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segunda-feira, 7 de setembro de 2020

"A Rua Henrique Mota"



Por iniciativa da SCALA, no começo do Outono de 2001 (alguns meses depois do seu falecimento), os serviços de toponímica do Município de Almada foram consultados para que fosse estudada a possibilidade de se atribuir uma artéria no concelho a Henrique Mota.
A proposta foi bem aceite pela Autarquia, que reconheceu o grande contributo que Henrique Mota dera a Almada, especialmente como escritor e dirigente.
Foi aproveitada a oportunidade de se estar a construir uma nova urbanização, no local onde nasceria a maior zona comercial de Almada, onde também está situado o “Almada Fórum”, para se atribuírem ruas a Henrique Mota, Francisco Bastos, Sérgio Malpique e a António Calado (além da biografia entregue de Henrique Mota, foram também pedidas biografias de grandes campeões almadenses, tarefa realizada por Luís Milheiro).

E acabou por ser uma bela surpresa juntar estes grandes atletas e grandes companheiros (as ruas estão todas ligadas entre si) para felicidade dos seus familiares e amigos.»

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Autobiografia (quatro)


Continuamos ainda no desporto (e no atletismo), que foi a grande paixão de Henrique Mota...

«Em 1942 fui mobilizado como expedicionário para a ilha de S. Miguel, nos Açores, onde viria a estar dois anos e meio. Desportivamente a minha estadia ali foi benéfica. Treinava muito, realizavam-se diversas competições e atingia naquela linda ilha a minha melhor forma de sempre. Perdi apenas duas provas em que corri com sapatos de ténis... Certo dia, na final de uma prova de 80 metros, da qual guardo a fotografia da partida, em que me parece que estou a bater o "tiro" que venci e o 2.º ficou a 5 metros. Esse segundo era o José Sobral, que também corria no Belenenses, e é pai da recordista dos 200 metros planos, Maria José Sobral, também do Belenenses. Fiz uma boa prova, mas o pior é que dois cronómetros registaram 8,6 sem que tivesse qualquer culpa... Sabemos que em competição oficial seria recorde nacional. A imprensa local fez eco da "proeza" do atleta do continente, o que levantou bronca, explorada por Alberto Freitas, que afirmava não ser verdade aquele tempo. Na realidade eu dava-lhe razão, mas não em tudo o que escreveu no jornal "Os Sports".»

(Fotografia da Colecção Particular de HM)

"As Artes (e as manhas) dos Quinze Fundadores da SCALA"

Luís Milheiro fez um pequeno caderno, "As Artes (e asmanhas) dos Quinze Fundadores da SCALA", ainda relativo ao 30.º aniversário d...