(Coleção Bisonte, nº 190)
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quinta-feira, 25 de julho de 2019
sábado, 30 de março de 2019
sábado, 5 de agosto de 2017
domingo, 29 de janeiro de 2017
BIS123. A assassina de Bodie
(Coleção Bisonte, nº 123)
A ação desta novela passa-se no condado de Bodie, Califórnia. Mara Macrae era uma opulenta proprietária cujo rancho tinha mais de oito milhas de comprimento por seis de largura. O capricho dos agrimensores que traçaram o desenho dos ranchos em momento de concessão fez com que um pequeno enclave situado numa extremidade pertencesse a um dos seus vizinhos, Paige.
Esse pequeno pedaço de terreno parecia não ter qualquer valor, mas, um dia, o capataz de Mara descobriu no mesmo uma borbulhagem escura cuja natureza imediatamente definiu: Petróleo! Havia petróleo no pequeno enclave junto ao rancho de Mara.
Procurando tirar partido da situação (o capataz tinha uma paixão louca ela patroa), informou-a, mas a formosa e rica rancheira não quis sócios. Abateu o capataz e procurou negociar a bem a compra do enclave. Perante a recusa dos legítimos proprietários, lançou-se numa cruzada criminosa e louca que acabou por se virar contra ela.
Eis um livro interessante, bem contado, que nos consegue transmitir as emoções dos protagonistas, de capa excelente não assinada, escrito por O.C.Tavin, a integrar-se num bom momento da coleção Bisonte.
sábado, 28 de janeiro de 2017
BIS121. Febre da prata
Este livro segue uma fórmula um tanto parecida com «Seis quadrilheiros» do mesmo autor e que comentámos recentemente: uma rapariga, por sinal muito bonita, que acompanhava o irmão na exploração de um filão de ouro ficou sozinha neste mundo porco, pejado de mineiros sujos e pouco honestos quando o irmão foi assassinado com o óbvio intuito de alguém se apoderar da sua produtiva mina.
O vaqueiro Carey Rains, também ele convertido à pesquisa de metais preciosos, auxiliou a jovem, associou-se com ela e ajudou-a manter a exploração. Os ataques e as mortes foram-se sucedendo até que os jovens puderam ser felizes para sempre.
A capa do livro não tem o atrativo de «Seis quadrilheiros» e a descrição do autor também não é geradora de passagens. Por isso, terminamos aqui a referência
O vaqueiro Carey Rains, também ele convertido à pesquisa de metais preciosos, auxiliou a jovem, associou-se com ela e ajudou-a manter a exploração. Os ataques e as mortes foram-se sucedendo até que os jovens puderam ser felizes para sempre.
A capa do livro não tem o atrativo de «Seis quadrilheiros» e a descrição do autor também não é geradora de passagens. Por isso, terminamos aqui a referência
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
BIS118. Seis quadrilheiros
(Coleção Bisonte, nº 118)
Will Dewey era um vaqueiro errante à procura de trabalho. A presente novela surpreende-o a caminho de Winslow onde pensava haver trabalho montado no seu fiel cavalo «Red». Mas um grupo de seis quadrilheiros intercetou-o e, depois de se apoderar de toda a sua fortuna, setenta e dois dólares, proveniente do seu último contrato, resolveu deixá-lo de mãos atadas em cima do cavalo, corda ao pescoço. O fiel «Red» não se moveu até que um inesperado índio convertido à fé cristã libertou o vaqueiro.
Will, cheio de gratidão, partiu para o seu destino, o rancho dos Mac Leane que, segundo o seu novo amigo, podia dar-lhe trabalho. Mas mais uma vez os seus intentos foram frustrados. Do rancho nada restava depois da passagem dos quadrilheiros. Ou melhor, restava uma jovem que, salva por Will, o contratou para a acompanhar na perseguição aos malvados. E apartir daqui, desenrola-se uma nova história para o valente «cow-boy».
Eis um belo livro de O.C.Tavin, um livro com uma bela capa que, como tal, merece ser lido por inteiro pelo que o vamos disponibilizar no «Novelas».
Will, cheio de gratidão, partiu para o seu destino, o rancho dos Mac Leane que, segundo o seu novo amigo, podia dar-lhe trabalho. Mas mais uma vez os seus intentos foram frustrados. Do rancho nada restava depois da passagem dos quadrilheiros. Ou melhor, restava uma jovem que, salva por Will, o contratou para a acompanhar na perseguição aos malvados. E apartir daqui, desenrola-se uma nova história para o valente «cow-boy».
Eis um belo livro de O.C.Tavin, um livro com uma bela capa que, como tal, merece ser lido por inteiro pelo que o vamos disponibilizar no «Novelas».
terça-feira, 3 de maio de 2016
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
terça-feira, 3 de novembro de 2015
quarta-feira, 8 de abril de 2015
domingo, 15 de março de 2015
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
POL072. O traidor Jesse
(Coleção Pólvora, nº 72)
Quando Jess chegou ao rancho de Jack Fardnell cheio de fome, sem um tostão no bolso, quase desmaiado, este e a família não hesitaram em o acolher e lhe dar assistência. O rapaz foi melhorando e prontificou-se a ajudar Jack nas suas tarefas que passou a executar mostrando prazer.
Um dia, Jack foi entregar umas reses que tinha vendido, deixando Jesse na companhia da mulher e filha no rancho onde ele tinha sido acolhido. À chegada, uma notícia inesperada deixou-o em estado de choque. Afinal, Jesse era um ser traiçoeiro que não tinha tido o menor rebuço para, aproveitando a fraqueza das duas mulheres, roubar as suas poupanças e um cavalo e partir…
Jack foi em sua perseguição. Quando o encontrou, aproveitando uma distração, Jesse abateu-o. Haveria alguém capaz de pôr fim a este malvado?
Eis um livro muito intenso de O.C.Tavin, onde a natureza humana mostra toda a sua nobreza e toda a sua fraqueza. O autor é perito em criar situações que parecem deixar o leitor num estado em que sente que a narrativa não tem recuperação, que já nada poderá fazer chegar o livro a um final feliz. Mas, apesar de Jack ter sido cobardemente abatido, estávamos muito errados nessa suposição.
sexta-feira, 16 de maio de 2014
sexta-feira, 2 de maio de 2014
ARZ067. Sangue Negro
(Coleção Arizona, nº67)
Apesar da proclamação da abolição da escravatura, em alguns estados, designadamente, no Texas, foi muito difícil para alguns engolir o princípio da igualdade entre os homens. Os negros continuavam a ser vistos como pessoas sem direitos, nem sequer o de habitarem aqueles locais.
Este livro recorda esse facto, permitindo-se uma das personagens compará-los com os direitos dos índios: "esses são da América. O local do negro é em África.".
O. C. Tavin, autor com mais de 50 obras registadas em Portugal, elabora uma trama em que mostra como uma comunidade em relativa paz ou, por outras palavras, onde havia uma paz podre, se dividiu e recorreu ao crime em virtude da chegada de um índivíduo, por sinal excelente cozinheiro, em cuja ascendência havia indivíduos da raça negra. Por sorte, obteve trabalho num rancho cujos proprietários se deliciaram com a sua capacidade e lutaram pela sua integração.
A capa, não assinada, parece de Longeron e mostra um pormenor da luta num saloon da cidade quando o proprietário de um rancho amigo da personagem central da novela, ali se deslocou para ajustar contas com um assassino.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
POL048. Morreu um pistoleiro
(Coleção Pólvora, nº 48)
Este livro de O. C. Tavin não é muito interessante,
adivinhando-se desde as primeiras palavras o evoluir da trama. Não deixa, no
entanto, de ter passagens interessantes.
Joe Marble é um pistoleiro com notável capacidade para se
excluir da responsabilidade de situações complicadas. Não é um pistoleiro no
sentido mais nobre do Oeste. Geralmente, para não deixar rasto e para não
permitir desfechos inesperados, usava as pistolas bem escondido e sem o
adversário saber o que ia passar-se. Diz
o autor que Marble era “um perturbador da ordem pública, batoteiro, provocador
de escândalos, apesar de não ser possível levá-lo a responder por isso, em
virtude da sua astúcia de raposa sabida, a sua habilidade em apresentar alibis
falsos e a sua inata facilidade de desaparecer quando as coisas começavam a
correr-lhe mal”.
Na pequena e risonha povoação de Doggert Flat, uma povoação
com casas de pedra e barro, entre os vales e riachos que iam desaguar no Rio
Grande, totalmente dedicada à criação de gado, Joe Marble veio a conhecer
Rosario, filha de um abastado ganadeiro a quem cortejou. Quando tentou oficializar a situação com o
aval do velho Callahan, este, que se tinha informado acerca das suas qualidades
recusou que continuasse a acompanhar a filha.
A novela desenvolve-se com o assassínio do Pai de Rosario,
obviamente às mãos de Joe Marble, assassínio esse encomendado por um outro
granadeiro que se dedicava ao roubo de gado e invejava a sua situação, tendo
contratado Marble para esse efeito.
O segredo do sucesso de Callahan tinha a ver com o facto de
ter contratado um veterinário para acompanhar o seu gado. Este homem que também
domava cavalos e sabia disparar acabou por encontrar em Rosario um estímulo à
descoberta da verdade já que o xerife preso em preconceitos legais não
conseguia atuar contra os assassinos que todos adivinhavam quem era.
E, no duelo final, morreu o pistoleiro…
Passagens selecionadas:
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PAS178. Encontro com a morte
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
ARZ047. Alma Negra
(Coleção Arizona, nº 47)
Timothey Causey era um ser repugnante que nada tinha de bom
nem de honrado. Para ganhar os dois mil dólares que ofereciam pela captura do
seu antigo companheiro e chefe de quadrilha, não hesitou em denunciá-lo.
Mas a sua perdição teve origem na sua obsessão por uma bela
rapariga, uma mulher honesta filha de um ferreiro que lhe deu uma lição quando
se atreveu a assediá-la. Causey não gostou e, deixando desenvolver a sua
obsessão, tentou matá-lo infrutiferamente.
Perseguido pelo valente xerife Everton, desprezado pelos
antigos companheiros que desconfiavam do seu comportamento, empreendeu uma fuga
para o México a partir de Las Cruces, mas, a dois passos daquele destino, a sua
paixão por Lírio obrigou-o a voltar. Queria matar o xerife, o ferreiro e raptar
a bela morena. Mas a sua alma negra encontrou aí o fim de tanta maldade.
A Coleção Arizona tem aqui um bom livro de O.C.Tavin que
ilustra bem o seu tipo de edição neste momento. Muitas das obras publicadas na
coleção eram sobre indivíduos à margem da lei que ou se regeneravam ou morriam
com honra. Com Causey nada disso sucedeu. Apenas Lídia, uma bela loira a quem
ele tinha aprisionado o filho, afirmou ao terminar a história:
«Era um criminoso, sem dúvida, mas eu sentia uma certa
compaixão por ele. Que Deus lhe perdoe». A sorte que ela teve em Causey não ter
concretizado os planos…
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
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