Nunca conheci nenhum preto que não tivesse orgulho nisso mesmo: ser preto. Um preto é um preto. Como eu sou branco e ali aquele é amarelo. Por isso sempre me fez alguma confusão um preto ficar chateado por lhe chamarem preto. Porra um preto é um preto não é um negro. Eu não sou claro, sou branco.
Tenho amigos brancos, pretos e até amarelos. Mas nenhum é de merda.
Como se reconhece então um preto de merda?
Simples. Um preto de merda reconhece-se, por exemplo, por servir os seus amos – que por sua vez têm outros amos ainda maiores – agachado, pois não tem espinha (coluna vertebral), dizer o que lhe mandam, inventar historia fantásticas e ser estúpido – Javi García arrisca multa e Alan três jogos de castigo (link).
…ah e, finalmente, pela cor da pele. Como é preto estamos perante um preto de merda, se fosse chinoca estaríamos perante um amarelo de merda, já se fosse branco, estaríamos, obviamente, perante um branco de merda.
Na imagem que acompanha este post estamos perante a ilustração do que acabou de ser dito. Um ser infra-humano, colega de profissão de um homem, a tentar partir a perna – o seu ganha pão – a este. Por outras palavras: um preto de merda caceteiro agride um branco de excelência. Podia ser ao contrário? Podia, mas não é!