Lá fomos jantar a casa da Fátima e do João. Espetada e bolo. Algum ananás. Casal simpático e uma casa igualmente simpática de arquitectura portuguesa dos anos 30. Tetos altos e num bairro simpático em que a criminalidade é muito baixa. Utilizam uma espécie de simplex quando alguém vai roubar lá para a rua. Um pouco rude mas muito eficiente.
domingo, 29 de agosto de 2010
Noticias de Angola.
Lá fomos jantar a casa da Fátima e do João. Espetada e bolo. Algum ananás. Casal simpático e uma casa igualmente simpática de arquitectura portuguesa dos anos 30. Tetos altos e num bairro simpático em que a criminalidade é muito baixa. Utilizam uma espécie de simplex quando alguém vai roubar lá para a rua. Um pouco rude mas muito eficiente.
sábado, 28 de agosto de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Um mail recebido hoje:
Companheiros,
Das Zonas criticas na Cidade a rainha Ginga nas 1. imediações do
Petro, Colégio Júlio Verne, 2. Zona das imediações do eixo viário,
Petro de luanda, 3. Miramar (rua e imediações do cinema), Largo
da Unidade Africana 4. Imediações da Endiama, e Robert Hudson
estão entre as piores…
De seguida estão o Bungo, imediações do BINGO, Rádio Vial, largo
do Porto ( Hotel presidente) estão entre as áreas onde te podem
desmontar o carro completamente (desde o Tablier até as jantes,
se interessarem), com alarme ou sem ele…
O ideal é não parar por estas bandas.
Outras Zonas perigosas são: zona do prenda, próximo ao túnel,
Hotel Alvalade, Zona da Liga, Combatentes essencialmente na
parte superior (feira Ngoma), praia do Bispo (á Coreia), Vila Alice
em quase toda a extensão, Zona da 147, imediações da igreja de
São Paulo, Kinaxixe, etc… e as formas de identificá-las são de
locais onde há obras paralisadas (normalmente no seu interior há
plantações de liamba e são dormitórios dos delinquentes);
Locais aproximados aos de “comes e bebes” , próximo de mercados,
etc …
Algumas destas dicas baseiam se em informações policiais e estatísticas
da frequência de assaltos. Pena é que o CPPN não informa o cidadão.
NÃO QUEIRA PÔR-SE À PROVA!
Ora porra ! é a cidade toda !
sábado, 21 de agosto de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Uma francesinha no restaurante TINA em Luanda
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Locais onde vale a pena ir em Luanda
terça-feira, 10 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
sábado, 31 de julho de 2010
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Bichezas
Mosquitos, libelinhas, lagartos, moscas, gatos, cães, pássaros, crocodilos, hipopótamos, baratas e outras bichezas não compreendidas nem classificadas em qualquer taxinominia e para as quais nenhuma árvore da vida foi feita, para as quais nenhuma assertividade foi criada, conjuram-se para fazer a vida negra ao pula em terras de África.
Custa-me é, por mera repugnância, ou medo idiota matar bichezas que nunca me fizeram mal nenhum.
Matei hoje uma libelinha, por cobardia magoei gravemente um lagarto, e atropelei bichezas várias.
Dos mosquitos, dos quais mais dia, menos dia hei-de apanhar malária, não me fica qualquer remorso.
Das moscas também não. O produto que deitei nos cortinados é eficiente. Morrem antes de me chatearem e de me pegarem a doença do sono.
E as aranhas, senhor?
São pequenitas e parecem-me simpáticas porque comem mosquitos.
Ainda não somos íntimos mas já me parecem simpáticas.
Temos algo em comum: os mosquitos.
Reflexão, já um pouco etílica – diga-se em abono da verdade – depois de uma ida à roulotte (é assim que se escreve?) cerca das duas horas da manhã.
Perto de minha casa há uma roulotte aberta toda a noite. Tão aberta toda a noite como a loja de conveniência igualmente aberta toda a noite. Meia volta volta e meia fecham uma e outra. Felizmente raramente as duas ao mesmo tempo.
O proprietário da roulotte está sempre perto do coma alcoólico e é muito simpático com o único pula que vai beber um copo a estas horas. Compro duas cervejas e ele oferece-me um whisky duplo. Coisa que a preços locais orça os dez euros.
Reclama porque lá vou pouco.
Estamos, como não poderia deixar de ser, em cima de lixo e o trânsito é caótico. Um SUV da Lexus quase destrui uma Hiace dum candongueiro (táxis semi-legais que transportam até 15 passageiros numa Hiace) na fila da gasolina.
Como se diz aqui: não tem maka, o man não chegou a entrar no prejuízo.
Chegou a polícia depois e levou um tipo. Fiz-me de morto e nem olharam para mim. É que nestas coisas entre polícias e ladrões venha o diabo e escolha.
Socializei um bocado e vim embora.
O local é simpático e a companhia óptima. Para Angola, é claro, que o ultimo amigo que lá levei, e era muito mais cedo, saiu borradito de medo.
Também ele é duma cidade pacífica. Nasceu e viveu em S.Paulo.
Um sinal, por acaso grave, de insanidade é achar este tipo de coisas normais. Diz ele e eu comungo.
Por favor:
Quando eu achar tudo isto normal metam-me num avião.