Saturday, April 19, 2025
POR UM CESTO DE DEPLORÁVEIS
Monday, March 31, 2025
ONDE MORA AGORA A DEMOCRACIA?
En direct, procès de Marine Le Pen – l’ex-présidente du RN condamnée à deux ans de prison ferme et cinq ans d’inéligibilité avec application immédiate : les dernières informations et réactions
La députée d’extrême droite, reconnue coupable de détournement de fonds publics dans l’affaire des assistants européens du RN, sera sur le « 20 heures » de TF1 ce soir. Vingt-trois autres prévenus ont été condamnés avec des peines d’inéligibilité, parfois avec sursis. Le RN en tant que parti a été condamné à 2 millions d’euros d’amende, dont un million ferme. - Le Monde
Sunday, February 23, 2025
UM BANDO DESORIENTADO
Monday, January 27, 2025
COERÊNCIA, PRECISA-SE
Ontem, Ricardo Araújo Pereira entrevistou Alexandra Leitão, destacada socialista, que já desempenhou cargos no Governo, e é agora candidata à presidência da Câmara Municipal de Lisboa, e que afirmou apnntar sempre para os seus objectivos e nunca "atirar para canto".
Monday, January 06, 2025
O DIA DO ASSALTO IMPUNE À DEMOCRACIA
A continuidade do Aliás depende do seu merecimento, avaliado por comentários, críticas, sugestões, correcções, de quem o lê.
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6 de janeiro de 2021
Apoiantes de Trump, com o público incentivo deste, realizaram o acto mais abominável em Democracia: o assalto ao centro do poder político, neste caso o Assalto ao Capitólio dos Estados Unidos da América com o objectivo de reverterem os resultados das eleições ganhas por Joe Biden.
Em entrevista publicada no Washington Post de hoje, Joe Biden pede aos norte-americanos que não consintam que os acontecimentos de 6 de janeiro de 2021 sejam deturpados ou esquecidos.
Trump será pela segunda vez presidente dos EUA.
Para que lado se irá virar agora o touro desembolado?
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Como nos Campos Elíseos - Paris 1940 - Diário de uma Invasão
Friday, November 08, 2024
O DIA DA FALTA DE VERGONHA
Monday, November 04, 2024
DE QUE LADO MORA A IGNORÂNCIA?
Metade dos norte-americanos são estúpidos, ouço dizer a alguém que reside nos EUA há mais de vinte e cinco anos e é, desde também há muitos anos, cidadã norte-americana.
Wednesday, October 30, 2024
MAIS OU MENOS TUDO NA MESMA?
Não.
Entre dois mundos opostos, poderá o mundo tombar para o lado mais execrável, do ponde vista de quem preza o maior valor social da humanidade: a liberdade de expressão de pensamento, por oposição à tirania de ditadores, digam-se eles de esquerda ou de direita. Porque nenhuma ditadura tem dois lados.
Friday, October 18, 2024
O VALOR FACIAL E O VALOR INTRÍNSECO DA DEMOCRACIA
Já depois de ter editado o meu apontamento de anteontem - O valor dos valores morais - observei que Daron Acemoglu, um dos três laureados com o Nobel da Economia, e aquele que, em directo televisivo respondeu a questões que, a propósito, lhe foram lhe foram colocadas por alguns dos presentes na sessão do anúncio, observei que de Daron Acemoglu tinha sido colocado a 30 de agosto deste ano, um artigo no project-syndicate.org - The Trump Threat to Democracy has grown - de que retiro apenas a primeira parte, disponível para não assinantes.
"Donald Trump is not the first anti-democratic demagogue to atttract a strong following, and he will be not the last. American institutions can weather such challenges and come out even stronger, but only if pro-democratic forces mobilize and demonstrate that the system can deliver meaninful results for ordinary people"
O artigo é, relativamente, longo e aponta para a gravidade da situação criada pela impotência das instituições democráticas norte-americanas, que não foram concebidas para defrontarem quem, além do mais, proclama governar sem submissão às regras democráticas e fomentou o assalto ao Congresso, símbolo maior da democracia norte-americana, sem que a Justiça, admito, por falta de previsão de enquadramento legal no momento da concepção constitucional, o condenasse por alta traição e agora permite que se recandidate para comportamentos muito mais gravosos nos Estados Unidos quando de todo o mundo chegam sinais de guerra definitiva.
Talvez Churchill continue a ter razão e a resposta dada a um dos assistentes ao anúncio do Nobel no período de perguntas e respostas que questionou sobre o sucesso da China, um país cujo líder Li Xijinping considera a democracia um dos inimigos do comunismo chinês, Daron Acemoglu recordou que alguma experiências ditatoriais foram bem sucedidas durante os primeiros tempos, mais ou menos longos, mas perderam perderam o ímpeto inicial e a democracia acabou por prevalecer.
Wednesday, October 16, 2024
O VALOR DOS VALORES MORAIS
Anteontem a Real Academia Sueca de Ciências anunciou a atribuição do Nobel das Ciências Económicas em Memória de Alfredo Nobel, mais conhecido como Nobel da Economia, a Daron Acemoglu, Simon Johnson, do Massachusets Intitute of Technology (MIT) e James Robinson, da Universidade de Chicago,
“for studies of how institutions are formed and affect prosperity”
(Transcrevo do Press release, distribuído após a divulgação dos nomes dos laureados, de sínteses dos trabalhos realizados, seguidas de perguntas da audiência presente no acto e respostas de Daron Acemoglu - LIVE: Daron Acemoglu, Simon Johnson and James Robinson win Nobel Prize 2024 for Economic Sciences)
They have helped us understand differences in prosperity between nations
This year’s laureates in the economic sciences – Daron Acemoglu, Simon Johnson and James Robinson – have demonstrated the importance of societal institutions for a country’s prosperity. Societies with a poor rule of law and institutions that exploit the population do not generate growth or change for the better. The laureates’ research helps us understand why.
When Europeans colonised large parts of the globe, the institutions in those societies changed. This was sometimes dramatic, but did not occur in the same way everywhere. In some places the aim was to exploit the indigenous population and extract resources for the colonisers’ benefit. In others, the colonisers formed inclusive political and economic systems for the long-term benefit of European migrants.
The laureates have shown that one explanation for differences in countries’ prosperity is the societal institutions that were introduced during colonisation. Inclusive institutions were often introduced in countries that were poor when they were colonised, over time resulting in a generally prosperous population. This is an important reason for why former colonies that were once rich are now poor, and vice versa.
Some countries become trapped in a situation with extractive institutions and low economic growth. The introduction of inclusive institutions would create long-term benefits for everyone, but extractive institutions provide short-term gains for the people in power. As long as the political system guarantees they will remain in control, no one will trust their promises of future economic reforms. According to the laureates, this is why no improvement occurs.
However, this inability to make credible promises of positive change can also explain why democratisation sometimes occurs. When there is a threat of revolution, the people in power face a dilemma. They would prefer to remain in power and try to placate the masses by promising economic reforms, but the population are unlikely to believe that they will not return to the old system as soon as the situation settles down. In the end, the only option may be to transfer power and establish democracy.
“Reducing the vast differences in income between countries is one of our time’s greatest challenges. The laureates have demonstrated the importance of societal institutions for achieving this,” says Jakob Svensson, Chair of the Committee for the Prize in Economic Sciences.
Thursday, October 10, 2024
O ASSALTO À DEMOCRACIA COM UM ABRAÇO DE PUTIN
Em reunião plenária do Parlamento Europeu, Viktor Órban, que preside, por inerência do cargo como primeiro-ministro da Hungria, preside ao Conselho da União Europeia durante o semestre a decorrer de 1 de Julho até 31 de dezembro deste ano, apresentou as suas prioridades durante o período em que se manterá no cargo.
"Na sequência de uma revolta revolta popular espontânea, iniciada a 23 de outubro de 1956, contra as políticas impostas pelo governo da República Popular da Hungria e pela União Soviética, em 4 de novembro, um grande exército soviético (31550 militares, 1130 tanques) invadiu Budapeste e outras regiões do país. A resistência húngara continuou até 10 de novembro. Mais de 2,5 mil soldados húngaros e cerca de 700 soldados soviéticos foram mortos no conflito, tendo 200 mil húngaros fugido, passando a ser refugiados."
" No final da década de 1980, a Hungria foi um dos primeiros países da órbita soviética a procurar dissolver o Pacto de Varsóvia e a evoluir para uma democracia multipartidária e para uma economia de mercado. As primeiras eleições livres nessa nova fase da história da Hungria foram realizadas em 1990, onde, com poucos votos, os socialistas foram rechaçados. Mas, em 1994, voltaram ao poder, apoiados pela queda da qualidade de vida e da economia húngara. Desde então, socialistas e centro-direitistas disputam o poder político na Hungria. Seguiu-se de uma aproximação com o Ocidente que levou o país a aderir à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em 1999 e à União Europeia em 2004."
Saturday, September 28, 2024
PODE UM (EX) BOMBEIRO INCENDIAR O MUNDO?
A pergunta não tem intuitos sensacionalistas porque decorre do muito diversificado sistema de eleição do presidente dos Estados Unidos da América, que não está sujeito a regras idênticas em todos os EUA e também não são claras as regras de validação da votação sobretudo nos casos de votação antecipada por correspondência, já a decorrer. Em qualquer caso persistem condições para emergirem dos resultados da votação em 5 de novembro confrontos irredutíveis, incompreensíveis na democracia mais antiga da era moderna e, ainda, a maior potência mundial.
Em 21 de dezembro do ano passado, coloquei uma nota neste caderno de apontamentos - BIBEN NÃO SERÁ REELEITO, TRUMP TAMBÉM NÃO - sustentada num artigo publicado aqui, "Why neither Biden nor Trump will be the next president".
Tuesday, August 13, 2024
DEPOIS DA FESTA
Uma abordagem serena, incontestável, de Teresa de Sousa sobre Paris, a Europa, o Mundo, hoje, que não agradará aos eurófagos, aqueles que afirmando-se sempre estar deste lado sustentam-se sempre em um qualquer mas para equilíbrio das suas convicções profundamente petrificadas.
Correl. - Da Venezuela à Ucrânia, a política externa continua a deixar o PCP em contracorrente