Nesta encosta dentro de muros, neste trilho pisado e repisado por todos os visitantes do Castelo dos Mouros, está o lugar mais acessível para espiolhar sem vergonha os namoros da floresta de Sintra com o sol de Novembro. A chegada de gente rapidamente os espanta; por isso, quem procure deliciar-se com o flagrante deve chegar bem cedo e colocar-se em posição discreta.
Mostrar mensagens com a etiqueta Sol. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sol. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 16 de novembro de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
Sol do Deserto Sobre o Mar de Sintra
terça-feira, 1 de setembro de 2009
O sol aparece no Castanhal da Rainha
Deixem-nos louvar mais uma vez o insignificante Castanhal da Rainha. A mais alta montanha europeia apenas atinge a insignificante metade da mais alta montanha do mundo. A mais alta montanha portuguesa, a insignificante metade da mais alta montanha da Europa. Os 528 metros da Serra de Sintra são ridículos mesmo num país como Portugal e os 10 quilómetros da sua maior extensão desprezáveis – em passo de passeio, são apenas três horas de Santa Eufémia ao Cabo da Roca. A Pena e as tapadas anexas são só um canto oriental encolhido nesta serra diminuta, a Tapada do Inhaca só uma fracção pequena de todas as tapadas e o Castanhal da Rainha apenas um metro débil nesta tapada, dividido entre os dois pobres palmos planos a poente e outro tanto na vertente nascente. Os seus castanheiros nem sequer são especialmente antigos – mas toda a Pena, com o seu século e meio, é bastante juvenil para o padrão de muitas das suas espécies.
Neste insignificante canto do mundo, durante uns curtos minutos de sorte, assiste-se à dissolução da névoa matinal pelo sol e à aparição de mais um dia de Verão.
Etiquetas:
Arvores (Castanheiros),
Castanhal da Rainha,
Floresta Mágica,
Manhã Cedo,
Névoa,
Sol,
Tapada do Inhaca,
Verão
Subscrever:
Mensagens (Atom)