Blog dum gajo do Porto acerca de gaijas, actualidade política e sem futebol. Aqui o marmelo não gosta de futebol
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sábado, 15 de agosto de 2009

Relato dum jantar na Portugália

Fomos jantar ao centro comercial Belas. Aqui em Talatona. Jantamos na Portugália. Pode-se fumar. Aqui, como em qualquer pais civilizado não se pode fumar na maior parte dos sitios.
O preço é mais ou menos aceitavel. Setenta Euros, porque a Maria do Rosário comeu um prego. Sem sobremesa.
O parque custa dois eros por hora





segunda-feira, 20 de abril de 2009

Reclames antigos de Lisboa


A árvore lixou a fotografia mas fica a intenção.
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Res publica e bairros sociais.

Note-se que o bairro novo.

Eu até entendo que numa obra pública se meta a mão no prato. A vida está dificil e uns cobres são sempre bem vindos


Agora deve é haver minimos de decência.

Volto a fazer notar que o prédio não tem persianas caídas, vidros partidos ou marcas de serem os moradores a estragarem as casas.

A construção é que foi uma boa merda.

Agora o que eu gostava de saber é quanto custou o metro quadrado.

Se algum dia se viesse a saber deveria ser uma péssima surpresa.

Clicando nas imagens elas ficam de tamanho decente
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Dinheiros publicos e bairros sociais

Este bairro social, em Lisboa é recente.

Repare-se que não há vidros partidos ou persianas estragadas.

Isso significa que os moradores cuidam das casas.

Agora quem fez isto não podia ter gamado um bocadito menos e evitar as mancha de humidade em casas novas ?

Nesta fotografia nem é assim tão nitido

Nas próximas vê-se melhor.

Clicando nelas ficam em resolução decente.
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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Sísifo

Sísifo


Recomeça...
Se puderes,
Sem angústia e sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro,
Dá-os em liberdade.

Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.

E, nunca saciado,
Vai colhendo
Ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar
E vendo,
Acordado,
O logro da aventura.

És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças.

Miguel Torga

Mais poesia de que o Sousa gosta.Dulce María Loynaz

SI ME QUIERES, QUIÉREME ENTERA

Si me quieres, quiéreme entera,
no por zonas de luz o sombra...
Si me quieres, quiéreme negra
y blanca. Y gris, y verde, y rubia,
y morena...
Quiéreme día,
quiéreme noche...
¡Y madrugada en la ventana abierta!

Si me quieres, no me recortes:
¡Quiéreme toda... O no me quieras!


Dulce María Loynaz
(1903 – 1997) Cuba

O Sousa gostou deste poema particularmente

CUANDO TOCO SU ROSTRO

         a Karel, mi hijo

Todavía es un niño.
Tiene la edad en que otros
ya son padres,
pero aún es un niño.
Hay en sus ojos,
en lo más hondo de sus ojos,
una incurable soledad,
pero es un niño, todavía es un niño.
Cuando meto mis dedos em su pelo,
cuando toco su rostro,
se vuelve vulnerable,
siente de nuevo
esse hueco sin fondo de cuya memória
también me duele el pecho.


WALDO LEYVA, Cuba 1943-

Bibliografia :

De la ciudad y los héroes (1974), Desde el este de Angola (1976), Con mucha piel de gente (1983), El polvo de los caminos (1984),Diálogo de uno (1990), El rasguño en la piedra (1995)

Mais poemas de que o Sousa gosta:VIRGILIO LÓPEZ LEMUS

EROS


¿Será polvo, tierra

la belleza de un cuerpo?

 

Fugaz instante de fiera y maravilla:

sentí crujir sus huesos,

sus manos se aferraron a mi espalda

y penetré en silencio

al jardín de la vida.



VIRGILIO LÓPEZ LEMUS


Obras principais:

 El pan de Aser (1987), La sola edad(1990) y Cuerpo del día (2000)

Poemas de que o Sousa gosta : Dulce Maria Loyna y Muñoz


YO TE FUI DESNUDANDO...

 

Yo te fui desnudando de ti mismo,

de los "tús" superpuestos que la vida

te había ceñido...

 

Te arranqué la corteza-entera y dura-

que se creía fruta, que tenía

la forma de la fruta.

 

Y ante el asombro vago de tus ojos

surgiste con tus ojos aun velados

de tinieblas y asombros...

 

Surgiste de ti mismo; de tu misma

sombra fecunda-intacto y desgarrado

en alma viva...








Dulce Maria Loyna y Muñoz
(1903-1997)

Obras:

Versos (1938), Juegos de agua (1947), Poemas sin nombre (1953), Jardín (1955)

domingo, 25 de janeiro de 2009

Reflexos do Sousa. Perto do Areeiro.

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Campo pequeno à noite. Tirada de dentro do carro com o vidro fechado.

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Saída do parque de estacionamento.


Foi no Campo Pequeno.

Jantar na Cervejaria, onde se pode fumar, e se come bem.
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Avenida da Liberdade, à noite, vindo da tasca espanhola.


A estátua, cujo cu se vira para nós, é o Simom Bolivar, el libertador.
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Mais uma fotografia de Lisboa.

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