de uma inovação que remete para a pergunta óbvia: sim, podemos mexer as cartas de um lado para o outro. E depois?
(…) "The publishers showed me an ebook of Alice in Wonderland. They said, 'Look, you can press buttons and do this and that', and they showed me the page where Alice's neck gets longer. There's a button the child can press to make the neck stretch, and I thought, well, if the child's doing that, they are not going to be listening or reading…” (…)
Ler no The Guardian.
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