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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

BUF080. Um pobre diabo

(Coleção Búfalo, nº 80)
Eis mais um título do senhor Bradley, o qual sugere uma excelente novela, talvez a última que ele viu publicada na Coleção Búfalo. A sua intensa carga dramática aparece desde logo no título, na capa e na própria nota de pé de página.
Temos muito pena de não dispor desta obra para a podermos partilhar com os leitores do Passagens. Talvez com o tempo...

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

BUF071. Ratoeira mortal


Coleção Búfalo, nº 70)
Lee Yancey era um jovem proscrito, vítima das sequelas da guerra civil e da vingança dos vencedores contra os que apoiaram o Sul. Muito jovem foi desapossado da sua terra e, vingando-se, condenado a pesada pena de prisão. Após ter morto o ladrão dos seus bens, fugiu, praticou vários assaltos e o autor vai encontra-lo a caminho de Westcliff, uma povoação cuja paz assentava sobre um barril de pólvora devido à inimizade entre granadeiros e mineiros explorada por algumas personalidades com menos escrúpulos.
Na sua fuga incessante, Lee depara com um morto portador de uma carta de apresentação naquela cidade e resolve tomar a sua identidade para assim enganar os rurais que o perseguiam. Mas não tardou a perceber que se metera numa ratoeira com todas as caraterísticas para se tornar mortal.
Este livro de Cliff Bradley é um pouco mais maçudo que o habitual neste autor e é com dificuldade que se descobrem algumas passagens dignas de registo. A capa, não assinada, é apresentada como da autoria de Carlos Alberto Santos, mas sugere muito o traço de Longeron… Aliás o livro foi originalmente publicado em Espanha na coleção Seis Tiros da Editorial Toray, com a mesma capa, sendo pouco provável a autoria de capa atrás referido

quarta-feira, 31 de julho de 2013

BUF017. O vale sem lei

(Coleção Búfalo, nº 17)

Uma obra onde vem ao de cima a brutalidade dos intervenientes. Mas o castigo também chegou para muitos deles.

Passagem: 




quarta-feira, 10 de julho de 2013

BUF010. Rio San Juan


(Coleção Búfalo, nº10)

Bradley aborda o tema da chegada de colonos ao Novo México e as lutas pela posse da terra daí decorrentes.
A violência, vulgar nestas novelas, foi substituída por uma resolução através de uma corrida de cavalos a que se juntou a trama associada às tentativas dos “maus” para ganhar de maneira suja. Mas o herói tudo descobriu e desmontou tendo como prémio a menina mais bela do povoado ainda por cima filha do rancheiro mais poderoso.
Um dos méritos da novela é a quase ausência de tiros só presente perto do final para acabar com o mau perder dos desonestos.
No entanto, ao contrário da ideia que fazíamos do autor, as personagens aparecem-nos caracterizadas de uma forma um tanto descuidada, parecendo por vezes o “herói” ser dotado de poderes que ninguém lhe reconhecia pela descrição precedente. Seria um Bradley ainda imaturo a escrever a novela? (tanto nos agradou em posteriores...!).
A capa, de Bosch Penalva, é uma abordagem perfeita do momento da decisão. Ela apresenta um instantâneo da corrida, sendo facilmente reconhecível o esforço da jovem amazona quase a vencer em momento anterior ao jogo sujo do adversário.

Passagens selecionadas:
Convite para dançar
Cabelos ao vento 

E agora é altura de ler RIO SAN JUAN