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sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

Efeméride: Morris

 Faz hoje 100 anos que nasceu 1 de dezembro de 1923, o desenhador Morris (Maurice de Bevere).

Vinheta de Lucky Luke desenhada por Morris

Morris faleceu em 16 de julho de 2001

quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

Efeméride: Morris

 Faz hoje 99 anos que nasceu, 1 de dezembro de 1923, o desenhador Morris

Vinheta de Lucky Luke desenhada por Morris

Morris faleceu em 16 de julho de 2001

sábado, 4 de junho de 2022

Da BD para o ecrã: Rantanplan

O cão Rantanplan foi uma personagem da série Lucky Luke  criada por Morris. A sua primeira aparição ocorreu em 1962. Desde 1987 Rantanplan ganhou autonomia protagonizando uma série com o seu nome.

A partir de Setembro de 1976 foi emitida uma série de animação com 76 episódios tendo Rantanplan como protagonista.


segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

Sara Bernahrdt


Sarah Bernhardt nasceu em 22 de abril de 1844 e faleceu em 26 de março de 1923. Foi uma atriz francesa conhecida como Divina Sara. Foi criada num convento, mas um amante da mãe conseguiu que ela entrasse no Conservatório de Paris. Não se evidenciou durante o processo de aprendizagem e só foi aceite por influência do mesmo homem que a colocara no Conservatório.
Foi a partir de 1866 que Sara Bernhardt estabeleceu a sua reputação, quando trabalhou no teatro Odeon.
Formou a sua própria companhia e fez várias digressões na Europa, mas também foi aos Estados Unidos e ao Canadá.
Em 1915, após um acidente em palco, teve que amputar uma perna, o que não a impediu de continuar a carreira de atriz.
É uma das personagens que tem várias adaptações para a banda desenhada. 

Na minha coleção existem três adaptações, uma delas em duas partes.

Sara Bernhardt, na revista Tintin, com desenhos e Cheneval e argumentos de Yves Duval
 


Em Mujeres Celebres, foram publicados dois fascículos.
Sara Bernhardt Reina de la escena no número 27, com autoria de Jose Barajas Menas


Sara Bernhardt La anciana gloriosa no número 27



Num outro registo, há Sara Bernhardt, na série Lucky Luke, com desenhos de Morris, onde resta apenas o de real o registo da passagem da atriz pelos Estados Unidos.

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Da BD para o ecrã: Lucky Luke

Lucky Luke é uma série humorística criada em 1946 por Morris
Tem várias adaptações para o ecrã, seja em animação ou com personagens reais.


Na animação surgiu em 1971 Lucky Luke, posteriormente renomeada Daisy Town


Em 1978, Goscinny, Morris e Pierre Tchernia, que já haviam produzido, a anterior, realizam La ballade des Dalton.
Uma longa metragem, Les Dalton en cavale, foi realizado em 1983 pelos estúdios Hanna-Barbera.


Em 1984, uma série de animação com 26 episódios, designada Lucky Luke, foi prododuzida com a participação dos americanos Hanna-Barbera. 
A participação dos estudos americanos obrigou à alteração de algumas características da personagem como não fumar ou usar  menos violência.


Uma nova série, Les Nouvelles Aventures de Lucky Luke, com 52 episódios foi produzida em 2001, pela Xilam, 


que em 2007 realizou a longa metragem Tous à l’Ouest.


Nas adaptações com personagens reais, a primeira adaptação chama-se Lucky Luke e saiu em 1991, tendo Terence Hill no papel do cavaleiro mais rápido que a própria sombra.


O mesmo ator representaria o mesmo papel no ano seguinte, 1992, numa série de televisão com oito episódios.


Com a a personagem a ter um papel secundário, foi realizado em 2004, por Phlippe Haïm, Les Dalton, com Til Schweiger no papel de Lucky Luke.


Em 2009, com realização de James Huth, foi lançada a longa metragem Lucky Luke, com jean Dujardin a interpretar o protagonista da série da banda desenhada

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Os rostos da personagem: Lucky Luke

Relativamente a Lucky Luke, mais do que os rostos desenhados por diferentes autores, há uma grande variedade de fisionomias que atestam a evolução feita pelo seu criador Morris.


Arizona (1946)

Rodeo (1948)

Limpeza em Red City (1951)

O elixir do Dr. Doxey (1952)

Chrinfrim em Pancake Valey (1955)

Alerta aos pés-azuis (1956)

A escolta (1964)

Calamity Jane  (1965)

Desafio a Lukcky Luke (1968)

O fio que canta (1977)

Sarah Bernardth (1982)


Depois temos em fase posterior

Achdé

Bonhomme

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

relendo... ao acaso: Lucky Luke



Título
Alerta aos Pés Azuis

Série
Lucky Luke

Autores
Texto: Morris
Desenhos: Morris

Dados sobre o episódio
Título original: Alerte aux pieds bleus
Publicação original: Revista Spirou (belga) dos números 938 a 957,
Data da publicação original: de 5 de abril de 1956 e 16 de agosto de 1956
Leitura: Album Meribérica/ sem data.
Episódio com 43 páginas com numeração entre 391 e 434/cor
Resumo
Lucky Luke desmascara um batoteiro, que depois de algumas peripécias consegue fugir para os territórios da tribo dos Pés Azuis. Aí consegue convencer o chefe da tribo a atacar a cidade de onde teve que fugir, com a promessa de que lá existem grandes quantidades de uísque.

Comentário
Neste episódio os traços de Lucky Luke já estão muito próximos daquilo que viria ser a fisionomia final que Morris lhe daria.
Neste álbum depois de uma experiência com Goscinny, Uderzo volta a ser o autor do argumento.



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

relendo... ao acaso: Lucky Luke



Título
Corrida para Oklahoma

Série
Lucky Luke

Autores
Texto: Goscinny
 Desenho: Morris

Dados sobre o episódio
Publicação original: revista Spirou (belga) ente os números 1046 a 1070
Data da publicação original: de 1/5/1958 a 16/10/1958
Título original: Ruée sur l’Oklahoma
Leitura: Álbum- Corrida para Oklahoma/ Editora Meribérica
44 páginas/cor/1981 ou 1982
Resumo
As terras do estado de Oklahoma estão disponíveis para serem colonizadas. Quem primeiro as ocupar toma posse delas, mas ninguém pode entrar no estado antes do dia marcado. Lucky Luke é incumbido da missão de assegurar que tudo se passará dentro das regras.
Na tentativa de impedir que alguém ganhe vantagem, partindo antecipadamente, prende três bandidos, Beastly Blubber, Coyote Will e Dopey, que mais tarde irão tentar tomar conta da cidade que os primeiros colonos constroem.

Comentário
Este episódio tem por inspiração factos históricos reais.  A corrida com data marcada aos territórios do Oklahoma teve existência.
Em contraposição ao argumento de Goscinny, a realidade para os índios foi mais dura e letal.
Trata-se de um álbum ainda fase inicial da colaboração com Goscinny, onde os seus argumentos ainda não tinham atingido a qualidade que viria a ocorrer  nos álbuns seguintes, embora seja evidente a sátira social e política na luta pelo poder na nova cidade e no modo como o idiota da cidade conseguiu ser eleito.
Neste episódio Jolly Jumper tem uma passagem discreta sem as cenas de protagonismo que noutros episódios ocorrem.
No álbum da Meribérica está indicado erradamente Morris como autor do argumento. Ressalve-se que nas primeiras edições em língua francesa a capa também apenas identificava Morris. Só recentemente surge na edição em álbum a autoria de Goscinny.



quinta-feira, 1 de maio de 2014

baú das revistas: Jornal da BD



Revista
Jornal da BD nº 263 (33º volume, 7º fascículo)

Características
Data da publicação: 25 de agosto de 1987
Preço: 150$00
Periodicidade: semanal
Dimensões: 210 mm x 290 mm
80 páginas
Tiragem: 15000 exemplares
Diretor: Vitor Soares
Propriedade: Sojornal, S.A.
Distribuição: VASP, LDA
Capa a cores
Interior a cores e algumas páginas a preto e branco

Conteúdo
Capa:
Vinheta da história: Viagem ao centro da Terra

Capa interior:
B.D. Suplemento nº 116. Conjunto de notícias, por Geraldes Lino
Página 233:
Racing Show. Episódio em continuação da série Michel Vaillant com texto e  desenho  de Jean Graton

Página 237:
Eloïse de Montgri. Episódio em continuação da série Torres de Bois Maury, da autoria de Hermann
Página 241:
Da série Excalibur, a continuação do episódio A espada encantada, desenhado por Augusto Trigo, com texto de Jorge Magalhães.

Página 248:
À procura de Sir Malcolm. Episódio em continuação a série Albany& Sturgess, com desenho de Floc’h e texto de  François Riviere.

Página 255:
Viagem ao centro da Terra. Adaptação do romance de Júlio Verne, feita por Roudolph, e desenhada por Renato Polese.

Contracapa interior:
Publicidade às capas para encadernação da revista
Contracapa:
Rantanplan, por Morris.
Publicidade à loja Cenoura.

Suplemento BD Juventude nº 12
Pagina 89:
Centro Europeu de Informação e Documentação Juvenil
Página 90:
Página com pedidos de trocas de revistas de BD
Página 91:
“Assim não dá Pô’’. História da autoria de José Augusto Duarte Santos

Comentário
A revista era editada em volumes de 8  números, com as páginas numeradas em continuação.
Em cada volume havia dois números especiais, sendo este um deles, com uma história completa.