Nos túmulos entre flores e esculturas
Há lamentação, sentimentos e prantos,
Há emanações dolentes, e formosuras
Na alma soturna e singela de encantos...
Jaz uma saudade do amor dilacerado
No seio acolhedor e bendito da prece,
É neste carinho imenso de um legado
Que a alma contrita sucumbe e fenece...
Os mármores encerram toda essência
Do amor que carrego na melancolia,
E da tua voz imortal maravilhosa...
Foram enlevos desta triste dormência
Das dormências fatais da nostalgia,
De lembrança adornada com rosa...
Há lamentação, sentimentos e prantos,
Há emanações dolentes, e formosuras
Na alma soturna e singela de encantos...
Jaz uma saudade do amor dilacerado
No seio acolhedor e bendito da prece,
É neste carinho imenso de um legado
Que a alma contrita sucumbe e fenece...
Os mármores encerram toda essência
Do amor que carrego na melancolia,
E da tua voz imortal maravilhosa...
Foram enlevos desta triste dormência
Das dormências fatais da nostalgia,
De lembrança adornada com rosa...