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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Mais uma vitória

Mais uma vitória de vitimização mediática dos palestinianos: desta vez um grupo de palestinianos foi gritar ameaças contra judeus que saiam de um local sagrado. Quando um deles ia a sair, uma mulher muçulmana rouba-lhe o livro de orações. A foto que aparece na net e em vários media é do homem a gritar na direção da mulher, como se a estivesse a ameaçar ou agredir, enquanto tenta recuperar o seu livro que ela tem na mão.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Lisboa vandalizada

Entrada da estação do Rossio - Metropolitano de Lisboa.

domingo, 3 de agosto de 2014

A/C dos apoiantes do Hamas em Portugal

Indicações do Hamas para os activistas nas redes sociais divulgadas em árabe na página oficial do twitter das Brigadas Al-Qassam (entretanto suspensa):
1 - Nunca mostrar o lançamento de rockets a partir de zonas civis;
2 - Sempre que há um morto armado assegurar-se de que aparece sem armas e considerá-lo como civil;
3 - Se falares com um árabe indicar a quantidade de mortos militares do Hamas;
4 - Na frente de ocidentais dar o número de mortos civis e sublinhar que a maioria dos mortos são civis (mulheres e crianças);
5 - Se falares com um ocidental nunca negues o Holocausto.
Os meios de comunicação social portugueses cumprem na integra as indicações números 1,2 e 4.
Via Galiza-Israel.

sábado, 2 de agosto de 2014

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

O panfletismo palestinianista em 7 palavras

Este panfleto que andava ontem a circular pelo Martim Moniz em Lisboa é todo um programa político de deslegitimação do Estado de Israel. Tem impressas as tradicionais sete palavras utilizadas pelo agit-prop palestinianista:
Solidariedade -  A solidariedade vai toda a Palestina.  Até hoje não houve uma única manifestação de solidariedade a favor das vítimas do conflito na Síria (170 mil mortos);
Genocídio - Esta palavra só é utilizada nos conflitos em que Israel está envolvida. Nos outros utilizam a palavra 'guerra';
Sionismo -  99,9% dos manifestantes não faz a menor ideia do que é o sionismo, mas é a palavra que melhor substitui aquela que (ainda) não têm coragem de escrever;
Bloqueio - Parece que só há um bloqueio à Faixa de Gaza, o israelita - sobre o do Egipto nem uma linha; 
Presos - Chamam presos políticos a pessoas presas por atos terroristas;
Ocupação - Entendem por 'ocupação' toda a Palestina ocupada;
Regime - Apelidam o governo israelita de regime e pedem o corte de relações com Israel  - o primeiro passo para declararem ilegal a existência de Israel.
Estes manifestantes de pacifistas nada têm e o seu objectivo não é a criação de um estado palestiniano ao lado de Israel, mas sim a subsituição de Israel por um estado palestiniano. Para isso promovem campanhas de deslegitimação de Israel, de forma a criar o caldo de cultura para o passo seguinte: a extição do Estado de Israel Regime Sionista.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Não escondem ao que andam

O objectivo nunca foi construir um estado palestiniano ao lado de Israel, foi e continua a ser destruir o Estado de Israel para o substituir por um palestiniano. E depois dizem-se 'pacifistas'. Andam nisto há 60 anos.

domingo, 27 de julho de 2014

Diferente em quê?

Sempre que se confronta alguém que se descabela pelas crianças da Faixa de Gaza com o motivo pelo qual não se descabela pelas crianças da Síria, responde invariavelmente da mesma maniera: "Ah as da Síria também! Mas na Síria é uma guerra civil, é diferente!"

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Estava a faltar o "Conselho de Segurança"

Ao fim de 4 dias de guerra entre o Hamas e Israel o Conselho de Segurança da ONU já vai a correr reunir. Quantas vezes se reuniu durante a Guera Civil na Síria? E desde que o Califado foi restablecido no Iraque?
Para o teatro do Pallywood estar completo estava só a faltar a reunião do Conselho de Segurança e a respectiva resolução a condenar Israel.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Um clássico

A cobertura jornalistica das guerras entre Israel e o Hamas segue sempre o mesmo guião: o Hamas ataca Israel com mísseis, a imprensa internacional ignora o facto; Israel defende-se atacando alvos terroristas, a imprensa internacional noticia que Israel atacou Gaza; o Hamas utiliza escudos humanos, a imprensa internacional diz que Israel está a massacrar civis inocentes. A seguir vêm as manifestações anti-Israel dos tolos de serviço que contam com ampla e favorável cobertura jornalistica. Na guerra mediática Israel perde aos pontos.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Jornalismo à moda do Público

Durante a tarde e início de noite de ontem choveram mísseis palestinianos em Israel. O jornal Público - como é habitual - não reportou qualquer míssil, esperando diligentemente que Israel respondesse para poder fazer títulos em que Israel "ataca". O modo é previsível de tão habitual...

Ontem à tarde e noite:


Hoje de manhã:

 



Pallynews

A Euronews afiança que três adolescentes israelitas foram mortos e um adolescente palestiniano foi queimado vivo por extremistas israelitas. Mais à frente volta a referir que três jovens israelitas desapareceram e um adolescente palestiniano foi barbaramente assassinado.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

O conflito no Médio Oriente narrado pelo Jornal I

Na linha do seu colega Al-Público, o Jornal I consegue superar o mais empedernido palestinianista. Na notícia publicada hoje, o I tece várias considerações sobre o conflito entre Israel e os palestinianos, alinhando sempre pelas teses palestinianas. 
Começa por acusar Israel de vingança indiscriminada contra os palestinianos e de estar a reboque da direita radical (Israel e a direita têm sempre radicais). Sobre o Hamas nada.
A seguir compara o que aconteceu aos adolescentes de ambos os lados: O corpo de Mohammed Abu Khdair foi ontem a enterrar depois de o palestiniano de 16 anos ter sido raptado, torturado e morto numa aparente vingança pela morte de Eyal Yifrah, 19 anos, Gilad Shaer, 16, e Naftali Frenkel, 16, os rapazes israelitas que terão sido raptados do colonato Gush Etzion, em Hebron, a 12 de Junho, e cujos corpos foram encontrados na Cisjordânia na segunda-feira. - O palestiniano foi raptado, torturado e morto, os israelitas terão sido raptados e os corpos foram encontrados.
Segue-se a narrativa sobre a manifestação anti-árabe dos israelitas radicais em Jerusalém que descambou em violência, mas nem uma palavra sobre a violenta manifestação de palestinianos que também decorreu em Jerusalém  e que terminou em confrontos com a polícia.
Depois a jornalista que escreveu a peça aborda o caso da famosa deputada Zoabi que alegadamente foi ameaçada de morte por ter dito que o desaparecimento dos três jovens israelitas é da responsabilidade de Israel pela ocupação militar que faz da Palestina. O que a deputada disse foi outra coisa, mas o I não está interessado em divulgar o que foi.
O artigo continua carpindo que o exército israelita (IDF) bombardeou mais 34 alvos do Hamas na Faixa de Gaza, enquanto na Cisjordânia, um dos territórios ocupados ilegalmente por Israel desde 1967, mais 42 palestinianos foram detidos. O Hamas e os palestinianos são as vítimas. As dezenas de rockets que o grupo terrorista palestiniano lançou para Israel durante os últimos dias não são sequer referidos.
Ao fim de mais algumas considerações - nas quais se refere sempre aos jovens israelitas assassinados pelo Hamas como estudantes israelitas que desapareceram - o I termina o artigo com uma ode ao martirizado povo palestiniano, acusando Israel de o empurrar para uma terceira intifada.
O que os palestinianos fizerem fica assim legitimado e a culpa será sempre de Israel. Tudo como antes na impresa portuguesa

quarta-feira, 2 de julho de 2014

O palestinianismo em forma de desaconselho

Portugal junta-se ao grupo de países da UE que desaconselha negócios para além da linha verde.
A notícia é do Jerusalém Post e cita um alerta publicado no site do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal a desaconselhar os negócios com entidades [israelitas] situadas para além da linha verde. A justificação apresentada pelo governo português coincide com as teses palestinianas de que as localidades israelitas da Judeia e da Samaria são ilegais à face da lei internacionalconstituem um obstáculo para a paz.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Vergonhoso apelo ao terrorismo

Termina assim o vergonhoso artigo do embaixador da Palestina em Portugal: com um apelo claro e explicito ao terrorismo. O Jornal Público não teve qualquer problema em publicá-lo. 
O Governo português devia expulsar imediatamente este "embaixador".

sexta-feira, 20 de junho de 2014

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Abbas condemns kidnapping of Israeli teens

Abbas condena o rapto dos três adolescentes israelitas. Claro que condena, mas em inglês, porque em árabe as condenações têm sempre outro significado.

Pallywood nos jornais

No New York Times culpam-se os raptados e as tentativas para os resgatar pela desestabilização das relações entre Israel e os palestinianos. A seguir vão culpar o sistema anti-míssil israelita pelo aumento das frustação dentro da Faixa de Gaza e a consequente desestabilização das relações entre Israel e os palestinianos.

sábado, 24 de maio de 2014

A geografia da Terra Santa segundo o Jornal Público

A descrição do itenerário da visita papal a Israel feita pelo Jornal Público é todo um programa político: anuncia a visita do Papa Francisco aos Territórios Palestinianos e a Israel, mas não indentifica nenhum dos locais da peregrinação como israelita, nem escreve a palavra "Israel" em mais sitio nenhum; propaga mais uma vez a ladainha dos campos de refugiados, indentificando um deles nos Territórios Palestinianos, mas não explica por que motivo a AP o mantém aberto num território administrado por si; trata Jerusalém como uma cidade sem país; e refere-se ao Muro das Lamentações e ao Yad Vashem como meros pontos de Jerusalém, omitindo quaisquer ligações a Israel.

segunda-feira, 31 de março de 2014

A imprensa

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