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sexta-feira, junho 20, 2025

Ficamos muitas vezes mais pobres, mesmo sem nos apercebermos...


Embora Almada seja uma cidade grande, é quase uma "aldeia" no campo cultural.

É por isso que quando nos deixam duas pessoas num curto espaço de tempo (uma semana...), ligadas ao mundo dos livros, perguntamos, por onde andámos, que nunca tivemos "tempo" para ter uma simples conversa (ao telefone não conta...) com elas...

Falo de Armindo Reis e Teresa Rita Lopes, professores, escritores e poetas... O homem esguio que gostava de escrever para crianças e a mulher de olhos cor de mar, que viveu sempre apaixonada por Pessoa.

Se com a Teresa Rita só falei, uma vez, ao telefone, com o Armindo, começámo-nos a cumprimentar há menos de um ano, de uma forma simpática, por almoçarmos às segundas no mesmo restaurante e termos um ou outro amigo em comum...

Não foi por nos deixarem que passaram a ser boas pessoas ou melhores escritores. Até porque nos deixaram os seus livros para os revisitarmos... Mas não deixa de ser estranho, que tenhamos vivido na mesma cidade e tenhamos passado a vida a percorrer ruas diferentes...

Nota: texto publicado inicialmente no "Largo da Memória" e no "Casario do Ginjal". Armindo Reis era associado da SCALA.

(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas)


quarta-feira, novembro 16, 2022

Homenagear José Saramago no dia do seu Centenário



Uma boa ideia para festejarmos o Centenário do nascimento de José Saramago, é republicar um texto feliz que escrevemos (é mais longo que o costume...), quando o escritor foi laureado com o Prémio Nobel da Literatura, para o boletim "O Scala" (n.º 8, Verão de 1998):

«Foi com com grande alegria que vimos José Saramago deixar o hall de entrada da sala, destinada aos eternos perdedores do Prémio Nobel da Literatura, com a serenidade que o caracteriza, depois de ser “Levantado do Chão” pela Real Academia Sueca da Língua.

O país voltou a sorrir de satisfação – e com a Expo 98 ainda tão perto na nossa memória... -, ao ponto de transformar a vitória de Saramago, num êxito de todos os portugueses. Foram erguidas bandeiras de Norte a Sul, levando bem alto “Todos os Nomes” deste escritor, digno herdeiro de Camões, Eça, Camilo, Pessoa, Aquilino e Torga.

A Escandinávia dobrara pela primeira vez a coluna à língua portuguesa. Depois de um longo “Ensaio Sobre a Cegueira”, acabou por reparar uma  injustiça quase do tamanho deste século.

Embora Saramago seja um caso à parte, se fizermos uma “Viagem a Portugal”, encontramos uma mão cheia de poetas e ficcionistas que também poderiam ter sido inscritos nos “Apontamentos” da Academia Sueca.

Quando dizemos que ele é um caso à parte, estamos a basear-nos  num estranho casamento das Letras com Números que nos prova que Saramago é o escritor português vivo, mais conhecido e lido no mundo inteiro.

A sua obra literária é um manancial de estórias sobre a nossa História, “Deste Mundo e do Outro”, não sendo por isso de estranhar que alimente algumas polémicas. E quando se fala de coerência – uma palavra usada para dignificar Saramago e todos os seus camaradas que se mantém fiéis ao comunismo --, devemos fazer uma vénia ao Município de Mafra que continua a defender que “O Memorial do Convento” ofende o bom nome dos seus habitantes; e ao Papa, que  ao folhear “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, continua a perguntar a Deus com um olhar triste e angélico, “Que farei Com este Livro?”, por manterem vivas as suas opiniões divergentes em relação ao escritor.

Mesmo sabendo que este não é o melhor momento para  falarmos da nossa taxa de analfabetismo, não devemos esconder a nossa triste realidade usando o Nobel da Literatura como peneira.

Saramago sentiria, “Provavelmente Alegria”, se usássemos o seu Prémio para sensibilizar os portugueses a visitarem o campo aberto das letras, mostrando-lhes o poder da luz “Poética dos Cinco Sentidos” que nos ilumina nas nossas viagens deliciosas pelo interior dos livros.

E se nos fosse permitido sonhar, gostaríamos que o Nobel produzisse o mesmo êxito na Literatura que as medalhas milagrosas de Carlos Lopes e Rosa Mota obtiveram no Atletismo, fomentando de uma forma avassaladora a leitura nas escolas e nos lares portugueses, arrebatando toda “A Bagagem do Viajante” de Lanzarote e de outros grandes escritores.» 

(Texto de Luís Milheiro)


quinta-feira, abril 23, 2020

"Henrique Mota, Atleta, Treinador, Dirigente e Escritor Almadense"


Hoje comemora-se o Dia Mundial do Livro.

Por estarmos no ano do centenário de  Henrique Mota, um dos nossos sócios fundadores e o primeiro presidente da Mesa da Assembleia Geral da SCALA,  publicitamos a obra "Henrique Mota, Atleta, Dirigente e Escritor Almadense", coordenada por Luís Alves Milheiro e que fez o seu esboço biográfico. 

Além da biografia são também publicados os contos premiados do "Prémio Literário Henrique Mota", organizado pela SCALA e pelo Ginásio Clube do Sul.

A obra foi publicada na comemoração do 90.º aniversário do Henrique Mota (em 2010).

segunda-feira, abril 23, 2018

Porque Hoje se Festeja o Livro...


Porque hoje se comemora o Dia Mundial do Livro recordamos um dos livros mais emblemáticos, que foram editados pela SCALA.

"Gente de Letras com Vínculo a Almada", um quase dicionário bio-bibliográfico de autores com 379 biografias de escritores, jornalistas e publicistas, ligados ao Concelho de Almada.

Foi escrita  para comemorar o décimo aniversário da SCALA e foi da autoria de Victor Aparício, Diamantino Lourenço, Luís Alves Milheiro, Abrantes Raposo e Artur Vaz.

sábado, fevereiro 24, 2018

A FESTA DAS ARTES DA SCALA é Inaugurada Hoje


A FESTA DAS ARTES DA SCALA é inaugurada hoje, na Oficina de Cultura de Almada, às 16 horas.

Estarão expostas obras artísticas dos seguintes autores: Lurdes Andrade, Manuela Silva (Artes Decorativas); Aníbal Sequeira, Clara Mestre, Luís Eme, Modesto Viegas (Fotografia); Alzira Lopes, António Barreira, Arminda Vieira, Bordonhos, Carlos Canhão, Carlos Gaspar, Conceição Silva, D' Souza, Etelvina R, Gor Fer, Hélder Assunção, Isabel Lourenço, Jorge Nuno, Manuel Constâncio, Maria de Lourdes Ramirez, Maria Manuel Pires, Mário Nery, Maris, Mártio, Milena, Nandifer, Paula Nunes, Roger, Susete Rapaz (pintura).

Haverá também uma mostra de livros dos escritores e poetas da SCALA.

A inauguração será animada com música ambiente através do órgão de Gabriel Sanches e com a actuação musical do grupo coral "Notas Soltas". 

(Fotografia de Luís Eme)

segunda-feira, fevereiro 12, 2018

Mais um Excelente Momento de Cultura com Manuel Lima


Na tarde de sábado todos aqueles que se deslocaram à sede da SCALA, para assistir à apresentação do livro, "À Descoberta... Plantas Silvestres do Concelho de Almada", ficaram mais ricos, graças à excelente intervenção do prof. Manuel Lima, que nos maravilhou com as suas palavras e a beleza das imagens do seu livro  (uma boa parte delas projectadas na tela...).


E quando ouvimos o autor dizer que o Município ainda não mostrara interesse em adquirir a obra, quase esgotada, que apresenta 346 espécies botânicas silvestres do Concelho, cada uma delas com a sua "identidade" bem explicada, com palavras e imagens coloridas, dá no mínimo que pensar...

Não temos qualquer dúvida de que Manuel Lima é um dos grandes escritores do Concelho de Almada, cuja obra não só dignifica, como enche de orgulho a nossa história local, nos campos da zoologia e da botânica.

(Fotografias de Luís Eme)

segunda-feira, outubro 09, 2017

As Histórias de Diamantino Lourenço


O nosso dirigente e sócio fundador, Diamantino Lourenço, continua a escrever, diariamente.

Entre contos, biografias e memórias, Diamantino não dá descanso ao computador.

"Joaquim Gomes Carvalho (Casa Pia)", é o título da sua última brochura, homenageando uma das grandes figuras da história da Incrível Almadense do século XX.

Era bom que 2018 fosse o ano da edição de seu segundo livro (com mais fôlego). Matéria-Prima não lhe falta...

sexta-feira, abril 21, 2017

"Olha a Liberdade!" - As 25 Obras Expostas (3) - com texto de Ermelinda Toscano


Serei eu livre? Ou mera prisioneira?

Sentir a liberdade é acreditar numa ilusão?
Se a minha liberdade acaba onde começa a tua, afinal são grades o que avisto no horizonte! Sinto-me presa numa gaiola de vidro que me mostra o infinito mas, todavia, não me deixa voar.
Serei eu livre? Ou mera prisioneira?»

Ermelinda Toscano

quarta-feira, abril 19, 2017

"Olha a Liberdade!" - As 25 Obras Expostas (2) - Mais um texto de Diamantino Lourenço


Conceitos da Liberdade Pouco Poéticos

O sabor da liberdade é o daquele delituoso, na porta da prisão, após cumprimento da longa pena, respirando, enfim livre!...
Perguntemos às aves, aos pássaros que rasgam os céus entre continentes, e aos que se encontram engaiolados, mesmo em gaiolas douradas, qual o valor da liberdade.
E àqueles ancestrais naturais das Américas, do Alaska ao Chile, como era a liberdade antes e depois da chegada dos europeus, na sua sofreguidão pelo ouro.
Também perguntemos aos homens e mulheres, com anos de cárcere no Aljube, Caxias, Peniche, Tarrafal, prisioneiros sem o menor indício de qualquer crime, que só como livres pensadores pensarem de forma diferente dos próceres da Ditadura, os privarem da liberdade.
A todos aqueles políticos que se não cansam de expelirem, até à exaustão, a palavra liberdade para após a subida ao poder a encarcerarem.
A maior expressão da liberdade nos modernos tempos foi o 25 de Abril e o 1º de Maio.
Seguiram-se desmandos em nome dela, mas felizmente por aí continua para os corrigir.


Diamantino Lourenço

segunda-feira, fevereiro 01, 2016

Luís Milheiro no Ciclo "Escritores - Memórias Vivas de Almada"


O nosso associado e dirigente Luís Alves Milheiro é o próximo convidado do Ciclo "Escritores - Memórias Vivas de Almada", que se realiza a 3 de Fevereiro, às 18 horas, na Sala Pablo Neruda do Forum Romeu Correia.

Os três livros escolhidos pelas dinamizadoras do projecto (professoras Ângela Mota, Edite Condeixa e Edite Prada) para esta sessão são: "Bilhete para a Violência" (romance de estreia do autor); "Almoço de Poetas no Ginjal" (prosa poética) e "António Henriques, o Associativista e o Historiador das Colectividades de Almada" (ensaio escrito de co-autoria com Carlos Guilherme Sanches de Almeida).

Quem não conhece a obra do autor, tem uma boa oportunidade de se familiarizar com os seus livros.

quarta-feira, janeiro 20, 2016

Fernando Barão no Ciclo "Escritores - Memórias Vivas de Almada"


Começa hoje, às 18 horas, na Sala Pablo Neruda do Fórum Romeu Correia, em Almada, o Ciclo "Escritores - Memórias Vivas de Almada".

O primeiro convidado é o nosso associado e escritor, Fernando Barão, uma das grandes referências da Cultura e do Associativismo Almadense.

É com grande alegria e orgulho que vos damos conta que entre os quatro convidados principais destas sessões estão dois Scalanos, Fernando Barão e Luís Alves Milheiro (convidado da sessão de 3 de Fevereiro). Os outros dois convidados são também gente grande da Cultura Almadense, Alexandre Castanheira e Alexandre M. Flores ( o primeiro a 17 de Fevereiro e o segundo  a 9 de Março).

Este ciclo é organizado pelas professoras Ângela Mota, Edite Condeixa e Edita Prada, que dinamizam o "Grupo de Leitores - Livros das Nossas Vidas" da Biblioteca Municipal de Almada.

Estará também patente na Sala Pablo Neruda uma exposição bio-bibliográfica do Ciclo "Escritores - Memórias Vivas de Almada", que contou com o apoio da SCALA.

quinta-feira, outubro 08, 2015

Aníbal Sequeira Apresenta Livro sobre a Sua Terra


Amanhã será apresentada a obra, "Imagens da Minha Terra, Lardosa (Castelo Branco)", da autoria do nosso associado e dirigente, Aníbal Sequeira, na sede da Junta de Freguesia da Lardosa, às 18 horas.

Um dos apresentadores é Luís Milheiro, também nosso associado e dirigente, autor do prefácio desta monografia, ilustrada com as excelentes fotografias de Aníbal Sequeira inspiradas na sua Aldeia Natal (com os seus lugares e as suas gentes).

sexta-feira, abril 10, 2015

"Era uma Vez um Associativista..."


Amanhã, às 16 horas, será inaugurada a exposição bio-bibliográfica (e poética), "Era uma Vez um Associativista...", sobre Orlando Laranjeiro, organizada por Luís Milheiro.

A exposição poderá ser visitada até ao dia 8 de Maio, no Espaço Doces da Mimi (rua da Liberdade, nº 20 A, Almada)

segunda-feira, fevereiro 09, 2015

Madalena e José Saramago de Visita aos Doces da Mimi


Não éramos muitos (não chegámos às duas dezenas), mas éramos bons, daqueles que sabem escutar, questionar, e sobretudo partilhar.

Foi isso que aconteceu no sábado, com a visita da professora Madalena Mendes, que nos trouxe um livro, para ler em voz alta, o "Levantado do Chão" de José Saramago, uma das suas obras maiores, escrita em 1976, poucos meses do 25 de Novembro e da derrota da esquerda, quando ele desiludido decidiu partir para o Alentejo, para Monte Lavre, com o objectivo de dar voz a um povo há muito tempo silenciado.

E conseguiu-o, com um romance que atravessa várias gerações da família Mau Tempo, vítima de anos e anos de exploração do latifúndio, de mão dada com a igreja e a ordem de um estado, com letra pequenina.

Depois de uma primeira reflexão sobre este livro, entrámos dentro da obra de José Saramago e também da sua vida, inclusive amorosa. A sua descoberta do amor aos 63 anos não deixou ninguém indiferente, até por pessoas mais próximas dele, assistirem ao aparecimento de "um homem novo", que voltou a sorrir...

Foi tão bom contarmos com a Madalena, "leitora de voz alta", e também com todos aqueles que acrescentaram coisas boas à conversa (até poesia...), que esteve excelente, no sábado à tarde, no Espaço Doces da Mimi.

quarta-feira, fevereiro 04, 2015

O Livro "Levantado do Chão" nos Doces da Mimi


No próximo sábado, 7 de Fevereiro, às 16 horas o "Espaço Doces da Mimi" (rua da Liberdade, nº 20 A) recebe a visita da professora Madalena Mendes, que nos trás a obra, "Levantado do Chão", de José Saramago,  para ser lido em voz alta. 

Se conhece esta obra, sobre os tempos difíceis vividos pelo povo Alentejano, até Abril de 1974, tem aqui uma boa oportunidade de reviver e falar sobre este livro, emblemático na obra do nosso "Prémio Nobel".

Se não conhece, tem também a oportunidade de ficar a conhecer um livro que nos fala sobre a injustiça e a exploração, de um povo que sempre se "levantou do chão"...

Apareçam, vão gostar.

domingo, novembro 16, 2014

Apresentação do Livro Sobre a História do Sport Almada e Figueirinhas


A cerimónia de lançamento do livro, "Sport Almada e Figueirinhas, 50 Anos de Força de Vontade", da autoria do nosso associado e dirigente, Luís Alves Milheiro, encheu a sede do Clube Cacilhense durante a tarde de ontem.

Carlos Martins, presidente da Mesa da Mesa Assembleia Geral do S. A. Figueirinhas dirigiu a sessão que contou com a presença de Joaquim Judas, presidente do Município de Almada, Ilda Garrett, representante da União das Freguesias de Almada, Cacilhas, Cova da Piedade e Pragal, Sónia Silva, representante da Confederação Portuguesa das Colectividades da Cultura, Recreio e Desporto, Luís Milheiro, autor do livro, António Neves Policarpo, apresentador do livro, José Marcelino e José Francisquinho, presidentes da Direcção e do Conselho Fiscal do Clube.

Antes da apresentação do livro foi descerrada uma placa, pelo presidente do Município, pelo presidente do S.A. Figueirinhas e também pelo autor do livro, evocativa da efeméride.

António Policarpo não só apresentou o livro, como fez uma excelente viagem histórica pela Azinhaga das Figueirinhas e também pelo associativismo almadense, oferecendo novos dados à já rica historiografia almadense.

Houve também um momento de poesia, com a declamação de dois poemas pela nossa associada Clara Mestre, com  o brilho que todos lhe reconhecemos.

Joaquim Judas, o nosso presidente do Município fechou a sessão, dando os parabéns ao Sport Almada e Figueirinhas e a Luís Milheiro, não escondendo o orgulho de presidir os destinos de uma Terra que é conhecida, justamente, como  a "Capital do Associativismo".

No final, antes de nos deslocarmos para a "Sede Velha", onde foi servido um porto de honra a todos os presentes, ouvimos o coro da ARPIFC cantar quatro bonitos temas, encerrando esta cerimónia da melhor maneira. 

quinta-feira, março 13, 2014

Videopoesia nos Doces da Mimi


No dia 15 de Março, sábado, o prof. José Fernando Vasco apresenta a selecção de videopoesia, "Ser Português", no Espaço Doces da Mimi", às 16.30 horas.

segunda-feira, junho 10, 2013

À Descoberta de Antero de Quental e de Portugal


A palestra do professor Américo Morgado do último sábado sobre Antero de Quental, foi de tal forma rica e interessante, que fez com a plateia que encheu os "Doces da Mimi", levantasse uma série de questões pertinentes, que acabaram por "desaguar" nesta crise que nos "devora" e na maneira de se ser português.

De Antero sobressaiu sobretudo a sua riqueza como pensador, poeta e ideólogo, além do seu encanto, inclusive físico, numa excelente viagem biográfica guiada pelo professor Américo. 

De Portugal, na tal viagem em busca da nossa  identidade e das influências internas e externas que sofremos, para sermos este povo, tão apreciado no exterior e quase amaldiçoado no interior, destacou-se o grande entusiasmo pela temática, ao ponto de quase todos os presentes oferecerem o seu ponto de vista, numa amena discussão, à descoberta de nós.

Falou-se do clima, da influência de outros povos, e claro de um país feudal que durou tempo demais, assim como a influência de uma igreja, que se preocupou sempre mais com o poder que com o povo. Como não podia deixar de ser, Salazar também apareceu, pelas piores razões, claro.

Não se chegou a nenhuma conclusão, mas repartiram-se pontos de vista e saímos todos dos "Doces da Mimi" mais enriquecidos graças a esta saudável troca de ideias.

sexta-feira, junho 07, 2013

À Descoberta de Antero de Quental


Amanhã, às 16.30 horas, o professor Américo Morgado irá levar-nos de viagem, "À Descoberta de Antero de Quental", no Espaço Doces da Mimi, rua da Liberdade, nº 20 A, Almada.

Quem gosta de literatura e de saber um pouco mais da vida dos nossos grandes vultos, não deverá esta palestra. 

De certeza que será um grande momento cultural.

Antes da palestra será inaugurada a Exposição de Desenho do nosso associado, Bordonhos.