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domingo, 25 de janeiro de 2015

POL071. «O Corvo»

(Coleção Pólvora, nº 71)
Quem seria o homem apelidado de «Corvo», responsável pela maioria dos roubos e crimes naquela região? Era, com certeza, indivíduo que conhecia muito bem aquele local e os costumes das pessoas, um indivíduo que se relacionava bem com os agentes do poder.
A essa terra chegou um homem que vivia de expediente com uma pileca que parecia nem ter força para se pôr em pé e acabou por ganhar uns tostões numa corrida. Seria esse homem o «Corvo» ou iria ter algum papel para o aprisionar?
A esta pergunta respondeu o sr. Mediant com um texto agradável de ler e onde se sente uma visão muito ingénua sobre o Oeste.

sábado, 28 de setembro de 2013

POL026. O novato


(Coleção Pólvora, nº 26)
 
 
«Eis a estranha história de um homem que tropeçou com o infortúnio, com a ingratidão e com o perigo; mas que a todos soube vencer à força da persistência e da abnegação.
A sua história teria talvez ficado perdida no nevoeiro do esquecimento se o acaso, aparecendo como personagem importantes, não mudasse de súbito o rumo da vida atormentada de Tony Moritz, convertendo-o em herói de lenda!
O amor interveio também na sua transformação e o destino talvez tivesse contribuído com a sua parte. Mas o autor não pretende fazer um estudo psicológico da idiossincrasia de Tony Mortiz mas apenas relatar as suas façanhas de um modo simples e claro».
As palavras anteriores foram escritas por F. Mediant no preâmbulo à obra que estamos a apresentar.  Trata-se de um autor praticamente desconhecido, não aparecido nas outras coleções de que temos falado. O livro não é melhor nem pior que muitos outros: lê-se, por vezes com algum enfado, outras com mais entusiasmo. O autor diz-nos que os factos lhe terão sido narrados pelo próprio, mas ao contrário do que pretende, nada têm de extraordinário: é uma história do Oeste, nada mais…