O mito do “pensamento asiático não sistemático” em universidades brasileiras
Este artigo examina como o eurocentrismo acadêmico continua a negar a existência de pensamento sistemático na Ásia pré-moderna, apesar de evidências robustas da filosofia budista indiana (sécs. II-X), da escola Nyāya, e dos sistemas administrativos chineses. Discutimos as raízes hegelianas e marxistas desse viés, seu impacto no ensino superior brasileiro, e como a descolonização do conhecimento exige reconhecer tradições intelectuais não-ocidentais. A análise confronta mitos sobre “atraso asiático” com exemplos concretos de sofisticação lógica, epistemológica e política que rivalizam — e por vezes superam — contribuições europeias, propondo um diálogo intercultural verdadeiramente igualitário.
Tess e a revaloração industrial
A nobreza original destruída por sonhos de grandeza. A cobiça industrial devastando a mulher-natureza, e fazendo uso de família, religião e capital na rapina da inocência do mundo. Um comentário sobre Tess (1979), filme do criminoso julgado Roman Polanski, baseado no proto-feminista Thomas Hardy.
Livros, filmes e recursos essenciais de Dzongsar Khyentse Rinpoche
Uma lista completa de livros, filmes e links relacionados a Dzongsar Khyentse Rinpoche. Desde suas obras publicadas até seus filmes e projetos ligados ao darma, esta seleção reúne recursos indispensáveis para praticantes e estudiosos do budismo tibetano. Além de informações sobre onde adquirir seus livros e assistir a seus filmes, a página oferece acesso a links de projetos e iniciativas associados aos ensinamentos de Rinpoche. Se você deseja aprofundar-se no vajrayana e explorar sua abordagem única ao darma, este guia reúne tudo o que você precisa.
Batuque do toc do backup
A cada seis meses paro por dois dias para copiar terabytes em até seis níveis de redundância. Acumulador digital, toc de fotos de gatinho, mas no fundo, cuidador de jardim digital, no buzz do wabi-sabi atemporal. 80% é perfeito.
O que é “transcendental” para o budismo?
Uma tradução comum para “prajnaparamita” é “conhecimento transcendental”. Embora, estritamente falando, isto esteja tecnicamente correto, nas acepções populares de cada um dos termos, fica soando algo que não é bem correto. Um sobrevoo sobre a etimologia e entendimento do termo “paramita”.
Recomendações para a prática budista
Este guia direto oferece orientações essenciais para quem deseja estruturar uma prática budista séria, mesmo sem acesso fácil a centros ou professores. Ele cobre desde como encontrar um professor qualificado e rezar por conexões espirituais, até como montar um altar, fazer oferendas e cultivar uma rotina diária com motivação, prática e dedicação de mérito. Também alerta contra práticas solitárias antes de consolidar uma base em grupo e sugere como lidar com o excesso de métodos. Ideal para iniciantes sinceros e para quem deseja revisitar fundamentos com lucidez, o texto equilibra humor, experiência pessoal e conselhos tradicionais da linhagem Nyingma.
Recomendações de livros sobre budismo
Esta página apresenta uma seleção cuidadosamente organizada de livros recomendados para todos os níveis de interesse no budismo. Desde obras introdutórias de autores renomados como Chagdud Tulku Rinpoche e Dzongsar Jamyang Khyentse, passando por livros intermediários e para prática, até biografias inspiradoras e estudos aprofundados. A lista inclui também títulos sobre simbolismo budista e temas fundamentais como morte e morrer. A indicação é útil para iniciantes que buscam uma introdução sólida e para praticantes que desejam aprofundar seu conhecimento do darma. Ideal para quem procura um guia confiável e pessoal na vasta literatura budista.
Além da separação e da unidade: autoridade religiosa e resistência não dual
Ensaio que confronta a lógica da separação na teologia cristã com a resposta não dual do darma; discute autoridade, heresias e práticas cristãs não duais, colonialismo, o conceito de sanga, sexualidade no vajrayāna, escândalos institucionais — tudo numa leitura decolonial e gramsciana.
Começando a estruturar “Lady of the Wisdom Fire”
Começando a estrutura de uma música lenta, com baixo, bateria, órgão, piano elétrico, duas guitarras e violão. A música está 1/3 pronta, sem o vocal, mas o resto vai envolver muito copia e cola.
Livros que me marcaram
Esta é uma seleção pessoal dos livros que mais me marcaram ao longo da vida — talvez apenas 2 a 5% de tudo que li, mas certamente os que deixaram rastros mais profundos. Incluo desde leituras de infância até obras filosóficas, espirituais e ficcionais que moldaram meu olhar. Alguns são clássicos, outros menos conhecidos, mas todos têm algo em comum: foram importantes, provocadores, inesquecíveis. Há uma página separada para livros budistas, outra para livros sobre ativismo e política, e também uma lista dos livros que estou lendo no momento. Nesta, o critério é simples: marcaram. Mudaram. Fizeram diferença. E, muitas vezes, encantaram.
Livros que me moldaram — retrato parcial de uma vida em cento e tantas leituras
Esta é uma seleção pessoal dos livros que mais me marcaram ao longo da vida — talvez apenas 2 a 5% de tudo que li, mas certamente os que deixaram rastros mais profundos. Incluo desde leituras de infância até obras filosóficas, espirituais e ficcionais que moldaram meu olhar. Alguns são clássicos, outros menos conhecidos, mas todos têm algo em comum: foram importantes, provocadores, inesquecíveis. Há uma página separada para livros budistas, outra para livros sobre ativismo e política, e também uma lista dos livros que estou lendo no momento. Nesta, o critério é simples: marcaram. Mudaram. Fizeram diferença. E, muitas vezes, encantaram.
Do sutra ao mahāsandhi — os doze elos no Madhyāntavibhāga de Maitreya
Este estudo investiga os doze elos do surgimento dependente no Madhyāntavibhāga de Maitreya (com comentários de Asaṅga), demonstrando como o tratado os reinterpreta não como uma sequência causal, mas como camadas de ilusão que, quando desconstruídas, revelam a mente não dual do Mahāsandhi (Dzogchen). Integrando perspectivas nyingma, o texto argumenta que os elos samsáricos nunca estiveram separados da sabedoria primordial (ye shes). Além de deslocar interpretações literalistas do pratītyasamutpāda, o artigo defende a união entre sutra (Mādhyamaka/Yogācāra) e tantra (Dzogchen), mostrando como a filosofia mahāyāna pode ser um guia para a prática direta do reconhecimento (rig pa).
Estoicismo e budismo: parentes distantes ou equívoco persistente?
Análise das diferenças entre budismo e estoicismo, explorando conceitos como nirvana, logos, amor fati e pratītyasamutpāda. O texto discute por que o budismo rejeita a ideia de estrutura inerente, comparando a visão madhyamaka com o racionalismo estoico e a metafísica materialista.
Padmasambhava “parece comigo”
Cartão de Guru Rinpoche da estátua no mosteiro de Samye que foi destruída pela revolução cultural. Guru Rinpoche teria abençoado essa estátua dizendo que era parecida com ele, e então ficou conhecida como “parece comigo”. Contém também trechos de um tesouro de Karma Lingpa sobre os benefícios de recitar o mantra do guru.
Pureza do darma, cinismo e devoção
Algumas formas de pensar humanistas ou seculares não consideram possível uma pessoa atingir a remoção completa de seus defeitos e a expressão completa de suas qualidades, sem falha alguma. As pessoas que guardam essa ideia como dogma não são bons candidatos ao refúgio budista. E, em particular, provavelmente não são o público alvo do vajrayana.
O ciclo de tesouros de Chokgyur Lingpa
Este ensinamento de Orgyen Tobgyal Rinpoche apresenta a história, os títulos e a grandeza dos termas de Chokgyur Lingpa — o último dos 108 grandes tertons. Inclui detalhes históricos, doutrinários e proféticos sobre sua linhagem e atividade iluminada.
Diretrizes de mídia social para quem se supõe aluno do vajrayana
Este texto de Dzongsar Khyentse Rinpoche oferece orientações claras para supostos praticante sdo vajrayana sobre como navegar nas redes sociais sem comprometer os princípios do caminho tântrico. Ele explica a importância do sigilo — não por segredo, mas para proteger o praticante de distorções como o materialismo espiritual e a exibição de supostas ‘realizações’. Com dicas práticas, desde evitar postar imagens tântricas e mantras até refletir sobre a motivação por trás das postagens, o texto enfatiza a humildade, o respeito por outras tradições budistas e a necessidade de preservar a integridade do vajrayana. Uma leitura essencial para quem deseja alinhar sua presença online com a ética do darma.
Ativismo, Causas e Princípios que Aprovo
Uma lista de ideias, instituições e empresas que desaprovo e tento boicotar.
Reparo eletrizante: troca de disjuntores
A força solar que circula pelas veias de cobre. Seus controladores magnético-térmicos datados sendo substituídos. De nema para din. O poder da destruição dos plásticos para conformá-los à realidade concreta.
Conselho de Tromge Tulku Arik
Tromge Tulku Arik, um dos lamas raiz de Chagdud Rinpoche, fala com dureza e compaixão sobre a morte, a prática superficial e a urgência de viver com autenticidade. Até recentemente não se sabia de um texto de Tromge Tulku Arik existir.
The Gaucho (música do álbum Doha, 2016)
Lançada em 2016, “The Gaucho” é uma música que reinventa a figura tradicional do gaúcho através de uma lente pós-moderna: mistura referências a Borges, Jupiter Apple e o imaginário dos pampas para criticar estereótipos coloniais. A letra oscila entre o épico (“veias abertas do macho sul-americano”) e o irônico (“hipsters cultos de bravata”), enquanto a tradução proposta equilibra regionalismos (“gurias”, “chimarrão”) com licenças poéticas. Trata-se de um manifesto sobre identidade, resistência e a beleza brutal do Sul — onde o “espaço liminal” entre história e mito vira território de luta.
Radicalização política e IA
A polarização política intensa tem uma explicação e uma causa: a manipulação por engenharia psicológica e publicitária em redes sociais. Se em 2016 o escândalo Cambridge Analytica mostrou o Facebook fazendo experimentos psicológicos com a massa de usuários e vendendo big data pelo melhor preço, o que elegeu Trump e seu correspondente inominável no Brasil, agora temos tudo isso e mais IA. Uma IA cada vez mais sedenta de energia, em tempos que deveríamos estar pensando em decrescimento, e que flerta com um futuro cada vez mais dependente da energia nuclear.
O pesadelo está sendo televisado: o mundo segundo Adam Curtis
Um mergulho profundo na obra de Adam Curtis — do labirinto audiovisual de HyperNormalisation à crítica devastadora de The Century of the Self, The Trap, Bitter Lake e outros — revelando como suas narrativas misturam arte, política e psicologia para expor o colapso de nossas mitologias modernas.
Slavoj Žižek: Velhacaria Hipster
Quão sólidas são, de fato, as críticas de Slavoj Žižek ao budismo? Neste texto, analisamos como suas declarações sobre a tradição budista — muitas vezes provocativas, cínicas e performáticas — revelam mais sobre sua postura enquanto figura midiática do que sobre o próprio darma. Entre mal-entendidos conceituais e oposição teatral, mostramos que o budismo que Žižek combate talvez nunca tenha existido. Um convite à crítica séria — e ao fim da caricatura fácil.
O valentão precisa cair
Neste texto contundente, Dzongsar Khyentse Rinpoche denuncia a manipulação dos valores democráticos e a permanência do colonialismo sob novas formas. Ele compartilha sua própria desilusão com a narrativa liberal e o uso estratégico da liberdade, revelando como até o budismo é forçado a se adequar à lógica hegemônica do ocidente moderno.
“A substância”: o duplo e o terror corporal sob o olhar do macho
Uma homenagem ao cinema de terror cabeçudo no viés feminista metamodernista. Uma alegoria ultraestética para o isolamento da objetificação. Uma Dorian Gray cuja turpitude moral é se ver como os outros a vêem. O poder do tempo sobre uma gostosa que se autoconsome na tentativa de preencher as expectativas irreais do olhar do macho. A redução de uma vida à busca de amor vampirizando-vampirizada na objetificação. Cronenberg e Lynch, a destruição do olhar teratogênico do macho via sátira.
Duas realidades e natureza de buda
As duas realidades, a enganosa e a definitiva, podem ser vistas como duas coisas separadas, ou podem ser mescladas de um jeito errado. Como entender a união além dos extremos de separação e união das duas realidades? O que isto implica para o praticante em termos de revelar sua própria natureza de buda?
Um mapa mental público
Este é o site pessoal e portfólio de Padma Dorje, Eduardo Pinheiro, um tradutor, programador, youtuber e músico que segue os passos do Buda, vive em Porto Alegre, e se interessa por budismo1Em especial a madhyamaka (prasangika, svatantrika, yogachara-svatantrika), o vajrayana (em particular a relação com ao uso peculiar da linguagem, “linguagem crepuscular”, sadhanas e hagiografias “secretas”), o dzogchen (e por extensão a tradição nyingma, particularmente os linhagens e termas Longchen Nyingthig, Khyentse, Dudjom, Chokgyur, Longsal e Taksham, as termas do norte e o movimento rimê; e também a relação entre sutra, tantra, dzogchen, zen budismo e taoísmo), polêmicas tais como as preferidas de Mipham Rinpoche e Gorampa, as críticas de Gedun Chöpel ao realismo, shentong-rangtong, a noção absurda de budismo “não engajado” (que surje em contraposição à noção de “budismo engajado”), meta-ética budista, budismo e sexualidade (a suposta advertência de Atisha ao tantra monástico), budismo e gênero, budismo e filosofia (nontologia, antimetafísica, antirrealismo, nominalismo), budismo e capitalismo/consumo, budismo e política, budismo e colonialismo, budismo e racismo/othering, distorções na adaptação do budismo à modernidade e ao capitalismo tardio pós-apocalíptico, budismo e tradução, budismo e multiculturalismo, etc., cultura anglófila e ianque2Americana, science fiction (clássica, surrealista, new wave, cyberpunk), contracultura, geração beat, tensões étnicas e arte, blues, swinging London, Inglaterra vitoriana, sátira, wit, William Blake, Finnegans Wake, Aldous Huxley, Vonnegut, K. Dick, Samuel R. Delany, J. G. Ballard, Asimov, Heinlein, Cory Doctorow, Douglas Rushkof, XKCD., teoria estética japonesa3Wabi-sabi, iki, shakuhashi., nuberu bagu4Hiroshi Teshigahara, Shohei Imamura, Masahiro Shinoda., teoria do humor5Análise do humor, stand-up, biografia e humor, faux pas, teoria ôntico-epistêmica do humor, antihumor, non sequitur, nonsense, ritual clown, onomasti komodein, parrésia e humor; Steven Wright, Garry Shandling, Richard Pryor, Noel Fielding, Matt Berry, David Mitchel, Bo Burnan, John Wilson, Ramy Youssef, Richard Lewis, Albert Brooks, Mel Brooks, Donald Glover, Hank Green, Hannah Einbinder, Taylor Tomlimson, Dave Foley, Larry David, Stephen Colbert, Jon Stewart, Seth Meyers; Corporate, Dead Pixels, Dr. Katz, IT Crowd, Silicon Valley, Peep Show, Broad Ciy, Seinfeld, High Maintenance, Rick and Morty, Kids in the Hall, Monty Python., seitas e falsos gurus6Lavagem cerebral, linguagem de seita, assimetria em relacionamentos, narcisismo espiritual, materialismo espiritual, misticismo quântico, “drogas sagradas”, paranoia e violência em seitas, causas do abuso sistêmico, religião e cultos, media sobre cultos e nostalgia, cultos e negócios, capitalismo e corporações, cultos e desenraizamento., nostalgia nuclear, etnometodologia e gonzo, economia da atenção7Comodificação do tempo, poluição da atenção, mind kipple, externalismos existenciais, cultura ADHD, consumo consciente, heurística e deficiências tecnológicas., usabilidade, democracia direta, crenças cultistas de gente absurdamente rica8Saber ganhar dinheiro como suposto marcador de superioridade intelectual ou moral, aceleracionismo, a-longo-prazismo, altruísmo efetivo, trans-humanismo, emergentismo, darwinismo social, eugenia, etc., teoria da propriedade (especialmente propriedade intelectual)9Partido Pirata, bens imateriais, bens pelos quais não se compete, lucros presumidos, micropatronagem., capitalismo tardio pós-apocalíptico10Extinção em massa, mudança climática, “Pipikismo”, “pessoalidade corporativa” e accountability, corporações como algorítmos, desumanização em massa, humanização das máquinas, propaganda, antropomorfização da IA para ganho político, seitas, religiões e movimentos políticos em torno de IA, desinformação em massa, idiotas úteis que acreditam em conspirações geradas por algorítmos, precarização do trabalho; Noam Chomsky, Naomi Watts, David Graber., cripto-anarquismo11Cypherpunks, neutralidade de rede, direito de consertar, direito à anonimidade, guerra dos dispositivos de computação geral., distopias121984, Brave New World, Utopia, Cândido, Brazil, Soylent Green, etc., linguística13Psicolínguística, evidential markers, modalidades epistêmicas, epistemic mood, mirativo, autoantônimos, impacto cultural da hipótese de Sapir-Whorf. e filosofias da mente14Autoengano, acesso privilegiado, inteligência artificial, zumbis, argumentos contra o funcionalismo, o emergentismo e o epifenomenalismo., da linguagem15Argumentos da linguagem privada, divisão do trabalho linguístico, contextualismo semântico, antiessencialismo, linguagem indireta, ironia. e da ciência16Antirrealismo, problemas do fisicalismo e do reducionismo, causação vs. correlação, epistemologia da estatística., bem como “metafilosofia”17Racismo filosófico, natureza dos problemas filosóficos, antifilosofia (principalmente como algo “bom”)..
Destaques
• Em Algumas respostas sobre o Budismo se encontram cerca de 800 perguntas e respostas sobre a pouco entendida tradição (que sequer é fácil definir como religião, ciência ou filosofia). Outros textos sobre o assunto podem ser encontrados na seção Budismo.
• Escrito originalmente no fim dos anos 90, uma crítica do suposto uso legítimo de drogas alucinógenas (“psicodélicos”, “enteógenos”) no contexto religioso causou intenso debate em vários fóruns em português, e vai desde o questionamento do relativismo cultural até a questão da definição de espiritualidade.
• Uma lista com links para todos meus artigos escritos sob encomenda e publicados em outros sites.
No mapa do site podem ser encontrados todos os cerca de 170 artigos organizados por categorias. Tenha em mente que este site contém mais de 260.000 palavras, que se impressas resultariam um livro de mais ou menos 600 páginas (estes números não incluem os links para artigos externos pelo mesmo autor, o que dobraria as quantias).
Tecnologia
Este site foi originalmente desenvolvido em PHP 5.4 em 2003. Em 2023 foi começado o refatoramento para PHP 8.2, que ainda está em andamento (se você perceber alguma coisa esquisita em algum canto, avise por e-mail). A velocidade no lado do servidor é garantida por um parsing que “compila” dinamicamente e consolida boa parte do conteúdo e a estrutura (árvore de categorias/crumbs, palavras-chave/tags) antes do upload, escrevendo quase tudo em html simples ou arquivos dsv legíveis e editáveis (você edita um, altera no outro, e vice-versa), o que elimina a necessidade de acesso a um banco de dados e o uso exagerado de lógica de programação durante o carregamento das páginas — bem como torna a edição muito rápida, porque não há um CMS complexo como o Wordpress no backend, só arquivos de texto em um tipo de markup. O PHP roda em parte diretamente do editor de texto (Sublime Text) e automaticamente faz o upload das partes que foram alteradas (texto editado, e mudanças de categorias/palavras-chave). Do lado do servidor há muito pouca lógica, e do lado do cliente muito pouco Javascript.
Definição de “tzal”
Tzal (tibetano transliterado em wylie rtsal, grafado foneticamente tanto como tsal quanto como tzal, e algumas vezes como tsel, skt. prabala) significa energia externa, habilidade, trabalhar, funcionar, dinâmica existencial, potência, poder, projeção externa, criatividade, reflexão, poder de manifestação, destreza, agilidade, força, feito, talento, ato, exibição, poder de manifestação da natureza da mente. Indica a capacidade própria da energia de se manifestar ou se projetar externamente, como um cristal iluminado por um raio de luz produz inúmeros arcos de luz coloridos ao seu redor.18Fonte: definição de tzal, em inglês. Esta discussão, também em inglês, é igulmente relevante.
1. ^ Em especial a madhyamaka (prasangika, svatantrika, yogachara-svatantrika), o vajrayana (em particular a relação com ao uso peculiar da linguagem, “linguagem crepuscular”, sadhanas e hagiografias “secretas”), o dzogchen (e por extensão a tradição nyingma, particularmente os linhagens e termas Longchen Nyingthig, Khyentse, Dudjom, Chokgyur, Longsal e Taksham, as termas do norte e o movimento rimê; e também a relação entre sutra, tantra, dzogchen, zen budismo e taoísmo), polêmicas tais como as preferidas de Mipham Rinpoche e Gorampa, as críticas de Gedun Chöpel ao realismo, shentong-rangtong, a noção absurda de budismo “não engajado” (que surje em contraposição à noção de “budismo engajado”), meta-ética budista, budismo e sexualidade (a suposta advertência de Atisha ao tantra monástico), budismo e gênero, budismo e filosofia (nontologia, antimetafísica, antirrealismo, nominalismo), budismo e capitalismo/consumo, budismo e política, budismo e colonialismo, budismo e racismo/othering, distorções na adaptação do budismo à modernidade e ao capitalismo tardio pós-apocalíptico, budismo e tradução, budismo e multiculturalismo, etc.
2. ^ Americana, science fiction (clássica, surrealista, new wave, cyberpunk), contracultura, geração beat, tensões étnicas e arte, blues, swinging London, Inglaterra vitoriana, sátira, wit, William Blake, Finnegans Wake, Aldous Huxley, Vonnegut, K. Dick, Samuel R. Delany, J. G. Ballard, Asimov, Heinlein, Cory Doctorow, Douglas Rushkof, XKCD.
3. ^ Wabi-sabi, iki, shakuhashi.
4. ^ Hiroshi Teshigahara, Shohei Imamura, Masahiro Shinoda.
5. ^ Análise do humor, stand-up, biografia e humor, faux pas, teoria ôntico-epistêmica do humor, antihumor, non sequitur, nonsense, ritual clown, onomasti komodein, parrésia e humor; Steven Wright, Garry Shandling, Richard Pryor, Noel Fielding, Matt Berry, David Mitchel, Bo Burnan, John Wilson, Ramy Youssef, Richard Lewis, Albert Brooks, Mel Brooks, Donald Glover, Hank Green, Hannah Einbinder, Taylor Tomlimson, Dave Foley, Larry David, Stephen Colbert, Jon Stewart, Seth Meyers; Corporate, Dead Pixels, Dr. Katz, IT Crowd, Silicon Valley, Peep Show, Broad Ciy, Seinfeld, High Maintenance, Rick and Morty, Kids in the Hall, Monty Python.
6. ^ Lavagem cerebral, linguagem de seita, assimetria em relacionamentos, narcisismo espiritual, materialismo espiritual, misticismo quântico, “drogas sagradas”, paranoia e violência em seitas, causas do abuso sistêmico, religião e cultos, media sobre cultos e nostalgia, cultos e negócios, capitalismo e corporações, cultos e desenraizamento.
7. ^ Comodificação do tempo, poluição da atenção, mind kipple, externalismos existenciais, cultura ADHD, consumo consciente, heurística e deficiências tecnológicas.
8. ^ Saber ganhar dinheiro como suposto marcador de superioridade intelectual ou moral, aceleracionismo, a-longo-prazismo, altruísmo efetivo, trans-humanismo, emergentismo, darwinismo social, eugenia, etc.
9. ^ Partido Pirata, bens imateriais, bens pelos quais não se compete, “roubo” de lucros presumidos, micropatronagem.
10. ^ Extinção em massa, mudança climática, “Pipikismo”, “pessoalidade corporativa” e accountability, corporações como algorítmos, desumanização em massa, humanização das máquinas, propaganda, antropomorfização da IA para ganho político, seitas, religiões e movimentos políticos em torno de IA, desinformação em massa, idiotas úteis que acreditam em conspirações geradas por algorítmos, precarização do trabalho; Noam Chomsky, Naomi Watts, David Graber.
11. ^ Cypherpunks, neutralidade de rede, direito de consertar, direito à anonimidade, guerra dos dispositivos de computação geral.
12. ^ 1984, Brave New World, Utopia, Cândido, Brazil, Soylent Green, etc.
13. ^ Psicolínguística, evidential markers, modalidades epistêmicas, epistemic mood, mirativo, autoantônimos, impacto cultural da hipótese de Sapir-Whorf.
14. ^ Autoengano, acesso privilegiado, inteligência artificial, zumbis, argumentos contra o funcionalismo, o emergentismo e o epifenomenalismo.
15. ^ Argumentos da linguagem privada, divisão do trabalho linguístico, contextualismo semântico, antiessencialismo, linguagem indireta, ironia.
16. ^ Antirrealismo, problemas do fisicalismo e do reducionismo, causação vs. correlação, epistemologia da estatística.
17. ^ Racismo filosófico, natureza dos problemas filosóficos, antifilosofia (principalmente como algo “bom”).
18. ^ Fonte: definição de tzal, em inglês. Esta discussão, também em inglês, é igualmente relevante.
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