Fonte: Mundo de Aventuras, fascículo 71 (Natal de 1950)
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
BD0698. "Tomahawk" Tom, o aventureiro
Eis a primeira aventura de "Tomahawk" Tom, aquela em que assistimos ao nascimento da personagem e ao seu relacionamento com um miúdo que o vai acompanhar em futuras aventuras, Jackie, e onde o argumentista, Roussada Pinto disfarçado de Edgar Caygill, dá plena liberdade à sua inebriante imaginação. O entusiasmo foi de tal ordem que o MA dedicou-lhe cinco capas que aqui reproduzimos. A publicação ocorreu nos fascículos 62 a 105 e mais uma vez o texto é apresentado sob os desenhos, esticando-se por vezes para outras páginas. Por esta razão, integrámos um conto, «O homem que era verde», que foi "apanhado" entre as páginas de Péon.
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
BD0280_Rec. Tomahawk Tom em «O espírito de Manitu»
Coitada da Jenny...
Com o rancho hipotecado ao famigerado «Corvo», via os seus cowboys impedidos de circular pelas terras devido ao terror causado por «índios» fosforescentes. Mas Tom tudo descobriu, devolveu a hipoteca à menina e fugiu a sete pés quando ela lhe propôs que ficasse. Esta é mais uma história assinada por Edgar Caygill e ilustrada por Peon.
BD0304_Rec. Tomahawk Tom em «O rapto de Jenny»
Os índios estão em pé de guerra quando Tom e Jackie chegam àquela região, deparando com os resultados de um ataque. «Miss Jenny foi raptada...», diz-lhes um moribundo e os nossos amigos partiram imediatamente para a salvar.
Esta movimentada aventura foi publicada nos dez fascículos do MA compreendidos entre os números 193 e 202.
domingo, 12 de fevereiro de 2017
BD094_95Rec. Coleção Condor, fascículo 3
Eis, mais uma vez, a fabulosa luta de Tomahawk Tom contra o famigerado facínora Vila Vargas que deu corpo a um do mais interessantes fascículos da Coleção Condor, o terceiro publicado em 1 de Julho de 1951. A obra resulta de uma colaboração de Vitor Peon com Edgar Caygill, um pseudónimo de Roussada Pinto.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
BD0305Rec. O filho de Zama
A colaboração entre Vitor Péon e Edgar Caygill estendeu-se a temas para além do Oeste. As páginas associadas a Zama são uma dessas incursões em outras áreas e, iniciando-se no fascículo 204 do MA, estenderam-se até ao número 210.
Uma das curiosidades desta história é a própria participação dos autores como objeto de ilustração o que nos é fornecido nas pranchas iniciais. Comece-se por aí a leitura da história e imaginem-se os dois autores deitados, descontraídos, num quarto da Lisboa dos anos 50 a delinear novas aventuras.
Quanto a Zama: não reúne as minhas melhores simpatias quer pelo tema quer pelo desenho. Por vezes, Péon tem um traço esquisito em que anatomicamente as suas personagens surgem deformadas...
sábado, 12 de dezembro de 2015
BD0306. Pirro em «Um caso de contrabando»
Pirro é uma espécie do Jackie, companheiro de aventuras de Tomahawk Tom, a atuar sozinho, com a diferença de que este provem dos tempos contemporâneos, mas o seu entusiasmo por histórias do Oeste é tal que, ao ser expulso de uma sala de cinema, acaba por ser atropelado e levado em sonhos aos temas que o entusiasmavam.
A figura é, mais uma vez, uma criação de Péon e Caygill e mostra todos os ingredientes já conhecidos. Os autores fervilhavam de imaginação num momento único da BD em Portugal. A história «Um caso de contrabando», iniciou-se no fascículo 187 3 prolongou-se até ao número 203.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
BD0305. O filho de Zama
A colaboração entre Vitor Péon e Edgar Caygill estendeu-se a temas para além do Oeste. As páginas associadas a Zama são uma dessas incursões em outras áreas e, iniciando-se no fascículo 204 do MA, estenderam-se até ao número 210.
Uma das curiosidades desta história é a própria participação dos autores como objeto de ilustração o que nos é fornecido nas pranchas iniciais. Comece-se por aí a leitura da história e imaginem-se os dois autores deitados, descontraídos, num quarto da Lisboa dos anos 50 a delinear novas aventuras.
Quanto a Zama: não reúne as minhas melhores simpatias quer pelo tema quer pelo desenho. Por vezes, Péon tem um traço esquisito em que anatomicamente as suas personagens surgem deformadas...
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Condor#03. Tomahawk Tom em «Colt City, cidade sem lei»
Aqui fica a recuperação de mais um magnífico exemplar da Coleção Condor com a história da luta de Tomahawk Tom contra o famigerado Vila Vargas, de acordo com argumento de Edgar Caygill, um pseudónimo de Roussada Pinto.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
BD0207. Tomahawk Tom em «O rodeo de Palma City»
Com texto de Edgar Caygill e desenhos de Vitor Peon, o Passagens disponibiliza maisuma aventura de Tomahawk Tom e do seu amigo Jackie. Desta vez o nosso herói chegou a uma cidade onde se iria realizar um rodeo e onde acabou por ser mal recebido. Claro que isso só lhe aguçou o desejo de ficar e acabou por vencer o prémio principal em disputa.
sábado, 5 de julho de 2014
HBD040. Zama em «O mistério dos leopardos»
As duas aventuras atrás publicadas foram extraídas do Suplemento ao MA 176 que, para além delas, integrava uma outra, desenhada por Vitor Péon e com argumento de Edgar Caygill, e de título «Zama - o mistério dos leopardos».
quinta-feira, 1 de maio de 2014
BD0094. Tomahawk Tom em «Colt City, cidade sem lei»
O número três da Coleção Condor (versão para download) é um dos melhores fascículos da coleção. Suportado numa história de Edgar Caygill, encontramos Tom a visitar uma cidade, Colt City, onde Vila Vargas, o mexicano, lhe faz uma receção com uma bala que lhe fura o chapéu. Trata-se de um bandido que traz a cidade aterrorizada e Tom encarrega-se de lhe dar o devido castigo, num duelo épico. O homem escapa-se, mas a cidade livra-se da sua presença, o que é assinalável. Tom persegue-o, o que abre caminho para a segunda aventura inserta no fascículo.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
BD0005. Tomahawk Tom em Reg Tooper, o renegado
A história não é tão engraçada como a que viria a ser publicada no terceiro fascículo. O desenho ainda é muito miúdo levando a uma visualização imperfeita e a espetacularidade, tão rica em Péon, surge apenas nas páginas 23 e 25.
(Para ver a BD clique sobre Ler Mais)
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