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quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Verão 2022

Agora que o Verão está a terminar vale a pena recordar alguns dos locais onde fui, foram poucos mas muito agradáveis. Para além da já sobejamente conhecida praia das Paredes da Vitória fomos a pé às da Polvoeira para Norte e Mina e Vale Furado para Sul, num dos dias foram 12 km a andar... ainda exploramos na praia da Mina a entrada para a antiga mina de pedra.









Fomos ao Palácio e jardins da Pena em Sintra.

















Fomos ao castelo de Leiria, apesar de vivermos próximo nunca lá tínhamos ido.










O espetáculo das aves foi muito interessante e nem sabíamos da sua existência 






Infelizmente enquanto lá estávamos começou um incêndio próximo que em menos de meia hora estava já bem grande e próximo das casas.



sexta-feira, 2 de julho de 2021

Q - 477 - Aulas

E por aqui ainda haverá aulas e catequese mais uma semana, tal como o ano passado, as férias serão passadas por casa com umas caminhadas pela zona e umas idas à praia, se for possível, pois com os casos a aumentar brevemente haverá as proibições de sair de concelho e aí nada a fazer, como no ano passado... Já não basta vivermos no Oeste onde o tempo é inconstante e ainda deveremos ter restrições por não vivermos no concelho das praias mas no concelho vizinho.

Detesto este não saber o que o futuro nos reserva...se em Setembro haverá Crisma, como serão as aulas e as vacinas dos mais novos, quando nos livraremos disto tudo.... enfim...quando voltaremos a sentir-nos seguros como até Janeiro de 2020 e se nos voltaremos a sentir assim.

Sinto que ando muito ansiosa com tudo e por vezes sinto pontadas no peito, não quero fazer medicação pois há 8 anos a medicação que me receitaram (em excesso) levou-me ao hospital para me desintoxicarem o organismo, nunca mais tomei nada de ansiolíticos, vitaminas ou outros que tais...


sexta-feira, 11 de junho de 2021

Q - 456 - O Verão no Oeste


Foto de 03/06/2021 - Ilusão de Óptica... parece um dia excelente...naaaaaaa o tlm é que engana... vento demais, mar bravo, água gelada e não havia vivalma a usufruir da praia.


Não sei se conhecem a expressão " Ah! O Verão no Oeste... fogueira acesa e castanhas assadas" pois hoje de manhã era mesmo isso que apetecia :) Muitas vezes dizemos "Viram por aí D. Sebastião? Deve estar a chegar"... Nem a Serra dos Candeeiros se via...

A propósito deste tema, vi noutro dia este texto no facebook, e é mesmo isto que acontece ano após ano, eu vivo a +/- 20 km da praia e dias de praia bons são uma miragem, só mesmo vivendo lá para aproveitar quando há horas boas.


" Para todos os veraneantes que estão com ideias de virem visitar a minha região do Oeste, deixem-me descrever um pouco os hábitos dos Oestinos no Verão.

Foi aqui que foi inventada a palavra resiliência.
 
Resiliência é a capacidade que qualquer Oestino tem para suportar o facto de S. Pedro ter filhos e enteados e vestir o nosso Verão de outras cores.
Um dia de Verão como, por exemplo, os lisboetas ou os algarvios conhecem, só acontece por aqui uma meia dúzia de vezes na estação (4 dias marcados escrupulosamente no meu calendário de 2017).
Resiliência é, por exemplo, o facto da minha filha Maria e as amigas terem ido ontem e hoje passar o dia à praia apesar de estar um nevoeiro que nem se vê o mar e de estar a cair uma chuva miudinha.
Um Oestino quando chega o Verão pensa “Verão é Verão e se não temos sol para ir à praia, temos pena 🙄 vamos à mesma”.
Resiliência é a capacidade que qualquer Oestino tem de pensar que lá por volta das sete da tarde o tempo há-de abrir e vai estar um final de tarde espectacular.
Resiliência é a forma como os Oestinos olham para o Verão tal e qual os sportinguistas olham para o campeonato nacional: “Para o ano é que é!”.
O nosso Verão é diferente. Marcado pela autêntica barreira que é a Serra do Montejunto e que impede a natural migração das nuvens para sul, acumulando-as, empoleiradas umas nas outras, sobre a nossa região.
Imaginem os náufragos do Titanic a correr para o último salva-vidas, empurrando-se e encavalitando-se uns nos outros sem hipótese para progredir mas também a tentar não cair borda fora. São assim as nuvens em Montejunto. As que vieram do Porto chegaram às seis da manhã, as da Galiza às oito e as que vieram do Golfo da Biscaia às dez. Agora estão todas encavalitadas sobre nós.
Como esta situação perdura praticamente até Outubro, altura em que já está toda a gente a trabalhar e aparecem então uns dias jeitosos, os Oestinos passaram a ter uma bitola muito baixa e faz induzir em erro os que por cá vêm a banhos.
É preciso traduzir com atenção o que os locais querem dizer e sobretudo ter muito cuidado com as suas hipérboles.
Por exemplo, quando perguntamos para a Foz do Arelho como está o tempo (e isto é válido da Figueira da Foz até Peniche, embora os do Baleal, por razões promocionais, alardeiem um Verão constante digno das Caraíbas), é preciso saber interpretar as suas palavras.
“Está um dia espectacular” é uma expressão muito popular, (sobretudo quando se referem ao único dia em que não pudemos ir à praia) mas muito evasiva.
Como “dia espectacular” entenda-se um dia em que não chove, em que a temperatura aguenta-se estoicamente acima dos vinte graus e o vento não nos atira a areia para os olhos.
Um “está muito bom mas com um pouco de vento” significa que está tudo deitadinho na areia, protegidos não por um mas por pelo menos dois pára-ventos e só levantam a cabeça quando giram o corpo ou quando vão fazer um xixi à beira mar. Mesmo para as fotos evitam levantar-se, razão porque vemos sempre a imagem a começar no entrepeito das moçoilas e daí até aos pés.
A “água está espectacular” significa que no canal que vai da costa entre a Foz do Arelho e o Baleal e as Berlengas não há nenhum iceberg à vista.
A água estar espectacular implica um ritual mais complexo que o das oferendas a Iemanjá.
Vamos molhando os pés enquanto conversamos com os amigos. Podemos escolher entre o mérito do trabalho feito pelo Bruno Carvalho no Sporting ou as consequências do Brexit, desde que dê para uma hora. Verão centenas de pessoas à beira-mar neste exercício. As senhoras falam dos pediatras e das doenças dos filhos. Depois, como quem não quer a coisa, começam a avançar e a recuar deixando que a água os molhe até aos joelhos. Os mais afoitos, geralmente as mulheres que são mais insensíveis, deixam que as ondas lhes batam nas pernas e as molhem até à cintura.
Depois passamos a um dos momentos mais críticos. Entramos na água até à cintura (quando a maré está baixa pois caso contrário vai tudo a eito com mergulho sem pára-quedas) e começamos a salpicar o tronco e a banhar os ombros.
Meia hora depois terminamos a nossa oração a S. António de Pádua e damos um mergulho na água. Um mergulho que não chega a um segundo mal contado.
Os mais corajosos ainda arriscam um segundo mergulho ou mesmo um terceiro (Que diabo! Há que aproveitar. Um dia de Verão assim pode só voltar para o ano).
Depois saem da água a tremelicar e de dentes bem cerrados e quando são interrogados por quem chega, reportam:
- Então como está a água?
- Está espectacular!"
 
Crónica de Paulo Caiado,
sobre a resiliência nascida no Oeste e o nosso Verão"

sexta-feira, 4 de junho de 2021

Q - 449 - A precisar de espairecer

Ontem resolvemos ir à praia para espairecer, definitivamente não foi o melhor dia, mas não vimos viv'alma. Chegámos às 8:25 e saímos às 9:30... muito vento, a areia parecia setas a espetar-nos as pernas, algum frio, a água mais ou menos mas o mar muito bravo... enfim, deu para molhar os pés e espairecer a cabeça... a praia ainda não tem as escadas preparadas e nota-se que o mar tem "feito das suas"...

Ainda não tínhamos ido este ano ver o mar, o ano passado nem sei se chegamos a ir 3 vezes e em 2019 igual. Tudo começou com a unha do miúdo com fungos (ainda não está totalmente bem) que apanhou no Judo em 2019 e a eminente operação se entrasse algo para o local que foi queimado com nitrato de prata, depois em 2020 a pandemia obrigou-nos a ficar longe e este ano igual. Vivemos a 22 km mas o ser noutro concelho limitou-nos as idas o ano passado, e viver no Oeste já se sabe...um bom dia de praia acontece muito esporadicamente.




Encontrámos algumas douradas na areia e nada de gaivotas, nem em terra nem no mar.

sábado, 18 de agosto de 2018

PNL - O Diário de Anne Frank


Este ano um dos livros recomendados pelo PNL (Plano Nacional de Leitura) para o 8º ano é "O Diário de Anne Frank" e então já foi passear até à praia... vamos ver se o entusiasmo continua...

Depois de o procurarmos em várias papelarias, Continente, Modelo, etc... acabei por encomendar o livro online na Wook no dia 15/08 e entregaram ontem... nem 48 horas demoraram e com 20% de desconto sobre o preço de capa e portes grátis, fiquei super satisfeita.


quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Ás vezes uma imagem...

... diz mais que mil palavras, para quem é da zona Oeste, esta imagem diz tudo, não é necessário identificar a praia todos conhecem e fica apenas a 22km de casa... por vezes não vale a pena ir mais longe...